sexta-feira, 26 de outubro de 2012

ORAÇÃO À N. S. DESATADORA DOS NÓS



ORAÇÃO À NOSSA SENHORA DESATADORA DOS NÓS

Virgem Maria, Mãe do belo amor, Mãe que jamais deixa de vir em socorro a um filho aflito, Mãe cujas mãos não para nunca de servir seus amados filhos, pois são movidas pelo amor divino e a imensa misericórdia que existem em teu coração, volta o teu olhar compassivo sobre mim e vê o emaranhado de nós que há em minha vida. Tu bem conheces o meu desespero, a minha dor e o quanto estou amarrado por causa destes Nós. Maria, Mãe que Deus encarregou de Desatar os Nós da vida dos seus filhos, confio hoje a fita da minha vida em tuas mãos. Ninguém, nem mesmo o maligno poderá tirá-la do teu precioso amparo. Em tuas mãos não há Nó que não poderá ser desfeito. Mãe poderosa, por tua graça e teu poder intercessor junto a Teu Filho e Meu Libertador, Jesus, recebe hoje em tuas mãos este Nó... (Faça sei pedido).
Peço desatá-lo para a glória de Deus, e por todo o sempre. Vós sois a minha esperança. Ó Senhora minha, sois a minha única consolação dada por Deus, a fortaleza das minhas débeis forças, a riqueza das minhas misérias, a liberdade, com Cristo, das minhas cadeias. Ouve minha súplica. Guarda-me, guia-me, protege-me, ó seguro refúgio! “Maria, Desatadora dos Nós, roga por mim. Maria, nossa Mãe, desata os nós que impedem de unirmos a Deus”.
·        Ao alcançar a graça, divulgue esta poderosa oração como puder.

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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

SUSPIRO POR TI



SUSPIRO POR TI
Clerisvaldo B. Chagas, 26 de outubro de 2012.
Crônica Nº 894 (Poesia)

No espaço gigantesco
Passa o teu nome e volta
Os anjos fazem escolta
Ao seu andar novelesco
Nos salões ou no ar fresco
Na brisa gelada ou quente
A lembrança impertinente
Quer comigo afinidade
Vejo o rosto da saudade
Suspiro por ti, somente

No horizonte azulado
Os sonhos surgem na tela
Porque o passado vela
Dentro do emaranhado
Um galho verde, um trinado
Vêm da flora para a mente
No toque de amor ausente
Cresce a sensibilidade
Vejo o rosto da saudade
Suspiro por ti, somente

Beijos e beijos guardados
Ternura pedindo amor
Jardim querendo mais flor
Paixões nos tempos tramados
Lábios trêmulos beijados
Volúpia e ação ardente
Força viva diferente
Que se agita em majestade
Vejo o rosto da saudade
Suspiro por ti somente

Vivendo nas selvas brutas
Nos desertos desumanos
Nos terrenos suburbanos
Nos serrotes e nas grutas
Dentro da paz e nas lutas
Vem teu nome de repente
Nada morre indiferente
Nem fica pela metade
Vejo o rosto da saudade
Suspiro por ti, somente.

FIM. (Permitida reprodução com nome do autor, identificação numerada, data e blog: clerisvaldobchagas.blogspot.com).

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