INSPEÇÃO Clerisvaldo B. Chagas, 24 de setembro de 2026 Escritor símbolo do Sertão alagoano Crônica: 3483     Falando na primeira...

 

INSPEÇÃO

Clerisvaldo B. Chagas, 24 de setembro de 2026

Escritor símbolo do Sertão alagoano

Crônica: 3483

 



 Falando na primeira pessoa. Fui até ao pátio do Posto de Saúde São José, para tentar fotografar a bela paisagem  da serra da Remetedeira, do topo da Reserva Tocaia, a vegetação da margem direita do rio Ipanema e a base da antiga estrada que contornava o rio em tempos de cheias. A posição do posto, permite à condição de mirante com suas limitações, porém, detalhistas em alguns aspectos. É que no dia anterior havíamos percorrido parte da região como, Alto da Cajarana, Conjunto Marinho, Conjunto Santa Quitéria. Um percurso pela parte de trás do lugares citados, atingindo a área de terras que ficam após o Hospital Geral Dr. Rodrigues de Melo. Percorrido o bairro novo que se forma nas faldas da serra Aguda, descemos pela antiga estrada de arrodeio quando da enchente do Ipanema.

É que do pátio do Posto São José, vemos casas e mais casa na base da antiga estrada, hoje com asfalto. Pude, então, ver de perto essa artéria que agora permite um bom acesso ao bairro em expansão. Também conhecemos o ginásio de esportes construído no lugar do antigo Matadouro. Certo prefeito nos prometera construir no local da demolição uma Estação Meteorológica e o Museu do Ipanema,  Mas, as palavras de alguns seres humanos, são muito mais fracas do que cabo de vassoura. De qualquer maneira está o lugar ocupado por alguma coisa útil à sociedade. Na inspeção passamos pelo afluente do rio Ipanema, o riacho Salobinho e a na sua foz desviada artificialmente que se transformou em barragem particular.

Ainda procurei outras paisagens ou fatos no pátio do Posto de Saúde  e de diferente, apenas o vermelho alerta das ambulâncias subindo a colina lá do outro lado do rio, em busca do hospital. O sol de primavera queimava bastante com o céu completamente azul anil, mas ainda fui passar em trecho da rua Profa. Helena Braga das Chagas, fotografei a craibeira florida e retornei ao convívio para degustar o prazer das fotos. E se é bom pesquisar na primavera, a hora escolhida do frescor inicial do dia é muito aconselhável. Ora, temos que descansar que ninguém é de ferro, afinal, amanhã ainda tem a última escola do projeto a ser visitada. O final oficializado de entrevistas do Instituto SWA e do comandante Malta.

 O AUTOR NA TAL IA, VISÃO DO ESCRITOR  MARCELLO FAUSTO.

 


 

MINHA EXPERIÊNCIA COM OS ESPÍRITOS

 

MACEIÓ

 

Médium Audiente

 

Há 2 duas espécies:

1.   Os que ouvem a voz dos espíritos como se estivesse ouvindo a voz de uma pessoa.

2.   Os que ouvem a voz do espírito dentro de si mesmo. (MEU CASO).

 

Primeiro caso: os espíritos impressionam os nervos auditivos do médium.

Segundo caso: O períspirito do médium recebe o pensamento dos espíritos e o médium sente como se fosse uma voz interior.

 

 Um médium audiente pode ouvir a voz dos espíritos das duas maneiras ou apenas de uma. Conversa com o espírito e transmite o que eles querem dizer aos encarnados.

É uma mediunidade comum. (Eliseu Rigonnatt).

Obs. Não encontrei se o médium audiente do 2º caso, também pode ver como eu, só na hora na comunicação, que é mais de familiares e amigos.

 

Obs. 2. No meu caso vejo o espírito falando, mas o que fala, não ouço. Vou lendo o que ele vai gravando com a voz no meu períspirito. Vou lendo a frase que ele fala, se formando como frase que vão surgindo na tela de um computador quando é digitado.

 

2013

 

1ª Comunicação com os espíritos.

08.10.2013. 2.30 a 3 da madrugada

Mamãe, Adercina (sua colega de magistério) e Norma (prima que ajudou a me criar nas casas dos meus pais).

 

2ª Comunicação com os espíritos.

10.10.2013. 3 horas da madrugada.

Marisa e Humberto (Sebo).

Marisa diz que é doméstica na clínica onde a minha irmã Neide está internada. Minha irmã Neide, teve Meningite, conseguiu escapar e viveu a vida inteira com a mente de uma criança de 13 anos. Diabética, teve um AVC e faleceu. Está internada no mundo espiritual, com tratamento a longo prazo, vim saber lá na frente.

Marisa falou-me que conheceu Humberto, (vulgo Sebo), meu cunhado, (casado com minha irmã Ana Helena, também falecido) quando este se dirigiu a clínica para visitar Neide e se juntaram.

Sebo estava acanhado em me enfrentar. Eu disse a ela que não tinha nada contra ninguém e que o casamento dele com a minha irmã, foi encerrado quando ele desencarnou.

Sebo aproximou-se e acanhado, conversamos um pouco.

 

3ª Comunicação com os espíritos.

12.10.2013. Perto de meia-noite.

Padre Cícero.

Ele disse:

●       Governo vai pagar precatórios;

●       É o meu guia espiritual;

●       É quem abre e fecha o canal de comunicações entre nós;

●       Quando quiser se comunicar com alguém falasse com ele;

●       Não precisava senha para abrir ou fechar o canal de comunicação;

●       Jesus estava por trás dele. Sempre faz isso nas comunicações;

●       Jesus gosta muito de nós, pela nossa simplicidade;

●       Levar os livros para M. Silva ajudar a publicar;

●       Sobre o livro que eu estava fazendo sobre “100 Milagres Inéditos do Padre Cícero”, continue fazendo; depois ele diria como publicá-lo (risos);

●       Iria fazer reconhecer o meu trabalho em Santana e além das Alagoas;

●       Iria ajudar em todos os meus escritos;

●       Iria transformar as nossas vidas, aos poucos; talvez a partir de amanhã com uma boa notícia;

●       Gostaria de também ser meu compadre como eu sempre disse a ele e a Jesus;

●       É ele quem dá assistência ao lugar “Pedra do Padre Cícero” em Dois Riachos-AL, onde tem uma igrejinha sua no topo da pedra. Que a festa cresça cada vez mais e que se eu quisesse, fosse lá às festas.

●       Que eu pudesse dizer dos precatórios a Irene (minha mulher);

●       Que Marcello Fausto era amigo dele, devoto, embora muito longe de mim. Se eu precisasse de Marcello ele iria monitorá-lo;

●       Melhor se comunicar em hora de dormida, por causa da menor interferência, horas mais calmas.

 

13.10.2013. 13 horas. Deitado, relaxando.

Nivaldo (concunhado). Falecido recentemente.

Vi Nivaldo aperreado, sendo perseguido e urrando como boi. Uma cena de terror.

Mandei celebrar missa para ele e continuo incluindo seu nome em minhas orações a Nossa Senhora do Desterro.

 

13.10.2013. Perto de 3 horas da madrugada.

a) Prisciliana.

Veio dona Prisciliana (primeira bedel do Grupo Escolar Padre Francisco Correia, em Santana do Ipanema).

Comunicou o falecimento de Dona Jacira (mulher que organizava os pastoris em Santana), família dela. Apresentou Jacinto Benedito (ou o inverso) da Silva que seria irmão de Basto, marido de Jacira e já falecido. Jacinto (quem o chamava assim era Jacira), falou comigo e pediu perdão pelo Basto que queria me arrancar dinheiro por ter me dado umas informações no livro publicado por mim: “Floro Novais, Herói ou Bandido? ”. Falecera antes de por o plano em prática. Ele, Basto, estava lá, mas não teve coragem de me enfrentar e passara a incumbência a Jacinto. Eu o perdoei. Novamente Jacinto agradeceu-me pelo Basto.

b) Mamãe.

A família de Prisciliana saiu e veio mamãe.

Mamãe me disse que ela, dona Adercina e Norma (sobrinha) iriam para um plano maior. Mas não viajara ainda porque Norma havia tido “um acidente vascular”. Norma estava internada e a família dela estava toda presente.

c) Seu Né e Zefinha (filha do primeiro casamento). (Foram vizinhos da casa dos meus pais).

Primeiro surgiu Zefinha e disse que sua mãe, Dona Zezé, estava longe dele e se encontrava bem.

Seu Né fumava muito e eu indaguei se ele ainda fumava, por não ter o que perguntar. Ele me respondeu que deixara o vício.

 

14.10.2013. Quase meia-noite.

Padre Cícero.

Maria (minha cunhada, desencarnada). Havia gritado alegre para mim à tarde, para a sua irmã (minha mulher): “Não se aperrei com nada, mulher! ”. Marcamos um encontro para essa hora, mas ela faltou. Veio o padre Cícero.

Meu netinho estava com medo de alguma coisa e o Padre me aconselhou.

Disse que não havia mais ninguém para falar comigo hoje.

Disse também que a comunicação à tarde, com Maria, fora com o consentimento dele e que acontecerá várias vezes e com mais clareza.

 

15.10.2013. 1 hora da madrugada.

Maria (cunhada).

Vem e pede para que eu fale com a sua ex-vizinha, conhecida como Mariinha de Mestre Abel. E que ela procurasse um médico que o problema dela era grave. Reparasse as manchas de sangue do pé no colchão.

Pediu para eu cuidar de Marlene (minha cunhada) que era como irmã.

Disse que Rafael (pai dela) havia sido chamado a atenção e ela estava chateada.

b. Arrogante.

Chegou, logo após, um arrogante, tentando falar comigo, recusei.

 

17.10.2013. 9 horas.

Padre Cícero.

Disse que a minha comadre Terrana (que é média) havia se precitado sem o ouvir.

É que minha comadre havia dito a minha mulher que não era o padre Cícero que estava se comunicando comigo e sim um espírito zombeteiro.

Ele disse que não havia nenhum espírito zombeteiro. Tudo era ele mesmo quem articulava. E falou que a minha comadre deve ter mais calma no mundo espiritual e nesse. E para provar, disse que a mãe de Terrana, Zoraide, estava à beira da morte, mas falasse com urgência com o Dr. Gilson.

Obs. Foi enviado o meu recado e Terrana disse que o Dr. Gilson era o médico da mãe dela.

 

 

17.10.2013. Entre meia noite e uma da madrugada.

Tia Carminha (irmã de minha mãe, mãe de Norma).

Estava com toda família. Conversei com ela. Não vi os outros, mas senti que todos estavam alegres. É que Norma havia deixado o hospital. Titia comunicou que José (um dos filhos dela) estava entre eles. Comunicou o falecimento de Sandrinha (filha de Norma), mas não sabia onde ela estava. Acho que lhe deram informação de outra Sandra, pois Sandrinha está bem viva.

Norma iria partir para o outro plano para onde fora minha mãe com a professora sua amiga, Adercina.

b) depois, uma senhora se apresenta e diz ser irmã da avó da minha mulher. Eu não vi sua imagem, mas senti que ela mentia. A mulher terminou confessando a mentira e disse que era porque estava com medo de não ser recebida por mim. Havia morrido de acidente com carro de boi e estava se sentindo muito só. Prometi pedir a Deus por ela e rezar pai-nosso, ave-maria e glória ao pai. Assim o fiz.

 

18.10.2013. Cedo da noite, na varanda do apartamento.

Padre Cícero.

Não quis incomodar meu amiguinho, mas ele vendo minha preocupação, veio voando tão rápido que ficava uma onda de várias imagens sua, como um objeto em velocidade registrado por uma câmera. Batina preta e chapelão de viagem. Pediu-me que me tranquilizasse que ele iria resolver o problema pelo qual eu estava aflito; que eu chamasse tantas vezes precisasse. Chorei copiosamente motivado pela sua atenção. Ainda me disse que iria acontecer o que havia me dito antes, tudo de bom para nós. Repetiu que não se preocupasse com as prestações que me afligiam. Ele iria resolver. Despediu-se e saiu. Depois voltou olhando em volta como quem estava procurando por algum espírito mau por ali. Depois disse-me que não era a meu respeito e despediu-se.

 

19.10.2013. 1.30 da madrugada.

Padre Cícero.

Disse que estava em falta comigo. Falou sobre o apartamento, Clerine (filha) e Marlene (cunhada) que pelo que anotei, saiu truncado e fiquei lendo agora, sem me lembrar direito a lógica das frases.

Falou que os problemas da minha esposa e pesadelos eram provocados por Marta. Mas os espíritos maus dessa mulher que nos causaram 12 anos de perseguição, estavam definitivamente proibidos de nos fazerem mal. Ele, pessoalmente, iria acabar com os pesadelos e tomar providências contra ela, “aquela moleca” aguardasse para logo, logo.

b) Vinícius.

Um espírito havia assustado propositadamente o meu netinho e tentado me assustar também. Mesmo eu sem saber quem era, dei-lhe uma lição de moral, nas minhas orações. Hoje, após o padre Cícero, ele veio, não vi o seu rosto.

Pediu-me desculpas e disse que o meu netinho Davi havia se assustado quando ele se aproximou. Não me conhecia e o fez por impulso. Pediu perdão de novo e agradeceu pela lição que eu lhe dei e saiu satisfeito. Foi trazido pelo padre Cícero para me pedir desculpas.

 

 

20.10.2013. 1 hora da madrugada.

Rosa. (Adolescente).

Pede-me conselho como dominar a timidez. Não vejo sua face.

b. Mamãe.

Vejo minha mãe como se se aproximasse de mim, entre solavancos. Fiquei preocupado com ela.

Mas depois soube que ela estava atravessando uma zona de turbulência, como o avião às vezes enfrenta. Ela diz que papai vai resolver o problema de Clerine, motivo da minha preocupação anterior. E que ele, meu pai, é muito querido por lá. Disse que não viera buscar Norma (correção) e que padre Cícero estava com papai. Reafirmou que ele iria resolver o problema anterior citado.

 

22.10.2013. 13 e 30 horas.

Padre Cícero.

Pede-me para não ir para casa (Santana do Ipanema), essa semana, só a partir de segunda-feira. Iria desencarnar a “serpente” que nos fez tanto mal, a Marta. E que tinha o poder de Deus para esses casos.

 

Rafael. (À noitinha na varanda, rezando o terço).

Meu sogro Rafael, aparece perguntando o que é que está havendo. Digo que é melhor conversarmos mais tarde, pois estou rezando o terço, inclusive para ele. Pergunto por Maria (minha cunhada). Ela não viera com ele. Peço que a convide para mais tarde.

 

Rafael (2 a 3 horas da madrugada).

Maria não pode vir. Ele novamente indaga o que está acontecendo. Expliquei-lhe o caso das prestações. Aproveitei e perguntei por poetas e cantorias (ele era repentista). Ele disse que havia lá vários poetas e que já havia cantado com Lino Pedra Azul. Que a voz continuava a mesma (rouca), com possibilidade de no futuro voltar ao normal (pois ficara como estava devido a um choque térmico).

Sobre seu irmão João Paraibano (repentista e boêmio) estava em outro lugar e não pudera visitá-lo ainda.

 

b. Mamãe. Veio após um sonho meu com meu neto Davi, filho de Sandro e minha filha Clerine. Ela esclareceu tudo. Disse que Davi fora filho dela (mamãe), foi filho de mim e de Irene (minha atual mulher) E agora era filho de Sandro e de Clerine (nosso neto). Ele vai ser grande e dá muito gosto.

Quanto ao outro neto, Guilherme, era padre, filho de Clerise, mas não se dava bem com ela. Veio para reparar o que fez a ela. Não veio de bom gosto. O caso é esse e não de psicólogo.

Vai ser grande como Davi.

Disse que muitos escritores me ajudam na Literatura. E que eu vou conseguir tudo o que quero na Literatura, inclusive o reconhecimento e, que vê o meu brilho.

 

c. Siloé Tavares (deputado santanense). Compadre de meu pai.

Vieram Siloé Tavares (que foi deputado estadual e atuara no caso do Impeachment de Muniz Falcão, governador) e sua esposa professora Marina, celega de Magistério da minha mãe e da mesma escola.

Eu não vi a imagem de Marina. Só ele conversou apenas para matar a saudade da Terra. Falou dos blocos carnavalescos em que fizera parte; que Teresa Marluce (filha deles é minha madrinha) estava desencarnada, mas não com eles. E que lá ninguém era deputado, etc.

Obs. Depois não procurei saber, pois não tinha a quem perguntar pela Marluce.

 

23.10.2013. 8 da manhã. Estava no banheiro.

Júlio. Anjo-da-guarda

Eu estava no sanitário e me preparava para tomar um banho e sair para o oftalmologista.

Alguém me perguntou se eu estava pronto. Indaguei para quê? Ele disse que era para ir ao oftalmologista. E que era o meu anjo-de-guarda. Pedi o nome. Disse não poder responder isso por enquanto, mas que eu poderia chamá-lo de Júlio, se quisesse. Que estava comigo há muito tempo. Missão mais antiga do que a do padre Cícero.

 

24.10.2013. A noitinha, na varanda

Marisa.

Chega Dona Marisa (cartomante que morou pertinho da casa dos meus pais).

Pedi para deixar a conversa para a hora de dormir, pois a varanda é muito ruidosa por ser ao lado da pista e mais de um semáforo.

3 horas da madrugada, chega dona Marisa. Diz que botou cartas e que vem muito ouro para mim. Havia mandado rezar a N.S. do Desterro para desterrar os problemas negativos da minha mulher.

 

b. Rafael. (Meu sogro).

Manda dizer a Cira (minha cunhada, recentemente viúva) que o dinheiro dela quem determina é Deus. Para Marlene (cunhada solteira) que não endurecesse o coração e “ajudasse os meus netos”. E que iria fazer uma cura em Irene (minha mulher), auxiliado por outra pessoa.

 

c. Vinícius.

Aquele que assustara o meu neto. Ainda não vi o seu rosto.

Veio agradecer e informar que estar procurando se ocupar com a ajuda de uma pessoa que se propôs e que quer ser um verdadeiro homem, bem como ser meu amigo. Fiquei satisfeito  e o desejei felicidades.

 

25.10.2013. 3 a 4 da madrugada.

Caroba.

Fora um antigo classificador de algodão, em Santana do Ipanema, na repartição estadual Fomento, anos 60, aproximadamente.

Estava decepcionado comigo, não lembro o porquê. Depois, muitos elogios, conselhos, força, falando sobre mim.

 

b. Nilza Marques. Conterrânea.

Muitos elogios; vai me ajudar na Literatura, com outras pessoas. Que eu vou chegar onde quero, vou brilhar. Senhora Santa Ana também me protege, segundo Nilza. Não é ruim, nem mesquinha, a santa.

E que tudo que passei, sem oportunidade, foi planejado para o meu aperfeiçoamento. Faltam poucos dias para a transformação.

26.10.2013. 3 a 4 da madrugada.

Padre Cícero.

Pede sigilo e abstenção absoluta de comentários sobre o caso “serpente”. Vai conceder a Clerise o emprego e cuidar do amadurecimento dela. Aguardasse a resposta e solução do que eu perguntaria a ele no Juazeiro, sobre não progredir financeiramente, pé-frio nas oportunidades e o que fazer para melhorar financeiramente de vida. Aguardar sem perguntar mais que logo ele tornará a iniciativa de esclarecer. A mudança é questão de semanas.

b. Carmem Lúcia.

Escritora, segundo ela, viveu em fazenda de café, publicou o livro “Pôr-do-Sol”. Irá me ajudar com um grupo, em Literatura. Nilza Marques estava perto, mas não quis falar hoje.

c. Norma (prima).

Chegou atrasada querendo falar. Já estava recuperada da turbulência e iria para outro plano, com outras pessoas, para onde estava mamãe.

 

27.10.2013. Madrugada.

Sonhei perdido em um lugar como se fosse um escritório. Pedi informações a um mal-educado de gravata. Eu havia me sentado num lugar do escritório. O sujeito disse que o lugar em que eu estava sentado era aquele mesmo. Ele deve ter acionado qualquer coisa, porque bruscamente um clarão surgiu à minha frente, como uma porta. Comecei a viajar. Lá à frente, avistei como uma tela com desenhos coloridos, mas foscamente. Acordei. Pela manhã, um cara veio me agarrar, no sono de bruços. Um oportunista.

 

Padre Cícero

Estava no banheiro quando chegou o padre Cícero e eu falei sobre isso. Ele disse que era melhoramento nas comunicações.

 

. Júlio. (Anjo-de-guarda).

Veio e me pediu para eu não ter medo de nada. E que o anjo de guarda não fica 24 horas com a pessoa, mas estava sempre por perto, etc.

 

Acho que estou iniciando uma segunda fase de comunicações, para ver melhor. Apenas acho.

 

28.10.2013. Quase amanhecendo para o dia 29.

Padre Cícero.

Disse que depois conversaria sobre o caso da “serpente” e das respostas que procuro em Juazeiro virtual.

Que eu fizesse um bilhete pedindo por Clerise e o colocasse na agenda. Quer resolver o caso até sexta, próxima, inclusive com um salário melhor, mínimo, não. E que foi amadurecer e proteger Clerise e a quer como devota.

 

29.10.2013. Quase amanhecendo, para o dia 30.

Rafael (meu sogro).

Conversa normal de incentivo.

 

b. Mulher

Dizendo-se da família de Antônio Paraibano (irmão do meu sogro e ainda vivo).

Não vi o seu rosto. Deu muito incentivo e afirmou que eu iria ocupar um importante cargo. Achei que era somente boa vontade.

 

30.10.2013. 21 para às 22 horas.

Maria (cunhada).

“O que é que Marlene tá fazendo aí”? Marlene é minha cunhada que estava em nosso apartamento em Maceió. E Maria, a irmã dela, desencarnada.

 

b. Francisco. (Entre 4 e 5 da madrugada).

Francisco de Assis. Amigo de adolescência em Santana do Ipanema. Para nós, Chico.

Falou sobre Bento (funcionário da prefeitura de Santana do Ipanema, humilde e que dizem que morreu de fome. Muito inteligente e aspecto de pessoa tola), familiar da sua esposa, da família Félix.

Disse Chico que Bento foi recebido com festa, após a sua passagem. E que se encontra em bom lugar, premiado pelo seu sofrimento na Terra. E que sua esposa (esposa de Chico) Maria Luísa, estava hospitalizada, não ali.

Ele disse ainda que continuava lutando pela vida (sempre fora um lutador sem oportunidades). E que havia deixado de fumar e, um dia ainda venceria pela persistência.

Foi o espírito que muito me tocou, tanto por ter sido amigo, quanto pela falta de oportunidade lá como na Terra. Sempre o incluo nas minhas orações.

 

c.  Margarida Cintra.

Pessoa de São Bento do Uma - PE, casada com santanense.

Palestra agradável. Disse que eu iria brilhar tanto que viraria espelho. Descobri por intuição que ela havia começado o hobby de escrever. Ela riu e indagou como eu soube. Deixe isso para lá, disse-lhe, eu.

 

d. Tia Carminha.

Conversando de bom humor. Mandei que ela pintasse os cabelos branquinhos como algodão. Ela riu. Disse a filha Vilma (prima) que estava com ela e que gritou como me chamava quando eu ia a Maceió e me hospedava na casa delas: “Arigó! ”. Eu disse que arigó era o pai dela. Tudo brincadeira.

 

Estava quase amanhecendo, eu estava exausto e com sono quando também um padre queria falar comigo. Pedi delicadamente que deixasse para amanhã. Ele concordou (não o vi). Eu queria também manter a média máxima de 3 atendimentos, para não me cansar demais. Suspeitei, depois, que o religioso fosse Frei Fernando que acompanhara Frei Damião na Terra. Se foi, ele não retornou.

 

 

01.11.2013. 2.30 da tarde.

Francisco de Assis (Chico).

Disse que continuava lutando para melhorar de vida. Falou que lá era mais organizado.

Sobre o “Dia de Todos os Santos” (pergunta minha), não há festejos lá.

Sobre o “Dia de Finados” (também pergunta minha), disse que pode haver comunicação nesse dia com algumas restrições.

Amigos mais adiantados de Francisco dizem sobre mim, segundo ele, que “eu provarei tanta doçura que esquecerei as amarguras do passado e de hoje”.

01.11.2013. 2 para 3 horas da madrugada.

Padre Cícero

Estava fazendo força para Clerise (minha filha) ser contratada e para que o seu marido recebesse um convite.

Para Clerine (filha) batalhava uma promoção e alguma coisa para o marido na área dele.

Pedir sempre a Maria, Mãe de Jesus.

 

b. Dora (desconhecida).

Dora disse ser de Patos de Minas. Conversa normal. Falou que a minha aura era bonita e brilhante. Agradeceu a comunicação. Não a vi.

 

c. Antônio Duarte.

Pai do meu genro. Não o vi.

