SOBRE MIM

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.
ZÉ ROSA – LANÇAMENTO Clerisvaldo B. Chagas, 28 de setembro de 2026 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3484 Felizment...
ZÉ
ROSA – LANÇAMENTO
Clerisvaldo B. Chagas, 28 de setembro de
2026
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica:
3484
Felizmente chegou o dia do lançamento do livro SANTANA: REINO
DO COURO E DA SOLA. O evento aconteceu ao entardecer do sábado passado, no
centro da região onde se passa a história, Maniçoba/Bebedouro. Aconteceu,
exatamente, em um dos pontos festeiros da região habitacional mais antiga de
Santana, defronte a Igrejinha de Zé Rosa, onde recentemente foi construída uma
praça pequena e moderna. O citado livro homenageia a família Félix e antigos
donos de curtumes e seus empregados, bem como os descendentes da atividade
coureira do Sertão. O núcleo antigo da Maniçoba estar situado em trecho ao longo do rio Ipanema, parte
baixa e, a parte nova de expansão
conseguiu chegar até a pista na parte alta por onde passa a BR-316. Ali estão
UNEAL, Escola Modelo, Rádio Comunitária e Batalhão de Polícia.
Chegamos
a boca da noite e já havia uma boa
plateia aguardando o evento. A praça ficou lotada com a família Félix, com os
descendentes dos donos e empregados dos antigos curtumes, que muito
contribuíram para Santana virar o reino do couro e da sola. A abertura foi
feita através do famoso cantor Dênis Marques que ecoou a sua belíssima voz
pelas quebradas dos Bairro Maniçoba/Bebedouro. Após a composição da mesas com
historiadores orais da comunidade, houve o testemunho da história de boca em
boca. O acontecimento foi organizado e dirigido pelo escritor, jornalista e
editor do livro SANTANA: REINO DO COURO E DA SOLA, em 20 edição. O
ponto alto foi o carinho do público com o autor que na linguagem atual se diz:
“até agora não caiu a ficha”.
A
propósito, o trabalho de entrevistas com alunos de oito escolas, sobre o citado
livro, já tem data e lugar para a culminância com mais de duzentos componentes.
No dia 7 de novembro, o alunado vai mostrar trabalhos sobre o aprendizado do
livro sob as vistas do Autor e Editor no espaço de eventos do luxuoso HOTEL
PRIVILLEGE e que se situa próximo a BR-316, saída para Maceió – contribuição
para a cultura do empresário Cristóvão. Assim, estamos perto de encerrar o
ciclo de apresentações do livro. SANTANA: REINO DO COURO E DA SOLA, encontra-se
à venda por 35,00, contato com o Autor ou com o Editor.
DEFRONTE A IGREJINHA DE ZÉ ROSA,
CLERISVALDO AUTOGRAFA PARA SEUS LEITORES.
SÃO CRISTÓVÃO II Clerisvaldo B. Chagas, 25 de setembro de 2026 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3483 Entra...
SÃO
CRISTÓVÃO II
Clerisvaldo B. Chagas, 25 de setembro de 2026
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica:
3483
Entramos na terceira semana dessa maratona
cultural de entrevistas nas escolas sobre o livro documentário SANTANA: REINO
DO COURO E DA SOLA. Coube a penúltima entrevista da série de oito
estabelecimentos de ensino, à Escola São Cristóvão II, A citada unidade se
encontra localizada no Bairro Camoxinga em zona do Complexo Educacional e de
Saúde de Santana do Ipanema. Eu já havia lecionado Geografia nesta escola e
posteriormente sido homenageado por ela.
Portanto, à volta ao antigo lugar de trabalho em outra circunstância
gerou bastante perspectiva. Como sempre, acompanhado pelo criador do projeto
“valorizando a Literatura”, editor, jornalista e escritor José Malta Neto, fui
razoável no pensamento: vamos ver no que vai dar...
Como
em todas as escolas do Projeto, visitadas, a recepção foi um dos pontos altos
dessa missão cultural. Fomos nos deparar com uma plateia curiosa e
participativa, além de educada. Tudo foi dito, tudo foi perguntado numa
participação ativa de alunos, professores e direção, onde o Autor sentiu que o
tempero especial da escola foi uma cordilheira de carinho em que os mecanismos
lacrimais foram obstruídos com imensa dificuldade. A empolgação entre corpo
docente, romancista e editor foi tanta que a verdadeira cultura ficou de
joelhos com o encontro. Imaginem também a emoção em
encontrar ex-alunas atuando como mestras
da unidade e dizendo “fui sua aluna na escola X... E nessa overdose de bons
sentimentos em oito escolas, nem o cafezinho com biscoitos e bolo conseguiram apascentar.
Assim,
encerramos com “chave de ouro” a maratona cultural de entrevistas em oito
escolas, duas particulares e seis municipais com profundo amor e alegria pela
missão de evangelizar pela cultura. Os encontros entre o passado e o presente foram
bem costurados pelo romancista Clerisvaldo B. Chagas (Braga), o escritor,
jornalista e editor José Malta Neto e a
juventude de um futuro promissor. Encerradas as entrevistas oficiais do
projeto “Valorizando a Literatura”, estaremos emendando a cultura com o
lançamento do livro SANTANA: REINO DO COURO E DA SOLA, amanhã, sábado, à
tardinha na praça da Maniçoba, defronte a igreja de Zé Rosa com trilha sonora
do cantor Dênis Marques. Vamos?
NA
ESCOLA SÃO CRISTÓVÃO.
INSPEÇÃO Clerisvaldo B. Chagas, 24 de setembro de 2026 Escritor símbolo do Sertão alagoano Crônica: 3483 Falando na primeira...
INSPEÇÃO
Clerisvaldo B. Chagas, 24 de setembro de 2026
Escritor símbolo do Sertão alagoano
Crônica: 3483
Falando
na primeira pessoa. Fui até ao pátio do Posto de Saúde São José, para tentar
fotografar a bela paisagem da serra da
Remetedeira, do topo da Reserva Tocaia, a vegetação da margem direita do rio
Ipanema e a base da antiga estrada que contornava o rio em tempos de cheias. A
posição do posto, permite à condição de mirante com suas limitações, porém,
detalhistas em alguns aspectos. É que no dia anterior havíamos percorrido parte
da região como, Alto da Cajarana, Conjunto Marinho, Conjunto Santa Quitéria. Um
percurso pela parte de trás do lugares citados, atingindo a área de terras que
ficam após o Hospital Geral Dr. Rodrigues de Melo. Percorrido o bairro novo que
se forma nas faldas da serra Aguda, descemos pela antiga estrada de arrodeio
quando da enchente do Ipanema.
É que do pátio do Posto São José, vemos casas e
mais casa na base da antiga estrada, hoje com asfalto. Pude, então, ver de
perto essa artéria que agora permite um bom acesso ao bairro em expansão.
Também conhecemos o ginásio de esportes construído no lugar do antigo
Matadouro. Certo prefeito nos prometera construir no local da demolição uma
Estação Meteorológica e o Museu do Ipanema,
Mas, as palavras de alguns seres humanos, são muito mais fracas do que
cabo de vassoura. De qualquer maneira está o lugar ocupado por alguma coisa
útil à sociedade. Na inspeção passamos pelo afluente do rio Ipanema, o riacho
Salobinho e a na sua foz desviada artificialmente que se transformou em
barragem particular.
Ainda procurei outras paisagens ou fatos no
pátio do Posto de Saúde e de diferente, apenas
o vermelho alerta das ambulâncias subindo a colina lá do outro lado do rio, em
busca do hospital. O sol de primavera queimava bastante com o céu completamente
azul anil, mas ainda fui passar em trecho da rua Profa. Helena Braga
das Chagas, fotografei a craibeira florida e retornei ao convívio para degustar
o prazer das fotos. E se é bom pesquisar na primavera, a hora escolhida do
frescor inicial do dia é muito aconselhável. Ora, temos que descansar que
ninguém é de ferro, afinal, amanhã ainda tem a última escola do projeto a ser
visitada. O final oficializado de entrevistas do Instituto SWA e do comandante
Malta.
O AUTOR NA
TAL IA, VISÃO DO ESCRITOR MARCELLO
FAUSTO.
MINHA EXPERIÊNCIA COM OS
ESPÍRITOS
MACEIÓ
Médium Audiente
Há 2 duas
espécies:
1.
Os que ouvem a voz dos espíritos
como se estivesse ouvindo a voz de uma pessoa.
2.
Os que ouvem a voz do espírito
dentro de si mesmo. (MEU CASO).
Primeiro caso: os espíritos impressionam os nervos auditivos do médium.
Segundo caso: O períspirito do médium recebe o pensamento dos espíritos
e o médium sente como se fosse uma voz interior.
Um médium audiente pode ouvir a
voz dos espíritos das duas maneiras ou apenas de uma. Conversa com o espírito e
transmite o que eles querem dizer aos encarnados.
É uma mediunidade comum. (Eliseu Rigonnatt).
Obs. Não encontrei se o médium audiente do 2º caso, também pode ver como
eu, só na hora na comunicação, que é mais de familiares e amigos.
Obs. 2. No meu caso vejo o espírito falando, mas o que fala, não ouço. Vou
lendo o que ele vai gravando com a voz no meu períspirito. Vou lendo a frase
que ele fala, se formando como frase que vão surgindo na tela de um computador
quando é digitado.
2013
1ª Comunicação com os
espíritos.
08.10.2013. 2.30 a 3 da madrugada
Mamãe, Adercina (sua colega de magistério) e
Norma (prima que ajudou a me criar nas casas dos meus pais).
2ª Comunicação com os
espíritos.
10.10.2013. 3 horas da madrugada.
Marisa e Humberto (Sebo).
Marisa diz que é doméstica na clínica onde a minha irmã Neide está
internada. Minha irmã Neide, teve Meningite, conseguiu escapar e viveu a vida
inteira com a mente de uma criança de 13 anos. Diabética, teve um AVC e
faleceu. Está internada no mundo espiritual, com tratamento a longo prazo, vim
saber lá na frente.
Marisa falou-me que conheceu Humberto, (vulgo Sebo), meu cunhado,
(casado com minha irmã Ana Helena, também falecido) quando este se dirigiu a
clínica para visitar Neide e se juntaram.
Sebo estava acanhado em me enfrentar. Eu disse a ela que não tinha nada
contra ninguém e que o casamento dele com a minha irmã, foi encerrado quando
ele desencarnou.
Sebo aproximou-se e acanhado, conversamos um pouco.
3ª Comunicação com os
espíritos.
12.10.2013. Perto de meia-noite.
Padre Cícero.
Ele disse:
●
Governo vai pagar precatórios;
●
É o meu guia espiritual;
●
É quem abre e fecha o canal de
comunicações entre nós;
●
Quando quiser se comunicar com
alguém falasse com ele;
●
Não precisava senha para abrir ou
fechar o canal de comunicação;
●
Jesus estava por trás dele. Sempre
faz isso nas comunicações;
●
Jesus gosta muito de nós, pela nossa
simplicidade;
●
Levar os livros para M. Silva ajudar
a publicar;
●
Sobre o livro que eu estava fazendo
sobre “100 Milagres Inéditos do Padre Cícero”, continue fazendo; depois ele diria como publicá-lo (risos);
●
Iria fazer reconhecer o meu trabalho
em Santana e além das Alagoas;
●
Iria ajudar em todos os meus
escritos;
●
Iria transformar as nossas vidas,
aos poucos; talvez a partir de amanhã com uma boa notícia;
●
Gostaria de também ser meu compadre
como eu sempre disse a ele e a Jesus;
●
É ele quem dá assistência ao lugar
“Pedra do Padre Cícero” em Dois Riachos-AL, onde tem uma igrejinha sua no topo
da pedra. Que a festa cresça cada vez mais e que se eu quisesse, fosse lá às
festas.
●
Que eu pudesse dizer dos precatórios
a Irene (minha mulher);
●
Que Marcello Fausto era amigo dele,
devoto, embora muito longe de mim. Se eu precisasse de Marcello ele iria
monitorá-lo;
●
Melhor se comunicar em hora de
dormida, por causa da menor interferência, horas mais calmas.
13.10.2013. 13 horas. Deitado, relaxando.
Nivaldo (concunhado). Falecido recentemente.
Vi Nivaldo aperreado, sendo perseguido e urrando como boi. Uma cena de
terror.
Mandei celebrar missa para ele e continuo incluindo seu nome em minhas
orações a Nossa Senhora do Desterro.
13.10.2013. Perto de 3 horas da madrugada.
a) Prisciliana.
Veio dona Prisciliana (primeira bedel do Grupo Escolar Padre Francisco
Correia, em Santana do Ipanema).
Comunicou o falecimento de Dona Jacira (mulher que organizava os
pastoris em Santana), família dela. Apresentou Jacinto Benedito (ou o inverso)
da Silva que seria irmão de Basto, marido de Jacira e já falecido. Jacinto
(quem o chamava assim era Jacira), falou comigo e pediu perdão pelo Basto que
queria me arrancar dinheiro por ter me dado umas informações no livro publicado
por mim: “Floro Novais, Herói ou Bandido? ”. Falecera antes de por o plano em
prática. Ele, Basto, estava lá, mas não teve coragem de me enfrentar e passara
a incumbência a Jacinto. Eu o perdoei. Novamente Jacinto agradeceu-me pelo
Basto.
b) Mamãe.
