terça-feira, 5 de março de 2013

OS NOVOS CAMINHOS DA VENEZUELA



OS NOVOS CAMINHOS DA VENEZUELA
Clerisvaldo B. Chagas, 6 de março de 2013.
Crônica Nº 976

Como disse o próprio Chávez: agora fedeu a enxofre. Carente de liderança séria e rumo seguro, parte dos venezuelanos, via nas palavras de Hugo, uma esperança dentro daquele país, tanto para melhor qualidade de vida quanto para destaque mundial. Todos querem se orgulhar do país em que nasceu. Com alguns seguidores como os presidentes da Bolívia e de Peru, Chávez tentou aparecer como grande liderança da América do Sul, escanchado numa tal revolução bolivariana, como fã dos aventureiros do passado. Nesse momento em que o homem desencarnou, muitos querem fazer a média para uma boa relação com o país estratégico do Caribe. Todos sabem que ele era um homem complicado politicamente, mas a diplomacia para agradar os atuais dirigentes vai falando mais alto entre representantes vizinhos ou não. O homem que anunciou querer governar até 1930, com certeza pensou que era imortal. E é no planeta todo que multidão de Hugos, pensa da mesma maneira. Quando a ideia fixa é pelo poder perpétuo, ou pensam que não existe Deus ou trazem o Deus corrupto deles para o trono grande ou tronozinhos da terra. Assim ocorre com o avaro ou com o milionário ateu.
Uma verdadeira incógnita toma conta da Venezuela dividida, mas também cobre completamente a vizinhança. Todos querem adivinhar o que o senhor Maduro vai fazer. Os relacionamentos políticos, os investimentos, a instabilidade daquele país, mandam que os vizinhos passem a mão na cabeça do morto para agradarem o ego dos que estão no poder na Venezuela, pelo menos no momento. A ocasião é mesmo propícia para estreitamento de laços internacionais. Como manter a estabilidade política na América do Sul e no Caribe, a partir de agora? É a vez sim, das cartas da Venezuela. Quantos não dariam tudo para desvendar os pensamentos do atual mandatário do norte? E a mensagem de Dilma Rousseff, dizendo que homem era muito amigo do Brasil?! Vamos aguardar o tempo do luto para colhermos as primeiras medidas que virão de cima. Maduro pode surpreender como nova liderança regional ou ficar apenas no tango argentino da presidenta Cristina. Ansiedade geral diante dos NOVOS CAMINHOS DA VENEZUELA.
















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APRENDENDO NA PRÁTICA



APRENDENDO NA PRÁTICA
Clerisvaldo B. Chagas, 5 de março de 2013.
Crônica Nº 975

CANAL DO SERTÃO
No momento em que os museus vão se valorizando no Brasil, tornam-se ferramentas de auxílio na área de Educação. Felizmente − tinham que acontecer algum dia − as pessoas começam a despertar para a importância do museu que organiza e expõe a História em instrumentos. A biblioteca veio primeiro na forma de ajuda a estudantes e pesquisadores, mesmo assim, nem todas as cidades possuem biblioteca pública e nem todas as escolas contam com  uma pequena e modesta biblioteca para seus alunos e comunidade. Mas é preciso, além de bibliotecas, museus, laboratórios de ciência, informática e outras novidades levadas para a escola, de aulas de campo, da realidade lá de fora com seus guias especializados. Em muitas faculdades o sujeito se forma apenas ouvindo o blá-blá-blá dos professores sem uma aula extraclasse, por exemplo. Em Geografia o aluno nunca sai para vê ali perto um riacho, um monte, uma trilha, quando o amor não pula da sala de aula para a parte prática de cada dia.
No Sertão, os estudantes poderiam ficar bem servidos, se houvesse organização do conhecimento extra em conjunto de várias matérias, tanto na área urbana quanto rural. A história da própria cidade pequena poderia ser mostrada a pé através das ruas, prédios históricos, praças e museus. A parte rural bem que oferece fazendas, trilhas, flora, fauna, riachos, colinas, serras, hábitos alimentares, folclore... Que poderia formar um dia riquíssimo de conhecimentos para os estudantes de qualquer série. Essa parte, entretanto, parece distante de acontecer como pedaço da educação municipal e estadual, principalmente, por falta de ideias, condições ou indisponibilidade. Exemplo claro do que estamos falando, seria o Canal do Sertão que por si só, ocuparia um dia inteiro em visita e análise dos discentes. Na prática, o estudante sai ignorante das coisas da sua própria terra, pois ninguém se propõe a levá-lo a lugar algum.
É bom ir pensando no assunto, para que no futuro tenhamos bons representantes e defensores do lugar de nascimento. A Educação precisa ir APRENDENDO NA PRÁTICA.

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