Disse que ainda está atordoado, em lugar desconhecido. Não está ruim. Tem pessoas para ajudar onde ele está. Pediu para que o filho Ângelo (meu genro), rezasse para N.S. do Desterro, por ele (Antônio). E que Ângela (sua esposa) cuidasse do neto como se fosse filho dela.

 

03.11.2013. 8 a 8.30 horas da manhã

Padre Cícero.

Resposta à pergunta que sempre me intrigou: negociar em Santana do Ipanema, mesmo, para arranjar dinheiro extra. Derivados do coco, desde à casca ao miolo. Só derivados, o coco mesmo não. Pode começar em casa, se quiser e depois ir se expandindo em pontos estratégicos. Irene pode participar em qualquer coisa, melhor para ela.

Iria pressionar o prefeito sobre o Ângelo, pois, Ângelo e ele eram amigos.

 

b. Padre Maciel.

Disse que Lampião morrera mesmo envenenado. Paturi narrara tudo para ele que não alterou uma só vírgula. Pode ser que Paturi não tenha sido o nome verdadeiro do cangaceiro, no bando. Que ele tenha trocado de nome com medo de represálias, ainda sob o efeito da crise que teve no dia de Angicos. Que meu livro causou estupor entre os adoradores de cangaceiros que trabalham com a vaidade para si. Que eu fiz bem em ter seguido a intuição em não ter ido para o congresso daquele ninho. Que foi verdade o convite para a parceria com Amauri. Que meu livro navegou na contra-mão deles, daí o susto que tiveram. Que o meu livro era o único livro acadêmico, e de leitura acessível. Parabenizou várias vezes, porque o livro era verídico e corajoso. Logo eu iria ser reconhecido na minha terra e em todo o quadrante. Nunca mais havia se encontrado com Paturi. Ele não era o embusteiro, sacripanta, etc., falado por Amauri. Desejava a Amauri e a Frederico Pernambucano, sucesso nos seus trabalhos.

 

05.11.2013. Madrugada.

Venâncio da Silva.

Madalena (não quis dizer o nome todo porque achava feio).

Dionísio (nome fictício).

Não vi nem um deles. Só os senti e os ouvi. Conversas rápidas.

Todos três fizeram elogios a minha Literatura, deram esperança de reconhecimento, desejaram êxito nos próximos romances e notoriedade.

Disseram que “os ventos bons começariam a soprar a favor em tudo”.

 

06.11.2013. Em Santana, às 23 horas.

Sinto dois espíritos em casa, ao chegar de Maceió. Como estou mais seguro em relação ao mundo espiritual, aconselhei-os a irem embora sem o medo de antes. Vejo a face de um deles (dente de ouro). Ele quer falar comigo. Falo com ele. Diálogo. Eles dizem que não são maus, apenas querem dar boas-vindas. Digo que não é assim, etc. Eles agradecem e vão embora. Nunca havia estado em uma situação dessa antes.

Fui fazer a faxina em casa quando chega meu anjo de guarda, Júlio, e fala comigo dizendo (não o vejo, só sinto) que eu havia passado no teste. Os dois espíritos foram enviados por eles para me testarem. Júlio falou bastante me instruindo, como deve ser o médium: calmo, capacitado, educado, conhecedor, etc, para poder instruir. Perguntei a Júlio sobre se era preciso visitar Centros, etc. Ele disse para esperar mais um pouco. Na ocasião certa me orientaria.

Obs. Padre Cícero havia me dito que não era preciso procurar centro espírita para instrução, pois tudo era com ele.

Acho que passei no teste porque fui calmo e educado, coisa muito difícil diante de tantas perseguições (12 anos) através das bruxarias da “serpente” de Santana, professora M.

 

11.11.2013. 5.30 da manhã

Padre Cícero.

Disse que vai abrir concurso na prefeitura para uma vaga e que Ângelo se inscrevesse e estudasse o assunto. E que eu aguardasse a vez de Clerise.

Iria adiantar o pedido a N. Senhora sobre os meus olhos.

 

13.11.2013. Amanhecendo para o dia 14.

Conrado. (Ex-professor, colega de Magistério e aposentado).

Veio pedir perdão por não ter votado em mim para prefeito, como havia prometido antes. O senhor Bartolomeu Barros (comerciante rico e amigo dele) pedira para que ele votasse em outra pessoa (eu já suspeitava há muito e ficara arredio com ele, por causa de tanta ajuda que lhe dei para vê-lo se formando no curso de Licenciatura plena, em Pernambuco, em nossas viagens e trabalhos escolares).

Ele também devia muito favores ao amigo rico.

Por não votar em mim estava com a consciência doendo.

Perdoei por dever, mas ficou faltando o perdão do coração, pois eu ainda estava bastante aborrecido. Disse isso a ele. E que o perdão do coração aguardasse a espontaneidade do gesto.

Falei até duro sobre a sua “traição” em ter me trocado pelo amigo rico.

Ele deve ter saído muito abatido e decepcionado.

 

b. Lampião.

Que veio falar comigo trazido pelo padre Maciel, homem que escrevera 5 livros a seu respeito e era autor da tese do envenenamento.

Falou que o nosso livro “Lampião em Alagoas” fala a verdade e que ele era bandido mesmo. (Falava pausado e tranquilo). E que nem ele mesmo e seus meninos iriam mexer comigo que eu era um homem decente e digno. E que o nosso livro iria fazer muito sucesso. E que ele já estava cheio de tanta bajulação dos que fazem o “Cariri Cangaço”.

Perguntado por mim onde ele se encontrava, disse Virgolino que vivia em um lugar semelhante à caatinga do Nordeste. Com a diferença de que ali havia assistência de aconselhamento para quem quisesse melhorar, evoluir. Disse ainda que queria ser meu amigo e ajudar no que tivesse ao seu alcance. Agradeci e não tive coragem de fazer outra pergunta, até porque não devemos ter curiosidade pelas coisas de lá, a não ser quando nos dizem espontaneamente.

No final mandou um abraço para o seu “amigo Silvio Bulhões”.

 

c. Régio Duarte Janebro.

Apareceu (não vi seu rosto).

Disse ser meu amigo de infância e que eu não lembrava. Conversa pouca e normal.

Fiquei pensando que ele com o sobrenome Janebro, poderia ser do povoado São Félix, onde há uma família com esse sobrenome. Não procurei pesquisar.

 

19.11.2013. 5.30 da manhã.

Padre Cícero.

Desejou-me boa viagem a Maceió.

Falei que não poderia está em sua festa em Dois Riachos, na Igrejinha do Padre Cícero.

Ele disse que a mudança na minha vida, ocorrerá com os primeiros cajus da região de Areias (povoado famoso por produzir esses frutos). Todos seriam beneficiados como se passassem de uma classe social para outra; “doces cajus que só mel”.

Disse que eu não aceitasse proposta de M.

Quando Sérgio Campos me propusesse a presidência da AGRIPA,, aceitasse na hora.

Ele, padre Cícero, iria fazer a AGRIPA crescer e se projetar. Antes das reuniões evocá-lo.

Ao assumir a presidência, colocar a foto dele, do jeito da capa do livro, na parede da AGRIPA sem combinar com ninguém. Ele será o patrono da AGRIPA nas causas ecológicas.

Fazer uma promessa com N. Senhora para a formulação dos olhos. Ela me atenderá eternamente e gosta muito de mim. A promessa será um abraço ao menino Jesus, 3 vezes por semana, durante um mês.

Cumpri e tudo deu certo.

 

30.11.2013. 1 da madrugada.

Padre Cícero.

Voltava de Juazeiro.

Disse que Clerise e Clerine eram suas mais novas afilhadas. Iria ajudá-las a se erguer.

“Aguarde a mudança, Deus não falta”.

Padre Cícero me disse ainda que tem um projeto para a região. Quer que eu seja o seu secretário particular dessa obra. E que eu aguardasse.

 

 

02.12.2013. 4 da madrugada

Padre Cícero.

Pede os parabéns pelo meu aniversário.

Disse que, mesmo sabendo que eu dormi tarde, fosse cedo durante o dia seguinte a minha escola (lugar onde trabalho) e onde haviam cantado os parabéns para mim, quando houve reunião de professores.

Fosse lá logo cedo, mas antes fizesse o sinal da cruz (glória ao pai). Uma vez na escola, fizesse uma oração a Deus Pai, pedindo que afastasse todas as energias negativas sobre mim, que haviam ficado na inveja de olhos maus da reunião da tarde anterior. Assim o fiz.

 

04.12.2013. 8.30 da manhã, ainda deitado.

Ulisses, Carreiro (do povoado Pedrão, do município de Olho d’Água das Flores).

Falou que gostava muito de mim, o menino de seu Manoel Anastácio (marido de minha Tia Delídia) ambos os patrões dele.

Deu notícias de outras pessoas que viveram no Pedrão (é) povoado em que eu passava, como criança, longas férias escolares. Ele era moreno, carreiro e eu gostava dele.

Disse que estava vivendo bem na sua colônia.

Deu notícia de Zé Vieira, uma pessoa muito boa, trabalhador rural, semelhante ao Jeca Tatu. Homem que havia me ensinado a descascar laranja com a unha grande. Segundo Ulisses, Zé Vieira estava vivendo muito bem, melhor que ele.

Deu notícia de uma mudinha do Pedrão, dizendo que ela estava por ali perto, no mesmo plano dele.

Sobre a minha tia Delídia que me hospedava no Pedrão, havia ido para outro lugar melhor, após certos enrasques.

Sobre Manoel Anastácio, marido da tia, ele disse que ele estava distante do seu lugar.

Quitéria, a preta de pano à cabeça, falastrona e voz estridente (moradora da Gameleira, lugar perto do Pedrão) e que sempre ia ao casarão da minha tia, com a sua mãe, dá uma força na lida, estava muito bem e muito metida, kkkkkkk (risos).

Obs. Algumas dessas pessoas eu a transferi para os meus romances.

 

06.12.2013. 08 da manhã.

Ulisses, carreiro.

Pede-me que mande celebrar uma missa para a alma da sua sogra, Eunice Brandão, que está muito aperreada.

Providenciei o pedido.

 

10.12.2013. 04 da madrugada.

Padre Cícero.

Diz que Terrana está enganada sobre fala negativa sobre ele (dizendo que ele não é padre Cícero) e que se espalha para todos. E que ele vai enviar um mensageiro a ela.

E que Clerine vem sentindo estresse do trabalho, nada tem de bruxaria. Irá ajudá-la.

Também que amanhã virá uma pessoa, espiritualmente, falar comigo e que essa pessoa eu desejo muito falar com ela.

E que eu tivesse paciência na mudança que virá.

E ainda que havia tirado o veneno da “serpente” Marta e que ela ainda vai sofrer pelas maldades antes de partir.

 

16.12.2013. 8.30 da manhã.

Norma.

Diz que iria aparecer compra para a minha casa e que iria aparecer também uma casa para eu comprar, vizinha à casa de uma antiga vizinha.

O lugar era bom, como eu queria e com ela as coisas melhorariam. Comprar.

 

 

2014

 

 

Entre 12 a 15 de janeiro de 2014. O padre Cícero disse que o longo período sem comunicação se devia às suas tarefas, muitas sobre a AGRIPA. Continuar com fé na mudança.

 

 

16.01.2014. 08 horas da manhã.

Vai tudo correr bem no encontro da AGRIPA, dia 22.

Você vai chegar a um ponto de me dizer particularmente que está cansado e quer entregar a presidência. Depois vai dizer ao grupo e querer passar para mim.

Aceitar, pois o projeto dele (padre Cícero e equipe) é comigo à frente da AGRIPA..

Todos os caminhos serão abertos para o meu sucesso e o da AGRIPA.

Ele estará lá no dia 22 e fará arrepio em mim para mostrar que estará presente. Os dois novos membros não decepcionarão.

O convite para trabalhar surgirá, para ganhar um dinheiro extra.

 

27.01.2014. Noite.

Padre Cícero.

Apresentou papai. Falei com ele pela primeira vez. Diz que continua amando minha mãe que se encontra em melhor local. Trabalha e estuda pela evolução. Está na colônia de Santana que não é ruim. Tem muito amigos, citou vários, como Tibúrcio Soares, Adelson Dantas e outros.

 

b. Maria Rosário Vila Nova (parente do repentista Ivanildo Vila Nova, segundo ela (não vi seu rosto).

Falou que eu fizesse uma letra e que Ferreirinha a melodia para gravar em CD e que ela iria dizer como entregar a Zé Ramalho, cantor. Letra no estilo dele. Quer me ajudar a promover.

 

c. Artesão.

Um artesão de colher de pau (não o vi nem disse o nome e, se disse, não lembro).

Disse-me maravilhas sobre o meu futuro, ditado por um espírito mais evoluído, segundo ele.

 

18.02.2014. Madrugada.

Papai.

Pede que eu não beba e nem faça exageros.

Que eu cuide dos netos que serão homens decentes.

Que eu me comunique com Arnóbio e diga a ele que ele não me deve nada.

Disse ainda que ele, Arnóbio, está com remorsos do que fez com ele e tem os dias contados.

 

 

13.03.2014. Madrugada.

Norma.

Quer me indicar um lugar de descanso.

Eu conto meus problemas com a mulher.

Ela diz que vai falar com outros mais adiantados e com o padre Cícero para resolver esses problemas financeiros e com a minha mulher. Que eu aguardasse mais um pouco a resposta e não tomasse nenhuma decisão séria, como o de sair e viver sozinho em outro lugar.

 

08.04.2014. Madrugada.

Dona Florzinha. (Vizinha da casa de meus pais).

Queria falar comigo.

Pediu para que eu dissesse a João Neto (um dos seus filhos) que sobre o objeto que havia conversado com ele, não tinha mais tanta certeza sobre o que ela pensava.

Sobre o seu filho, desencarnado Paschoal, só havia tido notícia dele. E quanto a seu marido José Urbano, também desencarnado, não se encontrava na região em que ela estava.

Sobre minha mãe, disse que ela estava em um plano mais elevado.

E que papai havia aparecido para conversar com ela. Estava muito namorador, kkkkkkkk. (Risos).

Disse-me que sua passagem (Florzinha), havia sido um pouco dolorida. Poderia ter sido melhor, mas não foi tão ruim, porém, estava pagando pendência antiga. Levou, aproximadamente três dias para tomar consciência da sua nova situação. Foi ajudada por uma pessoa bondosa que explicou a sua condição.

Mandou lembranças a todos e disse que foi aconselhada a não se preocupar com filhos e netos, pois Deus tomaria conta de tudo.

 

04.05.2014. Madrugada.

Norma.

Veio dizer que mamãe foi designada para um plano maior do que o dela, Norma. E que dona Adercina (professora amiga de mamãe) havia ido antes. Ela, Norma, não foi para esse lugar mais evoluído.

Norma ainda falou que o lugar onde ela se encontra e mamãe se encontrava também, é muito bom e tem coisas que ninguém na Terra imagina que existem.

Outra pessoa queria falar comigo chamada Jacinto, mas o sono me pegou.

Norma me disse que eu receberia a visita de uma grande pessoa que foi na Terra e é grande também lá. Aguardo.

 

25.07.2014. Cerca de 23 horas.

Mamãe.

Mamãe, riso moderado. Disse que eu vou ser homenageado por autoridade do governo estadual. Uma homenagem muita significativa. E que também iria ser convidado para um cargo importante.

Deu notícia de que a sua amiga, professora Adercina Limeira está com ela em um bom lugar com muitos bons caminhos ainda a serem percorridos. E que Norma (minha prima), brevemente irá para lá também. Que papai está abaixo dela, mas está bem, rodeado de amigos. Que José Almir continua se recuperando, bem acompanhado e que receberá após missão dignificante. Que a recuperação de Neide é a longo prazo, porém, está sendo bem assistida e, no fim, ficará tão normal quanto qualquer pessoa normal. Aí terá outra fase de adaptação como normal porque o cérebro passou muito tempo como criança. (Pela meningite). E que eu aguardasse a homenagem e o convite.

Ela disse que estava com o Padre Cícero e sabia que eu gostava muito dele. Pedi para que ela pedisse a ele sobre minha promessa (liquidar débitos) e ela disse que lembraria a ele, mas a resposta dele, me diria depois.

 

26.07.2014. Em torno de 2 horas da tarde.

Norma.

Muita excitada. Disse que havia recebido convite para rever a Terra. Estava muito alegre. Confirmou o que mamãe havia me falado. Disse que eu seria homenageado por gente grande do estado e como o maior escritor de Alagoas. E que não passaria de agosto um convite para exercer cargo importante na Educação, talvez regional. E que padre Cícero estava por perto. E que se encontrasse nele um sorriso, pediria, como reforço de um pedido de mamãe a uma promessa feita por mim ao padre, sobre a quitação das nossas dívidas.

 

31.07.2014. Cerca de 01 hora da madrugada.

Mamãe e Norma (Mamãe: Helena Braga das Chagas e Norma, prima que ajudou a me criar nas casas de meus pais).

Mamãe falou como costumava dizer com boas novas: “Alvíssaras, Clero” (meu apelido familiar).

Logo, porém, mamãe se retirou. Norma adiantou-se e disse que ela fora atender a alguém, mas que mamãe não iria dizer qual era a boa nova.

Foi a sua equipe e a do padre Cícero que mandaram que mamãe desse a “manchete”, mas sem dizer o conteúdo.

Perguntei a Norma se havia mais alguém para falar comigo. Ela vacilou e disse que havia um senhor apessoado que queria uma palavrinha e que havia dito a ela que eu ficaria muito feliz em recebê-lo. Mas eu logo percebi que se tratava de Seu Dema, escritor de Pão de Açúcar – AL e que fora funcionário do IBGE. Seu Dema me ajudara em Pão de Açúcar a lançar ali o meu primeiro livro, o romance “Ribeira do Panema”. E era ele mesmo. Conversou amenidades comigo e disse-me ainda continuar aguardando ordens para alguma missão para ele. Disse também que eu já era famoso em Alagoas e parte do Nordeste. E que ele almejava que crescesse muito mais. Nós nos despedimos.

 

10.08.2014. Entre 02 e 3.30 da madrugada.

Padre Cícero.

Pediu parabéns pelo dia dos pais. Disse que eu estava certo por ter pedido parabéns a Jesus, por ele ser o pai maior, o pai de todos nós.

Falou muito sobre as boas ações das nossas vidas e como Deus leva em consideração.

Foi à vez que mais demorou comigo.

Agradeceu pela série de 4 crônicas que eu havia publicado sobre a sedição do Juazeiro. Que tudo se passara daquele jeito que havia contado e gostara muito.

Disse que iria me fazer um pedido. Fiquei receoso de ser um pedido que eu não pudesse fazer,

Falou que eu não tivesse medo de que ele falasse aborrecido comigo. Nem precisava ter dito isso a Jesus, como eu havia dito ao Mestre do meu receio.

(É que eu já havia pedido várias coisas ao padre e achava que pedindo mais outras ele iria terminar se aborrecendo comigo. Como ele soube da prece que fiz a Jesus, não sei).

Disse-me que eu o havia adotado como amigo e compadre com muito esforço. E agora era ele quem estava me adotando. Que eu havia passado no teste da sua confiança. Jamais iria falar aborrecido comigo. Que o meu modo de pensar era igual ao dele. Disse ainda que iria ajudar a todos nós, filhas e genros, todos estavam encaminhados. Os meus dois netos iriam ser grandes no que escolheriam. Que eu tinha razão em chamá-los de reis. Seriam também homens de bem como foi “seu pai, Seu Manezinho”.

Sobre as dificuldades em publicar meus livros, eu lhe disse que Deus havia me dado inteligência para escrever, mas para publicar, havia sempre um muro. Perguntei ainda que mistério era esse, se ele sabia explicar. Padre Cícero falou que eu não ficasse aborrecido que era coisa de Deus. Mandou, então, que eu dissesse o que estava vendo, eu fui dizendo.

O que eu vi:

Padre Cícero pegou sua bengala, bem na curvatura de apoio e fez um círculo no ar. Surgiu imediatamente um muro de tijolos diante dele. Tijolos claros. Ele afastou o braço para impulso e bateu fortemente com a outra extremidade da bengala (a parte de baixo, de apoio no chão) no muro. Uma vez só. Os tijolos desabaram uns por cima dos outros. Pude ver um descampado que o muro impedia de ver. Não vi detalhes de nada no primeiro plano, porém, lá longe, no horizonte, Mesmo com dificuldade, pude notar duas faixas verdes de tonalidades deferentes. E tudo eu ia descrevendo a ele. Padre Cícero, então, falou que com o consentimento de Deus, estava derrubando a barreira que me impedia de publicar.

Ao terminar a cena, o padre Cícero disse que a nossa comunicação iria ficar cada vez mais cristalina.

Pedi a ele, então, que fizesse o seu pedido, que havia dito no início que iria fazer. Padre Cícero respondeu:

Se você quiser e puder, amanhã, daqui a pouco (segunda-feira, ao amanhecer) vá à igrejinha de São Pedro, lá no Bairro São Pedro e fale com a irmã da zeladora da igreja. Tire fotos do interior da igrejinha (só do interior). Depois faça uma série de crônicas sobre tudo que tiver lá, entre 3 e 4 crônicas. Publique como você publicou as minhas. Quando acabar de publicar a última, pegue uma dessas velas da sua casa e aí mesmo acenda e ofereça a São Pedro, agradecendo a ele pela ajuda que ele tem lhe dado no dia a dia. Depois agradeça a ele em meu nome por sempre ter me ajudado constantemente quando dele preciso.

Eu disse que estava certo, mas a minha máquina fotográfica estava sem bateria e eu sem dinheiro para compra-las. Ele me falou que isso poderia ser feito em qualquer dia da semana, mas que eu procurasse em casa que acharia o dinheiro. (Procurei depois e achei).

 Ele, então, disse que estava feliz por ter conversado com uma pessoa que vai ser muito famosa. E que eu rezasse como faço, para os meus inimigos e invejosos de mim, que podem me promover e não o fazem por inveja. E para os anjos de guarda deles também que depois eles serão os primeiros a querer me elogiar também.

Falou que eu estava dizendo a Jesus que estava querendo mais agradecer com alegria a promessa feita com ele (padre Cícero) de que com o próprio resultado da promessa que seria paga na Pedra do Padre Cícero, no município de Dois Riachos-AL, cujo cimo tem a sua igrejinha. (Como ele soube da minha oração a Jesus?). E que quando eu fosse pagar a promessa, convidasse mesmo os outros (familiares), nem que eles não quisessem ou não pudessem ir, mas que a minha alegria seria mais do que o triplo do que eu pensava.

Que eu nunca pensasse e dissesse que estava só. Ele ou equipe ou o anjo de guarda, sempre está por perto.

Que muito chão em tapete eu tenho que percorrer, isto é, a outra face (boa) da vida.

Antes de se despedir, falou que eu o chamasse a qualquer hora e dia que precisasse. Eu disse que o Ceará o havia escolhido “o cearense do século” e eu o considerava “o brasileiro do século”. Ele riu e disse: “Vamos ter cuidado com a vaidade. Apenas lhe peço que quando ficar famoso continue humilde. A humildade é a mãe da sabedoria”. 

Nós nos despedimos às 3.30 da madrugada. Corri para anotar tudo, enquanto chegava ao amanhecer.

 

14.08.2014. 04 da madrugada.

Norma. (Prima que ajudou a me criar na casa dos meus pais).

Estava preocupada por eu não ter ainda encontrado na cabeça o assunto para a crônica diária que faço para o meu blog.

Pediu-me para eu falar sobre seu Abílio Pereira, alegando que a família dele comentava porque nenhuma homenagem havia sido feita a ele. Seu Abílio fora em Santana do Ipanema, comerciante, fazendeiro, vereador e prefeito por pouco tempo. Norma falou que eu relevasse a parte em que ele gostava de acoitar pistoleiros em sua fazenda. Olhasse somente a parte positiva. Prometi e depois fiz a crônica publicada com o título: Abílio Pereira de Melo.

Norma ainda falou sobre a minha mulher (anda muito nervosa) e disse que eu tivesse paciência que isso iria passar e ela voltaria a ser o que era antes. E que Jesus gostava muito de nós. E que nós iríamos muito progredir.

A comunicação foi interrompida de repente e ficou assim como uma televisão, chuviscando no preto. De repente entra seu Abílio, me cumprimenta e elogia o que eu tenho feito por Santana.

O padro Cícero se aproxima e Seu Abílio se afasta. Percebi que ele se metera na conversa subitamente, sem autorização.

Norma volta, ocupa seu lugar e se despede.

 

14.08.2014. Dias depois.

Norma (Prima que ajudou a me criar em casa dos meus pais).

Eu havia tido aborrecimento em casa e havia juntado minha roupa para ir embora. Norma me pediu então “para não sair agora, pois não se deve viajar em tempo tormentoso”. Acatei.