A família de Prisciliana saiu e veio mamãe.
Mamãe me disse que ela, dona Adercina e Norma (sobrinha) iriam para um
plano maior. Mas não viajara ainda porque Norma havia tido “um acidente
vascular”. Norma estava internada e a família dela estava toda presente.
c) Seu Né e Zefinha (filha do primeiro casamento). (Foram
vizinhos da casa dos meus pais).
Primeiro surgiu Zefinha e disse que sua mãe, Dona Zezé, estava longe
dele e se encontrava bem.
Seu Né fumava muito e eu indaguei se ele ainda fumava, por não ter o que
perguntar. Ele me respondeu que deixara o vício.
14.10.2013. Quase meia-noite.
Padre Cícero.
Maria (minha cunhada, desencarnada). Havia gritado alegre para mim à
tarde, para a sua irmã (minha mulher): “Não
se aperrei com nada, mulher! ”. Marcamos um encontro para essa hora, mas
ela faltou. Veio o padre Cícero.
Meu netinho estava com medo de alguma coisa e o Padre me aconselhou.
Disse que não havia mais ninguém para falar comigo hoje.
Disse também que a comunicação à tarde, com Maria, fora com o
consentimento dele e que acontecerá várias vezes e com mais clareza.
15.10.2013. 1 hora da madrugada.
Maria (cunhada).
Vem e pede para que eu fale com a sua ex-vizinha, conhecida como
Mariinha de Mestre Abel. E que ela procurasse um médico que o problema dela era
grave. Reparasse as manchas de sangue do pé no colchão.
Pediu para eu cuidar de Marlene (minha cunhada) que era como irmã.
Disse que Rafael (pai dela) havia sido chamado a atenção e ela estava
chateada.
b. Arrogante.
Chegou, logo após, um arrogante, tentando falar comigo, recusei.
17.10.2013. 9 horas.
Padre Cícero.
Disse que a minha comadre Terrana (que é média) havia se precitado sem o
ouvir.
É que minha comadre havia dito a minha mulher que não era o padre Cícero
que estava se comunicando comigo e sim um espírito zombeteiro.
Ele disse que não havia nenhum espírito zombeteiro. Tudo era ele mesmo
quem articulava. E falou que a minha comadre deve ter mais calma no mundo
espiritual e nesse. E para provar, disse que a mãe de Terrana, Zoraide, estava
à beira da morte, mas falasse com urgência com o Dr. Gilson.
Obs. Foi enviado o meu recado e Terrana disse que o Dr. Gilson era o médico
da mãe dela.
17.10.2013. Entre meia noite e uma da madrugada.
Tia Carminha (irmã de minha mãe, mãe de Norma).
Estava com toda família. Conversei com ela. Não vi os outros, mas senti
que todos estavam alegres. É que Norma havia deixado o hospital. Titia
comunicou que José (um dos filhos dela) estava entre eles. Comunicou o
falecimento de Sandrinha (filha de Norma), mas não sabia onde ela estava. Acho
que lhe deram informação de outra Sandra, pois Sandrinha está bem viva.
Norma iria partir para o outro plano para onde fora minha mãe com a
professora sua amiga, Adercina.
b) depois, uma senhora se apresenta e diz ser irmã da avó da minha
mulher. Eu não vi sua imagem, mas senti que ela mentia. A mulher terminou
confessando a mentira e disse que era porque estava com medo de não ser
recebida por mim. Havia morrido de acidente com carro de boi e estava se
sentindo muito só. Prometi pedir a Deus por ela e rezar pai-nosso, ave-maria e
glória ao pai. Assim o fiz.
18.10.2013. Cedo da noite, na varanda do apartamento.
Padre Cícero.
Não quis incomodar meu amiguinho, mas ele vendo minha preocupação, veio
voando tão rápido que ficava uma onda de várias imagens sua, como um objeto em
velocidade registrado por uma câmera. Batina preta e chapelão de viagem.
Pediu-me que me tranquilizasse que ele iria resolver o problema pelo qual eu
estava aflito; que eu chamasse tantas vezes precisasse. Chorei copiosamente
motivado pela sua atenção. Ainda me disse que iria acontecer o que havia me
dito antes, tudo de bom para nós. Repetiu que não se preocupasse com as
prestações que me afligiam. Ele iria resolver. Despediu-se e saiu. Depois
voltou olhando em volta como quem estava procurando por algum espírito mau por
ali. Depois disse-me que não era a meu respeito e despediu-se.
19.10.2013. 1.30 da madrugada.
Padre Cícero.
Disse que estava em falta comigo. Falou sobre o apartamento, Clerine
(filha) e Marlene (cunhada) que pelo que anotei, saiu truncado e fiquei lendo
agora, sem me lembrar direito a lógica das frases.
Falou que os problemas da minha esposa e pesadelos eram provocados por
Marta. Mas os espíritos maus dessa mulher que nos causaram 12 anos de
perseguição, estavam definitivamente proibidos de nos fazerem mal. Ele,
pessoalmente, iria acabar com os pesadelos e tomar providências contra ela, “aquela moleca” aguardasse para logo,
logo.
b) Vinícius.
Um espírito havia assustado propositadamente o meu netinho e tentado me
assustar também. Mesmo eu sem saber quem era, dei-lhe uma lição de moral, nas
minhas orações. Hoje, após o padre Cícero, ele veio, não vi o seu rosto.
Pediu-me desculpas e disse que o meu netinho Davi havia se assustado
quando ele se aproximou. Não me conhecia e o fez por impulso. Pediu perdão de
novo e agradeceu pela lição que eu lhe dei e saiu satisfeito. Foi trazido pelo
padre Cícero para me pedir desculpas.
20.10.2013. 1 hora da madrugada.
Rosa. (Adolescente).
Pede-me conselho como dominar a timidez. Não vejo sua face.
b. Mamãe.
Vejo minha mãe como se se aproximasse de mim, entre solavancos. Fiquei
preocupado com ela.
Mas depois soube que ela estava atravessando uma zona de turbulência,
como o avião às vezes enfrenta. Ela diz que papai vai resolver o problema de
Clerine, motivo da minha preocupação anterior. E que ele, meu pai, é muito
querido por lá. Disse que não viera buscar Norma (correção) e que padre Cícero
estava com papai. Reafirmou que ele iria resolver o problema anterior citado.
22.10.2013. 13 e 30 horas.
Padre Cícero.
Pede-me para não ir para casa (Santana do Ipanema), essa semana, só a
partir de segunda-feira. Iria desencarnar a “serpente” que nos fez tanto mal, a
Marta. E que tinha o poder de Deus para esses casos.
Rafael. (À noitinha na varanda, rezando o terço).
Meu sogro Rafael, aparece perguntando o que é que está havendo. Digo que
é melhor conversarmos mais tarde, pois estou rezando o terço, inclusive para
ele. Pergunto por Maria (minha cunhada). Ela não viera com ele. Peço que a
convide para mais tarde.
Rafael (2 a 3 horas da madrugada).
Maria não pode vir. Ele novamente indaga o que está acontecendo.
Expliquei-lhe o caso das prestações. Aproveitei e perguntei por poetas e
cantorias (ele era repentista). Ele disse que havia lá vários poetas e que já
havia cantado com Lino Pedra Azul. Que a voz continuava a mesma (rouca), com
possibilidade de no futuro voltar ao normal (pois ficara como estava devido a
um choque térmico).
Sobre seu irmão João Paraibano (repentista e boêmio) estava em outro
lugar e não pudera visitá-lo ainda.
b. Mamãe. Veio após um sonho meu com meu neto Davi, filho de
Sandro e minha filha Clerine. Ela esclareceu tudo. Disse que Davi fora filho dela (mamãe), foi filho de
mim e de Irene (minha atual mulher) E
agora era filho de Sandro e de Clerine (nosso neto). Ele vai ser grande e dá
muito gosto.
Quanto ao outro neto, Guilherme, era
padre, filho de Clerise, mas não se dava bem com ela. Veio para reparar o que
fez a ela. Não veio de bom gosto. O caso é esse e não de psicólogo.
Vai ser grande como Davi.
Disse que muitos escritores me ajudam na Literatura. E que eu vou
conseguir tudo o que quero na Literatura, inclusive o reconhecimento e, que vê
o meu brilho.
c. Siloé Tavares (deputado santanense). Compadre de meu pai.
Vieram Siloé Tavares (que foi deputado estadual e atuara no caso do Impeachment de Muniz Falcão,
governador) e sua esposa professora Marina, celega de Magistério da minha mãe e
da mesma escola.
Eu não vi a imagem de Marina. Só ele conversou apenas para matar a
saudade da Terra. Falou dos blocos carnavalescos em que fizera parte; que
Teresa Marluce (filha deles é minha madrinha) estava desencarnada, mas não com
eles. E que lá ninguém era deputado, etc.
Obs. Depois não procurei saber, pois não tinha a quem perguntar pela
Marluce.
23.10.2013. 8 da manhã. Estava no banheiro.
Júlio. Anjo-da-guarda
Eu estava no sanitário e me preparava para tomar um banho e sair para o
oftalmologista.
Alguém me perguntou se eu estava pronto. Indaguei para quê? Ele disse
que era para ir ao oftalmologista. E que era o meu anjo-de-guarda. Pedi o nome.
Disse não poder responder isso por enquanto, mas que eu poderia chamá-lo de
Júlio, se quisesse. Que estava comigo há muito tempo. Missão mais antiga do que
a do padre Cícero.
24.10.2013. A noitinha, na varanda
Marisa.
Chega Dona Marisa (cartomante que morou pertinho da casa dos meus pais).
Pedi para deixar a conversa para a hora de dormir, pois a varanda é
muito ruidosa por ser ao lado da pista e mais de um semáforo.
3 horas da madrugada, chega dona Marisa. Diz que botou cartas e que vem
muito ouro para mim. Havia mandado rezar a N.S. do Desterro para desterrar os
problemas negativos da minha mulher.
b. Rafael. (Meu sogro).
Manda dizer a Cira (minha cunhada, recentemente viúva) que o dinheiro
dela quem determina é Deus. Para Marlene (cunhada solteira) que não endurecesse
o coração e “ajudasse os meus netos”. E
que iria fazer uma cura em Irene (minha mulher), auxiliado por outra pessoa.
c. Vinícius.
Aquele que assustara o meu neto. Ainda não vi o seu rosto.
Veio agradecer e informar que estar procurando se ocupar com a ajuda de
uma pessoa que se propôs e que quer ser um verdadeiro homem, bem como ser meu
amigo. Fiquei satisfeito e o desejei
felicidades.
25.10.2013. 3 a 4 da madrugada.
Caroba.
Fora um antigo classificador de algodão, em Santana do Ipanema, na
repartição estadual Fomento, anos 60, aproximadamente.
Estava decepcionado comigo, não lembro o porquê. Depois, muitos elogios,
conselhos, força, falando sobre mim.
b. Nilza Marques. Conterrânea.
Muitos elogios; vai me ajudar na Literatura, com outras pessoas. Que eu
vou chegar onde quero, vou brilhar. Senhora Santa Ana também me protege,
segundo Nilza. Não é ruim, nem mesquinha, a santa.
E que tudo que passei, sem oportunidade, foi planejado para o meu
aperfeiçoamento. Faltam poucos dias para a transformação.
26.10.2013. 3 a 4 da madrugada.
Padre Cícero.
Pede sigilo e abstenção absoluta de comentários sobre o caso “serpente”.
Vai conceder a Clerise o emprego e cuidar do amadurecimento dela. Aguardasse a
resposta e solução do que eu perguntaria a ele no Juazeiro, sobre não progredir
financeiramente, pé-frio nas oportunidades e o que fazer para melhorar
financeiramente de vida. Aguardar sem perguntar mais que logo ele tornará a
iniciativa de esclarecer. A mudança é questão de semanas.
b. Carmem Lúcia.
Escritora, segundo ela, viveu em fazenda de café, publicou o livro
“Pôr-do-Sol”. Irá me ajudar com um grupo, em Literatura. Nilza Marques estava
perto, mas não quis falar hoje.
c. Norma (prima).
Chegou atrasada querendo falar. Já estava recuperada da turbulência e
iria para outro plano, com outras pessoas, para onde estava mamãe.
27.10.2013. Madrugada.
Sonhei perdido em um lugar como se fosse um escritório. Pedi informações
a um mal-educado de gravata. Eu havia me sentado num lugar do escritório. O
sujeito disse que o lugar em que eu estava sentado era aquele mesmo. Ele deve
ter acionado qualquer coisa, porque bruscamente um clarão surgiu à minha
frente, como uma porta. Comecei a viajar. Lá à frente, avistei como uma tela
com desenhos coloridos, mas foscamente. Acordei. Pela manhã, um cara veio me
agarrar, no sono de bruços. Um oportunista.
Padre Cícero
Estava no banheiro quando chegou o padre Cícero e eu falei sobre isso.
Ele disse que era melhoramento nas comunicações.
. Júlio. (Anjo-de-guarda).
Veio e me pediu para eu não ter medo de nada. E que o anjo de guarda não
fica 24 horas com a pessoa, mas estava sempre por perto, etc.
Acho que estou iniciando uma segunda fase de comunicações, para ver
melhor. Apenas acho.
28.10.2013. Quase amanhecendo para o dia 29.
Padre Cícero.
