domingo, 4 de dezembro de 2016

VIVA ALAGOAS!

VIVA ALAGOAS!
Clerisvaldo B. Chagas, 5 de dezembro de 2016
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica 1.602
PENEDO. Ilustração (associadosdoturismo,com).
Estão de parabéns os idealistas que se movimentaram para o retorno do Festival de Cinema de Penedo. Aliás, Penedo foi o primeiro núcleo fundado em Alagoas e grande mentor do povoamento no Baixo São Francisco e em todo o Sertão alagoano. Merece muito respeito e consideração àquele que ainda hoje é o líder ribeirinho desde Piranhas à foz do Velho Chico. Terra de intelectuais, Penedo é de uma limpeza urbana que não se encontra igual dentro do estado. Além disso, soube preservar seus monumentos históricos e ampliar sua história, mesmo entrando numa fase difícil após a ponte de Porto Real de Colégio. Caindo seus movimentos comerciais das balsas que faziam o trabalho das pontes, Penedo perseverou apostando ainda no turismo cultural e de lazer que bem sabe proporcionar.
Retornando com seu festival de cinema que atrai o Brasil inteiro e o projeta no mundo, o município conta com mais essa significativa vitória. É bom ainda frisar o momento em que Alagoas está vivenciando em relação ao Turismo, sendo o primeiro destino
para o Nordeste e um dos primeiros do País, dizem artigos de jornais.  Além disso, foi noticiado também que Penedo vai ganhar a ponte Penedo – Propriá, tão sonhada durante décadas.
Apesar da invasão do mar que empurra as águas do São Francisco, já sem forças, não faltam atrações para quem procura pesquisar e fazer turismo. Lazer, Igrejas, conventos, passeio e banhos no rio, visitas à foz do Velho Chico, dunas e lagoas, culinária regional e outras atrações na cidade e municípios circunvizinhos, coroam os achados de quem procura.
É preciso de uma vez por todas rasgar a venda que impede dirigentes de ultrapassarem o umbigo. Afirmamos outras vezes: boas administrações seguidas poderão fazer novamente de Alagoas o “Filé do Nordeste”. Potencial tem.  




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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

ANIVERSÁRIO - ENTRANDO NO CLUBE

ANIVERSÁRIO - ENTRANDO NO CLUBE
Clerisvaldo B. Chagas, 2 de dezembro de 2016
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica 1.601

     Graças ao proprietário do Site SantanaOxente, onde começamos a nossa trajetória de crônicas pela Internet, chegamos ao trabalho 1.601. Foi uma dura jornada comentando todas as áreas do Saber, iniciadas com o convite do Waltinho. O site noticioso SantanaOxente, de Santana do Ipanema, continua sendo fiel e publicando nossas crônicas no compartimento BLOGS, embora precise clicar em cima do indicativo várias vezes, mas todos os escritos aparecem.
     A primeira crônica, após as 1.600 publicadas, coincide com o dia 2 de dezembro que marca a nossa entrada no clube dos SETENTÕES. E por ter tido as graças de Deus de ingressar no clube, chega à lembrança anedota já publicada. Não nos custa repeti-la para reflexão septuagenária:
     Um sujeito empertigado vestido de branco com chapéu de explorador, alugou uma canoa para atravessar um rio largo, profundo e perigoso. No momento estava tudo tranquilo e o veículo deslizava com suavidade sob as remadas do canoeiro, pobre, simples e trabalhador. O homem de branco, estampando empáfia, indagou ao profissional do remo: "O amigo sabe falar inglês?". O canoeiro respondeu: "Não, senhor". O explorador disse: "Ah! Não sabe! Perdeu 1/5 da sua vida. Mas francês o amigo fala..." Novamente o pobre homem respondeu negativamente: "Não senhor, não sei falar francês". O pernóstico desdenhou: "Nesse caso, perdeu 2/5 da sua vida. Mas tenho certeza que o cidadão pelo menos fala corretamente o espanhol". Quase sem paciência o homem simples afirmou pela terceira vez: "Não senhor, não sei falar estrangeiro". O homem de branco, então, colocou as mãos nos quadris e disse; "Bem, dessa maneira o amigo já perdeu 3/5 da sua vida". A canoa estava no meio do rio, quando de repente um vento súbito e forte fez rodopiar o frágil veículo. Como o vento insistia, o canoeiro indagou ao passageiro apavorado: "O senhor sabe nadar?" E diante da resposta negativa, o vento aumentou o rugido separando canoeiro, canoa e explorador. O canoeiro não viu mais nada e desceu nadando na correnteza. Ao chegar à margem, perscrutou e mais uma vez nada pode identificar nas águas agitadas. Nesse momento exclamou: “Coitado, perdeu a vida toda!”.
Diante de tantos percalços, coisas inéditas, sujas ou dificultosas da vida, lembram-me que foram importantes as orientações dos meus pais, da minha religião cristã e das primeiras escolas frequentadas.  
Entro no CLUBE DOS SETENTA sem "inglês", "francês" ou "espanhol", mas entrego a SENHA correta ao porteiro: EU APRENDI A “NADAR”.
     



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