 

18.08.2014. Madrugada. Rezando o terço.

Jacaré – Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

Surge o ex-colega de Ginásio apelidado Jacaré por ser da cidade de Jacaré dos Homens (Alagoas). Aspecto deplorável como quem estava doente, drogado ou extremamente bêbado. Falou-me quase sem poder, dizendo em longas pausas que não era meu amigo, pois pertencera a outro grupo na escola, mas que me admirava. Indaguei o que ele queria de mim. Nesse momento ele foi afastado e N. Senhora do Perpétuo Socorro (como marca d’água) tomou à frente e disse:

─ Esse é o resultado de quem se meteu com gente não recomendável. Estou cuidando dele.

Então, N. Senhora pediu-me que eu também oferecesse o terço que eu estava rezando, por ele, Jacaré. Assim o fiz.

 

19.08.2014.18HS 15MIN. Rezando o terço.

Padre Cícero (Chapéu grande de viagem)

─ Como vão as coisas? ─ indagou.

─ Normais, dentro da nossa esperança.

Falei sobre a AGRIPA e Sérgio. Ele me falou da responsabilidade de quem bebe, referindo-se a Sérgio, o presidente da AGRIPA que nunca mais ligara para a Associação. Eu disse que já lhe havia mando lhe dizer e a nosso Senhor que no dia 31de agosto iria tomar uma posição na AGRIPA, talvez a deixasse. Falei sobre Marcello e Vilma que só iriam propor reunião uma vez só por mês E assim não daria para realizar nada. Ele mandou que eu falasse com Marcello e indagasse a posição dele, e ficasse calado, nada falasse com Vilma, a esse respeito. Assim o fiz. Marcello reafirmou o desejo de somente uma reunião mensal. Ele me disse que iria fazer uma revolução na AGRIPA antes do dia 31. Ele se despediu dizendo que as outras coisas (pessoais) estavam encaminhadas. Estou aguardando o que ele vai fazer com a Agripa antes do dia 31.

Depois, mamãe.

Mamãe. Pediu para eu fazer uma crônica sobre a Professora Durvalina Pontes que fora sua colega de Magistério e a ajudara nos momentos mais difíceis. Prometi e providenciei a busca de dados.

 

20.08.2014. Madrugada de 19 para 20.2 horas: Rezando o terço:

Tias Maria e Araci.

Chegam tia Maria e depois tia Araci que moravam na mesma casa aqui em  

Santana, após a viuvez de Araci. Maria, solteirona.

Falaram pouco, só para se comunicarem. Brinquei com elas indagando se ainda arengavam como aqui. Tia Maria, sempre mais difícil de comunicação, afastou-se e tia Araci tomou conta dizendo que havia melhora. Tia Maria disse que se achava melhor dos seus achaques, ao ser perguntada por mim. Perguntei por outra tia: Delídia. Tia Araci disse que ela estava mais distante e bem, até porque era muita católica e devota. Depois se despediram rapidamente, pois o tempo estava esgotado e, eu senti como se alguém tivesse vindo para afastá-las dali, como se dissesse; vamos, vamos.

 

09.09.2014. Mamãe Cerca de 1 hora da madrugada. Rezando o terço. Mamãe.

Diz que agora está indo para outro lugar, inclusive com dona Adercina, muito mais perto de Jesus. E que era uma honra muito grande essa evolução. Onde ela está hoje, aquele lugar mencionado antes e que Norma não pudera ir por causada da hospitalização, Norma ainda iria logo para lá, mas não iria encontrá-la mais ali, porém, iria se dá bem, pois tem várias amigas e gente esperando por ela.

No final pediu que eu colocasse um crucifixo com Jesus à cruz, feito com qualquer material, pregado permanentemente à cabeceira da minha cama. E que antes, eu mandasse o padre benzer. Daí em diante, todas as bênçãos de Deus irradiariam para o crucifixo e daí para mim e toda a família. Todos progrediriam em tudo. A minha literatura alcançaria níveis muito alto, melhoraria o relacionamento familiar, o progresso financeiro meu e de genros e filhas. Disse ainda que a homenagem que eu iria receber, de gente grande de Maceió, era verdadeira. Aguardasse. Iria ser como escritor símbolo de Alagoas.

Não era preciso colocar um crucifixo para Irene, porque o meu serviria para toda a família, por eu hoje ser o patriarca. O crucifixo seria uma espécie de sêlo.

Disse ao se despedir que havia um senhor querendo falar comigo. Ele me cumprimentou e disse ser Ariano Suassuna.  Eu pedi para ele falar a verdade, pois Suassuna havia falecido recentemente, e eu não acreditava nesse privilégio de já poder se comunicar. O senhor tentou argumentar. A comunicação não ficou boa e eu adormeci.

Pela manhã, cerca de dez horas, no banheiro. O mesmo cidadão com imagem forte de Suassuna vem dizer que era ele mesmo, que havia se comunicado comigo, embora eu não acreditasse. Conversou mais com o modo de ser de Suassuna e nos despedimos. Continuo desconfiado, até que o padre Cícero me explique esse caso.

 

 

 

10.09.2014. Norma Madrugada. Falou-me sobre o motivo pelo qual eu estava acabrunhado, pois havia ouvido umas injustiças da minha mulher e eu estava revoltado. Depois Norma indagou se eu iria à festa. Indaguei que festa? Ela se referiu à palestra do diretor do meio ambiente de Santana e da AGRIPA no sítio Camoxinga dos Teodósio, no próximo dia 17. Falei que não estava com muita vontade. Ela me mediu que eu não fosse porque o lugar é conhecido como violento e brigas, arengas, arruaças e mortes nascem de repente por ali. Nada havia contra mim, mas o lugar, por ser mal afamado, seria melhor evitar. Prometi não comparecer.

Já sobre a outra palestra que irá haver na escola Santa Sofia no próximo dia 19, falou que poderia ir que seria muito bom para mim.

Norma confirmou ainda a ida de mamãe e da sua colega professora Adercina para um lugar mais perto de Nosso Senhor e que ela, Norma, iria para o lugar onde mamãe está hoje. Despediu-se.

Um cidadão que não quis se identificar me parabenizou pelos meus trabalhos e disse já ter sido meu aluno e que falecera em acidente, mas que continuava admirando o meu trabalho na Educação e em outros setores. Agradeci.

 

27.09.2014.  Dona Alice. 23.30, ao término do terço. Chegou Dona Alice, mãe de Seu Bartolomeu Barros e que fora vizinha dos meus pais por certo tempo. Falou que nós estávamos certo quanto ao problema surgido com o seu filho Bartolomeu. Que a nossa família sempre foi de pessoas decentes. E que Bartolomeu tinha ido na conversa de um invejoso de mim porque eu o substituíra como venerável da Maçonaria que além de ser inteligente não era rico para o substituir. Mas que já havia chamado atenção do filho para isso. Perguntei como. Ela disse que através de associação espírita. “E eu não queria que ele morresse sem lhe pedir perdão como fizera Conrado que viera lhe pedir perdão depois de morto”. E que o meu coração perdoasse Conrado quando sentisse que devia perdoar. Iria novamente puxar à orelha de Bartolomeu para que ele pedisse desculpas a mim e a Irene. E que terminávamos nos entendendo. Despediu-se.

Rapaz. Chegou então um rapaz, que fazia lembra alguém, muito remotamente. Ele disse se chamar Anselmo de Jesus e que vivera uns tempos na rua de meus pais. Morrera de um acidente. Estava sereno e depois de algumas palavras normais, me pediu que se eu pudesse rezar um Pai-nosso ou uma Ave-Maria para ele, seria bom “porque orações são sempre bem-vindas”. Rezei na hora uma Ave-Maria para sua alma. Ele despediu-se e indaguei se alguém mais queria falar comigo. Ele disse que havia um senhor, muito sério ali perto, mas não sabia se ele queria falar, que eu aguardasse alguns segundos.

Zé Pinto. Surgiu, então, o marido de minha tia Araci. Parecia nervoso e não saber o que dizer. Identifiquei-o antes da sua fala, pela sua imagem. Após algumas palavras de praxe, ele disse que quem queria falar comigo era Araci. Eu a havia visto, enquanto ele falava. Tia Araci queria apenas se comunicar pela oportunidade que a equipe do padre Cícero lhe dera. Disse apenas que agora a família estava junta, ela, o marido Zé Pinto e Paulo, filho dela falecido recentemente. Pediu que eu tivesse fé na vida e que a vida não se acabava com a morte e me desejou felicidades.

 

28.09.2014. Luiz Gonzaga. Três da madrugada.

Veio muito nítido. Perguntei: É Luiz Gonzaga mesmo? E ele: “É Gonzaga, seu coisa!”. Respondi: “Seu coisa é seu avô”. Ele me disse: “Não rapaz, isso é apenas a minha identificação”. Aí me disse que continuava na mesma vida lá. Não tinha dúvida, lá era melhor do que aqui, mas ele sentia muita falta de uma coisa que lá não tinha, era o cheirinho do sertão que ele tanto gostava.

Falou que eu era um grande escritor, mas que faltava aparecer para o Brasil e que tinha muita gente ajudando para isso.

Disse que eu não me preocupasse muito com letras de músicas e que eram boas as que eu fazia e gostaria de cantá-las. Mas que eu havia feito algumas letras para o Manoel, mas o Manoel estava sem coragem de enfrentar a vida de profissional. Disse ainda que ele era bom, porém, estava conformado somente em fazer seu pinicado. Assim não poderia crescer. Disse que iria ver se conseguia um grande lá em cima para patrocinar a força de vontade dele, Manoel.

Disse ainda que se eu quisesse, pudesse falar o que ele havia dito a mim, a Manoel mesmo. Despediu-se.

30.09.2014. Entre 4.30 e 5.30 da manhã.

Dona Florzinha (vizinha de meus pais por longos anos). Veio me parabenizar e me dá forças pela minha luta à frente da AGRIPA para limpar o rio Panema. Disse-me que Deus ajuda a quem quer conservar a Natureza, que eu não ficasse triste com a AGRIPA porque ela vai crescer cada vez mais com coisas surpreendentes e vem aí um grande reforço para ela que nem mesmo eu acreditaria. Foi sempre dentro desse tema a sua conversa. No fim pediu que quando visse João Neto, desse um abraço nele e dissesse que foi ela quem mandou que ele não iria me chamar de mentiroso não.

Zé Pinto (marido da minha tia Araci). Veio, pela segunda vez, com mais firmeza na conversa. Pediu desculpas pela sua timidez na vez passada. É que, segundo ele, havia me visto quando eu era menino e não soube o que falar. E que Araci (minha tia) era mais falante. Desejou muito sorte nos meus projetos e as bênçãos de Deus. Disse que era testemunha de quanto Deus gostava da família Chagas. Por fim despediu-se.

Irmã Dulce da Bahia. Fiquei muito surpreso com a sua presença. Ela começou dizendo que ainda não estava na sua plenitude. Continuava aguardando uma condição mais favorável e que isso era coisas de Deus que faz a coisa certa na hora certa. Depois falou sobre a AGRIPA, deu força. Disse que as coisas vão melhorar para mim e toda a família logo, logo, que nem seria questão de meses ou mês, mas de dias. Que eu continuasse humilde e não deixasse de rezar como sempre venho fazendo. Isso conta muito tanto para a Terra quanto para lá. Que eu congregasse sempre à família; e que não tivesse medo de nada que a minha estrela era mantida por Deus e ninguém jamais iria apagá-la porque eu caminho seguro em sua mão.

No fim indaguei porque surgia em mim à imagem também da irmã Tereza de Calcutá. Ela disse que era por causa da semelhança da missão de ambas e que a madre de Calcutá era um pouco mais velha e chochinha, enquanto ela era um pouco mais jovem e rosto também um pouco mais cheio e falou: “perceba, vou fazer um esforço”. Depois se despediu. Respondeu a minha pergunta, sobre se tinha alguém mais para falar comigo. E que se tivesse, por favor, pedisse para deixar para amanhã que eu estava cansado e com sono. Não havia mais ninguém para falar comigo disse ela.

 

13.10.2014. 4 da madrugada.

Quitéria (preta, do povoado Pedrão que de vez em quando ajudava tia Delídia, morava na Gameleira).

Rindo, brincalhona, disse que tava bem, quem dera a notícia a ela sobre mim fora Ulisses, carreiro. “Ele disse que eu tava metida, não foi (gargalhada) estou mesmo”. Deu notícias dos outros do Pedrão, dizendo que todos estavam ali por perto, como Santa, o filho Milton, a Mudinha, Ulisses, a mãe dela, sempre alegre e sorridente. Quando se despediu disse, respondendo a minha pergunta que havia um cidadão querendo falar comigo.

Washington, filho de Seu Gaia, zelador da igreja de São Pedro em Santana, por muito tempo, apresentou-se com expressão bisonha e voz cavernosa, parecendo o pai. Esclarecido que era ele mesmo, Washington disse que estava meio envergonhado de falar com os da Terra por causa de alguns erros seus e fora agora empurrado para falar comigo. Disse que o pai dele falava muito bem da família de meu pai, Seu Manezinho Chagas. Conversou um pouco mais e se despediu. Perguntei e ele disse que tinha um senhor que queria falar comigo e indagou se eu aguardava. Disse que sim.

Cônego Bulhões. Demorou um pouco. Perguntei o que estava havendo. Depois vi que havia um padre, pensei até que era outro, mas foi ele quem veio. Falava vacilante, pausado e cansado. Balançava o corpo. (fora o motivo da demora) perguntei o que estava havendo com ele? O cônego me respondeu que se apresentava como o enfermo que chegara da Terra. (Eu sou quem uso o termo Terra). Parabenizou pelo livro sobre Lampião que eu publicara, disse que o Silvio também iria publicar outro: “escritores glorificando a terra”, disse. Que gostou que eu fosse amigo de Silvio...  Depois calou e afastou-se, de cansaço. Ouvi quando ele disse a alguém: “É Clerisvaldo”. Apresentou-se a irmã Maroquita, como se tivesse cuidando dele. Deu boa noite, mas disse que não iria conversar, ficava para outro dia. Perguntei e ela disse que não havia mais ninguém para falar comigo, Tive a impressão que ela retirou-se conduzindo o irmão doente.

 

20.10.2014. Madrugada.

Zefinha (filha de Seu Né). Vizinho de meu pai.

Que era um prazer conversar comigo. Que eu tivesse fé em Deus, que muita coisa boa ainda iria acontecer comigo. Coisas que eu nem acreditaria. Falou um bocado. Depois respondendo algumas perguntas minhas, disse que Seu Né ainda fumava de um jeito diferente. Estava distante dela. Sua mãe, Dona Zezé, de vez em quando vinha e ficavam juntas. Que havia casado e vivido em Palmeira dos Índios e falecido no Juazeiro para onde seguira com o marido. Morrera de doença da época.

b) Veio um ator famoso falecido recentemente. Tentava se comunicar como se tivesse fazendo teatro. Pedi para que ficasse essa comunicação para outro dia e ele aceitou. Agia como se ainda não soubesse que havia morrido.

c) Não lembro.

 

24.10.2014. Entre meia noite e meia noite e meia, entre o dia 23 e 24.

. Tamar. Irmã do ex-padre Alberto, de Santana do Ipanema. Como eu estava com mal-estar e preocupado, ao evocar o Padre Cícero, Ele surgiu, mas não falou comigo e mandou Tamar. Senhorita educada e religiosa nossa conhecida, amiga da minha mãe. Orientou-me falando que não havia energia negativa em minha casa (indagação minha). O mal-estar poderia ter sido da falta de alimentação adequada e que almoçasse direitinho amanhã. Eu ainda iria viver muito, pois ainda tem missão a cumprir pela humanidade. Conversamos mais e ela se despediu. Eu avistei Norma por perto e ela me deixou com Norma.

b. Norma (prima). Lindolfo. (Chefe da equipe do padre Cícero) Disse-me que tinha vindo saber o que estava acontecendo, mas Tamar já havia chegado antes. E que qualquer coisa evocasse a ela ou qualquer da equipe do padre Cícero. Falou que Tamar é uma liderança na área e que todos gostam dela e que foi um privilégio meu ser atendido por Tamar. Aí eu indaguei se poderia lhe fazer uma pergunta. Norma disse que sim e que já sabia o que era: “Você quer saber quem é o chefe da equipe do padre Cícero, não é?” Eu respondi que sim e logo avistei uma pessoa forte, morena, cabelos pretos, lisos, penteados quase para frente e usando suspensório, feições agradáveis. Norma disse que ele se chamava Lindolfo. Eu indaguei se ele usava suspensório. Lá todos riram. Lindolfo falou comigo. Eu disse a ele que padre Cícero havia me dito que já era hora de tornar a minha visão perante eles, mais cristalina. Lindolfo disse que isso acontecia aos poucos e que eu já melhorara bastante, pois o avistara e mais de suspensório (que ele disse usar desde menino) e riu. Pediu que eu fosse anotar a comunicação para não esquecer. Não havia mais ninguém para falar comigo e eu mandei um forte abraço para meu grande amigo e compadre padre Cícero.

 

24.10.2014. (Sexta, véspera da véspera de eleição para presidente, 2º turno). 16.20. Tomando banho.

Padre Cícero.

Chega padre Cícero e diz que quer me fazer um pedido. Respondo que o faça. Ele diz: “Quando for votar, você diga a urna: Dilma, tenho fé no padre Cícero do Juazeiro que você vai ganhar, mulher”.

Depois se despediu dizendo que iria a outro lugar. Anotei o acontecimento e a frase.

 

25.10.2014. 1.30 da madrugada entre o dia 25 e 26. Rezando o terço.

a Dona Ester. (Foi vizinha dos meus pais, esposa do senhor José Camilo).

Apenas fazer uma visita. Disse que gostava muito da minha família e lembrava dos tempos em que lia para nós, meninos, os folhetos de cordel. Indaguei sobre o filho cujo apelido era Bilola e, foi soldado de polícia. Ela disse que ele estava mais distante dela e que de vez em quando se encontravam. E que ele estava estudando para evoluir, inclusive ela: “Quem não quer melhorar? ” Perguntou dona Ester. Disse que lá todos estudam. Falou do outo filho que ainda está aqui, Luiz. Disse que pelo menos ele deu para gente, era casado com professora e tinha sua família. Sobre Bilola, disse que graças a Deus ele nunca fora violento. Ao me responder se tinha mais alguém para falar comigo disse que sim um cidadão chamado Audázio. Despediu-se.

b Audázio. Chegou e disse que era Audázio Barbosa, ex-barbeiro em Santana, irmão de “Pixita”. Respondendo a minha indagação, disse que ao sair de Santana fora para o Mato Grosso (?) onde se metera em coisas que não era para se meter e fora assassinado. Eu poderia comprovar falando com a família dele. Estava somente conversando comigo para dizer onde estava e que havia vida após a morte. Teceu alguns elogios a minha pessoa e despediu—se. Respondeu a minha pergunta dizendo que não havia mais ninguém para falar comigo.

 

27.10.2014. 22.15. Rezando o terço.

Marques (compadre).

Pela primeira vez. Falou algumas coisas normais. Disse que procurava melhorar. Tinha ido para outro lugar em relação ao que estava quando chegou lá. Fiz algumas indagações e ele me disse que nunca teve notícias de Eurípedes (seu sogro e sargento). E que sua passagem não foi difícil, mas também não foi tão fácil, inclusive, porque “havia tomado uns birinaites” antes, em Belém. Morrera bêbado, quis dizer.

Fiquei em dúvida se era ele mesmo ou minha mente. Falou-me do Colégio Estadual onde lecionamos juntos, referiu-se a Salete Bulhões e ao ex-padre Alberto (casal, colegas nossos e ainda vivos) e Conrado também colega, já falecido. Disse que havia se encontrado com Seu Zezinho, ex-prefeito da cidade de Ouro Branco, Sertão de Alagoas, onde trabalhamos. Zezinho havia sido assassinado. Ele se despediu. Ao lhe perguntar se alguém mais queria falar comigo, ele disse que havia um senhor e que ele não o conhecia.

B Euzébio. Houve um pouco de demora e depois surgiu Euzébio Nascimento, santanense, e que fora guarda-rodoviário e assassinado. Falou-me sobre sua oportunidade em se comunicar comigo. Disse que estava sempre perto dos seus dois irmãos, Petrúcio (Pepé) e Hugo (falecido recentemente) e que sempre trocavam ideias e estudavam para melhorar. Que havia morrido daquela forma porque fora ignorante como fora o seu pai. Desejou-me boa sorte e que eu tivesse fé que as coisas iriam melhorar.

C Marques

“Sou eu de novo, Cléris. É que naquela hora eu estava muito eufórico e nervoso. Depois conversaremos melhor e com mais tempo”. Despediu-se.

 

30.10.2014. 15.30, aproximadamente. Cochilando.

A. Maria Bonita.

Vi sua foto clássica em que ela está sentada com o chapéu no colo, pousando para o fotógrafo. Em seguida, Maria Bonita chega e cumprimenta. Não chego a ver nitidamente seu rosto: “Boa tarde senhor Clerisvaldo”. Respondi com  “um boa tarde, minha senhora, em que posso servi-la”. Ela foi dizendo saber que eu era uma pessoa decente e nobre. Que eu era escritor e escrevia crônicas de diversos assuntos. E que gostaria que eu fizesse um favor a ela. Respondi que se eu puder farei, e caso não possa, não iria prometer. Ela falou que gostaria que eu fizesse uma crônica sobre ela, dentro da feminilidade. Como eu já havia visto sua foto sabia quem era ela, mas indaguei com quem eu estava falando, por favor. Ela disse: com Maria Bonita. Respondi que já havia muitas coisas publicadas sobre ela, inclusive, de um escritor chamado João, de Paulo Afonso, do seu estado, que disse que a história de Maria Bonita era dele e que não admitia outra pessoa falar do assunto.

Ela respondeu: “Tem uma turma de tal Cariri Cangaço que já não suportamos mais. As coisas deles nos atingem dolorosamente. Esse João de Sousa é um falsário. A gente vê a falsidade da pessoa nos bastidores (usou palavra semelhante). Você pode até fazer um livro”.

Repeti que não tinha condições de sair pesquisando in loco, o que eu faço é pesquisar nas fontes dos que os outros já disseram. E não tinha mais nada para dizer sobre o que já tantas pessoas disseram. Ela me falou que tinha sim, porque o que valia era a forma de dizer com minhas palavras, com honestidade, objetivo, análise e clareza.

(Nisso via a imagem de minha mãe, dei sinal para que ela aguardasse um pouco).

Eu disse que não prometia. Prometia sim, apenas pesquisar um bocado sobre ela e diante disso iria ver se escreveria um livro ou não.

Maria Bonita disse que estava certo. Quando eu encerrasse minhas pesquisas a evocasse. Caso eu fosse escrever, ela me ajudaria constantemente.

Eu disse a ela que se resolvesse escrever, não iria focar a feminilidade do cangaço. Mas a vida dela desde o nascimento até a morte e ainda como foi a sua passagem para o outro mundo, onde estava vivendo e como e se ainda estava com Lampião.

Maria não fez objeções.

Eu tinha uma intuição, mas resolvi indagar quem a trouxera até a minha pessoa.

Ela respondeu o que eu esperava: padre Frederico Maciel. Pedi para falar um pouco com ele. Maciel me cumprimentou e disse que queria que eu escrevesse um livro sobre Maria Bonita. Mas, achou que trazendo a própria Maria para falar comigo, poderia melhor me encorajar. Repetiu falando do modo claro, objetivo, seguro e honesto como escrevo. Disse que caso eu escrevesse o livro sobre Maria Bonita, ele teria tanto sucesso quanto o que o “Lampião em Alagoas” ainda terá. O livro está em suspense e ainda não caiu na realidade dos que escrevem sobre cangaço, entendi assim. Porém, quando “cair a ficha”, disse isso com outras palavras, vais ser uma enxurrada de escritores nos procurando e ao nosso livro.

Voltei-me, então, para Maria Bonita que aguardava e disse: “É minha Senhora, a Senhora ficaria satisfeita se o título do livro fosse: ‘Maria Bonita, a Deusa das Caatingas?’ ”.

Maria Bonita quase dá um pulo de alegria e vibração.

Eu indaguei: “A senhora ainda é vaidosa!?

Ela respondeu: “Toda mulher é vaidosa tanto faz aqui ou lá”.

Falei que iria iniciar a pesquisa e pedir ajuda a Marcello Fausto para encontrar material. Ela nada respondeu.

 Os dois haviam se despedido quando indaguei se tinha alguém para falar comigo.

Afirmaram que havia uma pessoa e parecia que era minha mãe. Foram-se.

B. Helena Braga das Chagas (minha mãe).

Como certa vez, notei que a imagem dela estava oscilando. Ela falou que era da turbulência da comunicação. Ela estava em lugar distante daquele em que estava o pessoal que estava falando comigo. Depois normalizou. Era saudade que ela estava sentindo. Estava feliz, mais ficaria mais feliz quando a Neidinha (minha irmã) estivesse completamente boa e quando a família toda tivesse reunida. De vez em quando vinha olhar a todos, mas se comunicava comigo por causa desse dom. Emocionei-me contando a ela o seu sofrimento, decepções e dores que não dividia conosco e com ninguém. Despedimo-nos.

