SOBRE MIM

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.
RIBEIRA DO PANEMA Clerisvaldo B. Chagas, 18 de abril de 2025 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3.228 Governava Sant...
RIBEIRA
DO PANEMA
Clerisvaldo B. Chagas, 18 de abril de 2025
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3.228
Governava Santana do Ipanema, o bacharel
Henaldo Bulhões. Era o ano de 1971, quando lancei o meu primeiro livro, o romance
Ribeira do Panema, cujo prefácio confiei ao escritor palmeirense Luiz B. Torres.
Estava eu com 31 anos, quando tive essa imensa alegria. A capa ficou ao cargo
do radialista e desenhista, o saudoso Adeilson Dantas. As dificuldades em
termos de gráfica eram muitas e, o livro ficou sob a responsabilidade da Tipografia Nordeste, comandada pelo
profissional tipógrafo, Cajueiro. Foi um impacto muito grande em Santana do Ipanema
e em todo o Sertão do Estado. Houve lançamento em Santana e em Pão de Açúcar,
com a apresentação do escritor Aldemar Mendonça da Terra de Jaciobá. E como
costumo ser grato a quem me ajuda e valoriza, meu nome que é Clerisvaldo Braga
das Chagas, recebeu mudança ficando o nome artístico, Clerisvaldo B. Chagas, em
homenagem ao consagrado escritor que primeiro reconheceu o meu trabalho, com o “
B.”.
Nunca deixei de usar o B. Chagas, em todos os
trabalhos literários, bem como a mesma foto na capa de trás, porque mudanças
constantes de fotografias, não fixam 100% na cabeça dos seguidores literários.
Assim, mesmo com 78 anos de idade, a fotografia da capa de trás é sempre a da
marca registrada. Falo isso pelas esmiunçadas pesquisas de autores de Projetos
em entrevistas e vídeos a meu respeito que chegam a quatro, no momento. Ribeira
do Panema foi esgotado logo cedo e acho que não existe para comprar nem sequer
nos sebos, pois quem o possui até agora não quer se desfazer da obra. Recentemente,
um vereador santanense, falou em público que irá republicar o nosso segundo
romance, Defunto Perfumado, também
esgotado há muito e com sucesso em todo o Nordeste e Brasil, servindo até para
TCC.
E por falar nisso, continuamos com os nossos
romances lançados recentemente, em evidência e sempre servindo a Cultura. Foram
impressos poucos exemplares, porém o leitor poderá solicitar qualquer deles ou
o Kit, em casa se estiver em Santana que eu o enviarei. E pela Internet,
através dos Correios com frete do cliente. Simples assim. Envio o recibo dos
Correios e a chave PIX. O leitor desenrola o restante, enviando a contribuição.
Muitos melhores do que as melhores novelas. Uma companhia nota dez e que você
repassará para toda a família. Escolha ou leve todos: DEUSES DE MMANDACARU (o mais
complexo), FAZENDA LAJEADO (Dramas raízes), PAPO-AMARELO (aventura itinerante,
diálogos profundos, humanismo), OURO DAS ABELHAS (misticismo, amor,
sentimento).
Feliz Sexta Sagrada!!!
NAS AREIAS BRANCAS Clerisvaldo B. Chagas, 16 de abril de 2025 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3.227 Foi um espetá...
NAS
AREIAS BRANCAS
Clerisvaldo B. Chagas, 16 de abril de 2025
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3.227
Foi um espetáculo o encerramento do projeto do
cineasta Samuel Fernando no povoado Areias Brancas, ontem à noite. Como disse
que iria fui prestigiar o evento junto a seus familiares. Era o final do
Projeto Serras, a escola município/estado, completamente lotada e uma
expectativa grande no espaço físico, na agitação da galera e na cabeça de cada
um dos participantes que viraram cineastas mirins. Haveria uma apresentação na
“telona”, o resultado do trabalho do Samuel e alunos selecionados no projeto
que eram quinze. O trabalho que seria apresentado estava dividido em quatro
histórias distintas da região de Areias. Divididos em quatro equipes, cada uma
das equipes, produziu uma história: futebol, religiosidade, lenda local e
fundação do povoado.
