SERTÃO
CLUBE DE LEITURA
Clerisvaldo B. Chagas, 4 de abril de 2025
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3.221
Finalmente as coisas caminharam e já estamos
avistando o Monte Santo. Quero dizer, estamos bem perto do sábado dia 12,
quando faremos a estreia do SERTÃO GRUPO DE LEITURA, iniciando com espontâneos
dez nomes da nossa sociedade, comandados pelo jovem jornalista Lucas Malta. É
uma tentativa de um aprendizado literário compartilhado que poderá alcançar
excelentes proporções. Até o momento registramos no SERTÃO CLUBE DA LEITURA,
dez pessoas que estarão descerrando a cortina do grande lazer do mundo, a
leitura impressa. Temos 1 jornalista, 3 escritores/professores, 2 professoras,
1 professor vereador, 1 empresário, 1 acadêmico e 1 dona de casa.
Ainda não decidimos onde acontecerão as nossas
reuniões. As que mais atraem são as possibilidades de acontecer na Câmara de Vereadores
ou na Casa da Cultura. A frequência, ainda não está cem por cento definida, mas
toma corpo duas reuniões mensais, dois sábados, um na primeira quinzena outro
na segunda. A princípio queremos ampliar o grupo, mas com pessoas que tenham
condições de frequência, mesmo residindo em outra cidade. Estamos com cabeças cheias de ideias, para a
ABERTURA do dia 12 e também para a continuação dos nossos trabalhos. Não posso
adiantar muito porque ainda iremos discutir alguns vieses em benefício da
solidez do grupo inicial, seus Fundadores. Estamos aguardando a voz de comando
do jornalista Lucas Malta.
Isso tudo nos transporta aos idos dos anos 60
quando vivíamos o auge da Biblioteca Pública Municipal. Aqueles jovens leitores
adolescentes em torno da mesa enorme da belíssima sala de primeiro andar, no
Comércio. Mas, cada um na sua própria leitura; não se podia fazer trabalho
coletivo ali dentro e nem se pensava nisso. Bastava a concentração individual
sob o “psiu” educado de Nilza Marques. A propósito, o edifício que naquela
época pertencia ao comerciante Benedito V. Nepomuceno, fora construído pelo
Coronel Manoel Rodrigues da Rocha, e sua primeira grande morada em Santana do
Ipanema. Todo acessório relativo ao
prédio era de cunho francês, frutos das aquisições do coronel e da moda que
imperava no Brasil e em Santana, particularmente.
AUTOR EM VISITA DE CORTESIA À CASA DA CULTURA.