SOBRE MIM

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.
DEODORO DA FONSECA Clerisvaldo B. Chagas, 15 de novembro de 2022 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 2.799 Hoje, feriado ...
DEODORO
DA FONSECA
Clerisvaldo
B. Chagas, 15 de novembro de 2022
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica:
2.799
Hoje, feriado nacional, quando o trabalhador vai
descansar ou tomar sua cervejinha gelada, não custa nada passar uma vista em um
resumo da história e que lhe estar proporcionando esse feriado. Aliás,
precisamos mais leituras sadias nesse país para melhores informações porque nem
só de trabalho vive o homem... E a mulher. O texto abaixo é apenas um resumo da
vida de Marechal Deodoro, apresentado pela Wikipédia. Por favor, leia com
atenção.
“Manuel Deodoro da
Fonseca nasceu no dia 5 de agosto de 1827, na Vila Madalena de Samaúna (AL).
Era filho de Manuel Mendes da Fonseca e Rosa Maria Paulina da Fonseca. O pai
era militar e influenciou todos os filhos que seguiram a carreira militar e
política. Sem surpresa, aos 16 anos Deodoro da Fonseca ingressou no Colégio
Militar do Rio de Janeiro onde cursou Artilharia até 1847. Mais tarde entrou
para a política. Participou da Revolução Praieira Guerra do Paraguai, e o cerco
de Montevidéu, sendo líder do movimento antiescravista do Exército. Em 1860,
aos 33 anos, casou-se com Mariana Cecília de Sousa Meireles, entretanto, nunca
tiveram filhos. Além de militar, seguiu a carreira política sendo presidente da
província do Rio Grande do Sul.
Deodoro proclamou a
república, no dia 15 de novembro de 1889, , eao lado de republicanos e
militares. Instaurou, dessa forma, um novo regime no país: a República
Presidencialista.
Como o país passava
de um governo monárquico para um regime republicano, o governo de Marechal
Deodoro, enfrentou momentos de instabilidade política e econômica.
Governou até o ano
de 1891, quando renunciou ao cargo, em 23 de novembro de 1891, decorrente de
sérios problemas econômicos (Encilhamento, especulação, inflação, falência de
bancos, empresas, etc.).
Também enfrentou
conflitos políticos como a centralização do poder, o fechamento do congresso
Nacional, censura e autoritarismo.
A presidência foi
assumida pelo vice-presidente, militar Floriano Peixoto que de 1891 a 1894.
Juntos, o governo de Deodoro e Floriano formaram o período que ficou conhecido
com a República da Espada (1889-1894)”.
PROCURANDO JEGUE Clerisvaldo B. Chagas, 11 de novembro de 2022 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 2.798 Terminado o ...
PROCURANDO
JEGUE
Clerisvaldo
B. Chagas, 11 de novembro de 2022
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.798
Terminado
o resgate da história dos curtumes em Santana, conferimos tudo. O documentário deve
constar, quando impresso, em cerca de 50 páginas ao todo, que será mais um
opúsculo de altíssimos valor histórico para o nosso município santanense. O
resgate da localidade Maniçoba/Bebedouro, trás detalhes impressionantes nesse
trabalho único e inédito da cidade que vai surpreender enormemente esta
geração. O título já foi escolhido: “Santana: Reino do Couro e da Sola”. Uma
vez quase concluída a missão, como sempre fizemos em nossas obras, todos os
títulos saíram das nossas ideias, assim como as sugestões de capa, coisa que
nunca abrimos mão para terceiros. Qual seria a imagem ideal para a capa?
Falamos
de tantas coisas: usos, costumes, folclore, artesanato, fábricas de calçados,
couro, sola, cinza, angico, cal, jumento, burro caçuás, matança, intendência,
estradas, rio, emprego, comércios, chapéu de couro e assim por diante, mas
vimos que a melhor capa seria a dinâmica dos transportes da época que conduziam
o couro, a sola, a cinza, a casca do angico, a cal e muito mais. Daí sairmos
procurando na cidade, no centro e na periferia um jegue ou burro conduzindo alguma
carga. Rua acima, rua abaixo, nem um jegue, nem um burro, sequer um carro de
boi. Riámos por dentro, mais forte do que aquela gargalhada kkkkkk de Whatzapp.