 

13.11.2014. Norma.

Falou que estava no plano com minha mãe. Que tinha autorização para falar comigo sempre que quisesse. Deu notícias de Neide dizendo que ela continuava hospitalizada e que um dia ficaria completamente normal como qualquer outra pessoa. Que Zé Almir parara de beber estava cercado de amigos e que todos gostavam muito dele. E que agora começara a escrever como eu, mas no sentido jornalismo. E que papai estava feliz entre muitos amigos e trabalhando, mas ainda não tinha se encontrado com mamãe. Que o que ela me dissera antes sobre uma homenagem que eu receberia de gente de Maceió com escritor símbolo de Alagoas, era verdade. Aguardasse. E que iria ver o que podia fazer para melhorar minhas condições financeiras. Padre Cícero gostava muito de mim e nunca tinha visto uma pessoa com tanta confiança nele como eu.

B. Desconhecido.

Não vi seu rosto. Disse que para chegar onde quero colocasse propaganda dos meus livros na Internet. Era meu admirador e torcia junto com uma turma lá pelo meu sucesso, trabalhando para isso.

 

22.11.2014. Quitéria. 4 da madrugada.

Uma senhora, cabelos um pouco assanhados, ar curioso e sofrido, parecia me procurar.  Eu a cumprimentei e indaguei como podia servi-la.

Ela contou que se sentia sozinha, como se a família dela tivesse esquecida dela e ninguém orava por ela. Falou chamar-se Quitéria e pediu-me para eu se lembrar dela em minhas orações.

 

27.11.2014. 22 horas e pouco. Após o terço.

Norma. Prima. Falou-se sobre a filha, Sandra e minha comunicação com ela, para mantê-la informada.

Conrado. Veio sem eu ver o seu rosto de primeira. Disse que não estava ali, para pedir perdão novamente. E que eu tinha razão por tudo. E logo que eu tivesse o coração aliviado, falaríamos novamente sobre perdão. Falou que o mentor do meu caso com a Maçonaria estava lá e arrependido e disse que queria me desmoralizar. Que eu tinha toda razão (Conrado) que eu era um homem decente. E que seu Bartolomeu ainda me pediria perdão antes de morrer. Eu falei para ele que, não por orgulho, mas por justiça, ele deveria me pedir perdão na própria loja maçônica diante de todos e não particularmente, pois ele me jogou diante de todos e não poderia fazer pior, pedindo perdão escondido dos outros. Conrado me deu razão e disse que iria se comunicar com outros irmãos e incentivar o Bartolomeu a fazer isso caso ele resolvesse me pedir perdão, como eu falei: me convidar para a loja e ali diante de todos, dizer o que fez e pedir perdão. Pois de outro modo, no momento não era possível pois ele me desmoralizou e a minha família. Despediu-se e disse que se não trouxesse resultado, mas outro viria no lugar dele.

 

08.12.2014. 3.30 da madrugada.

Zé Lima (Zé Lima “Sabão”).

Amigo de adolescência, falecido em acidente em Arapiraca.

Imagem forte. Pela primeira falou comigo. Elogiou a nossa antiga amizade. Respondendo a perguntas minhas, disse que: estava trabalhando de vigia de uma fábrica, como se fosse uma punição em troca de algumas coisas erradas feitas aqui na Terra. Que continuava trabalhando e estudando para evoluir e que a coisa não estava fácil. Que não tinha por perto amigos de Santana, talvez por ter ficado muito distante do lugar aonde as almas chegam dai. Que a tia dele Maria Sabão, que foi dona do Hotel Central, em Santana, onde ele vivia, não estava morando perto dele e ainda não a tinha visto, assim como seu irmão Paulo Sabão.

Elogiou as minhas falas e escritos a respeito dele, mas ironizou em eu não ter feitos orações para ele e as pediu. Despediu-se e não havia mais ninguém a falar comigo.

 

11.12.2014. 3 da madrugada.

“Juriti”.

Final do terço e com muito sono. Chega alguém para falar comigo de uma forma completamente diferente de todas até hoje. Os outros sempre estão acima da cabeça. Este veio pela lateral, tomando quase toda a frente do meu rosto, pela esquerda, parecendo um rosto feito a lápis em preto e branco. Antes pensei tratar-se do cangaceiro Labareda. Mas não era. Era o cangaceiro Juriti, apressado, invasor e grosseiro.

Tinha vindo avisar que o padre Frederico Maciel não poderia vir agora para avaliar o livro feito sobre Maria Bonita, pois estava ocupado com outros afazeres, mas quando desocupasse viria falar comigo. Eu quis puxar conversa mais estava com bastante sono e adormeci.

 

20.12.2014. Madrugada. (Em torno desse dia).

“Coleta”

Surge um rosto másculo, parecendo ter sido desenhado a traços de lápis preto. Vem o nome imediato: “Coleta”. Um bêbado do meu tempo de rapaz. Usava um chapéu de palha de abas curtas, quebradas para cima nos lados esquerdo e direito. Costumava fazer um gesto de esfaquear alguém e dizia: “Olha o punhal velho enferrujado! ”. Um comerciante civil chamado Izaías Rego, era o delegado da cidade, abusado. E Coleta, sempre fingindo medo, de vez em quando soltava a frase: “Ave Maria, Seu Izaías!” Frase do alcoólatra que se tornou moda. Desde esse tempo, nunca mais havia visto Coleta. Apresentou-se, de certo modo, sereno, disse algumas poucas palavras e falou que estava caminhando nas sombras. Assim que o reconheci citei brincando a primeira frase dele, por duas vezes. Ele quis rir. Depois continuou as suas andanças.

Obs. Registrei o fato, mas não salvei. Agora, novamente digitando fiquei sem lembrar o dia e a hora exata.

 

31.12.2014. Amanhecendo.

Luiz Gonzaga (o cantor Gonzagão).

 

“Oi Clero, como estão as coisas, meu fio ?”

Todo bem Gonzaga e você, como está?

Pelejando. Rapaz vim lhe agradecer pela crônica que você fez sobre mim e meu filho Gonzaguinha. Você é um verdadeiro filho da terra como eu. Fiquei emocionado. Gostaria que você tivesse sido meu compositor. Pelo menos, faça alguma coisa para eu cantar por aqui. Você é um homem de ouro das caatingas. Admiro a sua sinceridade desde que o conheci. Gostaria de ter um amigo, Clero, com muita dignidade na alma. Não encontrei ainda por aqui. Encontrei fã. Você sabe, fã é fã, não é amigo de verdade. Gostaria de começar tudo de novo aí na terra. Sofri muito no lado pessoal e tinha que disfarçar na sanfona. Nem mesmo com os amores que procurei, encontrei a amizade. Admiro muito a amizade sua com o padre Ciço.

─ Ele é único Gonzaga. Não existe outro igual.

─ Quero sua permissão para ser amigo de vocês dois e formarmos um trio de amizade sincera.

─ Oxente Gonzaga! Você é uma pessoa famosa. Eu sou apenas uma pessoa simples, desconhecida.

─ Mas é assim que eu quero.

─ Pois tá certo. Mas a parte do padre Cícero, você tem que falar com ele.

E Gonzaga, fazendo ares de risada e arrastando a voz:

─ Eu já falei com ele, seu coisa! Só faltava você.

─ Então tá certo.

─ Já falei demais. Quanto à composição, quem sabe mais tarde!

É que eu havia dito a ele que havia feito no máximo umas vinte e cinco, mas a quem as entreguei, eram pessoas sem garra para vencer e as composições ficaram perdidas e eu não queria compor mais para ninguém que meu ramo não era esse.

Gonzaga falou que ia fazer uma surpresa para mim, juntamente com o padre Cícero, que eu iria ficar muito satisfeito. E partiu falando no próximo encontro.

 

MINHA MÃE

 

 

02.01.2015. 2.30 da madrugada.

Maria Bonita e Maciel.

Nesta hora, aproximadamente, chega Maria Bonita e cumprimenta.

─ Senhor Clerisvaldo, estou aqui novamente.

─ Pois não Dona Maria. Estou às ordens.

Aí Maria Déa disse que estava ali para me agradecer por eu ter resolvido fazer o livro. Respondi que eu estava aguardando para que eles lessem a obra, fizessem uma avaliação e dissesse se autorizava ou não a publicação, particularmente a parte espiritual. E se estivesse aprovada, tirar o que não gostaram e acrescentar o que fosse necessário.

Maria respondeu que eles têm um a maneira de ler. E que já havia lido o livro, referindo-se também a outras pessoas que se não haviam lido, ouviram a leitura. “Que era assim mesmo que eu queria, uns colocando defeito, outros falando da beleza, pois o que importava era a honestidade”.

Nesse caso, disse eu, a senhora ficou de me responder a três perguntas para complementar a obra, perguntas essas que a senhora, mais ou menos sabe quais são, pois eu já adiantara.

Ela pediu que eu as fizesse e assim eu procedi:

─ Pois vamos à primeira: Como foi a sua passagem para o outro mundo?

─ Logo após a minha morte, eu senti como se estivesse tonta. Essa sensação durou um bocado e eu não sei precisar por quanto tempo. Depois fui sugada (usou palavra semelhante) por uma espécie de corredor, com muita velocidade que não me permitia distinguir desenhos das paredes do corredor. Parei em um lugar onde fiquei como se fosse sentada e deitada ao mesmo tempo. Ali senti a mesma sensação do início, isto é, como se tivesse tonta. Não sei dizer por quanto tempo passei ali daquela maneira, em um lugar que parecia cercado de alguns matos e eu estivesse em uma pequena clareira. Até que chegou uma pessoa e me socorreu com palavras e com coisas que pareciam remédios. Logo depois chegaram outras pessoas para ajudá-la naquela tarefa. Desculpe a minha emoção, pois a gente sente uma grande dor ao recordar essas coisas.

─ Certo Dona Maria. Então, vamos a segunda pergunta: A senhora ainda vive com Lampião? No mesmo lugar que ele? Virgolino me disse que morava em um lugar muito parecido com a caatinga, mas não era a caatinga.

─ Depois da passagem, não vi mais Virgolino. Vivo distante do lugar em que ele vive, porém, tenho informações de lá. Nem ele pode vir onde estou e nem eu posso ir até lá. Está aí o padre Maciel que tem livre trânsito por essas áreas e várias outras. Tanto onde Virgolino mora, quanto onde vivo, a gente estuda com acompanhamento para melhorar e evoluir.

Como eu só desejava saber o estritamente necessário lhe disse que não faria mais perguntas até porque na segunda resposta ela já havia me dito a terceira. Pedi para falar com o padre Maciel. Ele, que estivera ali ao lado o tempo todo, falou-me do livro, teceu elogios e disse que eu estava autorizado por ele e Maria para a sua publicação, inclusive a parte dos nossos diálogos na íntegra. Seria bom, entretanto que eu falasse com o nosso amigo que abre e fecha nossas comunicações, para autorizar no todo ou não. Mas eu não iria publicar o livro com a parte espiritual sem autorização daquele a quem chamo de “meu padrinho”, “meu compadre”, “meu amiguinho”. Indaguei a Maciel sobre a esterilidade de Zé de Nenê e quais das versões sobre a saída de Maria Bonita para acompanhar Lampião estava correta, já que eram várias. Ele me respondeu sobre a primeira, confirmando a esterilidade e não a impotência. Sobre a segunda disse:

─ “Maria saiu para acompanhar Lampião da casa da sua avó, Ana (avó de Maria Déa) na garupa de um burro montado por Lampião. O fato, nem Maria lembra o dia exato e o mês. Aconteceu, porém no final do ano de 1929. Quando entrou o ano de 1930, Maria já estava nas andanças com Lampião. Ela alternava suas andanças com hospedagens em casas de fazendeiros amigos, disfarçada. Não é verdade que ficou confinada no Raso da Catarina, nos primeiros meses, lugar de onça e sede. As outras versões não procedem.

Após a despedida dos dois, “meu amiguinho” aproximou-se e disse que eu poderia publicar o livro na íntegra, inclusive com a parte espiritual, pois havia um conselho e que este já havia aprovado.

 

04.01.2015. Amanhecendo o dia 04.

Após um pesadelo, surge uma mulher, nitidamente, em ambiente de trabalho. Indago.

─ Quem é a senhora?

Ela me diz que trabalha em química de laboratório. E me diz que o pesadelo foi por causa das minhas ações. Indago que ações foram essas. Ela diz que eu sei muito bem. Insisto. Ela fala que foi por causa da bebida e não por outra coisa. Perguntei por que meus defensores não me defenderam. Ela respondeu que foi, talvez, para me dá uma lição. E que os pesadelos parariam se eu parasse de beber.

 

05.01.2014. 22.30

Mamãe.

Perguntou como estavam as coisas. Falou que estava feliz. Cada grau que subia era mais felicidade como se fosse uma pena esvoaçando. E respondendo as minhas perguntas, repetiu como as outras vezes. Ainda não havia se encontrado com meu pai, mas isso iria acontecer um dia. Que ele está muito feliz, embora mais abaixo dela. Que está muito satisfeita com o Zé Almir que se afastou da bebida e de más companhias e que trabalha e estuda na área de reportagem, jornalismo, coisa assim e que Neide continua em tratamento em longo prazo por causa da meningite e diabete, mas bem cuidada por pessoas experientes e dedicadas e vai melhorando aos poucos. Conversamos mais coisas e mandou o abraço para Irene, minha mulher.

 

23.01.2015. 01.30 madrugada.

Marina (ajudava muito minha mãe na cozinha).

Estava bem, havia pessoas assim como minha que a ajudavam, trabalhava e tinha confiança que as coisas iriam melhorar. Pediu para eu rezar por ela que ajudava a aliviar as coisas. A família não rezava por ela, ninguém.

Tio Dionísio (irmão do meu pai).

Que estava do mesmo jeito como chegara. O mesmo aspecto de velho, e cansado. Com fé de melhora no futuro.

Conrado (ex-professor e ex-colega do Magistério).

Falou sobre o caso Bartolomeu. O caso tinha sido discutido e me deram razão. Bartolomeu seria pressionado a pedir desculpa no meio maçônico, a mim.

 

02.02.2015. Cinco da manhã.

Norma.

Veio me dá uma força, pela minha tristeza e decepção. Falou ajudar e aconselhou.

 

14.03.2015. 22 h.30min.

Norma.

Estava muito alegre e me parabenizava pelas minhas crônicas, dizendo que os diversos assuntos que escrevo também é evangelização. Continuar escrevendo com boa vontade, sabedoria e equilíbrio sobre qualquer assunto e evangelizar. Que várias pessoas no outro mundo acompanham minhas crônicas.

Sobre as manifestações que iriam acontecer, no domingo, dia 15 de março, não iriam dar em nada. Que com a continuação, Dilma vai ficar muito forte e muito aplaudida. Ninguém a tira, pois foi Deus quem a colocou ali.

Senhor. Um senhor tentou falar comigo, mas nem vi seu rosto, nem conseguimos nos comunicar.

Raquel.

Uma mulher (não lhe vi a imagem) parabenizava pelas minhas crônicas. Disse chamar-se, Raquel Lobo Queirós e que era família de dona Iluminata, mãe do professor Hernande Brandão, ambos falecidos. Depois falou alguma coisa sobre dona Inésia, mulher que morou à Rua Nova, em Santana, falecida. Mas a comunicação não ajudava ao diálogo.

 

16.03.2015. Madrugada.

Maria. (Cunhada).

Disse que antes não tinha autorização para falar, mas agora tinha. Falou um bocado de coisa comum. Falou que o mais o que tem por lá é cantador e o pai canta com esse povo e é metido a namorador. Que sua mãe dona Ana (minha sogra) continua hospitalizada, mas acha que breve estará caminhando. Tem gente que acompanha minhas crônicas lá.

Lindaura. Mulher que morou na minha rua. Veio calma e pede desculpa por ter ficado brava comigo porque eu disse que ela iria morrer dentro de poucos dias. (Ela soube indiretamente). Reconhecia agora esse dom. Que antes estava nervosa e agitada e que aí fizera tratamento estava mais calma e entendendo às coisas. Mandou um abraço para o filho Robinho que a gente chama aqui de (Cocada) e que é meu vizinho).    

Genésio. Ex-funcionário do DER (Departamento de Estrada e Rodagem).

Costumava me chamar de poeta. Também improvisava versos.

“Poeta, morri de cachaça. Estou submetido a tratamento e já deixei de beber quase por completo. O que falta irei superá-lo. Foi boa essa oportunidade de falar com alguém da Terra.” Etc.

 

17.03.2015. Meia-noite.

Maria. (Cunhada).

Conversamos muito. Maria aparece mais séria e eu pergunto o que houve que ontem estava bem alegre, hoje não. Ela diz que está acompanhada de uma equipe de quatro pessoas que representam a equipe de Jesus. Que veio me dar uma resposta pelos meus constantes pedidos a Jesus, de ajuda, conselhos e indagações. A pessoa escolhida para repassar essas respostas para mim havia sido Maria.

Ela me falou muito. Entre outras coisas, que eu não deixasse Santana do Ipanema (uma das minhas dúvidas), pois, Jesus reconhecia o meu amor por essa terra. Que tudo que não consegui realizar em Santana como ser reconhecido, por exemplo, havia sido por circunstâncias dos meus antepassados, o que fazia com que as amarras não me deixassem progredir. Essas amarras já haviam sido vencidas e estavam sendo cortadas deixando-me livre para vitórias e mais vitórias que por tabela atingiriam filhas e genros no progresso.

Sobre a literatura também os caminhos se abririam e todos os pedidos a Jesus seriam atendidos por Ele como Ele já havia afirmado antes, após o padre Cícero. E que eu iria ser reconhecido fortemente, assim como convites para conferências, palestras etc.

Maria se disse muito emocionada por ter sido escolhida para transmitir isso e brincando disse que estava até falante, pois era quase analfabeta, mas estava sendo ajudada pela equipe. A uma indagação minha. Disse que não era imaginação da minha cabeça, mas era ela mesmo que estava falando tudo que mandaram-na dizer e indagou se eu queria conversar com o chefe da equipe. Ele falou comigo confirmando tudo que Maria me dizia. Eu quis ver sua imagem, ela apareceu distante como se fosse um imperador romano ou coisa parecida e ele confirmou que era a imagem dele a quem Maria o chamara de Bernardino. Disse também que iria tentar melhorar essas imagens das pessoas com quem falo para maior conforto da minha parte.

Depois Maria, que havia se afastado, voltou e nos despedimos com muita emoção. Foi cerca de meia hora de conversa. Ela disse que Jesus gostava muito de mim e de toda família Chagas.

 

(?).05.2015. Após domingo de Páscoa.

Jesus.

Apareceu-me com seu rosto sofrido (só o rosto) proveniente da hora do transporte da cruz. Fiquei incrível com o que via. Jesus me disse: “Dê-me um abraço”. Respondi: “Mestre, como o senhor pede um abraço a um homem fraco como eu? Eu sim é quem deveria lhe pedir um abraço”. Jesus nada respondeu e foi desaparecendo aos poucos.

 

 

(?). 05.2015.

Jesus.

Aproximadamente dois dias após o encontro acima, fiz uma promessa ao Mestre, mas não sabia como pagar. No outro dia chegou a inspiração de repente quando nem sequer pensava no tema de agradecimento que ele me apontou: escrever três crônicas seguidas sobre ele.

Fiquei pensativo uma vez que os evangelhos abordam diversos assuntos.

No dia seguinte, só a voz do Mestre durante minha meditação: “Fale sobre o meu sofrimento”.

Escrevi e aguardo a realização do meu pedido de promessa para publicar a série de três crônicas, solicitadas por Ele.

 

13.05.2015. (3 da madrugada a 3.40).

São José.

Da mesma maneira da sua imagem. Com a devoção que eu tinha com Jesus e Maria, resolvi também incluir o pai de Jesus em minhas orações e devoções. Às vezes meditava porque São José ficava sempre calado em relação a mim. Neste dia, ele apareceu pela1º vez e me falou em torno de 40 minutos. Entre outras coisas, justificou o silêncio dizendo que tudo tem o tempo certo, mas sempre me ouviu. Falou sobre o poder de Maria, sua esposa; e de várias coisas boas que iriam acontecer comigo e família; sobre literatura e muito mais. Inclusive confirmou o que disse os representantes de Jesus sobre mim, do dia 17.03.2015 (vede acima). Como não escrevi imediatamente, perdi vários outros dizeres.

 

O SEGREDO DA BARRA DO IPANEMA

 

Dia 16.07.2015. (Quinta). Entre 21 e 24 horas.

Para ajudar na pesquisa da senhora Girlene Monteiro, sobre quem ergueu a igrejinha de N. Senhora dos Prazeres, no topo do morro dos Prazeres no povoado Barra do Ipanema, após prece a Jesus que mandasse o Divino Espírito Santo ou o espírito iluminado do padre Francisco José Correia de Albuquerque (caso estivesse desencarnado) para me indicar onde se encontrava alguma coisa escrita a respeito ou se não existisse registro, que me dissesse alguma coisa. Feita a prece a Jesus, aguardei, estirado na cama, mas nem foi preciso cochilar e logo recebi a mensagem com voz ditando para o períspirito e eu lendo, traduzindo e interrogando:

 

1.   Quem ergueu a capela foi o brasileiro capitão Manoel Inácio dos Santos, comandante de tropa na região.

2.    O capitão era devoto de São Brás. Ao construir a igreja, colocou no altar a sua imagem (do santo).

3.   Só muito depois outras pessoas colocaram ali a imagem de N.S. dos Prazeres.

4.   O material para construção veio, na sua maioria, de um lugar chamado “Ribeiro do Raposo”, em canoas. O lugar fica a umas dez léguas dali.

5.   Homens e até mesmo mulheres ajudaram a levar o material para o cimo do morro.

6.   Não existe registro nenhum sobre isto, pois ninguém, na época, se prestou a fazê-lo.

Obs. Tudo acima me foi ditado. No fim, acanhado pela curiosidade natural indaguei quem estava me informando, mas já sabia de quem se tratava (Padre Francisco Correia). A voz me respondeu: “É uma pessoa que você começou a admirá-la pelos seus feitos na região, inclusive na Barra do Ipanema. Até outro dia, Clerisvaldo”.

 

Dia 17.07.2015. (Sexta) 1.40 da madrugada. (Do dia 17 para o dia 18)

Rezando o terço de Nossa Senhora, já no último mistério, lembrei-me de pedir a N. Senhora dos Prazeres, onde ficava o lugar “Ribeiro do Raposo”, pois já havia pesquisado muito na Internet e não havia encontrado nada. Devia ser um lugar esquisito, onde devem ter encontrado uma raposa macho (raposo) morta, ou qualquer coisa assim, para que o lugar tivesse esse nome, pois, Ribeiro é um córrego, um riacho. E ela que era uma das partes interessadas no mistério, cooperasse com a nossa pesquisa em favor da sua Igreja, dizendo-me ou me inspirando.

Imediatamente, sem mesmo adormecer, vi diante de mim como se fosse uns intensos chuviscos de uma televisão preto e branco, sem imagens. Os chuviscos mais internos movimentavam-se rapidamente para um lado e outro. Imaginei, imediatamente, ser a resposta do meu pedido, interpretando como uma luta que estava havendo entre um homem e uma raposa macho.

Depois fui traduzindo uma narrativa silenciosa:

“Então, o rapaz viu-se cansado. Mas, também era inteligente. Valeu-se de uma pistola, arma de fogo que trazia sobre o colete de couro e se defendeu”.

Daí a origem do nome do lugar: Ribeiro do Raposo.

“O rapaz havia ido pescar, passando por ali, quando foi atacado pelo raposo. Era um militar e pertencia a guarnição de São Sebastião para a defesa de São Brás, lugar que ainda nem era São Brás”.

─ Posso dizer, então, Nossa Senhora, que esse lugar fica no município de São Brás? Como achá-lo? – Indaguei com muito medo de interromper a narrativa.

Resposta:

“O lugar fica na beira do rio no município de São Brás, Clerisvaldo, na região chamada ‘Curtume’, onde se fabricava tijolos muito bons. Somente indo lá se descobre o lugar, esquecido e quase desértico. Caso vocês forem lá, eu irei com vocês para protegê-los”.

 

Dia 17 para dia 18, julho de 2015. Madrugada.

Norma.

Aspecto alegre. Veio me dizer que meu irmão Zé Almir, havia tido uma espécie de promoção, prêmio ou reconhecimento pelos seus esforços e tinha sido designado para um lugar melhor do que estava. Muitos amigos festejaram com ele.

 

Indaguei se mamãe já tinha estado com ele. Ela disse que algumas vezes e estava muito satisfeita. Continuava em um plano mais elevado, com ela, Norma e professora Adelcina e outras pessoas que eu conhecia.

