SOBRE MIM

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.
SANTANA: REINO DO COURO E DA SOLA Clerisvaldo B. Chagas 5 de fevereiro de 2026 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3356 ...
SANTANA:
REINO DO COURO E DA SOLA
Clerisvaldo
B. Chagas 5 de fevereiro de 2026
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica:
3356
Apresentação.
Às vezes, o cerne da história, não existe. É um “vento levou” esquecido por
tudo e por todos. As gerações futuras ficam sem o conhecimento das suas origens,
equilibrando uma taça no ar, sem plataforma para a colocar. Também acontece
surgir a espinha dorsal dos acontecimentos nos registros oficiais, porém, não
poucas vezes ficam fora períodos relevantes com fatos históricos de
reconhecidos valores e que não são colocados dentro dos caçuás do anais
históricos. Entre esses galhos esquecidos e robustos da história, em Santana do
Ipanema, Alagoas, estão a IGREJINHA DAS TOCAIAS, OS CANOEIROS DO IPANEMA e,
agora SANTANA: REINO DO COURO E DA SOLA. Situações em que nunca tiveram escrito
uma linha sequer e foram resgatadas por nós.
SANTANA,
REINO DO COURO E DA SOLA, é um documentário sobre relevantes curtumes
santanenses que fizeram florescer a alegre e maravilhosa atividade fabril
calçadeira na cidade, movimentar um rede urbana e rural dos artesãos do couro e
abastecer a extensa teia de sapateiros autônomos da Rainha do Sertão. Os
detalhes dessas movimentações profissionais que fizeram brilhar a Economia de
terra, têm rostos, tem nomes e ainda mais filhotes e mais filhotes do tronco e
dos galhos que fazem parte do resgate para essa e futuras gerações, nas
escolas, nas praças... No trabalho. Vamos, então, assistir ao filme do tempo e
percorrer no papel o desenrolar da vida nessa carruagem alentadora das letras.
Saber
sobre a terra em que nasceu é um direito e um dever de qualquer cidadão do
mundo. O reconhecimento do âmago aos
proprietários de curtumes proprietários dos curtumes, aos donos de fabriquetas
de calçados, aos sapateiros e artesãos da época, também pode formar uma rede de
profundo respeito e reconhecimento às almas dos progressistas geradores de
emprego, renda, galope dos “mil reis” crescentes que deram “status” e dignidade
a Ribeira do Panema, até o terceiro quartel do século XX.
Como
escritor, pesquisador e contemporâneo de parte dos períodos relatados, derramo
um poco de orgulho de episódios relevantes de burros cargueiros e de seus donos
fantásticos que alavancaram a produção sertaneja sob os sinos da Matriz da
generosa esposa de São Joaquim.
Extraído do livro:
CHAGAS, Clerisvaldo B. SANTANA: REINO DO COURO E DA SOLA. CBA, 2024,
Maceió.

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.