SOBRE MIM

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.
INVESTIR EM SANTANA (Clerisvaldo B. Chagas. 7.10.2009) Santana do Ipanema , cidade sertaneja e comercial está situada na boca do Se...
INVESTIR EM SANTANA
(Clerisvaldo B. Chagas. 7.10.2009)
Santana do Ipanema, cidade sertaneja e comercial está situada na boca do Sertão alagoano. Possuindo quase 50 mil habitantes, é o polo do médio Sertão, congregando em torno de si, municípios desmembrados do seu antigo território e outros mais. Santana recebe diariamente inúmeras pessoas dos municípios vizinhos, através de uma rede de transportes viva e dinâmica. Esses passageiros desembarcam no comércio todos os dias, vindos de Ouro Branco, Maravilha, Poço das Trincheiras, Dois Riachos, Olivença, Carneiros, Senador Rui Palmeira e Olho d’Água das Flores. Existem também transportes diários de Piranhas, São José da Tapera, Canapi e Mata Grande. Chamada ainda de Rainha do Sertão, Santana do Ipanema sempre foi uma cidade comercial por excelência, desde os tempos de povoado e vila. O seu progresso foi interrompido quando da construção da rodovia para atendimento à hidrelétrica de Xingó, em desvio de tráfego pela BR-316, que ficou abandonada. Atualmente a cidade é o centro de aproximadamente 300 mil consumidores, tendo retomado o desenvolvimento através do comércio e das prestações de serviços. Santana começa a ser redescoberta por firmas importantes, principalmente no ramo de eletrodomésticos. Seu trânsito diário quase não cabe mais tantos automóveis, caminhões-baús, camionetas, vans e motos. Entre seus principais serviços, estão os três bancos oficiais, Correios, escolas, hospital e inúmeros outros serviços. Previsto ainda para a cidade, o funcionamento de novo e grande hospital e um polo da Universidade Federal de Alagoas. Recentemente foi anunciado mais um supermercado de importante rede consolidada em Alagoas.
Caros empresários invistam em Santana do Ipanema que ainda possui espaço amplo para a construção civil, apartamentos, casas, condomínios fechados; fábricas de doces e salgados, shopping, clínicas médicas, restaurantes, hospedarias e tantos outros ramos de negócios. As indústrias da terra ainda são poucas, com destaques para a farinha de milho, colchas, padarias, beneficiamento do algodão e o pré-moldado. Não pense em Santana como cidade, mas sim, como o centro de tantos municípios citados. Além disso, Santana do Ipanema é servida pela BR-316 e pela AL-220 — que estão em boas condições — ainda com energia elétrica garantida e água encanada do rio São Francisco. O Canal do Sertão está em andamento passando nas imediações do trajeto Delmiro Gouveia—Arapiraca. Investir em Santana no momento é crescer juntos nesse novo despertar da Rainha do Sertão. É certo que a cidade ainda não possui um marketing agressivo sobre o assunto acima. Entretanto o investidor esperto saberá que à hora é agora para se instalar nessa região tão promissora. Santana do Ipanema não fica tão longe de outras cidades importantes como Palmeira dos Índios, Arapiraca e Paulo Afonso. Querendo contato com Garanhuns, a ”Suíça Brasileira”, tem ainda duas saídas importantes pela BR-316, uma por Palmeira dos índios e outra pelo entroncamento Carié, um dos mais importantes do Nordeste. Vale à pena INVESTIR EM SANTANA.
A RÉ PARA TRÁS DE ATAÍDE FUMEIRO (Clerisvaldo B. Chagas. 6.10.2009) Para Creusa de Ataíde e Renalvo Lira Distribuídos pelas cidades brasile...
O DESENROLAR DAS OLIMPÍADAS (Clerisvaldo B. Chagas. 5.10.2009) Para alguns pesquisadores, os gregos teriam iniciadas essas comemor...
O DESENROLAR DAS OLIMPÍADAS
(Clerisvaldo B. Chagas. 5.10.2009)
Para alguns pesquisadores, os gregos teriam iniciadas essas comemorações há 2.500 anos a.C., em homenagem a Zeus. Outros falam que a Grécia teria criado esses jogos no ano 776 a.C., como celebração e atributos aos deuses, cuja cidade-estado teria sido em Olímpia. De qualquer maneira, todos acreditam que os jogos olímpicos vieram da Grécia e que teriam até sido proibidos em determinada época (393) pelo imperador Teodósio, convertido, ao considerar as atividades como pagãs. Histórico à parte, o que se pensa atualmente em um país como o Brasil, é no significado teórico e prático dessas realizações em território nacional. O Rio de Janeiro, como sempre, ex-capital do Brasil e com uma das dez maravilhas do mundo moderno, naturalmente levaria quase todos os louros das vitórias. Não se pode negar a total capacidade do território carioca por seu passado e pela capacidade do presente. De qualquer maneira, Rio e São Paulo são as cabeças que movem o corpo brasileiro. No caso, então, o importante é que o evento de 2016 acontecerá em nosso país. Para o Rio de Janeiro, falando em obras físicas, será um passo largo e invejável para chegar à estrutura as grandes capitais do mundo desenvolvido. Sem contas serão os benefícios das áreas de segurança, transporte, hotelaria, comunicação, turismo, comércio e mesmo da indústria. Lógico que nada será melhor para o Brasil de que ser o alvo positivo do mundo com dois eventos importantes, os maiores, seguidamente: a copa e as olimpíadas. Além de toda estrutura física que ficará para depois desses eventos, também nada pagará o incentivo aos atletas brasileiros em todas as modalidades irradiadas da sede para as mais pequeninas cidades dos confins desse país.
Entramos na história do esporte amador tardiamente. Enquanto em certo tempo apenas nos preocupávamos com futebol masculino e profissional, países outros aplicavam maciçamente no esporte amador assim como a Alemanha, Cuba, Estados Unidos e os do leste europeu. As nossas escolas ficaram muito tempo vazias de esporte (e até mesmo de merenda). Houve década (1960), em que ainda existiu um arremedo de vôlei, de futebol de salão e tênis de mesa. Depois tudo desapareceu novamente. Ainda bem que o Brasil vem tentando, desigualmente, recuperar tantas décadas perdidas. Inúmeras escolas nesse país nem tem quadra, nem tem espaço, nem merenda e muito menos algum tipo de incentivo. Perguntamos a um professor de Educação Física, por que ele não praticava basquete com seus alunos. A resposta foi por causa da fome. Nesse caso, disse ele, era melhor trabalhar no comum, isto é, no handebol mesmo.
Estávamos pertinho de finalizar esta crônica quando saiu o resultado das próximas olimpíadas. Foi de fato emocionante. O momento do presidente Lula ao defender o evento para o Brasil foi simplesmente divino. As representações brasileiras de políticos, técnicos e atletas, mostraram um espetáculo belíssimo de união e patriotismo que ficará para a posteridade. As palavras do presidente após a escolha foram as palavras que teriam sido as nossas. Por tudo que sempre viemos dizendo aqui, do grande momento de uma nova era, de uma nação que ocupa definitivamente seu espaço no cenário mundial, de uma potência que emerge e procura seu assento merecido no meio dos grandes. Agora, relaxados pela vitória e movidos pelo trabalho, aguardemos O DESENROLAR DAS OLIMPÍADAS.

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.