Indaguei sobre a demora de comunicação com o canal de Padre Cícero. Ela me disse que não acreditava que fosse por algum tipo de aborrecimento não. É que não estava havendo necessidade até que fosse preciso. E que eu não ficasse preocupado com isso. Indaguei sobre a comunicação que estava sendo diferente. Ela também me disse que eu não me preocupasse com isso, pois o importante era a comunicação e não o modo. E que eu também não me preocupasse se era um espírito quem falava comigo ou a minha consciência, pois o importante era que os pensamentos da comunicação fossem bons, nos elevassem e fossem bons para nós e para Deus. E que falava comigo pelo canal de padre Cícero, sem problemas algum.

 

 

10.10.2015. Norma. Alegre, feliz, deu-me uma força grande. Falou sobre Jesus e Maria na minha vida. Sobre todos meus pedidos que se realizarão. Sobre as melhorias que hão de vir. Sobre a surpresa que Santo Antônio fará nos meus pedidos e os livros a serem publicados. Sobre a ronda de Maria em torno de mim. Não pensar em morte. Longa vida e homenagens, vitórias, reconhecimento. Da negra velha, do velhinho do cajado. Do progresso que virá para todos. Da fé. De não forçar muito a vontade de falar com “A” ou “B”. Do padre Cícero que gosta de mim, etc.

 

 

Dia 24.10.2015. Maceió. 03. Madrugada.

Chico Xavier.

“Você é insistente. Continuar com as preces. Os males desaparecerão de forma gradativa, perdendo as forças”.

“Tanto atendo rico como pobre. Sou mandado para onde Deus quiser me mandar. Ficará a dúvida em você se sou eu mesmo que estou lhe falando ou se será ilusão. O tempo lhe dará maior segurança. É início de mediunidade, especial, suave, ligada diretamente a Jesus. Maior clareza depois”.

Isso foi a respeito de uma consulta feita por mim: Pedra na vesícula, cisto no rim direito, vírus da hepatite.

 

Dia 25.10.2015. Maceió. 1.30 da tarde.

Chico Xavier.

“Ainda estou por aqui rondando você. (Havia atrás, uma imagem de Santo Antônio) Santo Antônio tem novidades para você. Aguarde”.

 

Dia 11.11.2015. Mais de meio-dia.

Albertino Pintor, (viveu parte em Santana; conheci-o)) querendo saber se eu sabia onde ele poderia encontrar Zezinho Bodega (outro Pintor santanense). Queria falar com ele. Eu disse que não, pois o mesmo desaparecera de Santana há muito sem dar notícias sequer à família. Ele me agradeceu e despediu-se.

 

Dia 13.11.2015. 3 da tarde.

Mamãe.

Disse que agora havia obtido permissão para me ajudar e a família. E que, juntamente com amigos, iriam ajudar em nossa saúde e situação financeira. Lembrou que papai dizia que “o homem que não deve é rico”. Esse vento forte iria passar virando brisa agradável com cheiro de rosas. Ficaria limpo das doenças. E que eu continuasse rezando a Jesus e a Nossa Senhora e as meditações. Logo, logo eu iria perceber a diferença.

 

Dia 21.11.2015.

Mamãe.

Lição de vida. Os obstáculos da vida são para aperfeiçoamento. Não ter medo de morrer. No outro lado existem as oportunidades de se elevar com estudos e mais. Certo a minha forma de ser e de honrar os pais. Continuar rezando a Jesus e a Maria, pois são eles quem têm para dar. Sobre Nossa Senhora jamais se ouviu dizer que ela tenha negado socorro a um pecador que a evoca.

Sobre minha vida lembrou-me do espírito de negra velha que eu iria viver até ficar velhinho e ser chamado o velhinho da bengala.

Sobre doenças, se Nossa Senhora não houvesse desterrado iria desterrar.

Continuasse orando pela esposa, que iria se restabelecer e voltar ao equilíbrio e harmonia do casal. mas não garantia paixões, por problemas de trauma. Sofre por causa da libido. Tivesse compreensão e tirasse as coisas por menos. Tinha autorização e autoridade para falar o que estava falando.

Não duvidasse do seu Santo Antônio que bem a recebeu pós-morte. Ele iria conceder os meus pedidos. Por fim, o abraço que havia pedido.

 

Dia 6.12.2015. 1 da madrugada.

Norma.

Alegre, veio comunicar-me que eu não tenho nada de hepatite. Os próximos médicos irão comprovar. Pede parabéns pelo aniversário. Diz que está com uma equipe médica de 3 homens e 1 mulher. E que o chefe Dr. Raul me acompanhará na cirurgia de vesícula.

Que Dilma sairá vitoriosa.

Não soube informar sobre os meus pedidos a santo Antônio.

 

Dia 7.12. 1 da madrugada.

Norma

Falou que eu não ficasse preocupado com o problema da hepatite. Porque os exames não iriam dar em nada.  Confundiram com alguns efeitos no sangue e disseram que era hepatite.

O espírito do Dr Raul, especialista no assunto, havia me examinado. Não há nada, “se não eu não me chamo Norma”.

 

9.12.2015. 1 da madrugada.

Neide, minha irmã.

Apresentando-se pela primeira vez. Disse que havia recebido alta do hospital, porém continuava fora seguindo conselhos médicos. Estava na consciência de pessoa normal, etc.

 

10.12.2015. 2 da manhã. Zé Bodinho, primo e ex-vereador da minha terra.

Zé Bodinho

Que havia morrido pelos exageros cometidos por ele mesmo e que era o único culpado.

Estava procurando evoluir. Deu-me força para continuar minha luta. Estimulando que vitórias virão.

 

13.12.2015. 3.30, madrugada.

Jesus.

Cerca de 30 minutos conversando.

Jesus em preto e branco como o quadro tradicional da sala da casa de meu pai.

Que era meu pai e eu um filho amado. Sobre meus problemas físico eram testes. Que tudo iria ficar bem. Reconhecia Irene como avó extremada de família religiosa. Que ele era o Jesus que sempre procurei, meigo e misericordioso e não o Jesus que expulsou os do templo. Que era o Jesus que eu sempre quis. Que, como o anjo de guarda me disse: Não tenha medo de nada. Que a minha mãe Maria, iria colocar a mão na cabeça da esposa para que ela voltasse a situação anterior, pois foi muito desgosto desde o nascimento do primeiro neto. Que meus pedidos a Santo Antônio, havia iniciado com a nova caminhada de Sandro que iria progredir. E que os outros pedidos estavam em andamento, um a um. Seriam atendidos por Santos Antônio com o seu consentimento. Iria também “ajeitar” Clerine e que ela se sentiria feliz. Emprego de Clerise e mudança também para o Ângelo que tomaria nova decisão e mudaria a cabeça.

Que não se preocupasse em conversar com ele que ele está sempre perto. Na parte literária que eu pensava que estava no fim, mas estava apenas no começo. Que deu o doce e que dará a água (uma alusão as minhas preces). Precisa da minha literatura para mim e para muitos. Eu iria me surpreender com a fonte de publicação dos livros que faltam. E que muito brilho ainda irá acontecer. Que não se preocupasse com a minha idade, lembrando “o velhinho da bengala”. E que bengala era figurativo. E ainda iria viver muito. Quanto a “passagem”, não se preocupasse, pois quando for acontecer ele estará comigo e com a minha família, que não haverá sofrimento.

Que eu continuasse humilde que ele me daria mais sabedoria, pois os meus pedidos eram simples e não atentavam com o impossível e ambição de riqueza. Chamava-me “filho”, “Clerisvaldo” e “Clero”.

Indaguei no fim, pois apenas escutava, se podia lhe fazer uma única pergunta, pois ele já havia respondido a tudo. E indaguei se era ele mesmo ou era tudo fruto da minha imaginação. Ele respondeu dizendo que pelos frutos se conhece a árvore. Falou sobre o seu Natal e que eu fizesse no Natal como faço que mesmo fosse sozinho, pois ele queria o pão, o peixe e o vinho. Por fim despediu-se, mas antes falou-me que eu havia criado as filhas com muito amor, quando queria filho homem. E que os meus dois netos seriam homens de bem, que darão gosto à família, ao País e a ele, Jesus.

 

2016

 

 

Norma tem vindo várias vezes.

 

       Novembro. Tia Delídia. Demorou pouco e falou que todos estavam bens. E que a tia Maria ainda continuava com a impaciência dela. Que não tinha visto ainda o “meu tio” Manoel Anastácio, casado com ela que estava em outro lugar. Recordou junto a mim pequena vivência no povoado Pedrão, em Olho d’Água das Flores onde eu passava minhas férias de criança em sua casa.

 

Final de novembro (2016).

       Tio Antônio José. Perguntando por meu pai e que ainda não sabia que ele tinha morrido. (Eram irmãos amigos).

 

Sisson (parente nosso) Queria falar com alguém daqui, sem assunto específico.

 

Sisson, voltou para indagar sobre a política no Brasil e se seu filho Paulo, apelido Bico Fino, estava metido em confusões. Respondi que não e brinquei dizendo que Paulo estava era dançando forró por aí. Ele agradeceu e foi embora.

 

Tio Doroteu. Pediu que eu rezasse por ele que ele estava meio tonto, confuso ou sem paciência, como era aqui, e achava que era por algumas coisas erradas que havia feito na Terra. Tinha vindo até mim guiado por um companheiro, como os outros. Prometi.

 

       Professor Conrado. Ficara encarregado de outra vez de falar com o senhor Bartolomeu Barros, ele e outros da maçonaria. Para que aquele me pedisse desculpas. Veio dizer que havia feito à parte dele, agradeceu e se despediu “até o dia de juízo”.06.12.2016. (Meia-noite, aproximadamente)

        Helena Braga (mamãe).

    Incentivou-me para continuar as minhas orações que aliviam muito a situação a quem a elas são dirigidas, no outro mundo; fortificam-nos perante Jesus e Maria. Falou ainda coisas nossas sobre o futuro de nossa família. Indaguei se já havia visto papai. Ela respondeu que ainda não, pois ainda não tinha recebido ordens para ir até onde ele estava e onde ela estava ele não poderia ir por ser um plano mais elevado. Indaguei sobre dois assuntos delicados sobre nossa família e tive as respostas como esperava. Uma a respeito de um irmão que se afastou e outra sobre ela própria, a minha mãe. Despediu-se até outro dia. Perguntei se tinha alguém mais para falar comigo e ela disse que tinha um senhor de boa aparência e que não sabia quem era.

 

06.12.2016. (Meia-noite, aproximadamente) (após reza do terço).  Luís Cheiroso.

O senhor era o Luís, vendedor que fora vendedor de perfume, por isso apelidado de Luís Cheiroso. Veio até mim trazido por alguém que dissera onde se encontrava o filho do seu ex-cliente, Manezinho Chagas. Ele se disse muito satisfeito por falar comigo e conversamos banalidades e por pouco tempo. Antes de ele falar comigo, conheci que era ele, por vê logo uma pasta que ele carregava com os perfumes.

 

26.12.2016. Meia-noite.

Padre Cícero que fazia tempos, ausente. Conversamos cerca de vinte minutos. Disse que eu tinha passado em todos os testes. Que iria melhorar minha visão e áudio de mediunidade, como prometera. Que a pessoa que Irene havia visto saindo do quarto de Clerine, era mensageiro em inspeção para melhoria. Deu muita lição de otimismo para 2017. Disse que eu tinha feito bem em ter procurado Frei Damião e Santa Luzia que eram amigos dele.

 

27.12.2016.

Frei Damião

18 horas e pouco na varanda do apartamento na rede após o terço. Frei Damião pela primeira vez. Cumprimenta e agradece a minha devoção e diz que ele e sua equipe realizarão todos os meus pedidos. E que eu continuasse rezando por ele para que ele também pudesse ajudar outras pessoas, como eu. Disse que iria trazer Santa Luzia para falar comigo. E que quando eu quisesse falar com ele, o evocasse. E que em breve estaria vindo de novo. Prometeu melhora para todos nós a partir dos primeiros dias de janeiro. E que eu iria alcançar também os pedidos feitos a Nossa Senhora, a Santa Luzia e a Jesus.

 

2017

 

            04.01.2017. Padre Cícero

            Foi chamado por mim e correu para o trabalho de Clerine que estava ameaçada de demissão pelas fofoqueiras de lá. Ele se apresentou e disse que iria haver cajadada. Tudo foi resolvido e na repartição de Clerine, voltou à calma.

 

 

 

 

23.01.2017.

            Mamãe.

    Contente. Disse-me que Jesus havia decretado o progresso financeiro da família e que eu sempre quis estar junto, nisto.

 

Data perdida, provavelmente em agosto de 2017. 8.30. Manhã.

Minha mãe.

Conversou muito e as frases captadas com muita facilidade. Sobre a minha devoção ao padre Cícero, que ele gosta muito de mim. Que meu pai era seu devoto, que eu sempre reze por ele. Sobre o livro que eu estou escrevendo a respeito de Cícero, que eu faça o que o coração mandar. Que eu sempre estivesse preparado para casos com membros da família (entendi, mortes) mas ela não disse assim. Que estará com um grupo de amigos no lançamento do meu livro “230”, no dia 12 de agosto 2017 (lançamento adiado para o dia 17.3.2018). E que tudo terá êxito e boa repercussão. Parabenizou. Que Irene ficará boa física e emocionalmente e que voltará a ser a mesma em tudo. Tivesse paciência, mas hoje mas amanhã.  Perguntei se eu podia utilizar as cartinhas e a resposta ficou para depois.

 

2018

 

SANTA LUZIA

 

Ontem, 19.02.2018.

Santa Luzia

Adormeci e um sujeito segurou forte nos meus braços. Procurei desvencilhar-me clamando por Nossa Senhora. Consegui afastá-lo e jogá-lo no chão. Passei a bater em sua face e em outros com força, mas não vi a face de nenhum.

Acordei e indaguei ao Padre Cícero e ao meu anjo de guarda o que estava acontecendo. Antes de adormecer novamente, Padre Cícero chegou e falou comigo, dizendo que era um sujeito desses que não faz nada e fica perturbando aos encarnados indefesos durante o sono. Mas que eu ficasse tranquilo, pois estava sendo bem assistido e ele chegara primeiro do que meu anjo de guarda.

Depois falou que tinha uma pessoa importante que queria falar comigo. E ao se afastar, a pessoa iniciou o diálogo e eu indaguei se era homem ou mulher. A pessoa era santa Luzia, que eu andava reclamando sua presença, ultimamente por ter feito um pedido a ela e ela não ter me aparecido. Falou muito comigo, inclusive querendo ser minha amiga também assim como eu era amigo de padre Cícero e que até causava inveja a nossa amizade, disse ela brincando.  Depois disse que o meu problema do Glaucoma estava estacionado graças a ela. E que iria trabalhar para melhorar os meus olhos, o tanto até onde fosse possível e que ficar completamente curado como se nada houvesse existido, era possível se Jesus resolvesse assim fazer, como milagre. Dependia dele. Fiquei muito agradecido por ter sido assistido por Santa Luzia, nessa noite, não veio mais ninguém.

 

LITERATURA

 

07.03.2018. 1 da madrugada..

 Zelma. Uma pessoa me disse que uma alma queria falar comigo. Aguardei alguns minutos e uma alma se identificou, falando que estava encarregada por Jesus de abrir os meus caminhos para a Literatura. Tudo relativo a isto, como publicações, comunicações, imprensa, empresariado e tudo o mais. E que não estava encarregada de finanças. E que essa parte literária estava sendo pedida há muito por mim. Disse que na nossa concepção ela era feminina, espírito de luz. Deu-me seu nome como referência para eu me situar evocar, etc. O seu nome seria ZELMA. Disse-me também que uma comitiva estaria no lançamento do meu livro “230” e que ela ainda não tinha certeza se iria. Agradeci a ela e a Jesus pela deferência.

 

10.04.2018.

Tia Carminha.

 Cerca de 1h da manhã, no início de reza ao terço da Mãe de Deus. Senti o rosto de uma pessoa. Uma senhora que eu a conheci, mas não sabia o nome. Não sei se ainda é viva ou morta, aproveitei e rezei por ela. Delineou-se então o rosto da minha Tia Carminha, de Maceió e da minha infância. Veio trazida por Norma (sua filha) pela primeira vez. Queria apenas me ver e falar com alguém daqui para matar as saudades. Perguntei pelos primos e a família. Ela me disse que todos estavam bem, comumente. E o marido, Augusto, estava em estágio mais adiantado, pela sua bondade. Sobre suas irmãs Lourdes, Teté, disse-me que elas estavam em outros lugares e ainda não haviam recebido ordens de se visitarem. Agradeceu a mim por eu ter publicado uma crônica que falava no nome dela que gostava de comprar leite em pó marca Mococa. E que alguém tinha lido a crônica para ela. Disse que Norma estava ali ao lado, mas não iria falar comigo desta vez. Agradeceu e se despediu com “até outro dia”.

 

SONHO

 

12.04.2018. Minha mãe, em sonho. Sonhei chegando à casa dos meus pais, para almoçar e depois arrebanhar o gado. Na sala, minha mãe me disse que tinha uma surpresa boa para mim. Indagou-me se eu queria a felicidade. Respondi que sim, “pois, se felicidade era coisa boa, quanto mais vindo de mãe”. Ela, então, me disse: “venha cá”. E saímos da sala para o quarto dela. Disse-me: “Leia”. E eu comecei a lê um texto que não via papel, mas com a mesma facilidade de leitura de quando existe a comunicação espiritual. Era um texto que dizia que eu estava recebendo uma comenda da “Comunidade Católica Superior”, com o aval ou assinatura de Jesus, por meus serviços prestados às comunidades (sociedade) e à família; pela fé, pelo coração bom, etc. E que dali em diante, todos os meus pedidos em todas as áreas, seriam concedidos. E como o texto era longo e lido com facilidade, todo ele era em torno disso, que é a parte central. E que isso faria a minha felicidade depois de pedir tanto e ter passado por situações vexatórias. E que se não acontecesse tudo de uma vez, viria paulatinamente acontecendo. Resumindo, minha mãe não disse mais nada, ali calada, só aguardando a minha leitura que daria perto de uma folha de papel. No fim, Jesus assinava ou coisa parecida. Falou várias vezes em “Deus, Nosso Senhor Jesus”.

Acordei aos poucos, sem mais nada e sem querer acreditar que aquilo tudo fosse verdade. Ainda estou incrível.

 

SONHO E QUASE

 

16.08.2018.  Antes de dormir, senti a presença de alguém e mandei embora. Ao adormecer me senti numa casa dormindo e alguém assombrando, fazendo coisas que assustavam, chamei por minha mãe e ela não ouvia, finalmente surgiu ainda embaçada a pessoa que parecia chateada por eu a ter mandado embora. Eu lhe disse muitos desaforos antes. Mas a pessoa apareceu, não de forma clara e entramos um diálogo e ela dizia que ali naquela casa nascera e perdera um filho querido. Aí eu entendi que a pessoa tinha vindo atrás de alguma ajuda e eu a mandara embora. Mas disse que ia pedir a Deus e mãe de Deus, por ela e fiz as minhas orações em seu favor.

 

 

 

 

 

NORMA

12.20 Hs. Segunda: 17.09.2018. Rezando o terço.

        Norma.  Veio me dá uma força. Resumo:

·        Não podia me avisar e nem sabia do que iria acontecer. Esse tombo de glicose e hipertensão que estava no meu percurso.

·        Que ao se perder de vista, não iria acontecer mais.

·        Nossa Senhora me livrou de muitas coisas e continua comigo. Se

Pergunt a e respostas:

·        Padre Cícero sempre por perto a qualquer momento virá em visita.

·        Norma tanto viaja pelo canal do padre Cícero, quanto independente como agora, pois suas ações são boas e liberadas.

·        Vai tudo se normalizar.

·        Sobre o rosto da minha aflita dias antes do tombo, diz que é possível, pois ela é mais adiantada, mas não pode se expressar, apenas pelo rosto.

·        .Sobre as cartas, que poderia usá-las sem problemas. Iria conversar com a cigana Madalena. Em breve me faria outra visita.

 

APÓS LONGO PERÍODO COM ESCASSEZ DE COMUNICAÇÃO OU FALTA DE ANOTAÇÕE.

 

1.3.2021.

Tio Antônio José.

 

Em torno de 18 horas do dia 1.3.2021. Rezava o terço quando surgiu uma imagem embaçada parecida com meu pai e que foi preciso indagar se era ele mesmo ou apenas imaginação. Não era ele, era meu tio e seu irmão, Antônio José, me esclareceu.

Disse-me que estava apenas matando a saudade da terra em querer contatar alguém conhecido. Indaguei se estava tudo bem e ele respondeu: Nem bom e nem ruim, mas tudo era coisa de Deus, Como não era uma pessoa letrada fazia muito esforço para aprender, para evoluir. Perguntei se já havia visto meu pai. Respondeu-me: Clero, para falar a verdade, Menezinho está em outra região, já tive conhecimento, mas ainda não me encontrei com ele. No tempo que Deus achar conveniente nós nos encontraremos. Disse ainda: E você está bem? Não se preocupe com sua passagem, você ainda vai viver muitos e muitos anos e ser feliz. Deus gosta muito de você e família. Olhe, esgotou meu tempo, estou partindo. Indaguei então, se havia mais alguém para falar comigo, não havia, só ele mesmo. Despediu-se e se foi. Voltei ao terço da Mãe de Deus.

 

2.3.2021.

Norma

Na hora do terço, aproximadamente, rezava eu, quando Norma me apareceu, conversamos banalidades e ela disse que demorou a aparecer por causa dos compromissos. Despediu-se a saiu.

 

 

2023

 

5.3. 2023.

João Farias.

Rezando o terço, surge a imagem de João Farias, saudoso contínuo do Banco do Brasil na minha juventude. Saudado e indagado por mim, ele falou que nada queria “Chaguinha”. Apenas estava de passagem.  “Felicidades e boa sorte.

 

     Final de abril para início de maio, com dias alternados:

·        Nivaldo. Eu estava rezando o terço quando meu falecido cunhado Nivaldo apareceu. Estava alegre satisfeito e já não era mais o Nivaldo que eu o vi pouco depois da sua morte, perseguido por algo e apavorado. Veio me visitar e aproveitou para agradecer pelas minhas orações diárias por ele “que estava ajudando muito a melhorar sua vida por lá”. E que estava tudo bem, boas amizades e estudos constantes para evoluir, bom ambiente.

·         Indaguei sobre seu filho adotivo que estava bebendo muito e ele me respondeu que ele tinha que passar por isso, o Rominho, mas que a fase passaria e ele seria muito feliz. Agradeceu e partiu.

·        Arnóbio – Eu havia pedido a Deus para que me dissesse ou enviasse um mensageiro para me consolar e guiar numa situação difícil doméstica em que estava vivendo há cerca de 3 anos.

Estava rezando o terço quando pela primeira vez surgiu o primo falecido Arnóbio. Fora o mensageiro enviado. Disse que logo, logo, questão de dias, as coisas iriam se normalizar. Indaguei sobre seu pai, ele disse que ainda não tivera contato com ele, mas sabia onde ele se encontrava e que sobre a família todos estavam bem. Conversamos mais um pouco o suficiente e ele partiu.

·        Norma. A prima é quem mais me tem visitado. Veio alegre e confirmou tudo o que Arnóbio me dissera, aconselhando o que Jesus já me havia aconselhado: Fortaleza e Sabedoria.

 

 

Dia 10 de maio de 2023.

LAMPIÃO.

Tentando dormir, muito acabrunhado. Surge a imagem de Lampião, novinho como a imagem que se vê nos livros, destacando-se os óculos redondos. Eu não quis acreditar que era ele, mas era. E me disse que deram oportunidade para que ele viesse fazer algumas visitas na terra e ele estava passando para falar comigo. Sabendo que eu estava aborrecido por problema doméstico, disse que eu tivesse calma que ele também de vez em quando tinha embates com sua Maria.

Que estava sabendo que eu iria para a Bienal internacional em Maceió, no próximo mês de agosto, para falar sobre “Lampião em Alagoas”, meu livro, disse: “pode ir Clerisvaldo (pronunciou um (Clê fechado) diga o que você quiser. Fale bem, fale mal, fale tudo que ninguém vai mexer com um só fio de cabelo seu. Eu gosto de você, todos gostamos de você”.

Pedi para lhe fazer uma só pergunta e ele consentiu. Indaguei, então, se o padre Maciel viera com ele. Ele disse que desta vez não. E que fora trazido por aquele que eu já conhecia (padre Cícero). Mandei um abraço para o padre Maciel, autor de livros sobre ele. O capitão disse que iria dar o abraço mandado bem grande de quebrar os ossos (expressão da terra). Disse que havia se esgotado o seu tempo e se despediu.

 

29 de dezembro de 2023.

Sagrado Coração de Jesus

   Surge trazendo minha mãe, conversamos muito. Mamãe diz que continua evoluindo e que todos da família estão bem e evoluindo.