Procurando jegue, procurando burro para uma foto supimpa e nada!... Os bichos
brutos viraram motos.
Em
um dia de sábado também outra vez reviramos a cidade e não encontramos um único
carro de boi.
Recorremos,
então, a Internet, mas nada da cena que estava na cabeça. Por fim, resolvemos
fazer uma montagem, embora sejamos “pernas de pau” no manejo do computador.
Finalmente saiu a capa do livro opúsculo: Santana: Reino do Couro e
da Sola. Dois burros (muares) cargueiros fotografados de frente,
transportando mercadoria em caçuás. Ótima e bonita estrada, ao fundo um céu
vermelho de final de dia, letras brancas, pretas e intermediárias. Uma capa
apaixonante que nos fez vibrar de satisfação por uma tarde inteira. Triste de
quem não é desenhista. Pelo visto já estamos vivendo mesmo no tempo em que
passado é de fato passado.
Que
missão, hem! De caçador de jumento.
CHAPÉU
DE COURO NO SÍTIO CAVA OURO, EM SENADOR RUI PALMEIRA (FOTO: MARCELLO FAUSTO).
CRESCIMENTO Clerisvaldo B. Chagas, 10 de novembro de 2022 Escritor símbolo do sertão Alagoano Crônica: 2.797 Numa caminhada br...
CRESCIMENTO
Clerisvaldo
B. Chagas, 10 de novembro de 2022
Escritor
símbolo do sertão Alagoano
Crônica: 2.797
Numa caminhada
breve por alguns pontos de Santana, fomos conversando com pessoas de outras
cidades e dos sítios santanenses, sempre recebendo a admiração de “como Santana
está grande!”. Naturalmente respondíamos a essas exclamações concordando o
crescimento em algumas regiões da cidade. Mas, desta feita não apontamos
lugares específicos, simplesmente porque Santana cresceu mesmo por todos os
bairros. A expansão atual é para o norte, sul, leste e oeste. Como a cidade está crescendo assustadoramente,
podíamos antes até dizer sobre o comércio novo que ia acompanhando alguns
desses bairros. Porém, hoje já não podemos falar assim, tudo está acompanhando
tudo. Onde vai chegando o loteamento, chega com ele, o mercadinho, a farmácia,
o salão, a escola e assim por diante.
Quase
caíamos de costas com uma dessas surpresas, quando resolvemos transitar por
novas estradas pavimentadas por trás do prédio do DNIT, no Bairro Camoxinga.
Inúmeras e inúmeras casas novas, inclusive com primeiro andar, “invadiram” a antiga
fazenda do saudoso Isaías Rego que vai desde a descida do Bairro Lajeiro Grande
em direção ao rio Ipanema, até os fundos do DNIT, que havia sido loteada. Já
mais abaixo desse loteamento, mais uma surpresa. Outro gigantesco loteamento vizinho que vai das
últimas casas construídas – inclusive muitos pedreiros trabalhando nessas casas
- surgiu daí até às margens do rio, local da continuação da tão conhecida
barragem. É o loteamento do Colorado II,
ainda limpo e promovendo suas vendas de terrenos.
Podemos
apreciar na foto abaixo, o terreno do Colorado II, imediatamente abaixo do
loteamento já ocupado de Isaías Rego. Na parte superior da foto, pedaço de muro
de terreno já ocupado, o limpo da fotografia: Colorado aguardando compradores
e, ao fundo da foto, extenso jardim de árvores craibeiras seguindo
paralelamente o rio Ipanema que margeiam a barragem, leito seco no momento. O outro
lado da barragem, margem direita, já é uma “nova” cidade com tantos prédios
seguindo o rio em direção às nascentes. Assim ficou muito mais bela a saída de Santana
rumo ao alto Sertão e Poço das Trincheiras. Não houve visita programada, mas
sim, apenas uma olhada para a nova paisagem, infelizmente em hora imprópria
para fotografias, quando a qualidade não é das melhores.
NOVO
LOTEAMENTO COLORADO II NA MARGEM ESQUERDA DA BARRAGEM (FOTO: B. CHAGAS).

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.