RÁDIOS DIVULGAM TRABALHO DA AGRIPA Clerisvaldo B. Chagas, 1º de fevereiro de 2014. Crônica Nº 1132 CLERISVALDO E FERREIRINHA ...

RÁDIOS DIVULGAM TRABALHO DA AGRIPA




RÁDIOS DIVULGAM TRABALHO DA AGRIPA
Clerisvaldo B. Chagas, 1º de fevereiro de 2014.
Crônica Nº 1132

CLERISVALDO E FERREIRINHA NA MILÊNIO. Foto: (Assessoria/Agripa).
Entrando na luta de conscientização sobre o meio ambiente local, as duas mais importantes rádios do semiárido alagoano, engajaram-se na luta da AGRIPA para resgatar o rio Ipanema.
JUCERLAN INTERROGA ARISELMO E FERREIRINHA. Foto: (Assessoria/Agripa).
Pela segunda vez, através de convite do famoso e veterano radialista Rânio Costa, a Rádio Correio do Sertão AM, a Pioneira, convidou os Guardiões do Rio Ipanema para falarem mais sobre seus movimentos em pró do meio ambiente, com prioridade para o rio Ipanema trecho urbano e seus tributários que cortam a cidade. A AGRIPA, então, através do seu presidente Sérgio Soares Campos, enviou seus guardiões: professor de Geografia, romancista, historiador, cronista e poeta Clerisvaldo B. Chagas (Escritor Símbolo de Santana do Ipanema) e o famígero Ferreirinha, pescador, mateiro, compositor e cantor para esse momento importante oferecido pelo solícito radialista em seu tradicional programa: Microfone Aberto, na última sexta-feira.  
Além da valorosa cooperação do nobre radialista em favor do resgate do mais importante acidente geográfico do Sertão alagoano, nessa entrevista tão esclarecedora da situação do Panema, Rânio Costa lançou em primeira mão o “Xote dos Guardiões”, canção do próprio Ferreirinha e Clerisvaldo B. Chagas, que exalta as qualidades e a situação difícil do rio em questão. A AGRIPA abraçou esse trabalho dos dois guardiões que hoje funciona como uma espécie de hino e está presente em todos os seus momentos festivos e de lutas. Não precisa falar da imensa procura pelo “Xote dos Guardiões”, mesmo antes desse lançamento no Rádio.
RÂNIO COSTA ENTREVISTA GUARDIÕES. Foto:  (Assessoria/Agripa).
Hoje, dia 1º de fevereiro, foi à vez de A AGRIPA atender o convite da Rádio Milênio FM através do radialista Jucerlan em seu programa Ponto de Encontro. Outra vez, o presidente Sérgio Soares Campos designou os mesmo guardiões e mais o professor Ariselmo Melo, Orador da Associação.
Jucerlan, através da sua ampla criatividade, conduziu a entrevista a três, conclamando a população ribeirinha, a postura de um novo modo de pensar em favor do rio Ipanema, riachos Salobinho, Bode, Camoxinga e Salgadinho. Tudo que foi perguntado pelo radialista, foi respondido satisfatoriamente pelos guardiões.
Tendo como símbolo uma cabocla sertaneja conduzindo água do Panema em pote de barro com rodilha ─ como era até os anos 60 – como patrono o ambientalista Padre Cícero Romão e firmando o dia 21 de abril como dia do rio Ipanema, a AGRIPA, poderá estender-se em núcleos pelos povoados e cidades de Alagoas e Pernambuco, tendo como exemplo o povoado Capelinha de Major Izidoro que deverá anexar-se a Central em Santana, com a professora Diva e os aguerridos Guardiões da Mata.
Segunda-feira, dia 3, às 15 horas, na Escola Estadual Professora Helena Braga das Chagas, no Bairro São José, acontecerá à primeira sessão de fevereiro, cujo andamento dos trabalhos será cristalino e divulgado.




GAZETA E GUARDIÕES NAS CACHOEIRAS Clerisvaldo B. Chagas, 30 de janeiro de 2014 Crônica Nº 1131 GUARDIÃ DONA JOANINHA. Foto: Ass...

GAZETA E GUARDIÕES NAS CACHOEIRAS



GAZETA E GUARDIÕES NAS CACHOEIRAS
Clerisvaldo B. Chagas, 30 de janeiro de 2014
Crônica Nº 1131
GUARDIÃ DONA JOANINHA. Foto: Assessoria/AGRIPA.
VISITANTES OUVEM GUARDIÃO. Foto: Assessoria/AGRIPA
CLERISVALDO, ESCRITOR LUTANDO PELO AMBIENTE. Foto: Assessoria/AGRIPA

