SOBRE MIM

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.
CAÇANDO MILAGRES Clerisvaldo B. Chagas, 15 de agosto de 2022 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 2.751 Após a parada obri...
CAÇANDO
MILAGRES
Clerisvaldo
B. Chagas, 15 de agosto de 2022
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.751
Após
a parada obrigatória da pandemia, voltamos a pesquisar na redondeza o tema para
o livro: “100 Milagres Inéditos do Padre Cícero”. Pesquisar é coisa prazerosa
desde que o assunto pesquisado seja de muito amor de quem pesquisa. Assim
reiniciamos os nossos trabalhos do ponto onde a força da pandemia deixou suas
reticências. O objetivo é distribuir o livro gratuitamente em dia de festa na
Pedra do Padre Cícero, em Dois Riachos, onde acontece a maior romaria do “Santo
Nordestino” em Alagoas. Claro que isso exige patrocínio e desde já ouviremos
qualquer proposta neste sentido. São intensas as emoções das pessoas nos seus
depoimentos que são anotados, transformados em textos com títulos específicos e
até fotografia do devoto entrevistado.
A
emoção de cada romeiro em seu depoimento, estimula o nosso trabalho, pois
sentimos forças ocultas e extremamente agradáveis sobre as nossas cabeças.
Assim, de perguntas em perguntas, de indicações em indicações, vamos fazendo
visitas a essas pessoas laureadas pelas graças alcançadas do padre Cícero Romão
Batista. Visitamos clínicas, feiras, igrejas, residências, pontos comerciais e
até mesmo casas distantes da zona rural, onde a fé transborda em toda a sua
plenitude. Para nós é essencial a causa
do pedido, a graça alcançada, a forma e o lugar da promessa paga, além de nome
completo, apelido, idade, endereço, e situação do tempo da graça alcançada.
Cada milagre também ganha uma numeração além do título, pela ordem das
narrativas.
O
livro não tem data para terminar. Calma e paciência. Caso um devoto queira
contar alguma graça alcançada usando a Internet., escreva para nosso e-mail
abaixo dessa crônica. Procedimento acima, acompanhado de foto. Na última
sexta-feira estivemos percorrendo alguns lugares do Bairro São José, inclusive,
a sua igreja que também foi alvo de pesquisa. Lá nos deparamos à tarde com um
grupo de pessoas, homens e mulheres, rezando o Terço de Nossa Senhora, uma
recepção e tanta!
O
companheiro e parceiro literário, escritor Marcello Fausto que assim como nós é
devoto do padre Cícero, está nos assessorando nesta importantíssima missão
religiosa.
Viva
a pátria e chova arroz!
INTERIOR
DA IGREJA DE SÃO JOSÉ, SANTANA DO IPANEMA (FOTO: B. CHAGAS).
Clerisvaldodaschagas@gmail.com
CANOEIROS EM ALTA Clerisvaldo B. Chagas, 12 de agosto de 2022 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 2.750 Quando o livr...
CANOEIROS
EM ALTA
Clerisvaldo
B. Chagas, 12 de agosto de 2022
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.750
Quando
o livro “Canoeiros do Ipanema” estava para ser lançado, aconteceu o auge da
pandemia, além de problemas de saúde do autor que não foi Covid. Ainda deu para algumas reduzidas pessoas adquirirem
o opúsculo único e raro sobre a existência dos canoeiros em Santana do Ipanema.
Amigos e amigas pediram o livro pela Internet, ficamos de entregá-lo em
diversos pontos da nossa cidade, mas não houve condições físicas. Como essas
pessoas não depositaram a quantia indicada e nós não entregamos a encomenda,
ficou tudo na estaca zero e pedimos desculpas, embora não tenha havido nenhum prejuízo
para nenhum dos lados. Melhorada a coisa, o autor ainda se recuperando, pediu
ao parceiro literário Marcello Fausto que fizesse lançamentos dos “Canoeiros do
Ipanema”, nas escolas, em nome do autor.