 

À noite

Neide

Diz que não é a mesma doente da Terra. Deixou o hospital como uma pessoa normal. Está estudando e evoluindo. E que ela, Zé Almir e meu pai, estão em lugares separados mas sempre têm notícias uns dos outros. Nesse momento chega Zé Almir e diz que estuda e evolui e que  bebida é coisa do passado .E que eu tivesse muita fé em Deus e que Jesus gosta muito de nós. Falou da minha vida e disse que será longa. E que promete está presenta no lançamento do meu livro  “O Boi, a Bota, e a Batina... “ E com certeza com boa equipe de Nossa Senhora. E até outra ocasião. Disse que veio ele e Neide, pela equipe do padre Cícero.

NORMA, Dias antes Norma viera, muito eufórica, cheia de felicidades, comunicando que iria para um lugar mais evoluído.

 

 

2024

 

 2024 – Janeiro.

Tadéia

       A professora Tadéia Macedo aparece durante a reza do      terço pede para que se for possível eu a inclua nas minhas orações,

Prometi e tenho cumprido nas orações do terço de Nossa Senhora.

 

11.01. 2024.

Maria Néris.

Eu estava colocando colírio. No dia seguinte iria para a Igrejinha das Tocaias, lançar o livro sobre aquela história e assistir uma missa. Dona Maria disse que veio trazer uma mensagem de Nosso Senhor Jesus Cristo. E quem a havia trazido aqui fora a equipe do padre Cícero. Ela disse que eu fosse para as Tocaias como fora combinado com toda a proteção de Jesus. E que se eu o convidasse como sempre faço, ele iria se sentir muito bem. E que Maria Iria à frente como eu já havia pedido. E que os falecidos iriam ficar felizes pela lembrança deles na história, através de missa.

Indaguei sobre a sua família e ela disse que estava tudo bem com o filhoTonho Bié, e o marido Antônio Marceneiro.

Lembrei a ela das confecções de camisas que ela fazia para mim e dos cânticos do Ofício de N. Senhora com sua voz estridente. Ela repetiu o que outros espíritos já haviam me dito: que Jesus gostava muito da minha família. E que eu continuasse com s Santíssima Trindade e a Sagrada Família. Que ele, Jesus, iria continuar fazendo brilhar a minha estrela.

No final, se despediu falando da amizade entre nossas famílias e eu pedia para que desse um abraço no meu compadre padre Cicero, de estalar os ossos, como se diz por aqui.

 

24.01 2024 –

Norma. Terço às 18 horas.

Houvera uma reunião na Prefeitura. O assunto era outra, mas  que o meu nome fora abordado, sobreo lançamento do livro O Boi... Etc. Que iria iria ser através dela e que ela botara uma pedra em cima depois de prometer.

Elogiara a estrela do autor. Mas não poderia falar comigo pelo papelão que fizera, colocando a pedra em cima.

Alguém a aconselhou a pedir-me desculpas e falar comigo sobre o livro.

Disse que a prefeita falou que ia pensar como fazer, em casa, mas ainda não havia dado resposta sobre como participar comigo do lançamento e muito mais.

Alguém aconselhou que se eu lançasse o livro sem ela a vitória seria só minha. E que se fosse com ela, a vitória seria dos dois.

E que se a prefeita me convidasse para conversar na prefeitura, colocasse uma desculpa e a convidasse para a minha casa dizendo que ela seria bem recebida.

E que aguardasse a decisão da Prefeita.

Mandei um abraço para o padre Cícero e que se ela não o avistasse mandasse o recado.

 

 27.01. 2024.  

Dona Florzinha. À tarde, rezando o terço, último mistério.

- Lamenta problemas em nossa casa entre minha esposa e eu. Vai orar pelo nosso casamente.

- Vieera falar comigo escolhida pelos outros espíritos contemplados pela missa das Tocaias, para agradecer. Etc.

 

29.01 2024.  

Maria, cunhada.

 Veio falar dos nossso problemas doméstico. Deu uns conselhos para melhorar o relacionamento, etc. Depois indaguei e ela respondeu que Rafael estava no mesmo lugar de dona Ana. Que o meu cunhado Lourival estava em outro local, e ela, Maria, estava num terceiro lugar mais adiantado. Os outros não podiam ir a ela. Mas ela podia ir aos outros e que vez em quando os visitava. Todos estavam estudando para evoluir. E que todos estavam orando a Nosso Senhor pelo nosso casamento. Despedida.

 

.02.02.2024.

 Jesus.

        Eu não conseguia dormir, relaxar para dormir. Uma voz chamou: Clerisvaldo! Indaguei quem era. “É o Senhor!”, respondeu. Fiz, então, as honras que pude e Nosso Jesus Cristo, disse: Seu problema,

Clero, é a ansiedade que gira em torno dos lançamentos do seu livro, O Boi... Etc. Influência muito pouca dos eletrônicos. É cerca de 90 por cento, ansiedade. Isso vai passar. Foi bom você mandar comprar a camomila, para tomar um chazinho de vez em quando em situações semelhantes. E mais um pouco e se afastou. Agradeci.

 

 03.02.2024.

 Dona Flora

 Professora. À tarde, na cozinha. Ela apareceu com a mesma feição da terra, aquela feição mas triste de que alegre, costumeira e calma. Cumprimentou e disse que viera a terra trazida pela equipe do padre Cícero porque estava com um pouco de saudade daqui. Mas era somente isso. Falou se eu lembrava da escolinha dela e que eu estudara defronte no Grupo Escolar Padre Francisco Correia. Agradecia por seu nome com sua escolinha estarem lá em alguma página. no livro que irei lançar. O Boi, A Bota... Etc. E que estava bem. Desejava sucesso para a minha vitória e se fosse possível eu rezasse para ela um padre Nosso e uma ave Maria. Prometi. Despediu-se.

    

10. 02. 2024.

Norma e Padre Cícero.

 

Rezando o terço da tardinha. Norma, minha prima, pessoa que mais me visita, surgiu tranquila e disse que apenas estava passando em outra missão e aproveitou para falar comigo. Falou um bocado sobre meu próximo lançamento de livro: “O Boi, a Bota e a Batina, História Completa de Santana do Ipanema”. Dizendo que seria uma grande festa e vitória da minha parte. Que teria coisas tão boas que eu jamais pensaria. Que inúmeros espíritos estão na expectativa do lançamento e Nosso Senhor estará presente.

           Falou sobre meu relacionamento com a minha mulher, que iria melhorar e nessa conversa me disse que o abraço que eu tinha mandado para o padre Cícero de “quebrar os ossos”, ela não tinha dado porque não mais o vira, mas mandara o recado para ele.

De repente ela para a conversa e diz: Adivinhe quem está chegando por aqui? E eu respondi que já sabia por que estava vendo. Era mesmo padre Cicero que me falou que eu não me preocupasse com a falta de romeiros para entrevistar sobre o livro que estava escrevendo dos milagres do Padre Cícero, Eles iriam aparecer até mesmo na minha casa se oferecendo para entrevista. Também não se preocupasse com Robson França e Marcello Fausto que estavam me ajudando mas estavam com algumas manhas.  A rede iria para águas mais profundas e férteis. E que quando demorasse a me aparecer era porque estava atarefado, não pensasse nada negativo.

 

11.02. 2024.  Carnaval.

Padre Cícero.

Apareceu-me na hora das orações da noitinha. Batina preta, cajado, aspecto alquebrado, o que me assustou por ele pelo seu aspecto. Mas ele me falou que não era nada, era apenas uma das formas de se apresentar. Então, me pediu para ter fidelidade, que eu continuasse sempre a rezar por ele, como venho fazendo, que ele estava precisando de orações para as suas várias missões. Prometi. Aí ele repetiu que eu não me preocupasse com nada porque Jesus gosta muito de mim e da minha família e que tudo estava programado com dia, datas, etc. e que muita coisa boa ainda iria acontecer nos meus projetos. Despediu-se para breve.

 

04.03. 2024.

Papai e mamãe.

Meditando quando surgiu meu pai que nunca tinha vindo. Falou-me que viera trazido pela equipe do padre Cícero. Que estava numa colônia lugar ótimo para se viver, cercado de amigos da terra e que estava satisfeito, estudando para evoluir e em breve estaria num lugar ainda melhor. Disse que José Almir e Neide estavam bem, normais, e estudando para evolui. A uma pergunta minha respondeu que Zé Almir e Neidinha estava na mesma colônia mas em lugares mais distantes e que podiam se visitarem mutuamente. Deu esperanças de melhora no meu casamento e falou do êxito que será meu lançamento de livro, O BOI... Despediu-se, falando de tempo limitado.

Quando ele saiu, vi minha mãe e tive a impressão que ela não estava com meu pai, viera com outra equipe. Quando minha mãe indagou: “Adivinhe quem me trouxe aqui? ”. Eu respondi: “eu vi com quem foi: Nossa Senhora”. Ela confirmou.

Falou-me que estava num lugar muito elevado e em que logo iria para outro mais adiantado ainda. Falou sobre o meu casamento- e o êxito retumbante do próximo lançamento do livro o BOI... e que estarão presentes a equipe de Nosso Senhor e uma delegação no lançamento, etc.

 

 

 

09,06.2024.

José Carvalho

Veio para me aconselhar a manter a tranquilidade e a sabedoria para não subir ou descontrolar a pressão. Sair um pouco da tensão distrair com outra coisa física, relaxar. Não ficar tenso e nem eufórico, manter a tranquilidade em tudo. Apesar, disse ele, de ter falecido a pouco tempo teve essa oportunidade e teste de vir se comunicar.

 

10.06. 2024.

Maneca. 10 horas da manhã tomando um café com pipoca.

Maneca chegou a disse que viera agradecer pelas várias vezes em que eu falei sobre o seu café (e bar) nos meus escritos. Disse que estava numa colônia e nada faltava. Tinha várias pessoas daqui como papai, Izaías, Antônio Correia e outros. E que estava estudando para progredir e que em breve estaria em um lugar mais adiantado.

 

18.06.2024.

Mamãe. 21.30.  Eu estava no banheiro me enxugando. Helena com expressão séria. Pedi para ela falar, mas estava preocupado com sua expressão que poderia ser notícia ruim.

 Não era. Disse que estava tudo bem e que a expressão era por conta de missão com algumas companheiras. Passara aproveitando só para me vê. O tempo era curto. Falou que tudo estava bem e ainda iria melhorar mais ainda para mim e para a família. E que mais adiante, com mais folga, demoraria mais na conversa. Mandou-me abraço e beijo e um até logo.

24.06.2024.

Antônio Néris. Noite de São João.

18 horas. Tentando relaxar de uma recente hipertensão. Surgiu o espírito Antônio Néris, filho da saudosa Maria Néris, vizinha da nossa casa, na infância. Ele falecido há pouco tempo. Disse-me que havia sido escolhido pelos seus superiores para a missão de mim dá a resposta do Sagrado Coração de Jesus a pergunta que lhe havia feito qual era o motivo da minha pressão ter subido tanto.

Eu tivera a crise hipertensiva às 2 horas da tarde de hoje. Antônio Néris falou que o motivo era que eu tinha ido limpar o banheiro com água sanitária. Entre as pessoas que não podem mexer com água sanitária estava eu. O efeito fora retardado. E a subida de pressão não tinha nada a ver com música alta de forró que a minha mulher estava passando em casa, como eu estava pensando. Agradeci e perguntei quem o trouxera aqui e ele me disse ter sido a equipe do padre Cícero.

 

Indaguei se havia sido a equipe chefiada pelo homem de suspensório. Ele indagou como eu sabia. Eu disse que já o conhecia. Indaguei se ele não se importaria de chamá-lo pelo apelido de infância “Tonho Bié”. Ele riu e disse que não. Mandei que desse forte abraço nos seus superiores, pela deferência e na mãe dele dona Maria Néris. Tonho disse que eu pudesse assistir ao jogo do Brasil que iria passar na TV às 22 horas, sem medo do eletrônico na pressão. Despediu-se.

 

16.07.2024

Cícero Carreiro. 23 horas. Rezando o terço.

Surgiu Cícero Carreiro na minha mente. Um homem que, quando eu era menino ele morava na margem direita do rio Ipanema, região ainda com poucas residências. Era carreiro, gente, boa, educado e bom zelador dos seus bois. Pediu e meu pai mandara fazer um carro de boi, tamanho máximo e muito bem feito e entregara a Cícero para carrear, seguido de quatro bois avermelhados, belos e enormes. Não sei como foi o acordo entre ambos.

Cícero surgiu tranquilo como era em vida, sorriso leve, fala firme. Indaguei alguma coisa e ele me tratou por Chaguinha.

“Sou eu mesmo, Chaguinha, vim aqui trazido pela equipe do padre Cícero, somente agradecer a você por já ter feito várias boas referências a mim, quando com seus familiares. Gosto de seu pai, Seu Manezinho. Estou aqui numa colônia, na qual estou gostando muito. Apesar de ser um homem de pouca instrução, estou cheio de oportunidades de evoluir e cercado de amigos. Antes que você pergunte, meu filho Vicente, ligado à Igreja católica e que fez a passagem recentemente, ainda não o vi”.

Conversou um pouco mais e se despediu. Quando ele chegou, senti uma atmosfera mais pesada.

 

       25.07.2024.

Norma. Às 21.30 horas, estava tirando a barba.

Prima me apareceu feições felizes, incontidas. Falou-me que estava passando para trazer boas notícias. Que vitórias e mais vitórias virão. Convites para isso e para aquilo e para o mundo literário.

Que o caso dos problemas em casa, logo, logo terá passado pois já está no finzinho do que tinha que passar. Que Nossa Senhora e Nosso Senhor estão cuidando disso.

Que todas as nossas famílias, a dela, a minha, a de Irene, minha mulher, todas estão felizes, satisfeitas e evoluindo, umas mais rápidas, outras mais devagar, porém todas evoluindo, na espiritualidade.

Que minha prece ao padre Cícero e a Nosso Senhor para me mandarem uma maneira de viajar ao sítio Sementeira para colher testemunhos de graças alcançadas pelas devotas do padre Cícero, Quitéria e Terezinha, logo chegarão e irei até lá.

E não fim, que eu não deixe de rezar e louvar a Nosso Senhor. Em breve estaria de volta.

 

3.7.2024

Norma.   À noite rezando o terço.

Norma aparece, animada e me diz que não se preocupe com Ivan, porque sua cirurgia irá dar tudo certo. “Ele pode até não acreditar nas coisas divinas, porém, é cidadão de bem, tem bom coração e é servidor, querido pela família e por todos. Sua proteção é grande”, disse ela.

Se eu quiser e puder, embora não seja preciso, acenda uma vela ao Divino Espírito Santos, a Nosso Senhor, à Nossa Senhora e ao padre Cícero na hora da sua cirurgia. Mas se não puder, não precisa.

Voltaria após a cirurgia.

 

9.8.2024.

Norma. Durante o dia.

Surgiu como prometera, após a cirurgia de Ivan, meu irmão, dizendo que tudo fora coroado de êxito e que estavam presentes na cirurgia do meu irmão, todas as pessoas que eu havia pedido: Nosso Senhor, Nossa Senhora, Divino Espírito Santo, Anjo de guarda, dele e, o padre Cícero do Juazeiro. E que ainda estariam com ele no novo procedimento que ele fará do fígado, dia 23.

 

19.08.2024.

Norma. Iniciando minhas orações noturnas.

Surgiu Norma, eufórica, alegre e disse após alguma dificuldade de comunicação: “Vai acontecer”. Cortada a comunicação.

─ Vai acontecer o que Norma?

─ Vai acontecer tudo que você pediu a Nosso Senhor. Ele resolveu atender a todos os seus pedidos de uma só vez em todas as áreas: finanças, literatura, relacionamento doméstico, saúde e tudo o mais. Prepare-se para nova dinâmica e sair do confinamento. Há a possibilidade de um dos dois santos sugeridos por você, surgir para sua confissão. Eu estou alegre, feliz e eufórica, como diz você, porque todas as nossas famílias estão aproveitando as oportunidades que Deus nos estar dando para estudar e evoluir.

Despediu-se com um até breve.

 

22.08.2024.

Norma. Rezando para dormir.

Ao terminar meu trabalho de acabamento do livro do padre Cícero, pedi a ele que fizesse revisão e dissesse o que era para tirar e o que era para acrescentar.

O padre Cícero enviou a mensageira Norma (que sempre me visita) dizendo que o padre Cícero tinha pedido para ela me dizer que tirasse a cor vermelha da moldura da sua foto da capa do livro que eu tinha escolhido. Em seu lugar colocasse a cor azul. A tonalidade que eu achasse mais bonita, mas que fosse azul. Agradeci a deferência, pois como dissera a ele nas minhas orações: “o livro é do senhor, dê a sua opinião”. E ele deu.

 

30.08.2025.

Helena, minha mãe. 23.30. Rezando o terço duplo a Nosso Senhor.

Deu saudade, veio me ver. Não veio pelo Canal do padre Cícero, dissera. Estava no mundo muito mais elevado, mas havia ainda muitos outros. E que estava satisfeita, feliz, vendo a família estudando e evoluindo. Que eu continuasse rezando, que era o Patriarca e que Deus através de mim, irradiava luz para toda a família. Quando eu recebesse Erivaldo, fosse com o coração costumeiramente aberto. Ele tem sofrido muito, mas não se preocupasse em demasia com ele. E que Ivan iria sofrer uma transformação grande após sofrer cirurgias e passar a ser devoto de Pe. Cícero e Jesus, mesmo que não quisesse dizer. Estará Ivan comigo na Pedra. Que Rui e Ivan têm coração mais severo a respeito de Erivaldo. Ana, Antônia Jeane e Ruth, mais “maneiro”. Eu, cheio de amor por meu irmão. Que eu e Erivaldo ainda iríamos viver muito, mesmo depois de um encontro entre os dois.

Quanto a Irene já está no fim do atoleiro. Os próximos passos serão em estrada boa. Os 3% por cento que eu achava qua ainda faltava para ela sair é falso. Falta muito menos, quase nada. Depois serão felizes com eram os dois abençoados por Deus no casamento

 

15.09.2024

Padre Cícero. 23.30 hs. Rezando o terço.

Padre Cícero em traje preto e chapéu preto, só o busto.

“Clero, obrigado por você ter visitado Quitéria, minha fiel devota. Era dia do aniversário dela”.

“Também sua visita à Terezinha, para não ficarem fora do livro”.

“Muito bom você homenagear Terezinha a seu modo, pela falta de memória dela sobre os milagres já lhes contados e perdidos. Use a foto dela para reforçar a homenagem”.

“Peça para Sandro, que na volta a Maceió, faça o sinal da cruz ao passar na Pedra. E se puder, suba até o oratório, mas só se der certo”.

“Quando for na reunião dos depoentes do livro, me chame para eu coordenar a reunião e facilitar o trabalho de vocês”.

“Telefone para Marinalva e se ele não atender o telefone, deixe-a de fora do livro. Se ela atender, colha os milagres dela”.

“Obrigado por sua amizade sincera, independente de benefícios. Amizade eterna. Gostaria sim, de termos vividos na mesma época e tomarmos nossos cafezinhos nas visitas de um ao outro; o mesmo que você faz ao convidar Nosso Senhor para tomar seu cafezinho da Palestina! Pensa que eu não sei, sei cabra! Você é mesmo meu compadre. Não se preocupe se eu demorar a falar com você. Estou sempre perto de um grito seu. Não venho sempre porque não existe a necessidade”.

O restante foi despedida até a próxima visita.

 

28.09.2024.

Minha mãe, Helena Braga

Rezando o terço, 23.30 hs.

Antes vi Nosso Senhor afastado, como se ele dissesse “eu lhe trago esse presente”.

Estava com saudade. Veio parabenizar pelo término do livro “Padre Cícero, 100 Milagres Nordestinos”. Disse que foi muita alegria lá em cima e será muita festa por aqui com o livro.

Que se orgulha muito de mim. Da minha inteligência. Que eu puxei a ela na sua intelectualidade que não pode avançar por falta de tempo, casada e com muitos filhos para dá conta. Eu complementei o que estava faltando dela. Que também tinha puxado a meu pai, metade um, metade outro. Que muito amava o marido Manezinho. Ainda não havia se encontrado com ele, mas sabia que ele estava estudando e evoluindo, um dia se encontrariam.

Sobre um problema pessoal falou que eu tivesse mais um pouco de paciência que a minha mulher estava saindo da fase psicológica difícil e faltava muito pouco tempo para Jesus lhe anunciar a cura total. Questão de semanas. Não sabia dizer, porém, se era expiação ou provação.

Indaguei se ela dava notícias sobre três babás que eu gostava muito: Lia, Zefa e Expedita. Ela disse que lembrava das três mas não sabia onde elas estavam e que iria procurar saber e depois me diria ou pediria a outro espírito vir me dizer. Eu disse se ela encontrasse as três desse um forte abraço que eu estava mandando.

Elogiei muito a aminha mãe, em tudo

       Despedimo-nos com abraço.

 

01.10.2024

Dona Ana, minha sogra.

Rezando terço, 23.30 hs. Dona Ana, primeira vez.

Veio fazer uma visita. Não foi pelo Canal do Padre Cícero.

A família toda estava bem, estudando e evoluindo.

Não estavam juntos no mesmo lugar, por enquanto.

Estava sabendo das desavenças do lar mas eram provações que estavam no fim.

Continuasse rezando, tivesse fé que ainda vem muitas felicidades para o casal.

Elogios a mim, por ter sido um homem e ter cuidado de família.

 

03.10.2024.

Norma. 17.50. Rezando o terço.

Alegre, feliz, veio me visitar falando da abertura que Nosso Senhor havia feito para mim em todas as áreas, os caminhos estão abertos.

 E que vai haver muitas e muitas alegria ainda na minha vida e eu irei ser muito elogiado e louvado começando por Santana, Nordeste Brasil e em vários lugares do mundo. A luz que Nosso Senhor está me dando irá se espargir pelo país e pelo Globo.

Que a oferta de quanti para 200 livros que Cida de padre Cícero, de Cajazeiras, havia dito que garantia, para o livro sobre o padre Cícero fora obra de jesus e do padre Cícero. E que eu aguardasse por esses dias outra oferta de Cajazeiras, incentivada por Cida a outro empresário. Talvez antes da eleição chegasse o comunicado.

Que meu problema doméstico com a mulher estava no fim e que aconteceu hoje foram os últimos pós que vão se dissipando no espaço. Continuasse rezando e que o amor iria retornar com muito mais força de que antes.

Por fim, a meu pedido disse que também iria saber por onde anda Lia, Zefa e Expedita, minhas ex-babás.

Eu estava muito alegre por mim a ponto de querer fazer a mesma dancinha que eu havia visto da vez anterior.

 

04.10.2024.

Norma. Rezando o terço.

Chego muito alegre e disse que de fato, estava tão alegre com uma notícia boa para mim que nem quis esperar muito para vir dizer. É que Cida do padre Cícero, de Cajazeira, PB, havia falado com um rico empresário do ramo de panificação, não romeiro, mas devoto do padre Cícero e ele dissera que bancaria todos os livros do padre Cícero que eu quisesse. A notícia logo chegaria e talvez até antes da eleição.

Pedi para ela saber do paradeiro ds minhas três babás, Li, Zefa e Expedita. Ela disse que iria procurar saber.

 

04.10.2024.

Zefa. Pela tarde. Meditando.

Chega Zefa, minha babá zarolha da infância.

Soube que havia amigos “caçando-a a meu pedido e resolveu me visitar. Chegou me chamando de “meu menino”, filho de dona Helena que eu cuidava.

“O menino queria saber de nós, olhe eu aqui”. Lia mora perto de mim. Expedita a outra sua Babá eu não a conheci. Estamos numa excelente colônia, Clero, mas já soube que vou logo, logo, para um lugar muito mais elevado do que esse. Só não sei se é colônia ou não”.

Ia me respondendo conforme eu queria saber:

“Toda a sua família estava estudando para evoluir aproveitando as oportunidades” acenando com a mão..

Eu disse: pois diga a Lia, que que venha me dá um bom dia que eu a receberei muito bem e dê um forte abraço nela.

“Vou dar o abraço que você mandou”.

Conversamos mais um pouco e ela disse:

“Estou indo, meu menino, vim pelo canal do padre Cícero, mas a gente tem tempo marcado para conversar. Até outro dia, Clero”.

E se afastou.

Vi Nosso Senhor Longe, como se tivesse dizendo: fui eu quem a trouxe para você. Depois vi passar rapidamente o padre Cícero.

Desejei muitas bênçãos para a minha ex-babá, E agradeci aos céus.

 

05.10.2024.

Padre Cirilo. 17.50 Hs. Rezando terço.

Chegou o padre Cirilo, sorridente como sempre fora na terra. Viera antes, mas havia som ligado em casa e pedi para que ele viesse na hora do terço por causa do silêncio, o que facilitaria a comunicação.

