O POVO DE SÃO JOSÉ AGRADECE Clerisvaldo B. Chagas, 3 de setembro de 2018 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 1.975 ...

O POVO DE SÃO JOSÉ AGRADECE


O POVO DE SÃO JOSÉ AGRADECE
Clerisvaldo B. Chagas, 3 de setembro de 2018
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 1.975

Estivemos visitando as obras do Bairro São José, reivindicadas pelos seus moradores tendo sido expostas aqui a situação. A lavanderia foi mostrada sob completo abandono e que havia se tornado estribaria. Lá dentro um mau cheiro enorme, os boxes quebrados e o telhado em ponto de cair. A simples aproximação do local já causava náuseas aos seus moradores. Atendido os apelos do povo, a situação mudou completamente. Mais de 90% das obras de recuperação já foram executadas. O telhado foi substituído por madeira e telhas novas, os boxes estão um brinco, o piso muito bom, telas no pátio de entrada, calçada e tudo o mais. A pintura ainda estar cheirando a tinta fresca, grades nas portas, faltando apenas rebocar a sustentação da caixa e pequenos serviços. Um excelente trabalho que não se pode negar.
Não sabemos ainda quando a lavanderia irá funcionar e nem quais serão os critérios de uso. Sabemos sim que os moradores humildes do Bairro São José, estão agradecidos ao gestor. Muitas mulheres terão esse benefício como usuárias, um auxílio extra para a economia de casa, principalmente nesses  tempos difíceis para os menos aquinhoados. Ao iniciar o seu funcionamento, vai ser preciso um zelador/vigia, mas a comunidade também tem que se engajar no cuidado do bem público, fazendo sua parte e denunciando os vandalismos.
Quanto ao chamado Posto São José que também havia virado tudo que não presta devido ao abandono, avançou muito e a impressão é que falta, fisicamente, muito pouco para o término das obras.  O visual é outro e a beleza já chama atenção dos transeuntes. Mais uma vez o poder público está de parabéns. É aguardar as devidas inaugurações e soltar fogos de agradecimentos também à força de São José.
Por outro lado as ruínas da antiga casa do menor estar incomodando. Nem sabemos com ficará o entorno do Posto, mas que tem terreno o suficiente para mais obras úteis e dignificantes.
   Que as decisões sejam iluminadas com a inspiração do carpinteiro pai do nosso Mestre.




                                                                                                                         

NO TRONO DA CRÔNICA Clerisvaldo B. Chagas, 29 de agosto de 2018 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 1.974

NO TRONO DA CRÔNICA



NO TRONO DA CRÔNICA
Clerisvaldo B. Chagas, 29 de agosto de 2018
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 1.974


SURGIU O COMÉRCIO Clerisvaldo B. Chagas, 28 de agosto de 2018 Escritor Símbolo do Sertão Alag oano Crônica: 1.973 ARAPIRACA, CID...

SURGIU O COMÉRCIO


SURGIU O COMÉRCIO
Clerisvaldo B. Chagas, 28 de agosto de 2018
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 1.973
ARAPIRACA, CIDADE COMERCIAL. (FOTO: ÂNGELO RODRIGUES).

 Segundo Boulos, (História), “Com o aumento da oferta de alimento, a invenção do arado e de novas técnicas de irrigação passou a ocorrer a produção de excedentes, ou seja, as aldeias passaram a produzir mais alimentos do que consumiam. Consequentemente, seus membros puderam se dedicar a outras atividades como a carpintaria e a tecelagem. Ocorreu, assim, uma crescente divisão do trabalho: uns construíam casas, outros faziam tecidos, outros produziam armas, outros  modelavam potes e panelas de cerâmica, e havia ainda os que caçavam e pescavam.
Quem produzia trigo ou azeite, por exemplo, passou a trocar seus produtos por um vaso, um tecido ou uma arma. Nascia assim o comércio. Com o tempo, essas trocas deixaram de ser feitas pelos próprios produtores e passaram a ser efetuadas por um personagem novo naquela época: o comerciante”.
Com o tempo, algumas cidades passaram a se destacar como pontos comerciais que a continuação às transformou em importantes centros de comércio. Mas alguns povos aproveitaram o excedente para comercializar perambulando por outros povos. Outros ainda, de território difícil para a agricultura e pecuária, passaram a negociar com outras gentes, comprando e vendendo com as sobras, de territórios que produziam. Atualmente, em todos os lugares do mundo se encontra pontos famosos pelo que vendem. Aqui no Brasil, chamamos a essas cidades de cidades comerciais. Mesmo contando com inúmeras indústrias, a fama do comércio persiste sobre todas as outras formas econômicas. Para que os exemplos fiquem mais perto, temos Caruaru, no estado vizinho do norte e Arapiraca em Alagoas.
No caso da nossa cidade, Santana do Ipanema, localizada no Médio Sertão Alagoano, podemos classificá-la como cidade comercial, desde os tempos de vila. A vocação de comércio independe do tamanho do lugar. Uma pequena vila, um povoado ou um simples arraial, pode carregar essa vocação e até se expandir se tornando grandes centros como alguns que conhecemos como Sorocaba, Barretos e outros menores.
Atualmente o Comércio é um dos setores que mais emprega no Brasil.