quinta-feira, 4 de junho de 2015

O SOFRIMENTO DE JESUS



O SOFRIMENTO DE JESUS (I)
(série de três crônicas)
Clerisvaldo B. Chagas, 5 de junho de 2015
Crônica Nº 1.436
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“Foi apresentado pois Jesus ao governador, e o governador lhe fez esta pergunta, dizendo: Tu és o rei dos judeus? Respondeu-lhe Jesus: Tu o dizes. E sendo acusado pelos príncipes dos sacerdotes e pelos anciãos, não respondeu cousa alguma. Então lhe disse Pilatos: Tu não ouves de quantos crimes te fazem cargo? E não lhe respondeu a palavra alguma, de modo que se admirou o governador em grande maneira. Ora o governador tinha por costume, no dia da festa, soltar aquele preso que os do povo quisessem. E naquela ocasião tinha ele um preso afamado, que se chamava Barrabás. Estando pois eles todos juntos, disse-lhes Pilatos: Qual quereis vós que eu vos solte? Barrabás ou Jesus que se chama o Cristo? Porque sabia que por inveja é que lhe haviam entregado. Entretanto, estando ele assentado no seu tribunal, mandou-lhe dizer sua mulher: Não te embaraces com a causa desse justo, porque hoje em sonhos foi muito o que padeci por seu respeito.
Mas os príncipes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram aos do povo que pedissem Barrabás, e que fizessem morrer Jesus. E fazendo o governador esta pergunta, lhes disse: Qual dos dois quereis vós que eu vos solte? E responderam eles: Barrabás. Disse-lhe Pilatos: Pois que ei de fazer de Jesus, que se chama o Cristo. Responderam todos: Seja crucificado. O governador lhes disse: Pois que mal tem ele feito? E eles levantaram mais o grito, dizendo: Seja crucificado. Então Pilatos, vendo que nada aproveitava, mas que cada vez era maior o tumulto, mandando vir água, lavou as mãos à vista do povo, dizendo: Eu sou inocente do sangue deste justo; vós lá vos avinde. E respondendo todo o povo, disse: O seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos. Então lhes soltou Barrabás; e depois de fazer açoitar a Jesus, entregou-lhe para ser crucificado. Então os soldados do governador, tomando a Jesus para o levaram ao pretório, fizeram formar à roda dele toda a coorte. E despindo-o, lhe vestiram um manto carmesim. E tecendo uma coroa de espinhos, lhe puseram sobre a cabeça, e na sua mão direita uma cana. E ajoelhado diante dele, o escarneciam, dizendo: Deus te salve, rei dos judeus.
E cuspindo nele, tomaram uma cana, e lhe davam com ela na cabeça. E depois que escarneceram, despiram-lhe o manto, e vestiram-lhe os seus hábitos, e assim o levaram para o crucificarem. E ao sair da cidade acharam um homem de Cirene, por nome Simão; a este constrangeram a que levasse a cruz dele, padecente. E vieram a um lugar que se chama Gólgota, que é o lugar do Calvário. E lhe deram a beber vinho misturado com fel. E tendo-o provado, não o quis beber. E depois que o crucificaram, repartiram as suas vestiduras, lançando sortes; para que se cumprisse o que tinha sido anunciado pelo profeta, que diz: Repartiram entre si as minhas vestiduras, e sobre a minha túnica lançaram sorte. E assentados o guardavam. Puseram-lhe também sobre a cabeça esta inscrição, que declarava a causa da sua morte: ESTE É JESUS REI DOS JUDEUS”.



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quarta-feira, 3 de junho de 2015

O CRISTO E O SEU CORPO



 O CRISTO E O SEU CORPO
Clerisvaldo B. Chagas, 4 de junho de 1015
Crônica Nº 1.345

PROCISSÃO EM CAMPO ALEGRE. Foto: (Divulgação).
Como hoje é a primeira quinta-feira depois do domingo da Santíssima Trindade e também 60 dias após o domingo de Páscoa, temos o Corpo de Cristo, comumente chamado Corpus Christi. Essa festa católica foi instituída pelo Papa Urbano IV no século XIII. O termo vem do latim e significa Corpo de Cristo e propõe celebrar a Eucaristia, ou seja, para uns, a presença simbólica do corpo de Cristo na hóstia, para outros, a presença verdadeira.
Esse dia, tradicionalmente era considerado Dia Santo, mas, de acordo com as leis atuais do país, passou a ser ponto facultativo.
No Brasil, é costume católico enfeitar as ruas por onde irá passar a procissão. Usa-se serragem colorida para confecção de tapetes, mas também areia, farinha e outros materiais nessa prova de amor ao Cristo. Costumam-se, além disso, usar toalhas brancas e lençóis às janelas complementando essa mensagem de fé. Tudo retrata, especialmente a Eucaristia.
É uma Festa de Guarda, que significa para a obrigatoriedade em participar da Santa Missa na forma estabelecida pela conferência episcopal do respectivo país.
“Quanto à procissão pelas vias públicas, atende a uma recomendação do Código de Direito Canônico (cânone 944) que determina ao bispo diocesano que a providencie, onde for possível, para testemunhar publicamente a adoração e a veneração para com a Santíssima Eucaristia, principalmente na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo. É recomendado que, nestas datas, a não ser por causa grave e urgente, não se ausente da diocese o bispo (cânone 395)”.
A tradição do mundo católico sertanejo de Alagoas, sempre apresenta o sentimento fecundo procurando honrar nas avenidas e igrejas a bela representação do Corpus Christi.
Essa é uma boa oportunidade de reconciliação com o Senhor e com a vida.







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