Disse que viera agradecer minhas citações do seu nome em diversas crônicas publicadas. Lembrei a ele que ele fora meu professor de Latim no Ginásio Santana e lembrei a ele uma passagem divertida coma palavra “Puela”. Rimos os dois, mas ele disse que estava emocionado. Conversamos mais algumas coisas comuns e ele se despediu.

 

07.10.2024.

Norma. 18 Horas. Rezando o terço.

Alegre, feliz veio me dizer que dona Cida do Padre Cícero ainda não mandara uma mensagem, porque tivera contato com o empresário de panificação, mas faltara os detalhes. Ela estava adoentada por isso ainda não fora lá falar com ele. E que ela, Norma, não era mentirosa. Logo a notícia virá.

Ela já sabia da visita de uma das minhas babás, a zarolha Zefa. Eu disse que Zefa havia dito que a outra babá, Lia, morava perto dela. Norma disse que iria tentar localizar a terceira babá: Expedita.

Que fiz muito bem em rezar um terço especial para a minha mulher. E que tudo iria ficar bem. Despediu-se.

 

 

 

 

08.10.2024

Neide. Neide, minha irmã. Rezando o terço, 18 Horas.

Disse que veio me visitar. Estava com saudade. E quando da sua passagem ficara internada com acompanhamento médico por muito tempo até se recuperar do problema da Causa Mortis e dos efeitos da Meningite que a deixara “tola” na infância. Estava completamente curada de tudo. Era agora uma pessoa (espírito) normal como outra qualquer.  Sua colônia era muito boa, estava estudando, descansando e progredindo. Não visitara ainda Zé Almir em outra colônia e nem papai. Mas isso poderia ser feito no futuro. E que Rutinha, futuramente iria passar por processo semelhante quando para lá fosse. Que eu continuasse rezado por ela pois a oração ajuda muito a melhorar e evoluir. Finalmente, se despediu falando que o tempo de conversar é limitado e despediu-se me mandando um forte abraço, Mas antes dissera que não conheceu Expedita e que iria ajudar a Norma a procurá-la.

                                                                                           

13.10.2024.

Socorro. Rezando o terço 18.30Hs.

Aparece Socorro Oliveira, antiga colega como aluna do Ginásio Santana e moradora da Rua Nova. Irmão de Edvan.

Veio me visitar e agradecer por uma crônica sobre ela e o noivo, Cícero de Otacílio, que eu ainda iria fazer. Diante da minha dúvida ela afirmou que era ela mesma Socorro de Seu Miron e minha ex-colega do Ginásio. Que eu pudesse fazer a crônica que ela autorizava. Disse que não era a minha mente não, era ela mesma. E que estava acompanhada do irmão Paulo. Viera pelo canal do padre Cícero. Como eu ainda duvidava, não dela, mas da minha mente, pedi a ela que quando eu publicasse a crônica ela viesse no outro dia agradecer, para que eu tivesse certeza. Indagou e eu queria falar com Paulo naquele momento e eu disse que não, só depois quando ela viesse agradecer. Despediu-se frustrada e foi embora.

 

14.10.2024.

Cícero de Otacílio. Rezando o terço. 19 Horas.

Chegou Cícero com uma presença um pouco grosseira, antes de falar comigo. Era o noivo de Socorro. Sorridente, simpático, alguma coisa num dente como se fosse um dente de ouro ou uma coroa.

Cumprimentou se identificou e disse que soube da crônica que eu iria publicar sobre ele e que concordava que não era nada demais. Não ofendia ninguém, fora apenas um caso divertido. Falou que continuava paquerando Socorro, falou sobre o irmão Geraldo e mais algumas coisas banais e se despediu.

 

15.10.2024.

Norma. 11.30. Meditando.

Surgiu Norma, visivelmente chateada e nervosa porque me dera uma notícia que não se concretizara.  Acha que errara porque me dera uma notícia para mais adiante e teria se precipitado. Pediu desculpas e que iria prestar mais atenção no fator tempo de lá e tempo de cá. Eu disse que ficasse tranquila que isso poderia acontecer com qualquer um.

Quanto a minha babá de criança que eu queria localizar. Ela disse que achava que Expedita ainda não havia desencarnado. Deveria estar hoje em torno de 90 anos na Terra. Descobrira entre Santana e Carneiros uma Expedita que também gostava de cantar coisas de Guerreiro e Reisado, mas não tinha certeza de que era ela. Iria pedir a uma pessoa para saber dela se já trabalhara na casa do senhor Manezinho Chagas, em Santana do Ipanema. Se ela confirmasse, era ela. Então, nesse caso, me daria o nome do sítio rural onde ela estar morando para que eu pudesse fazer uma visita, se quisesse. Aguardasse.

 

16.10.2024.

Norma. Rezando o terço. 17 Horas.

Norma chegou e disse que viera terminar a missão sobre a minha babá Expedita. Mandara alguém à casa dela e descobrira que ela trabalhara em Santana do Ipanema na casa de Manezinho Chagas (meu pai). Portanto, era a minha ex-babá mesmo.

Estava morando no município de Carneiros no sítio rural chamado Boi Manso. Procurasse saber onde era. Despediu-se.

 

17.10.2024.

Albertina Agra.  23 Hs. Rezando o terço.

Albertina Agra aparece feliz como sempre. Diz que estava com saudade e vem me trazer uma notícia boa. Pergunta se ainda me lembro da peça teatrall “Irmãos das Almas” e a gente ri.  Diz que o irmão Alberto Agra está num plano superior ao dela. Mas que o lugar onde ela se encontra é além de uma colônia. Lugar tão bom que tem pena de sair para um lugar mais evoluído como já está sabendo. Parabeniza pela inteligência e talento de escritor e diz que todos os meus caminhos foram abertos por Nosso Senhor Jesus e que vem por aí tantas vitórias que eu nem imagino, inclusive o sonho de longa metragem na Globo.

Diz que poderia vindo de outra maneira, mas veio pelo Canal do Padre Cícero que era mais seguro. Diz ela que eu adivinhasse quem estava ali com ela. Eu digo que já tinha visto, meu compadre e amiguinho padre Cícero. Falamos mais um pouco, coisa banais e ela se despediu dizendo que se tivesse algo importante para me dizer, voltaria. Falou com a padre Cícero e eu vi, aí indaguei brincando qual foi a conversa da “fofoca”. Ela disse que estava se prontificando ao padre para qualquer mensagem que ele quisesse enviar-me através dela. Acenou e partiu.

19.10.2024.

Norma. 22.30 Hs. Rezando as orações de dormir.

Norma surgiu e foi logo dizendo que não viera pelo Canal do padre Cícero, mas achava que ele estava por ali perto. Depois disse que viera apenas dizer que se enganara ou se confudira com o nome da comunidade e que não era Boi Manso, como dissera. Esta era em outro lugar, em outro estado. Estava ali para corrigir o verdadeiro nome do lugar onde Expedita morava. Era no município de Carneiros mesmo, mas o nome certo do lugar era Lagoa do Rancho, perto de Santa Luzia. Indo de Santana para lá atravessaria a cidade Carneiros, pois fica mais perto de Senador Rui Palmeira de que de Santana.

 

20.10.2024.

Santa Luzia.  À tarde. Meditando.

Chega Santa Luzia. Eu a reconheço pela imagem em quadros. Por trás, aparece Jesus, mais longe, como quem diz que foi ele quem trouxe Santa Luzia até aqui.

Santa Luzia pede desculpas por há muito tempo ter me deixado bruscamente após uma consulta, Dizendo naquela ocasião que tinha feito o possível pelos meus olhos e o restante era só com Jesus. Respondia que deixasse isso para lá, eu não havia ficado com raiva dela, apenas frustrado como o modo como a santa deixara o paciente. Ela me disse que perfeito só Jesus. E que a minha frustração servira para que ela procurasse se aperfeiçoar nos seus atendimentos, pensando na sensibilidade de cada pessoa.

Eu disse a ela que tinha visto uma anotação minha em que ela disse está com inveja da minha amizade com o padre Cícero e queria fazer parte também. Eu, então, mandara um recado para ela através do padre Cícero a quem chamo “Meu compadre e meu Amiguinho”, que eu aceitava a amizade dela, pois o padre já me dissera que Luzia era sua amiga.

Pedi também desculpa por ter falado primeiro que ela. Ela disse que de hoje em diante nós três seríamos um trio de amizade infinita. Ela, eu e o padre Cícero. E como eu gostava de chamar o padre Cícero de Meu Compadre e Meu Amiguinho, pudesse chamá-la também de Comadre Santa Luzia ou comadre Luzia, como quisesse. E indagou se ela poderia me chamar de Clero, como chamava a minha família. Eu disse que me sentiria muito bem assim. Ela falou então que agora nós somos Comadre Luzia e Compadre Clero.

Ao encerrarmos esse tipo de diálogo, então, entramos em outro. Enquanto isso, Nosso Senhor nada dizia. Apenas aguardava um pouco longe e como se fosse uma figura desenhada a lápis, mal comparando.

Comadre Luzia, então me falou: “Compadre Clero, vá dormir mais cedo hoje, em torno de 22 horas até 23.30. Se usar eletrônicos, use antes de se deitar e alternando em cerca de meia hora, sempre saindo um pouco para descansar a vista. Hoje, quando você adormecer, talvez eu traga uma equipe médica para melhorar a sua visão, mas se não precisar, faço sozinha um procedimento para que você fique de visão limpa, como era antes em Maceió, como você falou. Mas quero lhe dizer que antes eu não tinha esse poder, Foi Nosso Senhor quem me concedeu agora para agir nos seus olhos”.

Conversamos mais um pouco e ela se despediu. Nosso senhor voltou a aparecer como se tivesse se despedindo também.

Estou registrando o nosso diálogo às 22 horas e já vou me preparar para dormir.

 

21.10.2024

Norma. 11 Horas. Descansando. 

Chega Norma e, eu indago porque ela está aqui em tão pouco tempo. Caso seja notícia ruim não me diga e se for boa pode falar.

Ela diz que nem uma coisa nem outra é que veio avisar que sim, como eu estava pensando, A Lagoa do Rancho que ela falara, ficava tão perto do município de Carneiros que ela tinha dado com dos Carneiros. È possível que eu esteja certo. E que o lugar Santa Luzia também fica vizinho e pode pertencer tanto a um quanto a outro município. “Faça uma visita na área, chame Ivan, seu irmão. Etc., e 25.10.2024.

Norma. Rezando o terço. 23 horas.

Conversamos banalidades a respeito de mensagens verdadeiras e lapsos existentes.

 

25.10.2024

Padre Cícero. Rezando o terço. 24 horas.

Falou que eu não me preocupasse em demasia como publicar o livro e a respeito da reunião que irá haver entre algumas pessoas sobre como publicar o livro dos milagres do pe. Cícero. “As pessoas não têm um compromisso forte como você tem e se dispersam. Aqui em cima já está tudo encaminhado e evoluindo. Faça como você pensou fazer com distribuição de livros aos depoentes na minha igreja do Lajeiro Grande com a missa. Tudo leva a crer que na reunião de vocês vai sair a solução de como publicar, sem precisar ir se humilhar à prefeitura de Dois Riachos. Sobre a possibilidade de transformar minha igreja em um Santuário é boa. Sem aquelas coisas todas do Juazeiro. Um Santuário enxuto, moderno e diferente. Veremos isso adiante, vamos logo cuidar do livro. Paciência, vai haver a reunião de vocês.

 

29.10.2024.

Tonho Bié. Deitado à noite.

Eu havia me sentido mal e indaguei ao padre Cícero o que era isso. Que pelo menos me mandasse um mensageiro me dizer. Ele me mandou meu amigo de infância Tonho Bié me dizer que o problema de saúde fora causado por ansiedade pelo trabalho que eu estava fazendo sobre cartomancia nova e pessoal. E que eu gostava de tudo certo, bem feito e o mais rápido possível e isso me levara a um certo descontrole da pressão e tontura. Isso iria passar.

Antônio Néris (Tonho Bié), disse se sentir honrado com a incumbência do padre para me trazer a mensagem e que, aliás, o padre Cícero já havia usado a mãe dele, Maria Néris, em outra ocasião para me trazer também uma mensagem. Que fora de agradecimento pela missa dos mortos ligados a Igrejinha das Tocaias.

 

04.11.2024.

Maria. Minha cunhada. 18 horas. Rezando terço.

Maria apareceu, séria. E eu perguntei o porquê.  Ela respondeu que era pelas circunstâncias memo. E que viera me visitar a convite da equipe do padre Cícero. Que estava tudo bem.  e estava progredindo, mas muito devagar. È que ainda restavam muitos resíduos de ligação com a terra. Mas iria fazer mais esforço para se desligar, assim com uma pessoa está ligada ao vício do cigarro e querendo deixar. Que a minha mulher já estava curada do estresse profundo e somente restavam resíduos que iriam se desmanchando. Que ainda seríamos muitos felizes, talvez mais ainda do que no passado. Conversamos mais algumas banalidades e eu pedi que ela desse um abraço por mim no chefe da equipe de padre Cícero, o homem de suspensório e também me desse um abraço forte. Despedimo-nos com um até breve por parte dela.

 

08.11.2024.

Norma. 8 horas da manhã.

Disse que apenas para cumprimentar. Conversamos banalidades, apenas.

 

 

09.12.2024.

Norma.

Norma, eufórica. Indaguei de que se tratava tanta alegria assim. Ela me disse: “Participei de uma jornada sobre o Sagrado Coração de Jesus e após uma reunião, Clero. Seu nome foi abordado. Não pense que você é insignificante, não, Clero. Foram elogiadas a qualidade dos seus escritos, o destino delas, a finalidade e, disseram que iam lhe ajudar a ser conhecido em todo o Brasil, através de uma entrevista ou reportagem surpresa para você. E que mais de um romance seu, dos recentes vão ser apresentados na tela da Globo”.

E que as minhas orações atingem toda a família sem exceção, encarnados e desencarnados e que eu continuasse assim. Que Jesus Cristo muito me ama e o amor de Jesus ajuda a minhas orações para todos os familiares. Eu me emocionei, porque estava rezando o terço e Nosso Senhor se apresentou do pescoço para cima por várias vezes. Chorei e norma se despediu dizendo que iria dar um beijo nos meus olhos lacrimosos.

 

13.11.2024.

Meu pai.

Meu pai, Manezinho Chagas, rapidamente.

Diante do meu descontrole de pressão e tontura devido, um um shampoo químico utilizado. ”Clero, porque você não faz uma consulta com o Dr. Eraldo?”

 

15.10.2024.

Divino Espírito Santo. Cedo ainda na cama.

Devido a um descontrole de pressão que muito maltratou. O Divino surgiu, só a voz:

“Clero, vou curar a sua hipertensão que Nosso Senhor mandou”. Continue tomando um copo d’água de hora em hora, monitore hoje, sua pressão, de hora em hora. Vou lhe curar ainda hoje. Depois você arranje um pequeno jarro de plástico ou barros, coloque alguma coisinha verde ou com flores, e deixe no seu gabinete como homenagem a mim, ou, então aí na parte central do guarda-roupa onde tem várias Nossas Senhoras”.

 

14.12.2024

Edite de Xana, 22.15 Rezando o terço.

Surgiu Edite, filha da velha Xana, da minha infância, que moravam no quartinho de taipa no quintal de José Urbano e Florzinha, nossos vizinhos. Pobreza extrema, estado precário de saúde. Xana doente, ela muito amarela, comia barro da parede e eram alimentadas pela caridade da vizinhança.

A moça Edite veio pelo canal do padre Cícero, agradecer em nome dela e de Xana porque estávamos fazendo um romance chamado Areia Grossa que resgatava personagens da minha infância daquela região e os nomes delas seriam incluídos.

·        Disse que estavam evoluindo e estudando em um bom lugar. E que em breve iriam para um lugar melhor. Que Xana, sua mãe, estava evoluindo mais ligeiro e talvez fosse primeiro para esse outro lugar.

·        Perguntei e ela disse que era filha de Xana. Que Preta era a irmã dela, Edite. E que Cícero de Preta, amigo que gostava muito de mim e me chamava de “Quelo”, era filho de Preta e seu sobrinho. Que moravam separados na Terra por opção de Xana.

·        Disse que Preta e o filho, Cícero de Preta, estavam evoluindo bem, mas em outro lugar.

·        Indaguei se ainda usava brincos. Ela disse que não precisava mais e que a mulher na Terra por mais humilde que fosse era vaidosa. Mas que se precisasse poderia aparecer de brincos.

·        Mandei abraço para o homem de suspensório, que abre e fecha o canal do padre Cícero. Ela disse que ele estava ao lado dela e riu com o abraço.

·        Despediu-se dizendo que não voltaria mais a não ser numa necessidade.

 

2025

 

21.01.2025

Norma. Rezando o terço da tardinha.

Alegre, feliz porque parte da família dela, evoluiu e iria para outro local melhor. Sobre a Rutinha, disse que ela iria ficar curada e voltar do hospital para casa. Continuasse confiando em Jesus e na equipe. E que estava sabendo que amanhã eu iria conversar com o prefeito a respeito do livro sobre o padre Cícero. Ele iria ficar impressionado comigo, eu iria ter êxito e o prefeito iria querer estreitar amizade comigo. Que eu aceitasse que seria uma fase muitos boa e profícua com a amizade dele. E que Irene estava completamente curada do estresse profundo e que eu apenas tivesse paciência, sabedoria e habilidade, pois ela ainda ficara com vergonha de muitas coisas. Que eu fosse conquistando devagar, sem precipitação e tudo voltaria às boas. Despediu-se.

 

01.02.2025.

Dona Ana.

Rezando o terço da tardinha, surge dona Ana, minha sogra e me fala sobre o caso dos problemas da sua filha, minha esposa e eu. Tudo por causa de um tal estressse profundo que a acometeu e tudo sobrou unicamente para mim, com 10 anos de desavenças, discussões violentas dentro de casa. Pediu desculpa e que não era por que ela queria, mas por causa do tipo de doença e compreendia a minha reação quando não aguentava mais as agressões verbais. Garantiu que desse problema ela estava completamente curada, porém a fragilidade em que ficou, deu margem para contrair outra doença parecida, de intensidade menor. E garantia que quando a filha chegasse de Arapiraca, onde estava naquele momento, retornaria com mais de 50% curada e que o padre Cícero era quem estava cuidando para que ela se recuperasse totalmente. Reconhecia o meu imenso amor por ela e tudo seria restaurado, ainda dentro deste mês de fevereiro.

E mais que todos da família que estavam por lá estavam evoluindo uns mais depressa outros mais devagar mais todos evoluindo. Despedimo-nos, após mais um pouco de conversa.

 

25.06.2025

Albertina

Ao me deitar, cerca de 23hs e 30 min. Surgiu nitidamente Albertina. Alegre, risonha, feliz. Foi uma festa sua visita. Ela me cumprimentou, e disse que era uma honra puder conversar comigo e que tinha vindo trazida, “adivinhe por quem?” Pelo padre Cícero que ao saber que “eu era mais amigo seu do que ele, me trouxe até você”. E depois da festa desse encontro ela disse que, entre outras coisas, Alberto, seu irmão estava em outro lugar e ela em lugar mais adiantado e que estudava para evoluir mais ainda e que Nilza Marques estava no mesmo lugar que ela, apenas mais distante um do outro.  E que todos os dois estão gratos pelos elogios que você esses dias, eu iria receber uma recompensa que você vai lançar o livro sobre o padre Cícero. Encerrou dizendo que eu fui muito sábio em dizer a Nosso Senhor que nem ligasse por eu não ter sido o escolhido do concurso de Patrimônio Vivo de Alagoas. E que por esses dias eu iria receber uma recompensa muito mais valiosa de que aquela e iria ficar muitíssimo feliz. Iria sentir claramente que foi a recompensa. Depois, algumas conversas amenas e despedida, prometendo voltar se tivesse boas novidades para me dizer e que como outros, disse que eu ainda iria viver muito e tinha muito mel ainda a colher.

 

13.08.2025

Zé Chagas.

Chegou às 13.30 Zé Chagas, meu primo e disse:

“Sou eu mesmo Zé Chagas, vim lhe trazer uma mensagem do padre Cícero. Antes que pergunte, estou em bom lugar depois de muitas coisas, perto de tio Manezinho, Doroteu e Antônio José (pai e tios) estou bem, estudando e querendo progredir. Agora vamos ao recado”.

Eu disse. Espere, diga logo se o recado é bom ou ruim.

Ele sempre como gaiato que foi:

“Não sei, Clero, você é que vai saber se é bom ou se é ruim. Da minha parte acho que é bom. Padre Cícero mandou dizer que não se preocupe em demasia com o lançamento do livro sobre ele. Já está tudo traçado. A festa de lançamento vai ser melhor ainda do que você estar esperando”.

“Pode conversar com o padre da Paróquia de São Cristóvão para ele ceder a igrejinha para o lançamento, no Lajeiro Grande. Fale com a humildade que você sempre teve. Ele vai ceder a igrejinha”.

“Quanto os 480,00 que estar faltando para completar os serviços da gráfica, vamos para o plano A, fale com Marcello, coordenador do Departamento de Cultura, Gilcélia, diretora, vereadora Eliane e o vereador Robson França, para arrumar o dinheiro. Vai dar certo, mas, qualquer coisa, vamos para o plano B. Pedir o dinheiro a Cida do Pe. Cícero. Compense a ela como você pensou, dando a ela 2 kits dos seus romances, para ela vender no bazar dela e ficar com o dinheiro”.

“A incumbência que você me deu para ajudar a Nossa Senhora do Desterro a mandar um comprador para comprar todos os seus romances de uma vez, é difícil para mim, mas para Nossa Senhora, nada é difícil. Ela está sabendo do seu pedido para ajudá-la. Estou aguardando o seu chamado”.

“Você pode sim, autorizar Cida a mandar imprimir livros para ela vender e tirar o dinheiro empregado”.

 “Você pode mandar imprimir uma terceira edição para vender e eu ajudarei a você a ganhar dinheiro”.

“Quanto a sua pergunta sobre quem entregará um exemplar do livro ao bispo do Crato, o bom seria você mesmo se puder ir com sua família. Não podendo, não mande por políticos e nem por padres nenhum. Tem duas pessoas para isso. Maria Viúva e Cida do Padre Cícero. Porém, Cida mora mais perto e tem mais apoio onde ela mora para chegar lá. Mandaria, então por ela. Não se preocupe com o que o bispo vai achar do seu livro”.

Aí Zé Chagas, se despediu dizendo que se tivesse mais outra comunicação viria novamente. Pedi para ele agradecer o altíssimo privilégio de ser mensageiro do padre Cícero.

 

18.12.2025.

Zé Urbano.

11 horas. Eu estava lanchando quando chegou Zé Urbano. Dissera que viera me agradecer por eu ter colocado a foto dele e a narrativa no livro sobre os milagres do padre Cícero que publiquei recentemente. A narrativa dele replicada por Glênia, sua filha.  Indaguei onde estava dona Florzinha, sua esposa, ele me falou que ela estava em outro lugar e também, Batinho e Leninho, seus filhos também estavam em outros lugares. Ele se encontrava só, lutando e estudando para evoluir. Indaguei e ele disse que não estava preparado para enviar recado para Glacilda e nem para outras filhas, viera somente me agradecer. Eu me pus às ordens e ele se despediu e partiu.

05.01.2026

Padre Cícero

17/18 horas.

Rezando o terço.

Padre Cícero chega e começamos a conversar. Dirime várias dúvidas que eu tinha perguntado e aguardado a sua presença. Pede desculpas, pois os trabalhos lá em cima aumentaram. Esclarece coisas particulares e depois sobre um parque santo que eu quero fundar. Vejamos esse diálogo de mais de meia hora, em itens:

1.   Minha aposentadoria de 20 horas, logo sairá no Diário;

2.   Ivan estava curado do câncer. Ir a Pedra em Dois Riachos pagar a minha promessa. Se possível, leve o Ivan. Eu o quero como meu devoto.

3.   Não há mais bruxaria por parte da Marta Jarrão:

4.   Cuida no outro mundo de meu pai e das minhas irmãs;

5.   Esteve com Clerine desde a entrada no Hospital até voltar para casa;

6.   Em breve a cura do zumbido no ouvidos e da hipertensão. Ele e Jesus.

7.   Irei viver mais de 90 anos, mais do que meu pai. Quando perto da passagem eu vou querer ir.

8.   Que não estava aborrecido.

9.   Eu sou um dos seus queridos devotos;

SOBRE O PARQUE:

1.   Gostou do lugar do parque, já conhecia o terreno doado pela devota Cida da Camoxinga;

2.   A estátua deve ser com a feição da capa do livro; batina branca, e sem chapéu, mãos orando aos céus ou abençoando os romeiros;

3.   Equipe de linha de frente: Marcello Fausto, Gilcélia e vereadora Fofa. Robson França não, muito disperso e com outras prioridades. Mas não descartasse;

4.   Iria encontrar facilidade com o projeto, ele iria ajudar. Eu estava certo, a estátua não deve ser maior do que a da sede  em Juazeiro; Respeito a sede;

5.   O prefeito depois se engajaria no empreendimento

6.   Ao fundar uma associação administrativa, eu ficasse como presidente honorário, ideias, opiniões, sem me estressar.

 

21.01.2026

Irmã Letícia Rezando o terço.