Disse que depois conversaria sobre o caso da “serpente” e das respostas
que procuro em Juazeiro virtual.
Que eu fizesse um bilhete pedindo por Clerise e o colocasse na agenda.
Quer resolver o caso até sexta, próxima, inclusive com um salário melhor,
mínimo, não. E que foi amadurecer e proteger Clerise e a quer como devota.
29.10.2013. Quase amanhecendo, para o dia 30.
Rafael (meu sogro).
Conversa normal de incentivo.
b. Mulher
Dizendo-se da família de Antônio Paraibano (irmão do meu sogro e ainda
vivo).
Não vi o seu rosto. Deu muito incentivo e afirmou que eu iria ocupar um
importante cargo. Achei que era somente boa vontade.
30.10.2013. 21 para às 22 horas.
Maria (cunhada).
“O que é que Marlene tá
fazendo aí”? Marlene é minha cunhada que estava em nosso
apartamento em Maceió. E Maria, a irmã dela, desencarnada.
b. Francisco. (Entre 4 e 5 da madrugada).
Francisco de Assis. Amigo de adolescência em Santana do Ipanema. Para
nós, Chico.
Falou sobre Bento (funcionário da prefeitura de Santana do Ipanema,
humilde e que dizem que morreu de fome. Muito inteligente e aspecto de pessoa
tola), familiar da sua esposa, da família Félix.
Disse Chico que Bento foi recebido com festa, após a sua passagem. E que
se encontra em bom lugar, premiado pelo seu sofrimento na Terra. E que sua
esposa (esposa de Chico) Maria Luísa, estava hospitalizada, não ali.
Ele disse ainda que continuava lutando pela vida (sempre fora um lutador
sem oportunidades). E que havia deixado de fumar e, um dia ainda venceria pela
persistência.
Foi o espírito que muito me tocou, tanto por ter sido amigo, quanto pela
falta de oportunidade lá como na Terra. Sempre o incluo nas minhas orações.
c. Margarida Cintra.
Pessoa de São Bento do Uma - PE, casada com santanense.
Palestra agradável. Disse que eu iria brilhar tanto que viraria espelho.
Descobri por intuição que ela havia começado o hobby de escrever. Ela riu e indagou como eu soube. Deixe isso
para lá, disse-lhe, eu.
d. Tia Carminha.
Conversando de bom humor. Mandei que ela pintasse os cabelos branquinhos
como algodão. Ela riu. Disse a filha Vilma (prima) que estava com ela e que gritou
como me chamava quando eu ia a Maceió e me hospedava na casa delas: “Arigó! ”.
Eu disse que arigó era o pai dela. Tudo brincadeira.
Estava quase amanhecendo, eu estava exausto e com sono quando também um
padre queria falar comigo. Pedi delicadamente que deixasse para amanhã. Ele
concordou (não o vi). Eu queria também manter a média máxima de 3 atendimentos,
para não me cansar demais. Suspeitei, depois, que o religioso fosse Frei
Fernando que acompanhara Frei Damião na Terra. Se foi, ele não retornou.
01.11.2013. 2.30 da tarde.
Francisco de Assis (Chico).
Disse que continuava lutando para melhorar de vida. Falou que lá era
mais organizado.
Sobre o “Dia de Todos os Santos” (pergunta minha), não há festejos lá.
Sobre o “Dia de Finados” (também pergunta minha), disse que pode haver
comunicação nesse dia com algumas restrições.
Amigos mais adiantados de Francisco dizem sobre mim, segundo ele, que “eu provarei tanta doçura que esquecerei as
amarguras do passado e de hoje”.
01.11.2013. 2 para 3 horas da madrugada.
Padre Cícero
Estava fazendo força para Clerise (minha filha) ser contratada e para
que o seu marido recebesse um convite.
Para Clerine (filha) batalhava uma promoção e alguma coisa para o marido
na área dele.
Pedir sempre a Maria, Mãe de Jesus.
b. Dora (desconhecida).
Dora disse ser de Patos de Minas. Conversa normal. Falou que a minha
aura era bonita e brilhante. Agradeceu a comunicação. Não a vi.
c. Antônio Duarte.
Pai do meu genro. Não o vi.
Disse que ainda está atordoado, em lugar desconhecido. Não está ruim.
Tem pessoas para ajudar onde ele está. Pediu para que o filho Ângelo (meu
genro), rezasse para N.S. do Desterro, por ele (Antônio). E que Ângela (sua
esposa) cuidasse do neto como se fosse filho dela.
03.11.2013. 8 a 8.30 horas da manhã
Padre Cícero.
Resposta à pergunta que sempre me intrigou: negociar em Santana do
Ipanema, mesmo, para arranjar dinheiro extra. Derivados do coco, desde à casca
ao miolo. Só derivados, o coco mesmo não. Pode começar em casa, se quiser e
depois ir se expandindo em pontos estratégicos. Irene pode participar em
qualquer coisa, melhor para ela.
Iria pressionar o prefeito sobre o Ângelo, pois, Ângelo e ele eram
amigos.
b. Padre Maciel.
Disse que Lampião morrera mesmo envenenado. Paturi narrara tudo para ele
que não alterou uma só vírgula. Pode ser que Paturi não tenha sido o nome
verdadeiro do cangaceiro, no bando. Que ele tenha trocado de nome com medo de
represálias, ainda sob o efeito da crise que teve no dia de Angicos. Que meu
livro causou estupor entre os adoradores de cangaceiros que trabalham com a
vaidade para si. Que eu fiz bem em ter seguido a intuição em não ter ido para o
congresso daquele ninho. Que foi verdade o convite para a parceria com Amauri.
Que meu livro navegou na contra-mão deles, daí o susto que tiveram. Que o meu
livro era o único livro acadêmico, e de leitura acessível. Parabenizou várias
vezes, porque o livro era verídico e corajoso. Logo eu iria ser reconhecido na
minha terra e em todo o quadrante. Nunca mais havia se encontrado com Paturi.
Ele não era o embusteiro, sacripanta, etc., falado por Amauri. Desejava a
Amauri e a Frederico Pernambucano, sucesso nos seus trabalhos.
05.11.2013. Madrugada.
Venâncio da Silva.
Madalena (não quis dizer o nome todo porque achava feio).
Dionísio (nome fictício).
Não vi nem um deles. Só os senti e os ouvi. Conversas rápidas.
Todos três fizeram elogios a minha Literatura, deram esperança de
reconhecimento, desejaram êxito nos próximos romances e notoriedade.
Disseram que “os ventos bons
começariam a soprar a favor em tudo”.
06.11.2013. Em Santana, às 23 horas.
Sinto dois espíritos em casa, ao chegar de Maceió. Como estou mais
seguro em relação ao mundo espiritual, aconselhei-os a irem embora sem o medo
de antes. Vejo a face de um deles (dente de ouro). Ele quer falar comigo. Falo
com ele. Diálogo. Eles dizem que não são maus, apenas querem dar boas-vindas.
Digo que não é assim, etc. Eles agradecem e vão embora. Nunca havia estado em
uma situação dessa antes.
Fui fazer a faxina em casa quando chega meu anjo de guarda, Júlio, e
fala comigo dizendo (não o vejo, só sinto) que eu havia passado no teste. Os
dois espíritos foram enviados por eles para me testarem. Júlio falou bastante
me instruindo, como deve ser o médium: calmo, capacitado, educado, conhecedor,
etc, para poder instruir. Perguntei a Júlio sobre se era preciso visitar
Centros, etc. Ele disse para esperar mais um pouco. Na ocasião certa me
orientaria.
Obs. Padre Cícero havia me dito que não era preciso procurar centro
espírita para instrução, pois tudo era com ele.
Acho que passei no teste porque fui calmo e educado, coisa muito difícil
diante de tantas perseguições (12 anos) através das bruxarias da “serpente” de
Santana, professora M.
11.11.2013. 5.30 da manhã
Padre Cícero.
Disse que vai abrir concurso na prefeitura para uma vaga e que Ângelo se
inscrevesse e estudasse o assunto. E que eu aguardasse a vez de Clerise.
Iria adiantar o pedido a N. Senhora sobre os meus olhos.
13.11.2013. Amanhecendo para o dia 14.
Conrado. (Ex-professor, colega de Magistério e
aposentado).
Veio pedir perdão por não ter votado em mim para prefeito, como havia
prometido antes. O senhor Bartolomeu Barros (comerciante rico e amigo dele)
pedira para que ele votasse em outra pessoa (eu já suspeitava há muito e ficara
arredio com ele, por causa de tanta ajuda que lhe dei para vê-lo se formando no
curso de Licenciatura plena, em Pernambuco, em nossas viagens e trabalhos
escolares).
Ele também devia muito favores ao amigo rico.
Por não votar em mim estava com a consciência doendo.
Perdoei por dever, mas ficou faltando o perdão do coração, pois eu ainda
estava bastante aborrecido. Disse isso a ele. E que o perdão do coração
aguardasse a espontaneidade do gesto.
Falei até duro sobre a sua “traição” em ter me trocado pelo amigo rico.
Ele deve ter saído muito abatido e decepcionado.
b. Lampião.
Que veio falar comigo trazido pelo padre Maciel, homem que escrevera 5
livros a seu respeito e era autor da tese do envenenamento.
Falou que o nosso livro “Lampião em Alagoas” fala a verdade e que ele
era bandido mesmo. (Falava pausado e tranquilo). E que nem ele mesmo e seus
meninos iriam mexer comigo que eu era um homem decente e digno. E que o nosso
livro iria fazer muito sucesso. E que ele já estava cheio de tanta bajulação
dos que fazem o “Cariri Cangaço”.
Perguntado por mim onde ele se encontrava, disse Virgolino que vivia em
um lugar semelhante à caatinga do Nordeste. Com a diferença de que ali havia
assistência de aconselhamento para quem quisesse melhorar, evoluir. Disse ainda
que queria ser meu amigo e ajudar no que tivesse ao seu alcance. Agradeci e não
tive coragem de fazer outra pergunta, até porque não devemos ter curiosidade
pelas coisas de lá, a não ser quando nos dizem espontaneamente.
No final mandou um abraço para o seu
“amigo Silvio Bulhões”.
c. Régio Duarte Janebro.
Apareceu (não vi seu rosto).
Disse ser meu amigo de infância e que eu não lembrava. Conversa pouca e
normal.
Fiquei pensando que ele com o sobrenome Janebro, poderia ser do povoado
São Félix, onde há uma família com esse sobrenome. Não procurei pesquisar.
19.11.2013. 5.30 da manhã.
Padre Cícero.
Desejou-me boa viagem a Maceió.
Falei que não poderia está em sua festa em Dois Riachos, na Igrejinha do
Padre Cícero.
Ele disse que a mudança na minha vida, ocorrerá com os primeiros cajus
da região de Areias (povoado famoso por produzir esses frutos). Todos seriam
beneficiados como se passassem de uma classe social para outra; “doces cajus
que só mel”.
Disse que eu não aceitasse proposta de M.
Quando Sérgio Campos me propusesse a presidência da AGRIPA,, aceitasse
na hora.
Ele, padre Cícero, iria fazer a AGRIPA crescer e se projetar. Antes das
reuniões evocá-lo.
Ao assumir a presidência, colocar a foto dele, do jeito da capa do
livro, na parede da AGRIPA sem combinar com ninguém. Ele será o patrono da
AGRIPA nas causas ecológicas.
Fazer uma promessa com N. Senhora para a formulação dos olhos. Ela me
atenderá eternamente e gosta muito de mim. A promessa será um abraço ao menino
Jesus, 3 vezes por semana, durante um mês.
Cumpri e tudo deu certo.
30.11.2013. 1 da madrugada.
Padre Cícero.
Voltava de Juazeiro.
Disse que Clerise e Clerine eram suas mais novas afilhadas. Iria
ajudá-las a se erguer.
“Aguarde a mudança, Deus não
falta”.
Padre Cícero me disse ainda que tem um projeto para a região. Quer que
eu seja o seu secretário particular dessa obra. E que eu aguardasse.
02.12.2013. 4 da madrugada
Padre Cícero.
Pede os parabéns pelo meu aniversário.
Disse que, mesmo sabendo que eu dormi tarde, fosse cedo durante o dia
seguinte a minha escola (lugar onde trabalho) e onde haviam cantado os parabéns
para mim, quando houve reunião de professores.
Fosse lá logo cedo, mas antes fizesse o sinal da cruz (glória ao pai).
Uma vez na escola, fizesse uma oração a Deus Pai, pedindo que afastasse todas
as energias negativas sobre mim, que haviam ficado na inveja de olhos maus da
reunião da tarde anterior. Assim o fiz.
04.12.2013. 8.30 da manhã, ainda deitado.
Ulisses, Carreiro (do povoado Pedrão, do
município de Olho d’Água das Flores).
Falou que gostava muito de mim, o menino de seu Manoel Anastácio (marido
de minha Tia Delídia) ambos os patrões dele.
Deu notícias de outras pessoas que viveram no Pedrão (é) povoado em que
eu passava, como criança, longas férias escolares. Ele era moreno, carreiro e
eu gostava dele.
Disse que estava vivendo bem na sua colônia.
Deu notícia de Zé Vieira, uma pessoa muito boa, trabalhador rural,
semelhante ao Jeca Tatu. Homem que havia me ensinado a descascar laranja com a
unha grande. Segundo Ulisses, Zé Vieira estava vivendo muito bem, melhor que
ele.
