SOBRE MIM

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.
TÊNIS CLUB SANTANENSE Clerisvaldo B. Chagas, 4 de novembro de 2021 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 2.606 Fazendo...
TÊNIS
CLUB SANTANENSE
Clerisvaldo
B. Chagas, 4 de novembro de 2021
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.606
No
início havia uma quadra de vôlei na área descoberta onde nós, ginasianos,
treinávamos. A quadra acabou em benefício de reformas e mais reformas até
chegar à estrutura atual. O tênis foi palco dos grandes espetáculos dançantes
de época quando se dançava valsa, bolero e outros estilos mais. Um desses
espetáculos era o próprio traje de gala de mulheres e homens que ocupavam as
mesas do salão. Apresentavam-se ali, orquestras de Pão de Açúcar, Palmeira dos
Índios, Garanhuns e inúmeras famosas no Brasil inteiro, vindas do Sudeste. Eram
os bailes gigantes que repercutiam em Santana do Ipanema e no Sertão inteiro.
Vale salientar que era tempo do cinema, do teatro, do folclore, não havia
televisão e os bailes eram acontecimentos extraordinários.
Havia
também os Carnavais noturnos e as matinês para nós adolescentes. Maravilha!
Chegado o tempo da diversão em casa, a queda foi inevitável em todas as outras
formas de lazer. O resultado foi cinemas, teatros e clubes fechando com
saudosos sangramentos no Brasil inteiro. Como sobrevive hoje o nosso titã
sertanejo? Só mesmo com dedicação e muita paciência para se administrar um
clube fora de moda. Mas aqui, acolá têm eventos que acontecem no Tênis Club
Santanense, apesar de novos espaços para eventos terem surgidos na cidade.
Parabéns
aos abnegados que tomam conta deste e de outros patrimônios de Santana do
Ipanema.
Parabéns
à própria estrutura que bravamente resiste ao seus 68 anos
TÊNIS CLUB
SANTANENSE EM 2013 (FOTO: B. CHAGAS/LIVRO 230).
POÇO PREMIADO Clerisvaldo B. Chagas, 2 de novembro de 2021 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 2.605 O município de P...
POÇO
PREMIADO
Clerisvaldo
B. Chagas, 2 de novembro de 2021
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica:
2.605
O município de Poço das Trincheiras, o mais perto de Santana do Ipanema, vai ganhar um presentão. Assim como Dois Riachos que teve asfaltado o povoado Pai Mané à BR-316, Poço vai contar com asfalto até o seu principal povoado, o progressista Quandu, situado às margens do rio Ipanema. E se o trajeto de terra e poeira entre a cidade e o povoado já é belo assim mesmo, imaginem após o asfalto! O citado trecho margeia o rio, além de serras notórias do município. Não confundir Quandu com Guandu. QUANDU é um animal também chamado porco-espinho e ouriço-caixeiro; emprestou o nome ao povoado. GUANDU É UM VEGETAL. Tipo de feijão-fava também chamado ANDU. Portanto, na região proliferava o quandu e nas serras, o guandu ou andu.
O
povoado Quandu cresceu tanto que já ouvimos dizer a cerca de 6 anos atrás: Tá
maior do que o Poço. Fica bem pertinho da fronteira com Pernambuco. A última
vez que estivemos ali, foi para filmar com a TV Gazeta, a entrada do rio
Ipanema em Alagoas, o que acontece um pouco mais acima, no povoado Tapera. Poço
das Trincheiras é ´considerado como um dos mais organizados municípios do
Sertão alagoano. Dizem seus visitantes: “Ali tudo funciona”. Um surto de
desenvolvimento tomou conta da cidade que a cada dia se moderniza e se
embeleza. Quandu que também tem vereadores nativos, procura seguir os passos da
sede, o que faz com grande brilhantismo. Portanto o asfalto chega bem com
merecimento e tudo. Ah!... Até Santana do Ipanema ganha com isso.
É
comum se asfaltar trechos na capital. Mas, qualquer pedaço de chão asfaltado em
terras sertanejas, constitui troféus e mais troféus extras para um torrão por
tanto tempo esquecido. O asfalto representa algo impagável para o
desenvolvimento de um lugar. Os imensos benefícios que virão após, atingirão
todas as áreas físicas e sociais. Inclusive, vários professores de Santana do
Ipanema trabalharam ou trabalham no Quandu, indo e voltando todos os santos Dias.
Para se chegar ao povoado, deixa-se Santana do Ipanema pela BR-316 e logo se
chega ao acesso a Poço das Trincheiras, atravessa-se a cidade, penetra-se na
estrada de terra após rodar sobre ponte molhada no rio Ipanema. Quandu está à
espera.
Parabéns
prefeito Valmiro Gomes, parabéns ao município.
POVOADO
QUANDU (IMAGEM: PREFEITURA).
ASFALTO NO BARROSO Clerisvaldo B, Chagas, 2 de novembro de 2021 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 2.604 Nesses momentos...
ASFALTO
NO BARROSO
Clerisvaldo
B, Chagas, 2 de novembro de 2021
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.604
Agora
a prefeita Christiane Bulhões em parcerias com projetos estaduais e federais,
começou a beneficiar não somente o acesso ao Cemitério São José, mas ao mesmo
tempo à toda à região que abrange o sítio mais conhecido como Camoxinga dos Teodósio.
É o Barroso quem abre os acessos para os sítios Água Fria, Poço Salgado, Tigre,
Camoxinga, Pé da Serra, Troca Topa, Pinhãozeiro e Malembá. A região do sítio
Barroso é plana e alta e o seu tipo de solo atesta o seu nome. Antigamente ali
eram realizadas as corridas de cavalos de Santana do Ipanema, lazer
interrompido após acidente entre o cidadão de Santana, Jacinto Vilela e um
desses cavalos. O óbito selou o local
como pista de corridas.
O
asfalto que inicia na estrada que passa pelo Bairro Lajeiro Grande, facilitará
o trânsito dos cortejos fúnebres, proporcionando maior facilidade para as
famílias visitarem e cuidarem dos seus entes queridos ali no Barroso
sepultados. Portanto, o Dia de Finados promete um grande movimento em ambos os
cemitérios como sempre acontece nessas ocasiões. Celebrações de missas e um
comércio intenso improvisado de velas e flores que tem início às primeiras
horas do Dia de Finados.
O
asfalto, sem dúvida, encurta distâncias e traz benefícios sem conta!
Parabéns
a todos os envolvidos nesse projeto em execução!!!
CEMITÉRIO
SÃO JOSÉ em 2013. (FOTO B. CHAGAS/LIVRO 230).

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.