SOBRE MIM

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.
SÃO BRÁS Clerisvaldo B. Chagas, 21 de setembro de 2026 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3480 São Brás, bispo e már...
SÃO BRÁS
Clerisvaldo B. Chagas, 21 de setembro de
2026
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3480
São Brás, bispo e mártir cristão, viveu na Armênia nos séculos III e IV. No
início foi médico em Sebaste. Buscou o
retiro e vida religiosa, abrigando-se numa
gruta no monte Egeu. Foi depois, padre e bispo, devido a sua fama de
santidade. Foi capturado pelo
império romano e, conduzido ao martírio, por não renunciar a sua fé. A
caminho do martírio salvou uma criança engasgada com uma espinha de peixe.
Foi torturado e decapitado pelo império
romano e ficou conhecido como o santo
protetor da garganta. Sua festa acontece no dia 3 de fevereiro com a solenidade da
Bênção das Gargantas. Ness ocasião, duas velas são cruzadas sobre a
garganta viando afastar engasgos e doenças. Vale salientar que São Brás
é o padroeiro dos otorrinolaringologistas, dos pedreiros e dos animais.
Como
os tempos vão mudando, até as tradições religiosas não são repassadas como
antes, embora continuem existindo . Lembro-me muito bem quando as pessoas
falavam sobre São Brás e São Bento, curadores respectivos da garganta e da
defesa de mordeduras de cobras. Tanto é
que estou neste momento agradecendo a São Brás, por uma intervenção na garganta
por problema de secreção permanente e especialista disse que não se curava com
remédio de farmácia, dando os nomes de quatro ervas poderosas. Antes das ervas,
porém, lembrei-me de São Brás. Graças ao
bom Deus, só foi preciso pedir a São Brás, uma vez. Após o pedido, nunca mais
senti o incômodo e agora estou dando o meu testemunho.
Ah!
Conheci quatro pessoas com nome de Brás. Um motorista, um farinheiro, um
cabo e um bom enxadrista. Nunca conheci, porém, a cidade ribeirinha do São
Francisco alagoano. Conheci vizinhas de cima, vizinhas de baixo, mas nunca
a de São Brás. Mesmo assim contei um
pouco do início da sua história no
livro a ser lançado: BARRA DO
IPANEMA, UM POVOADO ALAGOANO. Eu nem sei como
pessoas não ligam para a religiosidade, vivem como “Deus criou batata”
(jargão sertanejo). Pois, nosso santo, amigo São Brás, continua nos
prodigalizando os seus benefícios. Vamos tentar lembrar das Bênçãos da Garganta
na data aprazada do ano que vem. Muita honra, muita honra, muita honra....
SÃO
BRÁS (DIVULGAÇÃO).
SENHORA SANTANA – ESCOLA Clerisvaldo B. Chagas, 20 de setembro de 2026. Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3480 Nest...
SENHORA
SANTANA – ESCOLA
Clerisvaldo B. Chagas, 20 de setembro de
2026.
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica:
3480
Nesta
manhã ainda invernosa e de chuvada pouca, fomos para a sexta estação de
entrevistas com os alunos da Escola Senhora Santana, localizada no Bairro
Maniçoba, zona leste de cidade. Trata-se
da escola modelo do município, na saída para Maceió, vizinha a UNEAL. O
ambiente escolhido pela Escola foi a biblioteca, espaço aconchegante e
inspirador. Encontramos uma bibliotecária autora de livro de crônicas e uma
professora de História excelente na análise dos fatos. Com recepção ótima,
iniciamos o nosso trabalho com os alunos selecionados e muitos deles, moradores
do próprio bairro epicentro da história do livro documentário SANTANA: REINO DO
COURO E DA SOLA. O antigo Bairro da Maniçoba, antes baixo e às margens do rio Ipanema, se expandiu pelo
parte alta com elo de mobilidade entre ambas. Repartições importantes tomaram
conta dessa parte alta que estar parecendo uma cidade.