Aplausos, certificados, entrevistas, lanches,
euforia, marcaram a noite do dia 15, ficando o marco cultural cravado no peito
de cada um. O projeto novo apontado por nós, seria implantar um monumento no
lugar onde Areias começou que foi na palhoça de Joaquim e Rosa onde havia uma
festa religiosa anual. Um monumento em forma de obelisco ou não, conforme o
imaginário do arquiteto, com placa de bronze: Aqui começo o povoado areias brancas, 1941. É muito prazeroso
vermos a evolução de um lugar, seja nas grandes ou nas pequenas coisas, porém,
muito mais prazeroso quando acontece no campo cultural. Os toques de
conhecimentos e sugestões que demos no Projeto do Samuel, talvez tenham sido de
grande valia para essa juventude vibrante que tenta mudar o futuro para melhor.
Retornei de Areias Brancas com a consciência do
dever cumprido, porém, hoje logo cedo, já estava entrevistando o senhor Ailton
Quelé, morador do sítio rural Olho d’Água do Amaro, visando o nosso projeto O
FANTÁSTICO SANTANENSE MUNDO RURAL. Em seguida, invertemos os papéis e passei a
ser entrevistado por Thalya Chagas para o seu Projeto sobre a IGREJINHA DAS
TOCAIAS. Ainda dentro da agenda da semana temos um encontro com a equipe de
Thalya na Igrejinha das Tocaias no próximo sábado à tardinha para filmagens com
direito a pôr de sol.
Meu muito obrigado ao companheiro Remi Bastos
ao me intitular “PRINCIPE DAS CRÔNICAS. Agradecimento ao pai e Rei galileu.
MOMENTO EM AREIAS BRANCAS COM A COORDENADORA DA
ESCOLA.
DE MUNDO EM MUNDO Clerisvaldo B. Chagas, 15 de abril de 2025 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3.226 O cineasta...
DE
MUNDO EM MUNDO
Clerisvaldo B. Chagas,
15 de abril de 2025
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3.226
O cineasta Samuel Fernando,
nos chama novamente para uma jornada até o povoado Areias Brancas. Desta feita,
pelo resultado dos seus trabalhos com os alunos selecionados em seu Projeto.
Como ficou o resultado dos esforços de ambos os lados? Ora gente! A juventude
estudiosa de um povoado sertanejo e santanense de Alagoas, aprendendo os
manejos do cinema é coisa que até há pouco era impensável. Jovens cineastas
dando os primeiros passos no interior que poderão se tornar pessoas famosas
pelo aprendizado primordial da arte e suas periferias. Poderei aproveitar o
convite para colher mais dados para o nosso projeto já 80 % feito e aguardando
o restante do FANTÁTICO SANTANENSE MUNDO RURAL. Quando digo nosso projeto, será
meu e de Samuel, em livro e em vídeos.
Por outro lado, logo, logo,
estaremos concedendo entrevista e agendando filmagem na Igrejinha das Tocaias,
para sua história no cinema. Mas também, com uma quarta de agenda lotada, por
outro lado, vamos entrevistar informante sobre a região rural de Olho d’Água do Amaro que fará parte do nosso
trabalho acima. Para isso dividi o município de Santana do Ipanema em onze
grandes regiões rurais, as quais visitaremos todas elas e colheremos o melhor
em livro e vídeo para exibir ao mundo. Mas também vamos dar outra dimensão a um
dos romances publicados, que poderá se transformar em seriado: romance do tempo
do cangaço. E eu que saí do mundo do teatro, entrei no mundo dos livros, agora
parece que estou entrando para o mundo do cinema.
De qualquer maneira, sinto
saudade da Igrejinha das Tocaias que, após a nossa história, voltou a evidência
e já se tornou ponto de visitas de inúmeras escolas de Santana e que em breve
se consolidará, como um ponto turístico religioso e histórico/cultural. Já
recebeu alguns benefícios após a foto da crônica e deverá receber naquela
ermida outras mais, além de ser vizinha à Reserva Tocaia, visitada na mesma
proporção pelas escolas. Promessas continuam sendo pagas a todos os santos no
pequeno templo sob a égide de São Manoel da Paciência. Seus oitocentos metros a
partir da última casa da zona urbana até lá, ainda permanece de terra e, muitas,
vezes o a invasão do mato, buracos e lama, dificultam à chegada até a sua
porta., porém, a fé caminha por todos os tipos de terrenos.
IGREJINHA DAS TOCAIS ANTES DA
ÚLTIMA REFORMA. (FOTO DE ÂNGELO RODRIGUES).

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.