Deu notícia de uma mudinha do Pedrão, dizendo que ela estava por ali
perto, no mesmo plano dele.
Sobre a minha tia Delídia que me hospedava no Pedrão, havia ido para
outro lugar melhor, após certos enrasques.
Sobre Manoel Anastácio, marido da tia, ele disse que ele estava distante
do seu lugar.
Quitéria, a preta de pano à cabeça, falastrona e voz estridente
(moradora da Gameleira, lugar perto do Pedrão) e que sempre ia ao casarão da
minha tia, com a sua mãe, dá uma força na lida, estava muito bem e muito
metida, kkkkkkk (risos).
Obs. Algumas dessas pessoas eu a transferi para os meus romances.
06.12.2013. 08 da manhã.
Ulisses, carreiro.
Pede-me que mande celebrar uma missa para a alma da sua sogra, Eunice
Brandão, que está muito aperreada.
Providenciei o pedido.
10.12.2013. 04 da madrugada.
Padre Cícero.
Diz que Terrana está enganada sobre fala negativa sobre ele (dizendo que
ele não é padre Cícero) e que se espalha para todos. E que ele vai enviar um
mensageiro a ela.
E que Clerine vem sentindo estresse do trabalho, nada tem de bruxaria.
Irá ajudá-la.
Também que amanhã virá uma pessoa, espiritualmente, falar comigo e que
essa pessoa eu desejo muito falar com ela.
E que eu tivesse paciência na mudança que virá.
E ainda que havia tirado o veneno da “serpente” Marta e que ela ainda
vai sofrer pelas maldades antes de partir.
16.12.2013. 8.30 da manhã.
Norma.
Diz que iria aparecer compra para a minha casa e que iria aparecer
também uma casa para eu comprar, vizinha à casa de uma antiga vizinha.
O lugar era bom, como eu queria e com ela as coisas melhorariam.
Comprar.
2014
Entre 12 a 15 de janeiro de 2014. O padre Cícero disse que o longo
período sem comunicação se devia às suas tarefas, muitas sobre a AGRIPA.
Continuar com fé na mudança.
16.01.2014. 08 horas da manhã.
Vai tudo correr bem no encontro da AGRIPA, dia 22.
Você vai chegar a um ponto de me dizer particularmente que está cansado
e quer entregar a presidência. Depois vai dizer ao grupo e querer passar para
mim.
Aceitar, pois o projeto dele (padre Cícero e equipe) é comigo à frente
da AGRIPA..
Todos os caminhos serão abertos para o meu sucesso e o da AGRIPA.
Ele estará lá no dia 22 e fará arrepio em mim para mostrar que estará
presente. Os dois novos membros não decepcionarão.
O convite para trabalhar surgirá, para ganhar um dinheiro extra.
27.01.2014. Noite.
Padre Cícero.
Apresentou papai. Falei com ele pela primeira vez. Diz que continua
amando minha mãe que se encontra em melhor local. Trabalha e estuda pela
evolução. Está na colônia de Santana que não é ruim. Tem muito amigos, citou
vários, como Tibúrcio Soares, Adelson Dantas e outros.
b. Maria Rosário Vila Nova (parente do repentista Ivanildo Vila
Nova, segundo ela (não vi seu rosto).
Falou que eu fizesse uma letra e que Ferreirinha a melodia para gravar
em CD e que ela iria dizer como entregar a Zé Ramalho, cantor. Letra no estilo
dele. Quer me ajudar a promover.
c. Artesão.
Um artesão de colher de pau (não o vi nem disse o nome e, se disse, não
lembro).
Disse-me maravilhas sobre o meu futuro, ditado por um espírito mais
evoluído, segundo ele.
18.02.2014. Madrugada.
Papai.
Pede que eu não beba e nem faça exageros.
Que eu cuide dos netos que serão homens decentes.
Que eu me comunique com Arnóbio e diga a ele que ele não me deve nada.
Disse ainda que ele, Arnóbio, está com remorsos do que fez com ele e tem
os dias contados.
13.03.2014. Madrugada.
Norma.
Quer me indicar um lugar de descanso.
Eu conto meus problemas com a mulher.
Ela diz que vai falar com outros mais adiantados e com o padre Cícero
para resolver esses problemas financeiros e com a minha mulher. Que eu
aguardasse mais um pouco a resposta e não tomasse nenhuma decisão séria, como o
de sair e viver sozinho em outro lugar.
08.04.2014. Madrugada.
Dona Florzinha. (Vizinha da casa de meus pais).
Queria falar comigo.
Pediu para que eu dissesse a João Neto (um dos seus filhos) que sobre o
objeto que havia conversado com ele, não tinha mais tanta certeza sobre o que
ela pensava.
Sobre o seu filho, desencarnado Paschoal, só havia tido notícia dele. E
quanto a seu marido José Urbano, também desencarnado, não se encontrava na
região em que ela estava.
Sobre minha mãe, disse que ela estava em um plano mais elevado.
E que papai havia aparecido para conversar com ela. Estava muito
namorador, kkkkkkkk. (Risos).
Disse-me que sua passagem (Florzinha), havia sido um pouco dolorida.
Poderia ter sido melhor, mas não foi tão ruim, porém, estava pagando pendência
antiga. Levou, aproximadamente três dias para tomar consciência da sua nova
situação. Foi ajudada por uma pessoa bondosa que explicou a sua condição.
Mandou lembranças a todos e disse que foi aconselhada a não se preocupar
com filhos e netos, pois Deus tomaria conta de tudo.
04.05.2014. Madrugada.
Norma.
Veio dizer que mamãe foi designada para um plano maior do que o dela,
Norma. E que dona Adercina (professora amiga de mamãe) havia ido antes. Ela,
Norma, não foi para esse lugar mais evoluído.
Norma ainda falou que o lugar onde ela se encontra e mamãe se encontrava
também, é muito bom e tem coisas que ninguém na Terra imagina que existem.
Outra pessoa queria falar comigo chamada Jacinto, mas o sono me pegou.
Norma me disse que eu receberia a visita de uma grande pessoa que foi na
Terra e é grande também lá. Aguardo.
25.07.2014. Cerca de 23 horas.
Mamãe.
Mamãe, riso moderado. Disse que eu vou ser homenageado por autoridade do
governo estadual. Uma homenagem muita significativa. E que também iria ser
convidado para um cargo importante.
Deu notícia de que a sua amiga, professora Adercina Limeira está com ela
em um bom lugar com muitos bons caminhos ainda a serem percorridos. E que Norma
(minha prima), brevemente irá para lá também. Que papai está abaixo dela, mas
está bem, rodeado de amigos. Que José Almir continua se recuperando, bem
acompanhado e que receberá após missão dignificante. Que a recuperação de Neide
é a longo prazo, porém, está sendo bem assistida e, no fim, ficará tão normal
quanto qualquer pessoa normal. Aí terá outra fase de adaptação como normal
porque o cérebro passou muito tempo como criança. (Pela meningite). E que eu
aguardasse a homenagem e o convite.
Ela disse que estava com o Padre Cícero e sabia que eu gostava muito
dele. Pedi para que ela pedisse a ele sobre minha promessa (liquidar débitos) e
ela disse que lembraria a ele, mas a resposta dele, me diria depois.
26.07.2014. Em torno de 2 horas da tarde.
Norma.
Muita excitada. Disse que havia recebido convite para rever a Terra.
Estava muito alegre. Confirmou o que mamãe havia me falado. Disse que eu seria
homenageado por gente grande do estado e como o maior escritor de Alagoas. E
que não passaria de agosto um convite para exercer cargo importante na
Educação, talvez regional. E que padre Cícero estava por perto. E que se
encontrasse nele um sorriso, pediria, como reforço de um pedido de mamãe a uma
promessa feita por mim ao padre, sobre a quitação das nossas dívidas.
31.07.2014. Cerca de 01 hora da madrugada.
Mamãe e Norma (Mamãe: Helena Braga das Chagas e Norma, prima
que ajudou a me criar nas casas de meus pais).
Mamãe falou como costumava dizer com boas novas: “Alvíssaras, Clero” (meu apelido familiar).
Logo, porém, mamãe se retirou. Norma adiantou-se e disse que ela fora
atender a alguém, mas que mamãe não iria dizer qual era a boa nova.
Foi a sua equipe e a do padre Cícero que mandaram que mamãe desse a
“manchete”, mas sem dizer o conteúdo.
Perguntei a Norma se havia mais alguém para falar comigo. Ela vacilou e
disse que havia um senhor apessoado que queria uma palavrinha e que havia dito
a ela que eu ficaria muito feliz em recebê-lo. Mas eu logo percebi que se
tratava de Seu Dema, escritor de Pão de Açúcar – AL e que fora
funcionário do IBGE. Seu Dema me ajudara em Pão de Açúcar a lançar ali o meu
primeiro livro, o romance “Ribeira do Panema”. E era ele mesmo. Conversou
amenidades comigo e disse-me ainda continuar aguardando ordens para alguma
missão para ele. Disse também que eu já era famoso em Alagoas e parte do
Nordeste. E que ele almejava que crescesse muito mais. Nós nos despedimos.
10.08.2014. Entre 02 e 3.30 da madrugada.
Padre Cícero.
Pediu parabéns pelo dia dos pais. Disse que eu estava certo por ter pedido
parabéns a Jesus, por ele ser o pai maior, o pai de todos nós.
Falou muito sobre as boas ações das nossas vidas e como Deus leva em
consideração.
Foi à vez que mais demorou comigo.
Agradeceu pela série de 4 crônicas que eu havia publicado sobre a
sedição do Juazeiro. Que tudo se passara daquele jeito que havia contado e
gostara muito.
Disse que iria me fazer um pedido. Fiquei receoso de ser um pedido que
eu não pudesse fazer,
Falou que eu não tivesse medo de que ele falasse aborrecido comigo. Nem
precisava ter dito isso a Jesus, como eu havia dito ao Mestre do meu receio.
(É que eu já havia pedido várias coisas ao padre e achava que pedindo
mais outras ele iria terminar se aborrecendo comigo. Como ele soube da prece
que fiz a Jesus, não sei).
Disse-me que eu o havia adotado como amigo e compadre com muito esforço.
E agora era ele quem estava me adotando. Que eu havia passado no teste da sua
confiança. Jamais iria falar aborrecido comigo. Que o meu modo de pensar era
igual ao dele. Disse ainda que iria ajudar a todos nós, filhas e genros, todos
estavam encaminhados. Os meus dois netos iriam ser grandes no que escolheriam.
Que eu tinha razão em chamá-los de reis. Seriam também homens de bem como foi
“seu pai, Seu Manezinho”.
Sobre as dificuldades em publicar meus livros, eu lhe disse que Deus
havia me dado inteligência para escrever, mas para publicar, havia sempre um
muro. Perguntei ainda que mistério era esse, se ele sabia explicar. Padre
Cícero falou que eu não ficasse aborrecido que era coisa de Deus. Mandou,
então, que eu dissesse o que estava vendo, eu fui dizendo.
O que eu vi:
Padre Cícero pegou sua
bengala, bem na curvatura de apoio e fez um círculo no ar. Surgiu imediatamente
um muro de tijolos diante dele. Tijolos claros. Ele afastou o braço para
impulso e bateu fortemente com a outra extremidade da bengala (a parte de baixo,
de apoio no chão) no muro. Uma vez só. Os tijolos desabaram uns por cima dos
outros. Pude ver um descampado que o muro impedia de ver. Não vi detalhes de
nada no primeiro plano, porém, lá longe, no horizonte, Mesmo com dificuldade,
pude notar duas faixas verdes de tonalidades deferentes. E tudo eu ia
descrevendo a ele. Padre Cícero, então, falou que com o consentimento de Deus,
estava derrubando a barreira que me impedia de publicar.
Ao terminar a cena, o padre Cícero disse que a nossa comunicação iria
ficar cada vez mais cristalina.
Pedi a ele, então, que fizesse o seu pedido, que havia dito no início
que iria fazer. Padre Cícero respondeu:
Se você quiser e puder,
amanhã, daqui a pouco (segunda-feira, ao amanhecer) vá à igrejinha de São
Pedro, lá no Bairro São Pedro e fale com a irmã da zeladora da igreja. Tire
fotos do interior da igrejinha (só do interior). Depois faça uma série de
crônicas sobre tudo que tiver lá, entre 3 e 4 crônicas. Publique como você
publicou as minhas. Quando acabar de publicar a última, pegue uma dessas velas
da sua casa e aí mesmo acenda e ofereça a São Pedro, agradecendo a ele pela
ajuda que ele tem lhe dado no dia a dia. Depois agradeça a ele em meu nome por
sempre ter me ajudado constantemente quando dele preciso.
Eu disse que estava certo, mas a minha máquina fotográfica estava sem
bateria e eu sem dinheiro para compra-las. Ele me falou que isso poderia ser
feito em qualquer dia da semana, mas que eu procurasse em casa que acharia o
dinheiro. (Procurei depois e achei).
Ele, então, disse que estava
feliz por ter conversado com uma pessoa que vai ser muito famosa. E que eu
rezasse como faço, para os meus inimigos e invejosos de mim, que podem me
promover e não o fazem por inveja. E para os anjos de guarda deles também que
depois eles serão os primeiros a querer me elogiar também.