 PRESIDENTE DA AGRIPA SÉRGIO CAMPOS. Foto: Assessoria/AGRIPA.
Quarta-feira passada a equipe da Gazeta de Alagoas, em contato com o Portal alagoasnanet, chegou até a AGRIPA. Conhecer o lugar do rio Ipanema, chamado Cachoeiras, paraíso ecológico natural, era o objetivo de uma grande reportagem. Registrada as Cachoeiras há 27 anos pelo escritor Clerisvaldo B. Chagas e publicada no seu livro “Ipanema, Um Rio Macho”, só agora o lugar foi redescoberto pelos guardiões e divulgado para o mundo pelo blog do escritor, os sites alagoasnanet, santanaoxente e o facebook.
Acompanhada pelos Guardiões do Rio Ipanema, a equipe de reportagem da Gazeta de Alagoas chegou até à fazenda do senhor Renaldo Soares dos Santos, a três km do centro de Santana, penetrando na mata e tendo como guia o dono da fazenda.
Renaldo e o guardião mateiro, Ferreirinha, mostravam e descreviam as inúmeras espécies vegetais, discorrendo as qualidades desde o mato rasteiro às árvores de porte como craíbeira (árvore símbolo de Alagoas), catingueira, pau-ferro, bom-nome, mulungu, mororó e outros vegetais como facheiro, rabo-de-raposa, coroa-de-frade, macambira, jitirana, ariú, cidreira, muçambê e tantas outras espécies que formam o enorme jardim botânico de mais de um km de extensão e cento e cinquenta de largura.
Por causa do enorme desmatamento da região, os animais selvagens procuram abrigo nesse lugar de difícil acesso, devido o mar de pedras encontrado no leito do rio periódico. Mesmo assim, apesar dos esforços da família do fazendeiro Renaldo em preservar o ambiente, caçadores procuram abater animais em extinção, agindo às escondidas ou ameaçando o agropecuarista. São vistos nas cachoeiras, tatu, peba, raposa, preá, guaxinim, tamanduá, rolinha branca, guará, jiboia, jararaca, papagaio e outros que despertam a cobiça dos predadores humanos.
A Associação Guardiões do Rio Ipanema – AGRIPA - conseguiu despertar o interesse do fazendeiro Renaldo para explorar o turismo ecológico como guia de trilha e ponto de apoio com a gastronomia típica em sua fazenda. Tudo de acordo com as normas gerais sobre o meio ambiente.
ESCRITOR CLERISVALDO B. CHAGAS FALA À GAZETA. Foto: Assessoria/AGRIPA
Encontramos um grupo de visitantes acampado nas Cachoeiras, sob a vigilância rigorosa e orientação da família Soares. Fez-se presente à reportagem o Secretário Municipal do Meio Ambiente Luiz Carlos e sua equipe, especialmente convidado pela AGRIPA. Enquanto o escritor que se tornou ambientalista e vice-presidente da AGRIPA, Clerisvaldo B. Chagas, Sérgio Campos, presidente, Dona Joaninha, conselheira, descreviam os problemas do rio Ipanema à Gazeta de Alagoas, o poeta, compositor, mateiro, cozinheiro e cantor Ferreirinha, guardião 2º tesoureiro, procurava animar a todos com belas canções e poesias matutas que faziam rir.
O GUARDIÃO FERREIRINHA CANTA. Foto: Assessoria/AGRIPA.
A reportagem da Gazeta de Alagoas gravou para os programas da TV Gazeta Rural e Bom Dia Alagoas. O presidente da AGRIPA, Sérgio Campos, no final, disse sobre a preservação da face 1 do rio Ipanema e o resgate urgente da face 2.

GAZETA DE ALAGOAS FILMA O PARAÍSO. Foto Assessoria/AGRIPA.

UM EMPURRÃO DE SÃO JOSÉ Clerisvaldo B. Chagas, 29 de janeiro de 2014 Crônica Nº 1130 VAI-SE ERGUENDO O POSTO DE SAÚDE. Foto: ...

UM EMPURRÃO DE SÃO JOSÉ



UM EMPURRÃO DE SÃO JOSÉ
Clerisvaldo B. Chagas, 29 de janeiro de 2014
Crônica Nº 1130

VAI-SE ERGUENDO O POSTO DE SAÚDE. Foto: (Clerisvaldo).
Mais uma vez focamos problema local. Sabemos que no Brasil inteiro quando um imóvel vai ser alugado ao governo, à exploração se faz presente, com raríssimas exceções. No âmbito municipal, já que estamos mais perto, o gestor favorece em imóvel superfaturado, geralmente para agradar aquele que em muito lhe ajudou na campanha das eleições. Quando não é assim, o gestor que precisa de um imóvel com certas características, submete-se a exploração acintosa do proprietário. Como sempre, quem paga a conta é a massa trabalhadora. A exploração do “é pegar ou largar” ou o favorecimento dirigido são coisas ainda não protestadas pelo povo nas ruas.
Faz muito bem em Santana do Ipanema, a decisão do prefeito, professor Mário Silva, em afirmar que pretende construir prédios públicos para se afastar da ambição de muitos. Temos a impressão de que o povo não sabe quanto às prefeituras sertanejas pagam de aluguel pelos imóveis utilizados.
POSTO DE SAÚDE EM CONSTRUÇÃO.  Foto: (Clerisvaldo).
No Bairro São José foi construída uma praça, já no apagar das luzes do governo Marcos Davi e que recebeu a denominação de Praça das Artes. Ali nunca teve arte nenhuma. Nos oito anos da gestão anterior o logradouro passou a ser chamado Praça dos Pobres, uma alusão à Praça dos Ricos construída no Bairro Monumento e paparicada o tempo inteiro. A Praça dos Ricos passou oito anos de festas, propagandas e favorecimentos. A Praça dos Pobres, oito anos de estábulo, ponto de maconha, motel livre, lixo, escuridão e ladrões.
São José, o padroeiro do Bairro, estava visivelmente sem prestígio. Atualmente, em 80% por cento do terreno estar sendo construído um Posto de Saúde, valorizando assim uma área onde existem três escolas, Igreja, Corpo de Bombeiros, padaria, mercadinhos conjuntos habitacionais e expansão de modernas residências. Vislumbra-se uma aparência muito agradável na área ocupada, embora nos pareça que o prédio em si não seja estucado. Mas o que será que a prefeitura pretende fazer com os 20% restante? Vai ficar desprezado para continuar criando cavalo e bandido? Isso ainda não foi dito, a nós, os moradores da região e, pelo que sabemos, nem consultados os habitantes. Por enquanto, o santo resolveu reagir e tomar conta dos seus 80%. E os 20%? Vamos lutar juntos para o ganho de mais UM EMPURRÃO DE SÃO JOSÉ.