SOBRE MIM

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.
RECESSO – RETORNAREMOS EM BREVE.
RECESSO –
RETORNAREMOS EM BREVE.
ZÉ COXÓ, O POETA DO FANTÁSTICO Clerisvaldo b. Chagas, 8 de janeiro de 2026 Escritor símbolo do sertão Alagoano Crônica: 3445 T...
ZÉ
COXÓ, O POETA DO FANTÁSTICO
Clerisvaldo b. Chagas, 8 de janeiro de
2026
Escritor símbolo do sertão Alagoano
Crônica:
3445
Trata-se do mais recente livro em formação. Zé
Coxó é o personagem central do livro, uma pessoa humilde que mora numa vila no
sertão de Alagoas, só fala rimando. Versos irônicos, picantes, esclarecedores e
ingênuos. São 100 pequenas histórias, tipo anedotas, em torno de 10 linhas cada
história que sempre termina com uma sextilha do repentista sertanejo. Será
um livro para você se deitar na rede e se acabar de rir com cada uma das 100
anedotas. Inédito no BRASIL, uma apresentação assim de um repentista natural,
sem viola, sem pandeiro, sem nada, só a voz quieta, clara do poeta solteiro que
nunca deixa de rimar dando sua opinião FANTÁSTÍCA, INACREDITÁVEL. É O
RENASCIMENTO DE UM POETA PORNOGRÁFICO de direitos autorais vendidos e retorna
regenerado ao teatro sertanejo e irá conquistar Brasil e parte do mundo.
Ora, tudo que você quiser saber, é só perguntar
a Zé Coxó e ele lhe responderá sempre em estrofes de 6 versos. Até um jovem
cineasta já se prontificou a prefaciar o livro que irá fazer a sociedade cair
em gargalhadas. E das 100 historietas prometidas pelo autor, mais de 30% já estão
em plena atividade, após sair do forno. Ora,
toda sociedade contracena com Zé Coxó: juiz, padre, papagaio, jumento, médico,
açougueiro, estudante, mulher feia, mulher bonita, afeminado, prostitutas, tarados...
porque Zé Coxó, personagem fictício, vive na Vila Bela Rosa, conhece todos os
habitantes e responde sobre tudo que lhes perguntam ou que nem precisa
perguntar.
Portanto, não quebre a cabeça antecipadamente
tentando saber o que significa a palavra Coxó. Não está associada a nada, mas
Coxó é uma família também fictícia de um dos meus romance do ciclo do cangaço,
DEUSES DE MANDACARU. Na imaginação do autor, o nome se encaixa bem para os seus
objetivos: conquistar o leitor pelo nome, conquistar a todos pelas narrativas e
criatividade. Zé Coxó é fantástico! Outra coisa: não brinque com ele não que Zé
Coxó lhe dá uma resposta danada!
É DUREZA Clerisvaldo B. Chagas, 6 de janeiro de 2026 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3444 Domingo passado até que...
É
DUREZA
Clerisvaldo B. Chagas, 6 de janeiro de
2026
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica:
3444
Domingo
passado até que tive vontade de fazer uma visita, mas o tempo estava muito
quente, abafado, com o Sol queimando instantaneamente. Quase 40 graus, quando
abri o portão da rua e a atmosfera agiu como fogo no braço, Recolhi-me. “Quem
for doido que vá fazer a visita a pé”. Naquele momento passou um motoqueiro,
mangas compridas, capacete e a coragem de ganhar o pão desafiando o tempo. Com
essa temperatura, para qualquer pessoa ter um “troço” é ligeiro se não se
cuidar. A vegetação faz pena. A caatinga pelada vista nos montes circundantes,
desanima qualquer um. Os céus ameaçaram trovoada e ainda arrotaram com
alguns trovões, mas eu disse após
examinar o espaço: “Poderá acontecer uma trovoada daqui para às 17 horas, mas
se vier, o grosso não será em Santana”. E assim aconteceu. Alguns trovões
longe, uns respingos no telhado e a trovoada, em outro município.
E
seja La Ninã, El Ninõ, ou seja, lá o que for, que esteja acontecendo, temos que
levar os costumes sertanejos adiante, sem pestanejar. Ô tempo bom para quem
vende picolé, sorvete, ventilador, ar-condicionado e mais coisas que refrescam.
O que é ruim para uns, é bom para outros. Duvido que o vendedor de água de coco
esteja reclamando do calor. Em compensação vi o toró assustador que deu em Pão
de Açúcar, através de vídeo postado na Internet. É ou não é a Lei da
Compensação? E digo como o escritor Oscar Silva diante dos brutos do Batalhão:
Só me resta adaptar-me. Ê, “rapadura é doce, mas não é mole não!
E
com o tempo seco assim, faz nos lembrar das aulas de ciências, como aluno do
Ginásio Santana, em que o livro nos ensinava a medir a quantidade de chuva
caída numa região, caseiramente. E procurei fazer um pluviômetro doméstico com
o que fora ensinado. E já trabalhando no IBGE, também ia pegar nos correios
todos os dias, o resultado da quantidade de chuvas diárias, pois ali estava instalado
um pluviômetro do governo. Mas, levando-se em consideração que um clima se
consolida com 30 anos, está havendo uma mudança climática geral e nós deveremos
ficar atentos, para tentar entender o negócio.
São
coisa do Mestre, amigo.
São
coisa do Mestre, minha amiga.
VEGETAÇÃO
NOS MONTES (FOTO: B. CHAGAS).

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.