Falou que eu estava dizendo a Jesus que estava querendo mais agradecer
com alegria a promessa feita com ele (padre Cícero) de que com o próprio
resultado da promessa que seria paga na Pedra do Padre Cícero, no município de
Dois Riachos-AL, cujo cimo tem a sua igrejinha. (Como ele soube da minha oração
a Jesus?). E que quando eu fosse pagar a promessa, convidasse mesmo os outros
(familiares), nem que eles não quisessem ou não pudessem ir, mas que a minha
alegria seria mais do que o triplo do que eu pensava.
Que eu nunca pensasse e dissesse que estava só. Ele ou equipe ou o anjo
de guarda, sempre está por perto.
Que muito chão em tapete eu tenho que percorrer, isto é, a outra face
(boa) da vida.
Antes de se despedir, falou que eu o chamasse a qualquer hora e dia que
precisasse. Eu disse que o Ceará o havia escolhido “o cearense do século” e eu
o considerava “o brasileiro do século”. Ele riu e disse: “Vamos ter cuidado com a vaidade. Apenas lhe peço que quando ficar
famoso continue humilde. A humildade é a mãe da sabedoria”.
Nós nos despedimos às 3.30 da madrugada. Corri para anotar tudo,
enquanto chegava ao amanhecer.
14.08.2014. 04 da
madrugada.
Norma. (Prima que ajudou a me criar na casa dos meus
pais).
Estava preocupada por eu não ter ainda encontrado na cabeça o assunto
para a crônica diária que faço para o meu blog.
Pediu-me para eu falar sobre seu Abílio Pereira, alegando que a família
dele comentava porque nenhuma homenagem havia sido feita a ele. Seu Abílio fora
em Santana do Ipanema, comerciante, fazendeiro, vereador e prefeito por pouco
tempo. Norma falou que eu relevasse a parte em que ele gostava de acoitar
pistoleiros em sua fazenda. Olhasse somente a parte positiva. Prometi e depois
fiz a crônica publicada com o título: Abílio Pereira de Melo.
Norma ainda falou sobre a minha mulher (anda muito nervosa) e disse que
eu tivesse paciência que isso iria passar e ela voltaria a ser o que era antes.
E que Jesus gostava muito de nós. E que nós iríamos muito progredir.
A comunicação foi interrompida de repente e ficou assim como uma
televisão, chuviscando no preto. De repente entra seu Abílio, me
cumprimenta e elogia o que eu tenho feito por Santana.
O padro Cícero se aproxima e Seu Abílio se afasta. Percebi que ele se
metera na conversa subitamente, sem autorização.
Norma volta, ocupa seu lugar e se despede.
14.08.2014. Dias
depois.
Norma (Prima que ajudou a me criar em casa dos meus pais).
Eu havia tido aborrecimento em casa e havia juntado minha roupa para ir
embora. Norma me pediu então “para não sair agora, pois não se deve viajar em
tempo tormentoso”. Acatei.
18.08.2014.
Madrugada. Rezando o terço.
Jacaré – Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
Surge o ex-colega de Ginásio apelidado Jacaré por ser da cidade de
Jacaré dos Homens (Alagoas). Aspecto deplorável como quem estava doente,
drogado ou extremamente bêbado. Falou-me quase sem poder, dizendo em longas
pausas que não era meu amigo, pois pertencera a outro grupo na escola, mas que
me admirava. Indaguei o que ele queria de mim. Nesse momento ele foi afastado e
N. Senhora do Perpétuo Socorro (como marca d’água) tomou à frente e disse:
─ Esse é o resultado de quem se meteu com gente não recomendável. Estou
cuidando dele.
Então, N. Senhora pediu-me que eu também oferecesse o terço que eu
estava rezando, por ele, Jacaré. Assim o fiz.
19.08.2014.18HS 15MIN. Rezando o terço.
Padre Cícero (Chapéu grande de viagem)
─ Como vão as coisas? ─ indagou.
─ Normais, dentro da nossa esperança.
Falei sobre a AGRIPA e Sérgio. Ele me falou da responsabilidade de quem
bebe, referindo-se a Sérgio, o presidente da AGRIPA que nunca mais ligara para
a Associação. Eu disse que já lhe havia mando lhe dizer e a nosso Senhor que no
dia 31de agosto iria tomar uma posição na AGRIPA, talvez a deixasse. Falei
sobre Marcello e Vilma que só iriam propor reunião uma vez só por mês E assim
não daria para realizar nada. Ele mandou que eu falasse com Marcello e
indagasse a posição dele, e ficasse calado, nada falasse com Vilma, a esse
respeito. Assim o fiz. Marcello reafirmou o desejo de somente uma reunião
mensal. Ele me disse que iria fazer uma revolução na AGRIPA antes do dia 31.
Ele se despediu dizendo que as outras coisas (pessoais) estavam encaminhadas.
Estou aguardando o que ele vai fazer com a Agripa antes do dia 31.
Depois, mamãe.
Mamãe. Pediu para eu fazer uma crônica sobre a
Professora Durvalina Pontes que fora sua colega de Magistério e a ajudara nos
momentos mais difíceis. Prometi e providenciei a busca de dados.
20.08.2014. Madrugada de 19 para 20.2 horas: Rezando o terço:
Tias Maria e Araci.
Chegam tia Maria e depois tia Araci que moravam na mesma casa aqui em
Santana, após a viuvez de Araci. Maria, solteirona.
Falaram pouco, só para se comunicarem. Brinquei com elas indagando se
ainda arengavam como aqui. Tia Maria, sempre mais difícil de comunicação,
afastou-se e tia Araci tomou conta dizendo que havia melhora. Tia Maria disse
que se achava melhor dos seus achaques, ao ser perguntada por mim. Perguntei
por outra tia: Delídia. Tia Araci disse que ela estava mais distante e bem, até
porque era muita católica e devota. Depois se despediram rapidamente, pois o
tempo estava esgotado e, eu senti como se alguém tivesse vindo para afastá-las
dali, como se dissesse; vamos, vamos.
09.09.2014. Mamãe Cerca de 1 hora da madrugada. Rezando o terço. Mamãe.
Diz que agora está indo para outro lugar, inclusive com dona Adercina,
muito mais perto de Jesus. E que era uma honra muito grande essa evolução. Onde
ela está hoje, aquele lugar mencionado antes e que Norma não pudera ir por
causada da hospitalização, Norma ainda iria logo para lá, mas não iria
encontrá-la mais ali, porém, iria se dá bem, pois tem várias amigas e gente
esperando por ela.
No final pediu que eu colocasse um crucifixo com Jesus à cruz, feito com
qualquer material, pregado permanentemente à cabeceira da minha cama. E que
antes, eu mandasse o padre benzer. Daí em diante, todas as bênçãos de Deus
irradiariam para o crucifixo e daí para mim e toda a família. Todos
progrediriam em tudo. A minha literatura alcançaria níveis muito alto,
melhoraria o relacionamento familiar, o progresso financeiro meu e de genros e
filhas. Disse ainda que a homenagem que eu iria receber, de gente grande de
Maceió, era verdadeira. Aguardasse. Iria ser como escritor símbolo de Alagoas.
Não era preciso colocar um crucifixo para Irene, porque o meu serviria
para toda a família, por eu hoje ser o patriarca. O crucifixo seria uma espécie
de sêlo.
Disse ao se despedir que havia um senhor querendo falar comigo. Ele me
cumprimentou e disse ser Ariano Suassuna.
Eu pedi para ele falar a verdade, pois Suassuna havia falecido
recentemente, e eu não acreditava nesse privilégio de já poder se comunicar. O
senhor tentou argumentar. A comunicação não ficou boa e eu adormeci.
Pela manhã, cerca de dez horas, no banheiro. O mesmo cidadão com imagem
forte de Suassuna vem dizer que era ele mesmo, que havia se comunicado comigo,
embora eu não acreditasse. Conversou mais com o modo de ser de Suassuna e nos
despedimos. Continuo desconfiado, até que o padre Cícero me explique esse caso.
10.09.2014. Norma Madrugada. Falou-me sobre o motivo pelo qual eu
estava acabrunhado, pois havia ouvido umas injustiças da minha mulher e eu
estava revoltado. Depois Norma indagou se eu iria à festa. Indaguei que festa?
Ela se referiu à palestra do diretor do meio ambiente de Santana e da AGRIPA no
sítio Camoxinga dos Teodósio, no próximo dia 17. Falei que não estava com muita
vontade. Ela me mediu que eu não fosse porque o lugar é conhecido como violento
e brigas, arengas, arruaças e mortes nascem de repente por ali. Nada havia
contra mim, mas o lugar, por ser mal afamado, seria melhor evitar. Prometi não
comparecer.
Já sobre a outra palestra que irá haver na escola Santa Sofia no próximo
dia 19, falou que poderia ir que seria muito bom para mim.
Norma confirmou ainda a ida de mamãe e da sua colega professora Adercina
para um lugar mais perto de Nosso Senhor e que ela, Norma, iria para o lugar
onde mamãe está hoje. Despediu-se.
Um cidadão que não quis se identificar me parabenizou pelos meus
trabalhos e disse já ter sido meu aluno e que falecera em acidente, mas que
continuava admirando o meu trabalho na Educação e em outros setores. Agradeci.
27.09.2014. Dona Alice. 23.30, ao término do terço. Chegou Dona Alice, mãe de Seu
Bartolomeu Barros e que fora vizinha dos meus pais por certo tempo. Falou que
nós estávamos certo quanto ao problema surgido com o seu filho Bartolomeu. Que
a nossa família sempre foi de pessoas decentes. E que Bartolomeu tinha ido na
conversa de um invejoso de mim porque eu o substituíra como venerável da
Maçonaria que além de ser inteligente não era rico para o substituir. Mas que
já havia chamado atenção do filho para isso. Perguntei como. Ela disse que
através de associação espírita. “E eu não queria que ele morresse sem lhe pedir
perdão como fizera Conrado que viera lhe pedir perdão depois de morto”. E que o
meu coração perdoasse Conrado quando sentisse que devia perdoar. Iria novamente
puxar à orelha de Bartolomeu para que ele pedisse desculpas a mim e a Irene. E
que terminávamos nos entendendo. Despediu-se.
Rapaz. Chegou então um rapaz, que fazia lembra
alguém, muito remotamente. Ele disse se chamar Anselmo de Jesus e que
vivera uns tempos na rua de meus pais. Morrera de um acidente. Estava sereno e
depois de algumas palavras normais, me pediu que se eu pudesse rezar um
Pai-nosso ou uma Ave-Maria para ele, seria bom “porque orações são sempre bem-vindas”.
Rezei na hora uma Ave-Maria para sua alma. Ele despediu-se e indaguei se alguém
mais queria falar comigo. Ele disse que havia um senhor, muito sério ali perto,
mas não sabia se ele queria falar, que eu aguardasse alguns segundos.
Zé Pinto. Surgiu, então, o marido de minha
tia Araci. Parecia nervoso e não saber o que dizer. Identifiquei-o antes da sua
fala, pela sua imagem. Após algumas palavras de praxe, ele disse que quem
queria falar comigo era Araci. Eu a havia visto, enquanto ele falava. Tia Araci
queria apenas se comunicar pela oportunidade que a equipe do padre Cícero lhe
dera. Disse apenas que agora a família estava junta, ela, o marido Zé Pinto e
Paulo, filho dela falecido recentemente. Pediu que eu tivesse fé na vida e que
a vida não se acabava com a morte e me desejou felicidades.
28.09.2014. Luiz Gonzaga. Três da madrugada.
Veio muito nítido. Perguntei: É Luiz Gonzaga mesmo? E ele: “É Gonzaga,
seu coisa!”. Respondi: “Seu coisa é seu avô”. Ele me disse: “Não rapaz, isso é
apenas a minha identificação”. Aí me disse que continuava na mesma vida lá. Não
tinha dúvida, lá era melhor do que aqui, mas ele sentia muita falta de uma
coisa que lá não tinha, era o cheirinho do sertão que ele tanto gostava.
Falou que eu era um grande escritor, mas que faltava aparecer para o
Brasil e que tinha muita gente ajudando para isso.
Disse que eu não me preocupasse muito com letras de músicas e que eram
boas as que eu fazia e gostaria de cantá-las. Mas que eu havia feito algumas
letras para o Manoel, mas o Manoel estava sem coragem de enfrentar a vida de
profissional. Disse ainda que ele era bom, porém, estava conformado somente em
fazer seu pinicado. Assim não poderia crescer. Disse que iria ver se conseguia
um grande lá em cima para patrocinar a força de vontade dele, Manoel.
Disse ainda que se eu quisesse, pudesse falar o que ele havia dito a
mim, a Manoel mesmo. Despediu-se.
30.09.2014. Entre 4.30 e 5.30 da manhã.
Dona Florzinha (vizinha de meus pais por longos anos). Veio me
parabenizar e me dá forças pela minha luta à frente da AGRIPA para limpar o rio
Panema. Disse-me que Deus ajuda a quem quer conservar a Natureza, que eu não
ficasse triste com a AGRIPA porque ela vai crescer cada vez mais com coisas
surpreendentes e vem aí um grande reforço para ela que nem mesmo eu
acreditaria. Foi sempre dentro desse tema a sua conversa. No fim pediu que
quando visse João Neto, desse um abraço nele e dissesse que foi ela quem mandou
que ele não iria me chamar de mentiroso não.
