SOBRE MIM

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.
NA SERRA GAÚCHA Clerisvaldo B. Chagas, 1 de janeiro de 2026 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3341 Naquela noite de...
NA SERRA GAÚCHA
Clerisvaldo B.
Chagas, 1 de janeiro de 2026
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3341
Naquela
noite de Natal, mais uma vez subi a serra. Nunca mais tinha ido até ali e fui
contemplar o panorama com a atualização da magnífica paisagem. Não, não estou
falando da serra gaúcha verdadeira, é apenas uma alusão a ela. Na verdade, fui
ao Bairro Isnaldo Bulhões, e subi pelas sua ruas ainda em formação, até o topo
dos 316 metros de altitude. E mais uma vez fiquei na dúvida sobre a altura do
outro Bairro, Lajeiro Grande, visto como o mesmo nível, de cima do antigo
loteamento Colorado. É impressionante as luzes da cidade lá embaixo, os sítios
além do riacho João Gomes, completamente iluminados parecendo uma cidade
vizinha. Originário de uma granja com mais de dois mil ovos/dia, o lugar
chamado sítio Lagoa do Mato, na saída para Olho d’Agua das Flores,
transformou-se em bairro de elite como amplamente se vê.
Entretanto,
ainda estão faltando duas coisas importantes: uma iluminação decente e o
asfalto por cima dos paralelepípedos obrigatórios do início do loteamento. E
como a prefeitura resolveu denominar o aglomerado de “bairro” e com ele
homenagear o antigo prefeito com o seu nome, Isnaldo Bulhões, cabe-lhe
proporcionar então, os benefícios de infraestrutura que lhes são cabíveis. A
propósito, o Bairro Isnaldo Bulhões, “a serra gaúcha”, é o extremo Leste urbano
e conta com a AL-120, além de hipermercado, casa de construção IFAL, postos de
gasolina, restaurantes e inúmeras prestações de serviços nas vizinhança, além
do início do anel viário, em construção. Recentemente, trecho da antiga
rodagem, daquele ponto até a margem do Ipanema (chamado por dentro), ganhou
asfalto e passou a ser opção para se chegar ao Centro Comercial sem passar pela
ponte General Batista Tubino.
Essa
nova rota beneficia tanto o Bairro Isnaldo Bulhões, quanto os bairros Santo
Antônio e Santa Quitéria, até a entrada do sítio Curral do Meio II, onde se
encontra a Reserva Sementeira. Uma mudança radical para quem conheceu essa
antiga região apenas como zona rural. Afinal de contas, O Natal teve encontro e
jantar entre família no cimo da “serra Gaúcha”. Muito bom, muito bom, muito
bom.
VERÃO Clerisvaldo B. Chagas, 31 de dezembro de 2025 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3.340 Desde o dia 21 de dezem...
VERÃO
Clerisvaldo B. Chagas, 31 de dezembro de
2025
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3.340
Desde
o dia 21 de dezembro que estamos vivendo no verão. E como o final da primavera ainda não notamos
muita diferença, pelo menos por enquanto. Os dias são quentes, chegando aos 39
graus e as noites levam a temperatura para 10 e até mais graus de diferença do
dia. Na rua é muito quente, dentro de casa, pelo dia, muitas vezes está úmido e
frio. As madrugadas chegam aos 23, 24 graus e é preciso até se agasalhar. Ora,
essa variação toda não pertence ao histórico tradicional. Pelo jeito, o tempo
também resolveu entrar nessas novidades constantes e imparáveis das
tecnologias. De modo que as previsões de costume, estão muito combalidas e o
simples olhar para os céus não traz com certeza o que se quer saber. “Confiar
desconfiando”, parece ser a nova frase sobre o espaço.
Todavia,
mesmo contrariando o instinto do homem, as plantas e os animais ignoram a
mudança e continuam tranquilamente emitindo os sinais de seca e de chuva com se
nunca tivessem sido atingidos, pelo modernismo do tempo. Queremos dizer que não
devemos mais confiar em nossas experiências climáticas, mas nos vegetais e
animais, sim. E assim vamos fazendo a transição 2025 – 2026, com a ilusão de
que as coisas irão melhorar. Porém, você tem que entender que nada mudará se
tudo não for iniciado pela mudança do seu interior, dos seu coração, dos seus
pensamentos e das suas ações. Eu tinha um ótimo professor de Português e
matemática, que costumava citar o jargão: “Errar é humano, permanecer no erro,
é diabólico”.
Tempos
depois, meu professor errou gravemente no seu trabalho público e chegou à punição.
Um choque para nós que o julgávamos um poço de virtudes. Mas não sei informar
se o professor continuou no erro. Acho que deve ter pensado no seu próprio jargão.
Pois é, 2026, vem aí, nem é mau, nem é bom. Tudo depende das suas atitudes. E
até os momentos dessa linhas, não chegou ainda a trovoada de fim de ano e nem
de início. Vamos adaptando o vestuário ao tempo quente, mas sobretudo,
preparando o interior para receber os dias do Ano Novo e saber como honrar mais
esses presentes dos céus.
CÉU
DE SERTÃO ALAGOANO, EM 31 DE DEZEMBRO (FOTO: B.CHAGAS)
OLHE O TREM! Clerisvaldo B. Chagas 30 de dezembro de 2025 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3339 Para quem é nordes...
OLHE O
TREM!
Clerisvaldo B. Chagas 30 de dezembro de
2025
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica:
3339
Muita
euforia na primeira viagem do trem do Piauí a Iguatu no Ceará, transportando um
carga de milho, talvez para marcar a simbologia e o histórico ferrífero. De
Iguatu para o final destino de Pecém, é um trecho de poucos quilômetros que
logo serão vencidos. É o Nordeste
brasileiro fabricando sua própria roupa, sem depender do algodão do Sudeste.
Redução drásticas de caminhão nas rodovias, poluindo, desgastando asfalto,
causando acidentes. Triunfo da engenharia brasileira com estradas, pontes,
pontilhões e cânios artificiais. Ainda a ferrovia Norte-Sul vista como uma
miragem, uma mentira, uma coisa impossível nesse país tropical. Imaginem quando
estiver funcionando a ferrovia transoceânica, ligando o Brasil ao Peru, o
Oceano Atlântico ao Oceano Pacífico! Ninguém no mundo acreditaria que o Brasil
fosse capaz do feito.
Ora
se o Brasil passou a ser o celeiro do mundo, as ferrovias vão ajudar com
agilidade a escoar as nossas riquezas pelos vários portos do País. Gerar
milhares de empregos, melhorar renda, reduzir as desigualdades regionais e
consolidar o Brasil como o atual centro do mundo. Posso dizer que morreu por
muito tempo minha época de trem, contudo, Deus me concedeu em vida, vê o seu
renascimento e a elevação do Brasil em grande estilo. Afastando os egoístas, os
maus, os alienados, vamos penetrando triunfantes na NOVA ERA, já anunciada há
muito neste mundão de meu Deus.
Sou
brasileiro!
Sou
nordestino!
Sou
sertanejo!
Orgulho
do Brasil!!!
TREM
NA TRANSNORDESTINA (DOVULGAÇÃO)

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.