segunda-feira, 26 de maio de 2014

ESCRITOR ALAGOANO E AGRIPA VÃO ÀS TRINCHEIRAS



ESCRITOR ALAGOANO E AGRIPA VÃO ÀS TRINCHEIRAS
Clerisvaldo B. Chagas, 27 de maio de 2014
Crônica Nº 1.197

AGRIPA EM REUNIÃO. Foto de arquivo.
A Associação Guardiões do Rio Ipanema – AGRIPA - realizou ontem, a última sessão do mês de maio, em sua sede provisória, Escola Estadual Professora Helena Braga das Chagas.
O presidente em exercício, escritor Clerisvaldo B. Chagas, presidiu os trabalhos da noite, passando a palavra à secretária Maria Vilma de Lima que leu a Ata da Sessão Anterior, aprovada sem emendas. Após a Leitura do Expediente, houve excelentes e proveitosas discussões sobre os temas apresentados. Foi aprovado o calendário de limpeza do lixo do Ipanema e seus afluentes, a pedido do prefeito Mário Silva. O calendário será entregue ao prefeito ainda esta semana em caráter oficial, tendo ficado todas as primeiras terças do mês, durante o ano de 2014.
A noite festiva com os familiares da AGRIPA e convidados foi aprovada para a noite do dia 25 de junho.
Ainda foram discutidas e aprovadas questões como página da AGRIPA no Face e acrescentados itens aos Estatuto, sobre problemas de faltas.
AGRIPA EM REUNIÃO. Foto de arquivo.
A discussão maior foi sobre a entrega de titulares de pastas do poder público que estão completamente omissos em suas atribuições ambientais, principalmente sobre os nossos cursos d’água e as não ações sobre problemas gritantes e ignorados em outro setor, recentemente denunciado pela TV Gazeta. Essa entrega seria ao Ministério Público, a imprensa total e ao IMA. O Guardião Manoel Messias, conseguiu contornar as denúncias, por enquanto, mas os guardiões, em geral, irão mostrar o que fazer com os omissos que desdenharam do convite de responsabilidades.
Na Palavra a Bem da AGRIPA, a notícia do elogio do IMA à AGRIPA e os pedidos de inúmeros dados pera homenagens em Maceió.
A coordenadora do meio ambiente de Poço das Trincheiras, professora Aparecida, esteve na sede da AGRIPA quando convidou o guardião e escritor Clerisvaldo B. Chagas, para uma palestra durante evento sobre o meio ambiente naquele simpático município.
A AGRIPA recebeu a notícia com imensa satisfação e aprovou a ida do guardião indicado para essa nobre tarefa. A professora Aparecida estará de volta na próxima segunda, oficializando o pedido e assistindo a sessão da AGRIPA, com seus convidados.
O Tempo de Estudos foi ministrado pelo professor e guardião Ariselmo de Melo, levando a todos um pensamento de Mahatma Gandhi.
Em não havendo mais nada a tratar, o presidente passou a palavra ao mesmo guardião que, como Orador, fez sua avaliação como uma das melhores realizadas pela AGRIPA. O presidente em exercício, Clerisvaldo Braga das Chagas, deu por encerrada a sessão.




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OS RUMOS DA JUVENTUDE



OS RUMOS DA JUVENTUDE
Clerisvaldo B. Chagas, 26 de maio de 2014.
Crônica Nº 1.196
Ilustração: (gréciaantigaeatual.blogspot.com).

“Na sociedade espartana aos sete anos, os meninos das famílias ricas eram enviados para acampamentos militares onde praticavam exercícios físicos, enfrentavam fome, sede e frio a fim de se prepararem para dificuldades que provavelmente enfrentariam em uma guerra. Aprender a ler e escrever não eram considerados importantes.
Para aperfeiçoar seu treinamento, aos catorze anos os jovens acompanhavam os soldados em batalhas de verdade. Aos vinte anos eram considerados preparados para participar das guerras; somente abandonavam o exército e as funções militares ao completarem sessenta anos de idade.
Nas famílias mais poderosas, as meninas eram cuidadas para crescerem saudáveis e terem filhos fortes para servir ao exército. Elas praticavam jogos, ginásticas, danças e aprendiam música e canto. Quando adultas, casavam-se, criavam os filhos e eram respeitadas por serem mães e esposas dos guerreiros.
As famílias menos abastadas geralmente criavam suas filhas dento de casa, mas muitas mulheres de trabalhadores exerciam atividades fora dela para ajudar no sustento familiar.
Os soldados espartanos tinham pouco tempo livre para a vida familiar, mas isso não era motivo de insatisfação, pois a sociedade valorizava a dedicação de seus guerreiros”.
(VAZ, Maria Luísa, & PANAZZO, Sílvia. Jornadas.hist. 2. Ed. São Paulo, Saraiva, 2012). (6º ano, Ensino Fundamental) p. 201.
Hoje, no Brasil, para onde caminha a nossa juventude, morrendo entre os catorze e os vinte e dois anos? A droga chegou com o desenvolvimento do país, destruindo e encorajando menores de todas as classes sociais, ao roubo, assalto e ao assassinato frio por nada. No tempo de Lampião, matar um simples soldado de polícia era suficiente para que o chefe do bando aceitasse de imediato o candidato a cangaceiro. Segundo a linguagem do cangaço, “quem matava um soldado tinha três culhões”.
Atualmente, a bandidagem não teme a polícia e com ela tiroteia desde os doze anos, por causa da força da droga e da oportunidade de ser reconhecido como herói do mundo criminoso.
Dizem os historiadores que olhar o passado é aprender para o futuro, citação que não traz dúvidas. A encruzilhada leva a pensar em preparar os jovens para a guerra com outros países ou as batalhas diárias do tráfico. Será que existe alguma diferença entre Esparta e Brasil? Os teóricos que respondam sobre OS RUMOS DA JUVENTUDE.




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