Zé Pinto (marido da minha tia Araci). Veio, pela segunda
vez, com mais firmeza na conversa. Pediu desculpas pela sua timidez na vez
passada. É que, segundo ele, havia me visto quando eu era menino e não soube o
que falar. E que Araci (minha tia) era mais falante. Desejou muito sorte nos
meus projetos e as bênçãos de Deus. Disse que era testemunha de quanto Deus
gostava da família Chagas. Por fim despediu-se.
Irmã Dulce da Bahia. Fiquei muito surpreso com a
sua presença. Ela começou dizendo que ainda não estava na sua plenitude.
Continuava aguardando uma condição mais favorável e que isso era coisas de Deus
que faz a coisa certa na hora certa. Depois falou sobre a AGRIPA, deu força.
Disse que as coisas vão melhorar para mim e toda a família logo, logo, que nem
seria questão de meses ou mês, mas de dias. Que eu continuasse humilde e não
deixasse de rezar como sempre venho fazendo. Isso conta muito tanto para a
Terra quanto para lá. Que eu congregasse sempre à família; e que não tivesse
medo de nada que a minha estrela era mantida por Deus e ninguém jamais iria
apagá-la porque eu caminho seguro em sua mão.
No fim indaguei porque surgia em mim à imagem também da irmã Tereza de
Calcutá. Ela disse que era por causa da semelhança da missão de ambas e que a
madre de Calcutá era um pouco mais velha e chochinha, enquanto ela era um pouco
mais jovem e rosto também um pouco mais cheio e falou: “perceba, vou fazer um
esforço”. Depois se despediu. Respondeu a minha pergunta, sobre se tinha alguém
mais para falar comigo. E que se tivesse, por favor, pedisse para deixar para
amanhã que eu estava cansado e com sono. Não havia mais ninguém para falar
comigo disse ela.
13.10.2014. 4 da madrugada.
Quitéria (preta, do povoado Pedrão que de vez em quando
ajudava tia Delídia, morava na Gameleira).
Rindo, brincalhona, disse que tava bem, quem dera a notícia a ela sobre
mim fora Ulisses, carreiro. “Ele disse que eu tava metida, não foi (gargalhada)
estou mesmo”. Deu notícias dos outros do Pedrão, dizendo que todos estavam ali
por perto, como Santa, o filho Milton, a Mudinha, Ulisses, a mãe dela, sempre
alegre e sorridente. Quando se despediu disse, respondendo a minha pergunta que
havia um cidadão querendo falar comigo.
Washington, filho de Seu Gaia, zelador da igreja de São
Pedro em Santana, por muito tempo, apresentou-se com expressão bisonha e voz
cavernosa, parecendo o pai. Esclarecido que era ele mesmo, Washington disse que
estava meio envergonhado de falar com os da Terra por causa de alguns erros
seus e fora agora empurrado para falar comigo. Disse que o pai dele falava
muito bem da família de meu pai, Seu Manezinho Chagas. Conversou um pouco mais
e se despediu. Perguntei e ele disse que tinha um senhor que queria falar comigo
e indagou se eu aguardava. Disse que sim.
Cônego Bulhões. Demorou um pouco. Perguntei o que estava
havendo. Depois vi que havia um padre, pensei até que era outro, mas foi ele
quem veio. Falava vacilante, pausado e cansado. Balançava o corpo. (fora o
motivo da demora) perguntei o que estava havendo com ele? O cônego me respondeu
que se apresentava como o enfermo que chegara da Terra. (Eu sou quem uso o
termo Terra). Parabenizou pelo livro sobre Lampião que eu publicara, disse que
o Silvio também iria publicar outro: “escritores glorificando a terra”, disse.
Que gostou que eu fosse amigo de Silvio... Depois calou e afastou-se, de cansaço. Ouvi
quando ele disse a alguém: “É Clerisvaldo”. Apresentou-se a irmã Maroquita,
como se tivesse cuidando dele. Deu boa noite, mas disse que não iria conversar,
ficava para outro dia. Perguntei e ela disse que não havia mais ninguém para
falar comigo, Tive a impressão que ela retirou-se conduzindo o irmão doente.
20.10.2014. Madrugada.
Zefinha (filha de Seu Né). Vizinho de meu pai.
Que era um prazer conversar comigo. Que eu tivesse fé em Deus, que muita
coisa boa ainda iria acontecer comigo. Coisas que eu nem acreditaria. Falou um
bocado. Depois respondendo algumas perguntas minhas, disse que Seu Né ainda
fumava de um jeito diferente. Estava distante dela. Sua mãe, Dona Zezé, de vez
em quando vinha e ficavam juntas. Que havia casado e vivido em Palmeira dos
Índios e falecido no Juazeiro para onde seguira com o marido. Morrera de doença
da época.
b) Veio um ator famoso falecido recentemente. Tentava se
comunicar como se tivesse fazendo teatro. Pedi para que ficasse essa
comunicação para outro dia e ele aceitou. Agia como se ainda não soubesse que
havia morrido.
c) Não lembro.
24.10.2014. Entre meia noite e meia noite e meia, entre o dia 23 e 24.
. Tamar. Irmã do ex-padre Alberto, de Santana do Ipanema. Como eu
estava com mal-estar e preocupado, ao evocar o Padre Cícero, Ele surgiu, mas
não falou comigo e mandou Tamar. Senhorita educada e religiosa nossa conhecida,
amiga da minha mãe. Orientou-me falando que não havia energia negativa em minha
casa (indagação minha). O mal-estar poderia ter sido da falta de alimentação
adequada e que almoçasse direitinho amanhã. Eu ainda iria viver muito, pois
ainda tem missão a cumprir pela humanidade. Conversamos mais e ela se despediu.
Eu avistei Norma por perto e ela me deixou com Norma.
b. Norma (prima). Lindolfo. (Chefe da equipe do padre
Cícero) Disse-me que tinha vindo saber o que estava acontecendo, mas Tamar já
havia chegado antes. E que qualquer coisa evocasse a ela ou qualquer da equipe
do padre Cícero. Falou que Tamar é uma liderança na área e que todos gostam
dela e que foi um privilégio meu ser atendido por Tamar. Aí eu indaguei se
poderia lhe fazer uma pergunta. Norma disse que sim e que já sabia o que era: “Você quer saber quem é o chefe da equipe
do padre Cícero, não é?” Eu respondi que sim e logo avistei uma pessoa
forte, morena, cabelos pretos, lisos, penteados quase para frente e usando
suspensório, feições agradáveis. Norma disse que ele se chamava Lindolfo.
Eu indaguei se ele usava suspensório. Lá todos riram. Lindolfo falou comigo. Eu
disse a ele que padre Cícero havia me dito que já era hora de tornar a minha
visão perante eles, mais cristalina. Lindolfo disse que isso acontecia aos
poucos e que eu já melhorara bastante, pois o avistara e mais de suspensório
(que ele disse usar desde menino) e riu. Pediu que eu fosse anotar a
comunicação para não esquecer. Não havia mais ninguém para falar comigo e eu
mandei um forte abraço para meu grande amigo e compadre padre Cícero.
24.10.2014. (Sexta, véspera da véspera de eleição para presidente, 2º turno). 16.20.
Tomando banho.
Padre Cícero.
Chega padre Cícero e diz que quer me fazer um pedido. Respondo que o
faça. Ele diz: “Quando for votar, você
diga a urna: Dilma, tenho fé no padre Cícero do Juazeiro que você vai ganhar,
mulher”.
Depois se despediu dizendo que iria a outro lugar. Anotei o
acontecimento e a frase.
25.10.2014. 1.30 da madrugada entre o dia 25 e 26. Rezando o terço.
a Dona Ester. (Foi vizinha dos meus pais, esposa do senhor José
Camilo).
Apenas fazer uma visita. Disse que gostava muito da minha família e
lembrava dos tempos em que lia para nós, meninos, os folhetos de cordel.
Indaguei sobre o filho cujo apelido era Bilola e, foi soldado de polícia. Ela
disse que ele estava mais distante dela e que de vez em quando se encontravam.
E que ele estava estudando para evoluir, inclusive ela: “Quem não quer melhorar? ” Perguntou dona Ester. Disse que lá todos
estudam. Falou do outo filho que ainda está aqui, Luiz. Disse que pelo menos
ele deu para gente, era casado com professora e tinha sua família. Sobre
Bilola, disse que graças a Deus ele nunca fora violento. Ao me responder se
tinha mais alguém para falar comigo disse que sim um cidadão chamado Audázio.
Despediu-se.
b Audázio. Chegou e disse que era Audázio Barbosa, ex-barbeiro em
Santana, irmão de “Pixita”. Respondendo a minha indagação, disse que ao sair de
Santana fora para o Mato Grosso (?) onde se metera em coisas que não era para
se meter e fora assassinado. Eu poderia comprovar falando com a família dele.
Estava somente conversando comigo para dizer onde estava e que havia vida após
a morte. Teceu alguns elogios a minha pessoa e despediu—se. Respondeu a minha
pergunta dizendo que não havia mais ninguém para falar comigo.
27.10.2014. 22.15. Rezando o terço.
Marques (compadre).
Pela primeira vez. Falou algumas coisas normais. Disse que procurava
melhorar. Tinha ido para outro lugar em relação ao que estava quando chegou lá.
Fiz algumas indagações e ele me disse que nunca teve notícias de Eurípedes (seu
sogro e sargento). E que sua passagem não foi difícil, mas também não foi tão
fácil, inclusive, porque “havia tomado uns birinaites” antes, em Belém.
Morrera bêbado, quis dizer.
Fiquei em dúvida se era ele mesmo ou minha mente. Falou-me do Colégio
Estadual onde lecionamos juntos, referiu-se a Salete Bulhões e ao ex-padre
Alberto (casal, colegas nossos e ainda vivos) e Conrado também colega, já
falecido. Disse que havia se encontrado com Seu Zezinho, ex-prefeito da cidade
de Ouro Branco, Sertão de Alagoas, onde trabalhamos. Zezinho havia sido
assassinado. Ele se despediu. Ao lhe perguntar se alguém mais queria falar
comigo, ele disse que havia um senhor e que ele não o conhecia.
B Euzébio. Houve um pouco de demora e depois surgiu Euzébio
Nascimento, santanense, e que fora guarda-rodoviário e assassinado. Falou-me
sobre sua oportunidade em se comunicar comigo. Disse que estava sempre perto
dos seus dois irmãos, Petrúcio (Pepé) e Hugo (falecido recentemente) e que
sempre trocavam ideias e estudavam para melhorar. Que havia morrido daquela
forma porque fora ignorante como fora o seu pai. Desejou-me boa sorte e que eu
tivesse fé que as coisas iriam melhorar.
C Marques
“Sou eu de novo, Cléris. É
que naquela hora eu estava muito eufórico e nervoso. Depois conversaremos
melhor e com mais tempo”. Despediu-se.
30.10.2014. 15.30, aproximadamente. Cochilando.
A. Maria Bonita.
Vi sua foto clássica em que ela está sentada com o chapéu no colo,
pousando para o fotógrafo. Em seguida, Maria Bonita chega e cumprimenta. Não
chego a ver nitidamente seu rosto: “Boa
tarde senhor Clerisvaldo”. Respondi com “um boa
tarde, minha senhora, em que posso servi-la”. Ela foi dizendo saber que eu
era uma pessoa decente e nobre. Que eu era escritor e escrevia crônicas de
diversos assuntos. E que gostaria que eu fizesse um favor a ela. Respondi que
se eu puder farei, e caso não possa, não iria prometer. Ela falou que gostaria
que eu fizesse uma crônica sobre ela, dentro da feminilidade. Como eu já havia
visto sua foto sabia quem era ela, mas indaguei com quem eu estava falando, por
favor. Ela disse: com Maria Bonita.
Respondi que já havia muitas coisas publicadas sobre ela, inclusive, de um
escritor chamado João, de Paulo Afonso, do seu estado, que disse que a história
de Maria Bonita era dele e que não admitia outra pessoa falar do assunto.
Ela respondeu: “Tem uma turma de
tal Cariri Cangaço que já não suportamos mais. As coisas deles nos atingem
dolorosamente. Esse João de Sousa é um falsário. A gente vê a falsidade da
pessoa nos bastidores (usou palavra semelhante). Você pode até fazer um livro”.
Repeti que não tinha condições de sair pesquisando in loco, o que eu faço é pesquisar nas fontes dos que os outros já
disseram. E não tinha mais nada para dizer sobre o que já tantas pessoas
disseram. Ela me falou que tinha sim, porque o que valia era a forma de dizer
com minhas palavras, com honestidade, objetivo, análise e clareza.
(Nisso via a imagem de minha mãe, dei sinal para que ela aguardasse um
pouco).
Eu disse que não prometia. Prometia sim, apenas pesquisar um bocado
sobre ela e diante disso iria ver se escreveria um livro ou não.
Maria Bonita disse que estava certo. Quando eu encerrasse minhas
pesquisas a evocasse. Caso eu fosse escrever, ela me ajudaria constantemente.
Eu disse a ela que se resolvesse escrever, não iria focar a feminilidade
do cangaço. Mas a vida dela desde o nascimento até a morte e ainda como foi a
sua passagem para o outro mundo, onde estava vivendo e como e se ainda estava
com Lampião.
Maria não fez objeções.
Eu tinha uma intuição, mas resolvi indagar quem a trouxera até a minha
pessoa.
