TRABALHO, SUOR E DIGNIDADE Clerisvaldo B. Chagas, 1º de maio de 2015 Crônica Nº 1.421 Foto: (voceeorepórter.blog.)   Trabal...

TRABALHO, SUOR E DIGNIDADE



TRABALHO, SUOR E DIGNIDADE
Clerisvaldo B. Chagas, 1º de maio de 2015
Crônica Nº 1.421
Foto: (voceeorepórter.blog.)

 Trabalho é o conjunto de atividades realizadas, é esforço feito por indivíduos com o objetivo de atingir uma meta.
“O trabalho faz com que o indivíduo aprenda a fazer algo com um objetivo definido, desde a época do trabalho escolar no colégio, e com isso, o ser humano começa a conquistar seu próprio espaço, respeito e consideração dos demais. Quando a pessoa realiza um trabalho bem feito, também contribui para a sua autoestima, satisfação pessoal e realização profissional”.
Vamos encontrar o trabalho desde os tempos mais remotos no exercício de diversas profissões ou atividades. À medida que o mundo aumentou a sua população, novas e modernas profissões foram surgindo para preencher as necessidades surpreendentes e novas.
O trabalho existe em todos os países, independente de crença ou ideologia. Quando espontâneo e honesto, além de trazer a satisfação pessoal, permite ao indivíduo o sustento e o respeito integrando-o à sociedade em que vive.
Dentro do conceito trabalhista também surgem os conflitos em defesa da família, de proteção ao indivíduo, da dignidade procurada. As leis do trabalho visam se adequar aos tempos modernos quando surgem descobertas e se integram às atividades humanas.
É através do trabalho profícuo e compensatório que o homem se realiza e tem a satisfação de proteger a sua própria família.
Os conflitos trabalhistas continuam no mundo, em parte, pela usura, mas também pela busca do aperfeiçoamento constante, pois o trabalho é dinâmico e está sempre buscando novas facetas evolutivas.
Ser chamado de homem trabalhador ou mulher trabalhadeira é uma honra para qualquer indivíduo, independente da pregação da malandragem, da escória que reluta em negar o trabalho.
Ser um cidadão decente hoje em dia requer muita coragem devido aos apelos negativos nos meios sociais.
As conquistas dos trabalhadores é algo móvel buscando sempre o aperfeiçoamento e... Como uma gangorra, tem sempre os seus momentos de altos e baixos. Vamos vislumbrar o futuro da classe trabalhadora.


ESCRITOR PALESTRA EM INSTITUTO Clerisvaldo B. Chagas, 30 de abril de 2015 Crônica Nº 1.420 UMA NOITE FELIZ PARA A CULTURA LOCAL...

ESCRITOR PALESTRA EM INSTITUTO



ESCRITOR PALESTRA EM INSTITUTO
Clerisvaldo B. Chagas, 30 de abril de 2015
Crônica Nº 1.420
UMA NOITE FELIZ PARA A CULTURA LOCAL.

Aconteceu no prédio da Câmara de Vereadores Tácio Chagas Duarte, a apresentação à sociedade da organização Instituto Ação de Promoção à Cidadania e Desenvolvimento, pelo seu presidente Rogivaldo Chagas. Ontem à noite, pessoas convidadas e interessadas estiveram participando da primeira de uma série de palestras planejadas pelo referido Instituto.
Durante mais de uma hora o escritor Clerisvaldo B. Chagas falou à plateia sobre o tema: “Santana do Ipanema; a gênese” correspondente às partes históricas e geográficas sobre o município. Foram abordados assuntos como os primórdios, as sesmarias, os primeiros habitantes do território e a fundação do futuro município.
IMPORTANTE APOIO DE MARCELLO AO ÊXITO
Deixando o miolo da história com seus inúmeros aspectos, o palestrante passou a falar sobre os diversos blocos físicos e populacionais (seis, segundo o autor) que deram origem a cidade de Santana do Ipanema com todos os seus desdobramentos. Foram classificados por Clerisvaldo como blocos físicos populacionais que deram origem ao todo, as poções: Maniçoba/Bebedouro, Centro/Monumento, Camoxinga, Domingos Acácio, Floresta/Alto dos Negros e Eduardo Rita.
Diante de plateia pequena, mas atenta, ao terminar sua explanação o escritor foi amplamente aplaudido e interagiu com os presentes. Mesmo com o encerramento da palestra a plateia não quis arredar o pé do recinto, querendo mais e mais demonstrando a insaciável sede cultural.
Assim a Focus Binarius também ministra sua primeira palestra, tendo o escritor Marcello Fausto como auxiliar técnico e apoio numa demonstração de grande valia para o êxito do empreendimento da Focus Binarius.
ROGIVALDO CHAGAS APRESENTA O INSTITUTO.
Pessoas ilustres fizeram parte dos ouvintes, e contaram suas experiências vivas com a história de Santana.
Um “kit” de felicidades pairou no céu da cultura sertaneja ontem à noite na empreitada do Instituto Ação de Promoção à Cidadania.
A FOCUS BINARIUS continua com seu cardápio variado.
(Fotos:Focus Binarius).



VIVA SÃO JOSÉ Clerisvaldo B. Chagas, 29 de abril de 2015 Crônica Nº 1.419 São José. Foto: (seminariosãojose.orgbr/events). Os...

VIVA SÃO JOSÉ



VIVA SÃO JOSÉ
Clerisvaldo B. Chagas, 29 de abril de 2015
Crônica Nº 1.419
São José. Foto: (seminariosãojose.orgbr/events).
Os foguetes cortaram os ares anunciando a festa de São José. Desmembrado do grande Bairro Camoxinga, a antiga COHAB Velha e sua periferia, em Santana do Ipanema, Alagoas, construíram uma igrejinha dedicada ao santo, como sede dos seus movimentos religiosos. Igreja pequena é bem verdade, mas muito bem organizada pelos seus cuidadosos zeladores.
O Bairro São José é modesto e tem como repartições públicas o corpo de bombeiros, um posto de saúde, uma escola estadual, uma do município, padaria, mercadinhos e, praticamente, só. Limitado ao norte pela BR-316, o Bairro São José parece conformado com a falta de investimentos e o marasmo, designando sempre o Centro da cidade como destino de compras e vendas.
Seu protetor, o pai de Jesus, provavelmente nasceu em Belém e cujo pai se chamava Jacó. Sua figura é passada como um jovem de talento, humilde, manso e devoto. Quando Maria foi dada em casamento a José, teria 14 anos. Entretanto, Maria continuou a morar em casa da família em Nazaré da Galileia ainda por um ano, que era o tempo pedido pelos hebreus entre o período do casamento e a entrada na casa do esposo. É longa e bonita a história do santo padroeiro do bairro.
O pai de Jesus representa um dos santos mais queridos do Brasil, principalmente na região nordestina. Sua veneração surge das mais diferentes formas como novenas, missas, procissões, devoções e nomes de filhos em sua homenagem. Multidões acorrem ao santo sempre que se defrontam com as dificuldades das secas. O seu dia, no mês de março, é aguardado com ansiedade e alegria pelos agricultores, quando iniciam o plantio do milho no sertão. Seu dia é um marco que decide o estio ou as chuvas que tanto abençoam os sertanejos.
O pequeno e humilde Bairro São José, mais uma vez não deixou passar em branco os louvores ao seu grande e milagroso padroeiro. Haja foguete cortando os ares! Ele merece. Viva São José.