SOBRE MIM

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.
A COR DO INVERNO Clerisvaldo B. Chagas, 2 de maio de 2013. Crônica N º 1011 A COR DO INVERNO. (Autor). Chega o mês de maio...
![]() |
| A COR DO INVERNO. (Autor). |
O GRITO DOS EXCLUIDOS Clerisvaldo B. Chagas, 1º de maio de 2013. Crônica Nº 1010 Mais um Dia do Trabalhador chega bisonho e...
A POLÍTICA E O MACACO Clerisvaldo B. Chagas, 30 de abril de 2013. Crônica Nº 1009 No ponto de ônibus um senhor barrigudinho pu...
O rei leão havia convidado
todos os bichos para uma grandiosa festa de aniversário, menos o macaco. A
savana agitou-se numa animação danada! No dia assinalado, todos compareceram e
teve início a brincadeira animadíssima, coisa nunca visto por ali. O som da
festa chegava longe. Lá na portaria o único não convidado queria entrar de
qualquer jeito. O Javali – porteiro da noite – convencia o macaco a ir embora,
pois ele não trouxera o convite do rei leão.
Após muita conversa o porteiro, mandou chamar o elefante que estava
coordenando o evento. O trombudo chegou para resolver, o macaco não parava de
insistir para entrar e perguntou que discriminação era aquela, pois, pelo que
estava notando, somente ele ficara de fora. O elefante respondeu que ele,
macaco, não recebera a senha porque era muito sem vergonha e tarado e poderia acabar
a festa a qualquer momento; a não ser
que ele se deixasse castrar, como segurança. O macaco não pensou duas vezes e
mandou imediatamente fazer o serviço. O elefante, então, mandou que o tigre o realizasse. Palavra empenhada, após o ato da castração, o macaco embocou
no recinto e o elefante ficou aliviado. A festa estava uma maravilha, sem
confusão alguma quando lá para a meia-noite, houve um barulho medonho, belo
tumulto se formou e, o elefante correu lá. Simplesmente encontrou o macaco soltando
o ânus para uma enorme fila da bicharada. Perguntado pelo elefante, ele teria
respondido: “Que nada, bicho, não quero
nem saber! O negócio é fazer parte da festa!”.
Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.