Ela respondeu o que eu esperava: padre Frederico Maciel. Pedi para falar
um pouco com ele. Maciel me cumprimentou e disse que queria que eu escrevesse
um livro sobre Maria Bonita. Mas, achou que trazendo a própria Maria para falar
comigo, poderia melhor me encorajar. Repetiu falando do modo claro, objetivo,
seguro e honesto como escrevo. Disse que caso eu escrevesse o livro sobre Maria
Bonita, ele teria tanto sucesso quanto o que o “Lampião em Alagoas” ainda terá.
O livro está em suspense e ainda não caiu na realidade dos que escrevem sobre
cangaço, entendi assim. Porém, quando “cair a ficha”, disse isso com outras
palavras, vais ser uma enxurrada de escritores nos procurando e ao nosso livro.
Voltei-me, então, para Maria Bonita que aguardava e disse: “É minha Senhora, a Senhora ficaria
satisfeita se o título do livro fosse: ‘Maria Bonita, a Deusa das Caatingas?’
”.
Maria Bonita quase dá um pulo de alegria e vibração.
Eu indaguei: “A senhora ainda é vaidosa!?
Ela respondeu: “Toda mulher é
vaidosa tanto faz aqui ou lá”.
Falei que iria iniciar a pesquisa e pedir ajuda a Marcello Fausto para
encontrar material. Ela nada respondeu.
Os dois haviam se despedido
quando indaguei se tinha alguém para falar comigo.
Afirmaram que havia uma pessoa e parecia que era minha mãe. Foram-se.
B. Helena Braga das Chagas (minha mãe).
Como certa vez, notei que a imagem dela estava oscilando. Ela falou que
era da turbulência da comunicação. Ela estava em lugar distante daquele em que
estava o pessoal que estava falando comigo. Depois normalizou. Era saudade que
ela estava sentindo. Estava feliz, mais ficaria mais feliz quando a Neidinha
(minha irmã) estivesse completamente boa e quando a família toda tivesse
reunida. De vez em quando vinha olhar a todos, mas se comunicava comigo por
causa desse dom. Emocionei-me contando a ela o seu sofrimento, decepções e
dores que não dividia conosco e com ninguém. Despedimo-nos.
13.11.2014. Norma.
Falou que estava no plano com minha mãe. Que tinha autorização para
falar comigo sempre que quisesse. Deu notícias de Neide dizendo que ela
continuava hospitalizada e que um dia ficaria completamente normal como qualquer
outra pessoa. Que Zé Almir parara de beber estava cercado de amigos e que todos
gostavam muito dele. E que agora começara a escrever como eu, mas no sentido
jornalismo. E que papai estava feliz entre muitos amigos e trabalhando, mas
ainda não tinha se encontrado com mamãe. Que o que ela me dissera antes sobre
uma homenagem que eu receberia de gente de Maceió com escritor símbolo de Alagoas,
era verdade. Aguardasse. E que iria ver o que podia fazer para melhorar minhas
condições financeiras. Padre Cícero gostava muito de mim e nunca tinha visto
uma pessoa com tanta confiança nele como eu.
B. Desconhecido.
Não vi seu rosto. Disse que para chegar onde quero colocasse propaganda
dos meus livros na Internet. Era meu admirador e torcia junto com uma turma lá
pelo meu sucesso, trabalhando para isso.
22.11.2014. Quitéria. 4 da madrugada.
Uma senhora, cabelos um pouco assanhados, ar curioso e sofrido, parecia
me procurar. Eu a cumprimentei e
indaguei como podia servi-la.
Ela contou que se sentia sozinha, como se a família dela tivesse
esquecida dela e ninguém orava por ela. Falou chamar-se Quitéria e pediu-me
para eu se lembrar dela em minhas orações.
27.11.2014. 22 horas e pouco. Após o terço.
Norma. Prima.
Falou-se sobre a filha, Sandra e minha comunicação com ela, para mantê-la
informada.
Conrado. Veio sem eu ver o seu rosto de primeira. Disse
que não estava ali, para pedir perdão novamente. E que eu tinha razão por tudo.
E logo que eu tivesse o coração aliviado, falaríamos novamente sobre perdão.
Falou que o mentor do meu caso com a Maçonaria estava lá e arrependido e disse
que queria me desmoralizar. Que eu tinha toda razão (Conrado) que eu era um
homem decente. E que seu Bartolomeu ainda me pediria perdão antes de morrer. Eu
falei para ele que, não por orgulho, mas por justiça, ele deveria me pedir
perdão na própria loja maçônica diante de todos e não particularmente, pois ele
me jogou diante de todos e não poderia fazer pior, pedindo perdão escondido dos
outros. Conrado me deu razão e disse que iria se comunicar com outros irmãos e
incentivar o Bartolomeu a fazer isso caso ele resolvesse me pedir perdão, como
eu falei: me convidar para a loja e ali diante de todos, dizer o que fez e
pedir perdão. Pois de outro modo, no momento não era possível pois ele me
desmoralizou e a minha família. Despediu-se e disse que se não trouxesse
resultado, mas outro viria no lugar dele.
08.12.2014. 3.30 da madrugada.
Zé Lima (Zé Lima “Sabão”).
Amigo de adolescência, falecido em acidente em Arapiraca.
Imagem forte. Pela primeira falou comigo. Elogiou a nossa antiga
amizade. Respondendo a perguntas minhas, disse que: estava trabalhando de vigia
de uma fábrica, como se fosse uma punição em troca de algumas coisas erradas
feitas aqui na Terra. Que continuava trabalhando e estudando para evoluir e que
a coisa não estava fácil. Que não tinha por perto amigos de Santana, talvez por
ter ficado muito distante do lugar aonde as almas chegam dai. Que a tia dele
Maria Sabão, que foi dona do Hotel Central, em Santana, onde ele vivia, não estava morando perto dele e ainda não a tinha visto, assim como seu
irmão Paulo Sabão.
Elogiou as minhas falas e escritos a respeito dele, mas ironizou em eu
não ter feitos orações para ele e as pediu. Despediu-se e não havia mais
ninguém a falar comigo.
11.12.2014. 3 da madrugada.
“Juriti”.
Final do terço e com muito sono. Chega alguém para falar comigo de uma
forma completamente diferente de todas até hoje. Os outros sempre estão acima
da cabeça. Este veio pela lateral, tomando quase toda a frente do meu rosto,
pela esquerda, parecendo um rosto feito a lápis em preto e branco. Antes pensei
tratar-se do cangaceiro Labareda. Mas não era. Era o cangaceiro Juriti,
apressado, invasor e grosseiro.
Tinha vindo avisar que o padre Frederico Maciel não poderia vir agora
para avaliar o livro feito sobre Maria Bonita, pois estava ocupado com outros
afazeres, mas quando desocupasse viria falar comigo. Eu quis puxar conversa
mais estava com bastante sono e adormeci.
20.12.2014. Madrugada. (Em torno desse dia).
“Coleta”
Surge um rosto másculo, parecendo ter sido desenhado a traços de lápis
preto. Vem o nome imediato: “Coleta”. Um bêbado do meu tempo de rapaz. Usava um
chapéu de palha de abas curtas, quebradas para cima nos lados esquerdo e
direito. Costumava fazer um gesto de esfaquear alguém e dizia: “Olha o punhal velho enferrujado! ”. Um
comerciante civil chamado Izaías Rego, era o delegado da cidade, abusado. E
Coleta, sempre fingindo medo, de vez em quando soltava a frase: “Ave Maria, Seu Izaías!” Frase do
alcoólatra que se tornou moda. Desde esse tempo, nunca mais havia visto Coleta.
Apresentou-se, de certo modo, sereno, disse algumas poucas palavras e falou que
estava caminhando nas sombras. Assim que o reconheci citei brincando a primeira
frase dele, por duas vezes. Ele quis rir. Depois continuou as suas andanças.
Obs. Registrei o fato, mas não salvei. Agora, novamente digitando fiquei
sem lembrar o dia e a hora exata.
31.12.2014. Amanhecendo.
Luiz Gonzaga (o cantor Gonzagão).
“Oi Clero, como estão as coisas, meu fio ?”
Todo bem Gonzaga e você, como está?
Pelejando. Rapaz vim lhe agradecer pela crônica que você fez sobre mim e
meu filho Gonzaguinha. Você é um verdadeiro filho da terra como eu. Fiquei
emocionado. Gostaria que você tivesse sido meu compositor. Pelo menos, faça
alguma coisa para eu cantar por aqui. Você é um homem de ouro das caatingas.
Admiro a sua sinceridade desde que o conheci. Gostaria de ter um amigo, Clero,
com muita dignidade na alma. Não encontrei ainda por aqui. Encontrei fã. Você
sabe, fã é fã, não é amigo de verdade. Gostaria de começar tudo de novo aí na
terra. Sofri muito no lado pessoal e tinha que disfarçar na sanfona. Nem mesmo
com os amores que procurei, encontrei a amizade. Admiro muito a amizade sua com
o padre Ciço.
─ Ele é único Gonzaga. Não existe outro igual.
─ Quero sua permissão para ser amigo de vocês dois e formarmos um trio
de amizade sincera.
─ Oxente Gonzaga! Você é uma pessoa famosa. Eu sou apenas uma pessoa
simples, desconhecida.
─ Mas é assim que eu quero.
─ Pois tá certo. Mas a parte do padre Cícero, você tem que falar com
ele.
E Gonzaga, fazendo ares de risada e arrastando a voz:
─ Eu já falei com ele, seu coisa! Só faltava você.
─ Então tá certo.
─ Já falei demais. Quanto à composição, quem sabe mais tarde!
É que eu havia dito a ele que havia feito no máximo umas vinte e cinco,
mas a quem as entreguei, eram pessoas sem garra para vencer e as composições
ficaram perdidas e eu não queria compor mais para ninguém que meu ramo não era
esse.
Gonzaga falou que ia fazer uma surpresa para mim, juntamente com o padre
Cícero, que eu iria ficar muito satisfeito. E partiu falando no próximo
encontro.
MINHA MÃE
02.01.2015. 2.30 da madrugada.
Maria Bonita e Maciel.
Nesta hora, aproximadamente, chega Maria Bonita e cumprimenta.
─ Senhor Clerisvaldo, estou
aqui novamente.
─ Pois não Dona Maria. Estou às ordens.
Aí Maria Déa disse que estava ali para me agradecer por eu ter resolvido
fazer o livro. Respondi que eu estava aguardando para que eles lessem a obra,
fizessem uma avaliação e dissesse se autorizava ou não a publicação,
particularmente a parte espiritual. E se estivesse aprovada, tirar o que não
gostaram e acrescentar o que fosse necessário.
Maria respondeu que eles têm um a maneira de ler. E que já havia lido o
livro, referindo-se também a outras pessoas que se não haviam lido, ouviram a
leitura. “Que era assim mesmo que eu
queria, uns colocando defeito, outros falando da beleza, pois o que importava
era a honestidade”.
Nesse caso, disse eu, a senhora ficou de me responder a três perguntas
para complementar a obra, perguntas essas que a senhora, mais ou menos sabe
quais são, pois eu já adiantara.
Ela pediu que eu as fizesse e assim eu procedi:
─ Pois vamos à primeira: Como foi a sua passagem para o outro mundo?
─ Logo após a minha morte, eu
senti como se estivesse tonta. Essa sensação durou um bocado e eu não sei
precisar por quanto tempo. Depois fui sugada (usou palavra semelhante) por uma espécie de corredor, com muita
velocidade que não me permitia distinguir desenhos das paredes do corredor.
Parei em um lugar onde fiquei como se fosse sentada e deitada ao mesmo tempo.
Ali senti a mesma sensação do início, isto é, como se tivesse tonta. Não sei
dizer por quanto tempo passei ali daquela maneira, em um lugar que parecia
cercado de alguns matos e eu estivesse em uma pequena clareira. Até que chegou
uma pessoa e me socorreu com palavras e com coisas que pareciam remédios. Logo
depois chegaram outras pessoas para ajudá-la naquela tarefa. Desculpe a minha
emoção, pois a gente sente uma grande dor ao recordar essas coisas.
─ Certo Dona Maria. Então, vamos a segunda pergunta: A senhora ainda
vive com Lampião? No mesmo lugar que ele? Virgolino me disse que morava em um
lugar muito parecido com a caatinga, mas não era a caatinga.
─ Depois da passagem, não vi mais
Virgolino. Vivo distante do lugar em que ele vive, porém, tenho informações de
lá. Nem ele pode vir onde estou e nem eu posso ir até lá. Está aí o padre
Maciel que tem livre trânsito por essas áreas e várias outras. Tanto onde
Virgolino mora, quanto onde vivo, a gente estuda com acompanhamento para
melhorar e evoluir.
