A BARRA Clerisvaldo B. Chagas, 21 de agosto de 2026 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3465   1560. “Após a metade do ...

 

A BARRA

Clerisvaldo B. Chagas, 21 de agosto de 2026

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3465

 



1560. “Após a metade do século XVI, a partir de 1560, os exploradores iniciaram a subida pelo rio São Francisco em busca de novas descobertas”. Atingindo a foz do rio temporário, Ipanema, subiram através do seu leito seco até as nascentes, localizadas  na erra do Ororubá, em Pesqueira, Pernambuco Numa extensão aproximada de 36 léguas e pouco (220 km).

Os desbravadores, exploradores ou sertanistas de Olinda, chegaram primeiro à região,  partindo para o interior através dos rio intermitentes que despejavam no São Francisco. No caso de Alagoas, serviram de estradas para as primeiras fazendas de criação, no sentido foz/nascente, rios e riachos como o próprio Ipanema – o mais importante – e outros como Traipu, Riacho Grande e Capiá.

“Foi exatamente  no ponto de encontro entre os do is rios (Ipanema e São Francisco) que se estabeleceu um núcleo habitacional, onde missionários, colonizadores (sesmeiros, rendeiros, meeiros, compradores de terras) e comerciantes dos centros maiores faziam seus negócios. O local ficou sendo conhecido como Barra do Ipanema, ainda hoje existente”. (Frisos nossos).

O texto acima Fbarra do panema. az parte do livro documentário ainda inédito com o nome de BARRA DO IPANEMA, um povoado alagoano. Livro clássico e histórico que vai surpreender  o mundo cultural de Alagoas.

Aguardemos.

IGREJA DE NOSSA SENHORA DO PRAZERES EM MORRO DO SÃO FRANCISCO, BARRA DO IPANEMA. (IPHAN).

 



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