Estão
sendo providenciandos esses lançamentos em diversos estabelecimentos de Santana,
inclusive, com muita aceitação e prévios planejamentos de trabalhos escolares
sobre o tema. Não existe nenhum outro documento que cita ou resgata esses
episódios históricos da nossa sociedade. Portanto, o pequeno livro em volume, é
grande na preciosidade sob sua guarda. “Os melhores perfumes estão nos menores
frascos”, disse Rui Barbosa. Os livros, ainda embalados, irão alimentar o
conhecimento da juventude que se achava privada do heroísmo desses santanenses
que deram coragem, destreza e desenvoltura pelo progresso da terra sem o
reconhecimento devido até que chegou o livro “Canoeiros do Ipanema”.
Segundo
Fausto, o preço de cada unidade deverá ser fixado em apenas 15,00, para chegar
ao maior número possível de lares santanenses e gerações diversas. Seus filhos
irão gostar do presente daquilo que eles não sabiam e o último dos canoeiros,
com mais de 90 anos, também. Não sabemos se as pessoas que pediram o livro pela
internet ainda querem, vamos, portanto, reiniciar os pedidos. Desta vez passando
para o companheiro Fausto e suas responsabilidades em fazer a entrega.
Em
breve, outras novidades literárias.
Grato.
SUA TERRA Clerisvaldo B. Chagas 11 de agosto de 2022 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 2.749 Muito tempo parado, apr...
SUA
TERRA
Clerisvaldo
B. Chagas 11 de agosto de 2022
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.749
Muito
tempo parado, aproveitamos o raro dia de Sol deste inverno e fomos visitar
alguns pontos de Santana do Ipanema. Iniciamos pela rua mais antiga de Santana,
a Antônio Tavares, onde a encontramos completamente asfaltada. Talvez devido a
arborização pareceu que a mesma havia se estreitado. Antes, totalmente
residencial a “Rua dos Artífices”, inicia pequenos negócios de comércio que
deslumbra para o mesmo efeito avançado da Rua Pedro Brandão.
Fomos
ao monumento ao asno, à 60 GERE para regularizarmos à
nossa Aposentadoria, uma visita ao Centro Médico
Hebron, uma passada pelo Complexo da Saúde, vizinho ao Colégio São Cristóvão,
onde constatamos o grande fluxo de pessoas que descem da famosa Rua das
Pedrinhas em busca dos serviços médicos do SUS.
Pena
o Complexo Educacional e de Saúde ficarem encravados em terrenos insalubres,
onde fluxos d’água escorrem permanentemente nessas ruas, vindos da parte mais
alta da região. Isso corrói o calçamento que recebe lixo do pequeno comércio de
lanches e não combina de maneira nenhuma com a Saúde.
Ouvimos
muita reclamação do povo sobre a falta de um semáforo na cabeça de ponte da
Camoxinga, na BR-316 – cruzamento perigosissimo – e a cobrança de motoristas
para melhoramentos na entrada da rua para esses complexos. Os carros têm que
entrar travessados correndo perigo com o trânsito da BR. Santana virou Maceió
em termos de trânsito e falta de estacionamento. “Não podemos nem mais
atravessar à rua a pé”, nos falava uma senhora a quem demos carona.
Encerramos
a nossa incursão pela cidade, ainda dando graças pelo Sol que banhou o dia 10
de agosto, numa passada pelas imediações da Praça da Paróquia de São Cristóvão,
onde os serviços de lanche no logradouro atraem bastante pessoas. As crianças
deixavam às escolas particulares das imediações e funcionavam vacinas na
Secretaria de Saúde, antigo Hospital e Maternidade Arsênio Moreira, bem no filé
do Bairro Camoxinga. Não deixamos de registrar a Igreja Matriz de São
Cristóvão, bem pintada, ornada e de porta principal aberta aos seus fiéis, como
deve ser.
IGREJA
DE SÃO CRISTÓVÃO, DIA 10/08 (FOTO: B. CHAGAS)

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.