E
foi naqueles bairros progressistas, São Vicente, Lagoa do Junco e Maniçoba,
entre o antigo e o novo, onde fomos passar o bastão da história para a juventude do
celular. Todas as perguntas formuladas
foram pertinentes ao temos exposto da importância do ciclo do couro e da sola
para o desenvolvimento de Santana do Ipanema. Aqui, acolá surgiam perguntas elaboradas
de outras maneiras, mas já respondidas, porém, merecendo reforço do
entrevistado. Houve também indagações que mereceram respostas mais profundas e
a troca de experiências foram ficando mais interessantes, estimulando mais
necessidades de pesquisas. Um cafezinho aqui, outro acolá, ajudava a cabeça nos discernimentos dos escritos.
Encerrada
com êxito mais uma vez a nossa missão, deixamos a Escola Santana com aquelas
mesmas sensações de escolas anteriores, do dever cumprido. Uma esperança grande
em que aquela juventude em formação possa continuar levando conhecimentos para
as outras gerações que virão após. E para alongar o nosso próprio
conhecimentos, o condutor do nosso trem, José Malta Neto resolveu retornar por
estradas diferentes da principal, para apreciarmos o progresso do lugar. E foi
assim que encerramos nossa incursão. Nesse retorno um surpresa me aguardava: a
visita do ator da globo Chico de Assis. Que maravilha!
NA
ESCOLA SENHOR SANTANA.
SÔNIA – ESCOLA Clerisvaldo B. Chagas, 18 de setembro de 2026 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3480 Retornando à zo...
SÔNIA
– ESCOLA
Clerisvaldo B. Chagas, 18 de setembro de
2026
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica:
3480
Retornando
à zona rural com imensa alegria por percorrer os campos, Desta feita íamos com destino Sul do município de Santana,
precisamente para o sítio Serrote do Amparo, localizado na grande região das
Queimadas do Rio. Al-130, ponte sobre o riacho João Gomes, estrada vicinal de
terra até o local objetivo, proximidades
do rio Ipanema, à base de uma légua à jusante da sede. Eu já havia há muitos
anos passado por ali e lembrava perfeitamente do barro vermelho da localidade,
de uma casa e uma modesta escolinha ao lado. O que eu teria ido fazer? Pedir
voto quando fui candidato a prefeito. Guardei duas decepções naquela região que
de vez em quando, lembro sorrindo. Mais uma vez estávamos seguindo o do
jornalista, escritor e editor José Malta Neto. Viagem sempre no VLT de Malta. (risos).
E
como sempre, vários adolescentes em roda, diretora, coordenador, professora e ,
perguntas para todos os lados por parte da juventude estudiosa. Todos nós
debruçados sobre o livro em evidência, motivo de análises, SANTANA:REINO DO
COURO E DA SOLA. A escola antiga havia
sido amplamente reformada e mostrava um
padrão moderno de como deve ser realmente o espaço físico para a nossa
juventude sequiosa de saber. Foi um momento divino estre o escritor presente e
os possíveis escritores do futuro. Uma troca sutil de aprendizado porque quem
estar ensinando, estar aprendendo. Mas as perguntas e repostas abriram novos
horizontes do olhar particular, do olhar coletivo com variações novas de
indagações da história.
Aproveitamos
o trajeto da estrada vicinal de terra para apreciarmos parte da caatinga e sua beleza, mesmo já crestada pela inclemência do sol. Podemos
perceber que ainda há inúmeras árvores nativas a tudo resistindo, tanto isoladas
quanto em forma de bosque. Comentamos sobre a região das Queimadas do rio e sua
denominação e questionamos o batismo do SERROTE DO AMPARO, aonde fomos para a
entrevista com a juventude escolar. Assim, unindo a paisagem urbana ao cenário
rural, fomos contabilizando as vantagens em morar no sítio, tão pertinho da
AL-130, especialmente no SERROTE DO AMPAR
AUTOR
INDO PARA ENTREVISTA

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.