Chegou a irmã Letícia que fora diretora da Escola Sagrada Família, da qual fui professor. Recepcionei a ela que me disse:

·        Era uma visita.

·        Não tinha vida pelo canal do padre Cícero (ao responder minha pergunta).

·        Fez muitos elogios a mim como professor da sua Entidade escolar.

·        Elogiou muito o padre Cícero e disse que não o conhecia pessoalmente e iria tentar encontrar-se com ele que queria ser sua amiga.

·        E pediu para que eu continuasse minha devoção com ele.

 

 

25.01.2026

Norma.  Rezando o terço.

Norma chega novamente alegre dizendo que havia esquecido de dizer que a pessoa que quer fazer essa homenagem a mim é de iniciativa da ex-prefeita Renilde Bulhões, através da Câmara Municipal. A uma pergunta minha, ela disse que era por causa da consciência dela que estava refletindo com a idade sobre as oportunidades não dadas a mim, porque eu não era puxa-saco deles. Mas agora estava com a consciência doendo e queria compensar as injustiças, reconhecendo o meu valo para Santana, oficialmente. Assim redimiria pelo menos em parte suas maldades. Disse que até o dia 31, sábado, eu iria ficar sabendo. Despediu-se.

 Obs. Sua comunicação há um três dias atrás sobre esse assunto, registrei mais acho que esqueci de salvar.,

          

15.02.2026.

Padre Cícero

Fazendo caminhada, manhã. Senti a presença do padre Cícero que foi ficando forte e eu percebi que ele queria falar comigo.  Parei e me sentei para escutá-lo melhor.

Ele me disse que eu só saísse de casa durante o Carnaval se fosse para comprar algumas necessidades, por perto e voltasse para casa. Seia bom que a família também. Pediu para que o donativo que eu queria entregar numa casa perto, não entregasse agora no Carnaval. Deixasse para a Quarta-feira de Cinzas, pela manhã que ele também queria me acompanhar com o anjo-da-guarda. E elogiou um dos itens da minha promessa de vestir azul durante um mês e que eu estava cumprindo. E que Ivan logo estaria em Santana e eu fosse com ele até à pedra do padre Cícero e não esquecesse de dá a ele o livro do padre Cícero e reforçou que queria Ivan como seu devoto. Despediu-se e disse que estava tudo encaminhado. Não se preocupasse que Marcello iria entregar os livros restantes comigo.

 

03.03.2026

       Minha mãe Helena Braga

       Eu tomando banho. Cerca de 9 horas da manhã.

       Pedi para aguardar que eu trocasse de roupa para conversar no meu quarto.

       Helena, expressão normal que eu tanto conhecia. Vou resumir por itens, mas não pela ordem em que ouvi:

         Uma das maiores conversas que eu tive: mais de meia hora.

·        Ela disse que estava em estágio muito avançado, respondendo, a minha pergunta. Estava mais perto do topo de que para baixo, em um lugar chamado por apelido de Planeta Azul, mas que não era um planeta. (Eu já sabia).

·        Ainda respondendo a uma das minhas duas perguntas: Nunca tinha se encontrado com meu pai que estava em estágio muito inferior, mas numa boa colônia, onde estava rodeado de amigos e feliz, mas estudava sempre para evoluir. Todos os dias tinha notícias dele e em breve estaria indo lhe visitar e lhe dar um abraço.

·        OBS. Nesse momento Nosso Senhor apresentou-se ao fundo, sem se aproximar mais e como quem diz: “fui eu que a trouxe até você”.

·        Todos os meus netos brilharão em suas respectivas profissões, no Brasil e talvez além do Brasil.

·        Que Nosso Senhor vai, através de considerações a mim, melhorar muito o padrão de vida de Ângelo e Clerise e família.

·        Que não tivesse medo de nada que estava sob proteção 24 horas por dia junto a minha família. Graças a minha devoção ao Sagrado Coração de Jesus, ao Imaculado Coração de Maria e ao Divino Espírito Santo.

·        Que eu iria viver mais do que meu pai.

·        Muitas coisas maravilhosas ainda iriam acontecer na minha literatura.

·        O livro do padre Cícero iria ter repercussão nacional, pois eu estava fazendo um complemento do livro “O Patriarca do Juazeiro”, que mudou a minha vida, e que o meu livro mudará também a vida de muita gente, inclusive a de Rominho.

·        Que Rominho está cumprindo o seu Karma de vidas passadas. Expiação pelos seus erros. Mas, após isso, vai ficar normal, estudioso e trabalhador, também graças ao livro do Padre Cícero.

·        Não precisa mais rezar e pedir todos os dias pela cura espiritual, física e psicológica de Irene, Ela está curada. Estar agora vivendo uma espécie de convalescença, após os impactos sofridos. Que eu tivesse paciência e sabedoria, sem reclamar de nada, que ela estar se recuperando aos poucos e “tudo vai ser normalizado na vida de vocês. Melhor até como era antes. Era questões de dias.

·        Sobre Clerine e Sandro, tudo normal.

·        Sobre Erivaldo, Deixase-o em paz. Se ele não se redimir nesta vida, ira se redimir na outra. Que teve apenas meia razão no que fez. Foi fraco, mas teve muita fofoca que era atribuída aos pais e não era. Mas a pessoa das fofocas pagará por elas que foi muito mais culpada do que ele.

·        Elogiou as minhas devoções inclusive dizendo que eu era agora o patriarca da família e minhas devoções beneficiavam a todos.

·        Finalmente se despediu e disse que voltaria a conversar se assim precisasse.

OBS. 2. Eu a vi somente no início e no fim. Na conversa, apenas o som no perispírito.

 

09.03.2026

Adelson Isaac de Miranda

06hs manhã, fazendo caminhada

Sinto uma presença e um nome no ar. Adelson confirma sua presença. Eu o recebo da melhor maneira, paro a caminhada, me sento para ouvir e digo logo: “Sua energia está um poco densa”. Ele diz que de vez em quando tem saudade da Terra. Agradece pelo trabalho sobre ele, enviado para o Malta e pede que eu agradeça ao Malta. “O livro saiu muito bom, melhor sairia se eu pudesse ter dito muito mais coisas”. Pedi para lhe fazer uma pergunta e ele consentiu. Indaguei simplesmente onde ele estava residindo atualmente. Ele me respondeu: “Estou residindo em um lugar que fica além das colônias, apelidado pelos de lá de ESTÁGIO DO MUNDO, estudando com afinco para evoluir cada vez mais”. Então lhe fiz a segunda pergunta, só. Era se havia alguém de Santana por lá. Ele me respondeu “Sim, Nestor Noia e Edvaldo Aquino, os únicos que conheço e que moram relativamente perto. Se existem outros santanenses no lugar, não os conheço, mas pode ser que haja com maior distância de onde estou”. Disse que estava de partida, o tempo deles eram todos limitados e que se soubesse de alguma coisa boa que me interessasse, ele traria notícias. Agradeceu a forma como o recebi, todo o tempo me chamando de Clerí. E que eu ainda iria sentir o auge de momentos incríveis da minha literatura que vêm a caminho. E respondendo a mais uma pergunta, disse “que não viera pelo Canal de Padre Cícero, o que seria uma honra e sim com um grupo de amigos independentes e que cada qual estava em suas visitas.

 

                       

21. 03.2026.

Norma e Juriti. 9 horas da manhã.

Tomando banho, após o terço a Nossa Senhora e caminhada.

Norma chegou para falar comigo, eu pedi que ela deixasse eu me enxugar, trocar de roupa e me sentar no sofá para ouvi-la. Assim procedi.

Ela me disse que:

·        Eu iria ser homenageado pela prefeitura na Câmara de Vereadores. Pedia desculpas por ter errado quando disse da vez anterior que seria naquela semana. Estava apenas confirmando a homenagem, mas não se arriscaria a dizer de certeza quando, poderia se atrapalhar de novo com o tempo e não queria ser chamada de mentirosa.

·        Que a grande notícia era que Helena, finalmente recebeu autorização para falar com Manezinho. Manezinho foi avisado sobre a visita que nunca acontecera e preparou na Colônia uma recepção a Helena com amigos e amigas. Foi muito emocionante o reencontro do Casal, muitos beijos, abraços, aplausos e choro de ambos os lados, naquele amor profundo e eterno entre os dois. (meu pai, minha mãe). Disse que teve tantos detalhes bonitos no encontro que ela apenas estava resumindo. Disse que no final do encontro, Deus havia permitido que a própria Helena desse a notícia ao marido que ele estaria sendo transferido para outro lugar melhor e acima da colônia, onde ele vivia muito bem. Indaguei o lugar para onde ele iria e ela me disse que era chamado “Estágio 1”. Evolução.

·         Então, antes de ir embora indaguei que me desse notícia da Rutinha. Ela me disse que estava quase curada dos seus problemas da terra, pois passara pela mesma hospitalização de Neide, que estava completamente normal e evoluindo. Perto de receber alta.

 

Nisso, vi um cangaceiro como traçado a lápis. Indaguei a ela se havia algum cangaceiro perto que queria falar comigo. Ela disse que sim. Quando ela se afastasse ele iria falar comigo. Ela não, mas o cangaceiro viera pelo Canal do Padre Cícero e estava escoltado pela equipe do padre. Norma saiu e ele entrou:

·        Indaguei logo com quem estava falando e ele me respondeu: “Com Juriti”. Eu disse: Aquele Juriti que veio antes? Ele respondeu: “Sim, o mesmo Juriti”. Eu disse: “mas agora o senhor está bem-educado, porque da primeira vez foi muito grosseiro.

·        Ele disse, então, “trago dois recados para o senhor, um de Maria Bonita e outro do padre Maciel”:

·        Maria Bonita manda dizer ao senhor que o livro sobre ela em parceria com seu irmão Ivan, vai causar muito sucesso no Nordeste. E que o senhor não se preocupasse com o escritor falsário que ela falou da última vez. Ele nada vai dizer contra o senhor. Pelo contrário, vai ficar de boca aberta diante do livro clássico do senhor e até poderá lhe dá os parabéns. E que o senhor não se preocupasse com o tempo que só agora vai publicar o livro. E que aqui o tempo é infinito, não se preocupasse que ela estava sabendo de tudo, de falta de dinheiro, de patrocínio, tudo. Estava às ordens do senhor.

·        Quanto ao padre Frederico Maciel, ele mandou dizer poucas palavras: Que todos aqui gostam e torcem pelo senhor e que ele mesmo já se tornou seu fã. Eu respondi: é muita honra, é muita honra. Ele se despediu e foi embora e eu vi se fechar um portão branco uma e cancela tipo sertaneja.

 

 

24.03.2026.

Marina. Auxiliar de cozinha da minha mãe.

17 horas. Rezando o terço.

Vejo as feições forte de Marina. Indago se é ela mesma e se quer falar comigo. Ela confirma e eu a sinto muito nervosa. Ele diz que viera através da equipe do Canal do padre Cícero e que fora uma oportunidade de me agradecer pelas orações diárias realizadas por mim incluindo o nome dela. Recorda o trabalho lá em casa e diz que passou por lugar horroroso, mas que agora está bem e estudando para evoluir, ao modo dela. Diz que Zé, o seu amásio, está na mesma colônia, distante, não sendo permitido vê-lo ainda. Diz que minhas orações pela alma dela fazem muito bem tanto a ela quanto a mim próprio. Eu a agradeço por ela ter ajudado tanto a minha mãe na cozinha. Ela me pede desculpas por não ter permitido realizar meus desejos sexuais. Você era muito novo e eu iria me sentir culpada. Pediu para eu continuar orando por ela e se despediu dizendo que se precisasse, voltaria. Mas, antes tinha dito que estava nervosa mesmo, devido o longo tempo em que nós não nos víamos. Disse, antes também que nosso senhor não gosta de ninguém amigado. Sempre me chamando de Clero.

 

26.03.2026.

Padre Cícero.

 Preparava-me para dormir, quando surge a imagem do padre Cícero, batina e chapéu pretos e cajado. Nada diz. Depois se afasta e eu seu lugar surge o desenho a lápis de um peru. Ora, cabia a mim interpretar:

Eu havia feito alguns pedidos ao meu santo padre. Ele se apresentou sem nada falar, mas saiu e me mostrou o símbolo do peru. Nas minhas cartinhas  de Romanceia, entre os outros animais, o peru representa, que algo está rondando e logo vai chegar. E como eu fizera a ele vários pedidos, ele me avisava através de um dos símbolos das cartinhas que um dos meus pedidos já estava rondando e logo, logo iria se materializar. Agradeci e estou aguardando.

 

 

05.04.2026

Padre Cícero

17 horas, após o terço. Eu estava  sentindo certo vazio, sentado na cadeira de balanço no quarto. Chegou o padre Cícero, só o busto e cor clara, sem chapéu.

— Está triste por quê?

Respondi:

— É meu amiguinho e compadre, estou sentindo um certo vazio...

— Tenho notícia boa para você.

– Estou mesmo precisando de notícia boa. Pode falar, meu compadre.

Ele me disse que havia sido chamado por Nossa Senhora e ela lhe dissera que dissesse a mim que

a.   Eu não precisava mais pedir a ela a venda dos meus romances encaixotados como já tinha pedido várias vezes.

b.   Que o padre Cícero não precisava ajudar a ela nessa missão.

c.   Ela já preparara tudo para a venda dos meus romances e muito mais do que esperava. A venda dos meus livros teria algo extra e inacreditável para mim. E que eu iria ser protagonista literário no Brasil inteiro. Apenas, tivesse paciência e fé. Pois tudo tem o dia, só faltava aguardá-lo.

Ora, eu havia pedido ao padre Cícero, muito antes, que  ele, junto a Nossa Senhora  do Desterro, mandassem um comprador para os meus livros todos de uma vez.

 Padre Cícero havia aparecido dias depois dizendo que estava aguardando o chamamento de Nossa Senhora. Compreendi a questão de hierarquia. Pois agora ele viera me comunicar o andamento do meu pedido. E me disse:  “É um verdadeiro “banquete que Nossa Senhora preparou para você”. Depois complementou: “banquete literário”.

Agradeci por tudo e que para mim era muita honra, muita honra, muita honra. O recado da Mãe de Deus estava dado. Mas, antes dele sair indaguei se podia fazer um pergunta  mesmo sendo de outro assunto. Ele consentiu e eu perguntei sobre a construção do Jardim  Santo. Ele respondeu que  tudo iria dá certo. É que Marcello, estava passando por  problema de muito estresse e Giilcélia estava com problema de doença em casa. Quando essas coisas passassem eles voltariam a tomar a frente do projeto. Isso respondendo a duas perguntas minhas. E depois se despediu dizendo que estava sempre por perto se precisasse ,o chamasse nas minhas orações.

 

 

18.04.2026

Norma. Rezando o terço às 17 hora

 Norma me apareceu forte, séria, apenas. Fazendo a verificação de praxe, Recepcionei e disse que poderia falar que estava escutando. Parei com o terço.

Ela me disse que estava pedindo desculpas mais uma vez, por ter errado pela segunda vez. A homenagem que ela disse que eu teria na Câmara de Vereadores, havia um erro, um mal-entendido, pois o homenageado seria a minha mãe e não eu.

      Que no lugar onde ela se encontra, também existem erros, menos de que na Terra, mas existe. E que achava que o culpado da falha teria sido ela mesma que confiara em fonte de informação e não procurara verificar com rigor, para comunicar. Fora levado apenas pela euforia de me passar uma excelente notícias. Disse que eu podia registrar a minha desculpa para depois não passar mais uma vez por mentirosa.

Pedi a ela que se a minha mãe não estivesse sabendo, ela mandasse dizer que agora a rua de escola que tinha o seu nome, virou “Avenida Prof. Helena Braga das Chagas, no lugar de Avenida Castelo Branco.

E sem nada mais a dizer, norma prometeu que qualquer novidade boa para mim ela votaria a me dizer com muito mais segurança.

 

20.04.2026.

          Padre Cícero

         2 horas da madrugada. Sem conseguir dormir. Veio-me a imagem do padre Cícero, muito forte, sem chapéu no espaço. Entretanto, tive a sensação de que ele estava sentado na minha cadeira de balanço do meu quarto. Baixei o som do meu celular, o saudei e pedi para falar.

 O padre Cicero disse:

·        Que ele já comunicara ao padre Frederico Maciel  - como eu havia lhe pedido antes – que  dissesse que o livro de Maria Bonita, finalmente estava na gráfica e em breve eu o estaria recebendo para lançamento.

Indaguei, então qual fora sua resposta. Ele me disse:

·        Não fique vaidoso e continue na sua mesma simplicidade. E o Maciel dissera que não se preocupasse com o tempo que o livro havia demorado para chegar à gráfica. Que o tempo de lá era diferente. Que o meu livro iria alcançar retumbante sucesso no Nordeste e no Brasil. Era como eu dizia, um clássico e não um livro qualquer. E que ele iria alcançar tanto êxito que até o cinema iria comprar meu direitos autorais e eu iria ganhar dinheiro ,mesmo sabendo que dinheiro nunca fora o meu objetivo.

·        E que onde eu lançasse o livro, estaria presente com Maria.

·        E em breve falaria comigo. 05.05.2026.

·        Antônio Figueredo.

·        Entre 8 e 9 horas da manhã.

·         Surgiu Antônio Figueredo, Mais presença de que nitidez. Energia muito leve.

·        Indaguei se  era ele mesmo

·        Sou eu mesmo. Há quanto tempo conversamos! Estou ainda muito ligado à terra por causa da política. Estou vivendo em uma colônia acima de Santana, como você perguntou. Não é ruim. Eu poderia estar em pior situação, pois errei muito na política, embora nunca tivesse sido eleito. Mas, as minha virtudes individuais não me deixaram ficar pior. Porém, essa ligação forte com a terra, não me deixa evoluir. Vou estudar mais e tentar me desligar  Os Bulhões estão prestes a pagar tudo na Justiça e não tem quem os salve. Vão cair, definitivamente, Nas próximas eleições Santana  vai ter um novo prefeito .Não cem por cento, mas bom administrador. Respondendo a sua pergunta, vim sim, pelo canal do padre Cicero, graças a consideração que ele tem a você.

·             Trocamos mais algumas palavras e ele se despediu  falando   que o tempo estava esgotado, prometendo voltar se tivesse algo interessante para comunicar.

 

05.05.2026.

Antônio Figueredo.

Entre 8 e 9 horas da manhã.

 Surgiu Antônio Figueredo, Mais presença de que nitidez. Energia muito leve.

Indaguei se  era ele mesmo

Sou eu mesmo. Há quanto tempo conversamos! Estou ainda muito ligado à terra por causa da política. Estou vivendo em uma colônia acima de Santana, como você perguntou. Não é ruim. Eu poderia estar em pior situação, pois errei muito na política, embora nunca tivesse sido eleito. Mas, as minha virtudes individuais não me deixaram ficar pior. Porém, essa ligação forte com a terra, não me deixa evoluir. Vou estudar mais e tentar me desligar  Os Bulhões estão prestes a pagar tudo na Justiça e não tem quem os salve. Vão cair, definitivamente, Nas próximas eleições Santana  vai ter um novo prefeito .Não cem por cento, mas bom administrador. Respondendo a sua pergunta, vim sim, pelo canal do padre Cicero, graças a consideração que ele tem a você.

     Trocamos mais algumas palavras e ele se despediu  falando   que o tempo estava esgotado, prometendo voltar se tivesse algo interessante para comunicar.

 

 

07.05.2026

Antônio Figueredo.

Rezando o terço. Noite.        

     Sinto alguém chegando e indago:

“ é você, Tonho?”

“ Sou eu de novo. Olhe Clerisvaldo, vim pelo Canal do padre Cícero. Dessa vez para lhe fazer um pedido. Quero que, se possível, você peça ao padre Cícero, para me proteger, assim como protege sua família, Você o chama de “Compadre” e de “meu amiguinho. Você pode pedir a ele que também me proteja e me ajude a indicar meus caminhos porque eu não consigo me desvencilhar da política da Terra. Quero essa ajuda para isso. E confio que a sua amizade com ele, padre Cícero poderia me incluir nos seus protegidos. É certo que nunca tive essa devoções e nem fui muito de igrejas, mas...

“Bem, Tonho,  fique certo de que isso eu pedirei ao padre Cícero, daqui a pouco, quando for fazer as orações de dormir. Porém, veja, eu posso fazer o pedido, mas a decisão da resposta é dele, somente dele.

Eu lhe agradeço. O homem do suspensório está rindo.

O homem do suspensório é meu  amigo, é  ele que abre e fecha com sua equipe, o canal de padre Cícero.  Diga que eu estou lhe mandando um abraço. Agora, só peço a você que, se o padre Cícero o resolver  ajudar, me dê notícias depois, se melhorou para você.

Mais algumas palavras e Tchau!.

 

 

08.05.2026.

Mamãe e Norma.

4 Hs. Rezando o terço.

Minha mão surge e diz que antecipou sua visita do Dia  das Mães. Pergunta como estou e repete,  como a última vez, que eu não tenha medo de nada que estou cercado de proteção. E quo a rua que ganhará o seu nome, onde tem a escola que tinha o seu nome e hoje é Escola, com o nome da colega Durvalina.,  ainda é mais honroso do que a na escola, embora não tenha essa vaidade. Mandou um abraço para os irmãos encarnados, Jeane, Antônia, Rui e Ivan e disse que  ainda iria passar para falar com os filhos desencarnados Neide, Rutinha e José Almir. Que já havia visitado meu pai, Manezinho, com uma festa que ele organizou com os amigos para ela. Reforçou pedido de humildade e fé.  Despediu-se. Surgiu Norma que havia vindo com ela como companhia e eu não tinha notado. Conversamos tolices. Dessa vez Norma disse que  Helena havia subido mais um grau e ela ainda não pudera evoluir com ela. Despediu-se.

 

20.8.2026.

Manezinho (meu pai).

Cerca  de 19 horas, tomando café.

Surge a imagem forte de meu pai. Logo surge a imagem distorcida de Norma. Deduzi que meu pai veio falar comigo trazido por Norma que é quem sempre vem. Disse que viera para me ver, trazido por Norma. Entre perguntas e respostas, me disse que: 

·        Ainda continuava na Colônia e que era ótima e ainda não fora promovido.

·        Ainda não tinha visto o irmão Antônio José.

·        Que ainda não tinha visto nenhum dos filhos desencarnados e que tudo tem seu tempo.

·        Que parabenizava as minhas condições de escritor famoso.

Fiz ciente a ele que foi graças a ele e minha mãe, que me botaram para estudar e gastaram comigo. Lembrei das contas que ele me ensinava a fazer.

E por fim me disse que

·        Eu não me preocupasse com Erivaldo, porque tudo seria resolvido a contento ou aqui ou lá.

Despediu-se. Norma nada disse.

 

18.09.2026.

Hernande Brandão  - 5.30. manhã.

Eu nem havia levantado ainda quando surgiu meu ex-professor e ex-colega de magistério Hernande Brandão.

Nós nos cumprimentamos e ele indagou se eu poderia fazer um favor para ele e que se eu não pudesse não tinha problema algum. Respondi que se fosse do meu alcance, sim.  Então ele me pediu que eu acendesse uma vela branca, para  a sua esposa Mary. Oferecesse  pela alma dela ao Divino Espírito Santo e a Nossa Senhora do Desterro. Eu, então, indaguei se era uma vela só ou duas, uma para cada  entidade. Ele confirmou a correção: duas velas.  Prometi.

Indaguei se dava notícias de Silvio Bulhões. Ele me disse que fora um dos selecionados para recepcioná-lo, na sua chegada à Colônia após sua passagem. E que ele estava bem e em outro lugar distante do seu.

Ao se despedir, mandei um abraço para o homem do suspensório chefe da equipe do padre Cícero que abre e fecha o canal de comunicação, e outro abraço para o padre Cícero. Ele disse que era fácil que ambos estavam por ali. E então, a despedida final com um “até outra oportunidade”.

 

23.09.2026.

Bento Félix

9.30 manhã. Fazendo caminhada.

Surgiu Bento Félix.

Sou eu mesmo, Quelo. Não se preocupe comigo. Após a morte, os que me receberam me encaminharam para tratamento relativo ao corpo na terra e a mente. Estou muito bem e evoluindo. Evoluí cerca de quatro ou cinco vezes, desde o início por aqui. Parabéns pelo êxito do seu livro Couro e Sola nas escolas e em Santana do Ipanema. Obrigado pela homenagem a família Félix. Caso eu receba consentimento de meus superiores, para o lançamento, estarei lá na igrejinha de Zé Rosa. e tentarei levar outros Félix. Até outro oportunidade.