SOBRE MIM

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.
NO CAVALO DO TEMPO Clerisvaldo B. Chagas, 19 de janeiro de 2026 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3346 Montado ness...
NO CAVALO DO
TEMPO
Clerisvaldo B. Chagas, 19 de janeiro de
2026
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica:
3346
Montado
nesse verãozão em que ora cavalgamos, vamos lembrar antigo ditado sertanejo:
“Mês meou, mês findou”. Ditado verdadeiro, vamos chegando aos últimos dias do
mês com a rapidez do jargão. Tivemos até ouvindo alguns “profetas da chuva”,
que asseguram que as chuvadas só começarão no primeiro dia de abril com inverno
curto. Mas aqueles foram profetas da chuva do sertão da Paraíba. Por um lado,
temos no Nordeste dois períodos chuvosos diferentes. Alagoas, Pernambuco e
Sergipe é um. Da Paraíba para cima é outro, mas não deixa de ter observações
sábias para o Nordeste inteiro, notadamente para a área sertaneja. E como está muito quente por aqui, vou
lembrando de um janeiro de décadas passadas quando descemos a pé, das
cabeceiras à foz do rio Ipanema, pelo seu leito seco, Verãozão de arrepiar.
Foi
assim que surgiu o livro documentário da nossa autoria: IPANEMA, UM RIO MACHO.
E como já estamos cavalgando para o final de janeiro, sem chuva, sem toró, sem
trovoada, tudo leva a crer na experiência dos homens através de sinais dados
pelos bichos, pelas plantas, pelos astros e outras ainda. No momento, um dos
cenários mais conhecidos do sertão, se repete: vegetação crestada, calor
intenso e a rolinha cantando saudosa nas folhagens do juazeiro. Som forte,
agradável e consagrado do semiárido.
Mas,
estamos retornando depois de passarmos alguns dias cuidando apenas do nosso
novo personagem Zé Coxó. Provavelmente nesta mesma semana o livro ZÉ COXÓ, O
POETA DO FANTÁSTICO, terá nascido completamente. Estamos com 86% na agulha e Zé
Coxó continua dizendo lorotas em todos os lugares em que chega e em todas as
ocasiões que provocam uma estrofe engraçada, romântica, debochada, apaixonante,
sensual, penosa e assim por diante. E como já foi dito na crônica anterior, o
estilo do livro é inédito no Brasil e talvez no mundo. São 100 anedotas em que
o leitor será transportado para o mundo da fantasia, do incrível, do
FANTÁSTICO.
Precisamos
de parceria, topas?
ROLINHA
SERTANEJA (DIVULGAÇÃO).

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.