Como eu só desejava saber o estritamente necessário lhe disse que não
faria mais perguntas até porque na segunda resposta ela já havia me dito a
terceira. Pedi para falar com o padre Maciel. Ele, que estivera ali ao lado o
tempo todo, falou-me do livro, teceu elogios e disse que eu estava autorizado
por ele e Maria para a sua publicação, inclusive a parte dos nossos diálogos na
íntegra. Seria bom, entretanto que eu falasse com o nosso amigo que abre e
fecha nossas comunicações, para autorizar no todo ou não. Mas eu não iria
publicar o livro com a parte espiritual sem autorização daquele a quem chamo de
“meu padrinho”, “meu compadre”, “meu amiguinho”. Indaguei a Maciel sobre a
esterilidade de Zé de Nenê e quais das versões sobre a saída de Maria Bonita
para acompanhar Lampião estava correta, já que eram várias. Ele me respondeu
sobre a primeira, confirmando a esterilidade e não a impotência. Sobre a
segunda disse:
─ “Maria saiu para acompanhar
Lampião da casa da sua avó, Ana (avó de Maria Déa) na garupa de um burro montado por Lampião. O fato, nem Maria lembra o
dia exato e o mês. Aconteceu, porém no final do ano de 1929. Quando entrou o
ano de 1930, Maria já estava nas andanças com Lampião. Ela alternava suas
andanças com hospedagens em casas de fazendeiros amigos, disfarçada. Não é
verdade que ficou confinada no Raso da Catarina, nos primeiros meses, lugar de
onça e sede. As outras versões não procedem.
Após a despedida dos dois, “meu amiguinho” aproximou-se e disse que eu
poderia publicar o livro na íntegra, inclusive com a parte espiritual, pois
havia um conselho e que este já havia aprovado.
04.01.2015. Amanhecendo o dia 04.
Após um pesadelo, surge uma mulher, nitidamente, em ambiente de
trabalho. Indago.
─ Quem é a senhora?
Ela me diz que trabalha em química de laboratório. E me diz que o
pesadelo foi por causa das minhas ações. Indago que ações foram essas. Ela diz
que eu sei muito bem. Insisto. Ela fala que foi por causa da bebida e não por
outra coisa. Perguntei por que meus defensores não me defenderam. Ela respondeu
que foi, talvez, para me dá uma lição. E que os pesadelos parariam se eu
parasse de beber.
05.01.2014. 22.30
Mamãe.
Perguntou como estavam as coisas. Falou que estava feliz. Cada grau que
subia era mais felicidade como se fosse uma pena esvoaçando. E respondendo as
minhas perguntas, repetiu como as outras vezes. Ainda não havia se encontrado
com meu pai, mas isso iria acontecer um dia. Que ele está muito feliz, embora
mais abaixo dela. Que está muito satisfeita com o Zé Almir que se afastou da bebida
e de más companhias e que trabalha e estuda na área de reportagem, jornalismo,
coisa assim e que Neide continua em tratamento em longo prazo por causa da
meningite e diabete, mas bem cuidada por pessoas experientes e dedicadas e vai
melhorando aos poucos. Conversamos mais coisas e mandou o abraço para Irene,
minha mulher.
23.01.2015. 01.30 madrugada.
Marina (ajudava muito minha mãe na cozinha).
Estava bem, havia pessoas assim como minha que a ajudavam, trabalhava e
tinha confiança que as coisas iriam melhorar. Pediu para eu rezar por ela que
ajudava a aliviar as coisas. A família não rezava por ela, ninguém.
Tio Dionísio (irmão do meu pai).
Que estava do mesmo jeito como chegara. O mesmo aspecto de velho, e
cansado. Com fé de melhora no futuro.
Conrado (ex-professor e ex-colega do Magistério).
Falou sobre o caso Bartolomeu. O caso tinha sido discutido e me deram
razão. Bartolomeu seria pressionado a pedir desculpa no meio maçônico, a mim.
02.02.2015. Cinco da manhã.
Norma.
Veio me dá uma força, pela minha tristeza e decepção. Falou ajudar e
aconselhou.
14.03.2015. 22 h.30min.
Norma.
Estava muito alegre e me parabenizava pelas minhas crônicas, dizendo que
os diversos assuntos que escrevo também é evangelização. Continuar escrevendo
com boa vontade, sabedoria e equilíbrio sobre qualquer assunto e evangelizar.
Que várias pessoas no outro mundo acompanham minhas crônicas.
Sobre as manifestações que iriam acontecer, no domingo, dia 15 de março,
não iriam dar em nada. Que com a continuação, Dilma vai ficar muito forte e
muito aplaudida. Ninguém a tira, pois foi Deus quem a colocou ali.
Senhor. Um senhor tentou falar comigo, mas nem vi seu
rosto, nem conseguimos nos comunicar.
Raquel.
Uma mulher (não lhe vi a imagem) parabenizava pelas minhas crônicas.
Disse chamar-se, Raquel Lobo Queirós e que era família de dona Iluminata, mãe
do professor Hernande Brandão, ambos falecidos. Depois falou alguma coisa sobre
dona Inésia, mulher que morou à Rua Nova, em Santana, falecida. Mas a
comunicação não ajudava ao diálogo.
16.03.2015. Madrugada.
Maria. (Cunhada).
Disse que antes não tinha autorização para falar, mas agora tinha. Falou
um bocado de coisa comum. Falou que o mais o que tem por lá é cantador e o pai
canta com esse povo e é metido a namorador. Que sua mãe dona Ana (minha sogra)
continua hospitalizada, mas acha que breve estará caminhando. Tem gente que
acompanha minhas crônicas lá.
Lindaura. Mulher que morou na minha rua. Veio calma e pede
desculpa por ter ficado brava comigo porque eu disse que ela iria morrer dentro
de poucos dias. (Ela soube indiretamente). Reconhecia agora esse dom. Que antes
estava nervosa e agitada e que aí fizera tratamento estava mais calma e
entendendo às coisas. Mandou um abraço para o filho Robinho que a gente chama
aqui de (Cocada) e que é meu vizinho).
Genésio. Ex-funcionário do DER (Departamento de Estrada e
Rodagem).
Costumava me chamar de poeta. Também improvisava versos.
“Poeta, morri de cachaça.
Estou submetido a tratamento e já deixei de beber quase por completo. O que
falta irei superá-lo. Foi boa essa oportunidade de falar com alguém da Terra.”
Etc.
17.03.2015. Meia-noite.
Maria. (Cunhada).
Conversamos muito. Maria aparece mais séria e eu pergunto o que houve
que ontem estava bem alegre, hoje não. Ela diz que está acompanhada de uma
equipe de quatro pessoas que representam a equipe de Jesus. Que veio me dar uma
resposta pelos meus constantes pedidos a Jesus, de ajuda, conselhos e
indagações. A pessoa escolhida para repassar essas respostas para mim havia
sido Maria.
Ela me falou muito. Entre outras coisas, que eu não deixasse Santana do
Ipanema (uma das minhas dúvidas), pois, Jesus reconhecia o meu amor por essa
terra. Que tudo que não consegui realizar em Santana como ser reconhecido, por
exemplo, havia sido por circunstâncias dos meus antepassados, o que fazia com
que as amarras não me deixassem progredir. Essas amarras já haviam sido
vencidas e estavam sendo cortadas deixando-me livre para vitórias e mais
vitórias que por tabela atingiriam filhas e genros no progresso.
Sobre a literatura também os caminhos se abririam e todos os pedidos a
Jesus seriam atendidos por Ele como Ele já havia afirmado antes, após o padre
Cícero. E que eu iria ser reconhecido fortemente, assim como convites para
conferências, palestras etc.
Maria se disse muito emocionada por ter sido escolhida para transmitir
isso e brincando disse que estava até falante, pois era quase analfabeta, mas
estava sendo ajudada pela equipe. A uma indagação minha. Disse que não era
imaginação da minha cabeça, mas era ela mesmo que estava falando tudo que
mandaram-na dizer e indagou se eu queria conversar com o chefe da equipe. Ele
falou comigo confirmando tudo que Maria me dizia. Eu quis ver sua imagem, ela
apareceu distante como se fosse um imperador romano ou coisa parecida e ele
confirmou que era a imagem dele a quem Maria o chamara de Bernardino. Disse
também que iria tentar melhorar essas imagens das pessoas com quem falo para
maior conforto da minha parte.
Depois Maria, que havia se afastado, voltou e nos despedimos com muita
emoção. Foi cerca de meia hora de conversa. Ela disse que Jesus gostava muito
de mim e de toda família Chagas.
(?).05.2015. Após domingo de Páscoa.
Jesus.
Apareceu-me com seu rosto sofrido (só o rosto) proveniente da hora do
transporte da cruz. Fiquei incrível com o que via. Jesus me disse: “Dê-me um abraço”. Respondi: “Mestre, como o senhor pede um abraço a um
homem fraco como eu? Eu sim é quem deveria lhe pedir um abraço”. Jesus nada
respondeu e foi desaparecendo aos poucos.
(?). 05.2015.
Jesus.
Aproximadamente
dois dias após o encontro acima, fiz uma promessa ao Mestre, mas não sabia como
pagar. No outro dia chegou a inspiração de repente quando nem sequer pensava no
tema de agradecimento que ele me apontou: escrever três crônicas seguidas sobre
ele.
Fiquei pensativo
uma vez que os evangelhos abordam diversos assuntos.
No dia seguinte,
só a voz do Mestre durante minha meditação: “Fale
sobre o meu sofrimento”.
Escrevi e aguardo
a realização do meu pedido de promessa para publicar a série de três crônicas,
solicitadas por Ele.
13.05.2015. (3 da
madrugada a 3.40).
São José.
Da mesma maneira
da sua imagem. Com a devoção que eu tinha com Jesus e Maria, resolvi também
incluir o pai de Jesus em minhas orações e devoções. Às vezes meditava porque
São José ficava sempre calado em relação a mim. Neste dia, ele apareceu pela1º
vez e me falou em torno de 40 minutos. Entre outras coisas, justificou o
silêncio dizendo que tudo tem o tempo certo, mas sempre me ouviu. Falou sobre o
poder de Maria, sua esposa; e de várias coisas boas que iriam acontecer comigo
e família; sobre literatura e muito mais. Inclusive confirmou o que disse os
representantes de Jesus sobre mim, do dia 17.03.2015 (vede acima). Como não
escrevi imediatamente, perdi vários outros dizeres.
O SEGREDO DA BARRA DO IPANEMA
Dia 16.07.2015. (Quinta). Entre 21 e 24 horas.
Para ajudar na pesquisa da senhora Girlene Monteiro, sobre quem ergueu a
igrejinha de N. Senhora dos Prazeres, no topo do morro dos Prazeres no povoado
Barra do Ipanema, após prece a Jesus que mandasse o Divino Espírito Santo ou o
espírito iluminado do padre Francisco José Correia de Albuquerque (caso
estivesse desencarnado) para me indicar onde se encontrava alguma coisa escrita
a respeito ou se não existisse registro, que me dissesse alguma coisa. Feita a
prece a Jesus, aguardei, estirado na cama, mas nem foi preciso cochilar e logo
recebi a mensagem com voz ditando para o períspirito e eu lendo, traduzindo e
interrogando:
1.
Quem ergueu a capela foi o
brasileiro capitão Manoel Inácio dos Santos, comandante de tropa na região.
2.
O capitão era devoto de São Brás. Ao construir
a igreja, colocou no altar a sua imagem (do santo).
3.
Só muito depois outras pessoas
colocaram ali a imagem de N.S. dos Prazeres.
4.
O material para construção veio, na
sua maioria, de um lugar chamado “Ribeiro do Raposo”, em canoas. O lugar fica a
umas dez léguas dali.
5.
Homens e até mesmo mulheres ajudaram
a levar o material para o cimo do morro.
6.
Não existe registro nenhum sobre
isto, pois ninguém, na época, se prestou a fazê-lo.
Obs. Tudo acima me foi ditado. No fim, acanhado pela curiosidade natural
indaguei quem estava me informando, mas já sabia de quem se tratava (Padre
Francisco Correia). A voz me respondeu: “É uma pessoa que você começou a
admirá-la pelos seus feitos na região, inclusive na Barra do Ipanema. Até outro
dia, Clerisvaldo”.
Dia 17.07.2015. (Sexta) 1.40 da madrugada. (Do dia 17 para o dia 18)
Rezando o terço de Nossa Senhora, já no último mistério, lembrei-me de
pedir a N. Senhora dos Prazeres, onde ficava o lugar “Ribeiro do Raposo”, pois
já havia pesquisado muito na Internet e não havia encontrado nada. Devia ser um
lugar esquisito, onde devem ter encontrado uma raposa macho (raposo) morta, ou
qualquer coisa assim, para que o lugar tivesse esse nome, pois, Ribeiro é um
córrego, um riacho. E ela que era uma das partes interessadas no mistério,
cooperasse com a nossa pesquisa em favor da sua Igreja, dizendo-me ou me
inspirando.
Imediatamente, sem mesmo adormecer, vi diante de mim como se fosse uns
intensos chuviscos de uma televisão preto e branco, sem imagens. Os chuviscos
mais internos movimentavam-se rapidamente para um lado e outro. Imaginei,
imediatamente, ser a resposta do meu pedido, interpretando como uma luta que
estava havendo entre um homem e uma raposa macho.
Depois fui traduzindo uma narrativa silenciosa:
“Então, o rapaz viu-se cansado. Mas, também era inteligente. Valeu-se de
uma pistola, arma de fogo que trazia sobre o colete de couro e se defendeu”.
Daí a origem do nome do lugar: Ribeiro do Raposo.
“O rapaz havia ido pescar, passando por ali, quando foi atacado pelo
raposo. Era um militar e pertencia a guarnição de São Sebastião para a defesa
de São Brás, lugar que ainda nem era São Brás”.
─ Posso dizer, então, Nossa Senhora, que esse lugar fica no município de
São Brás? Como achá-lo? – Indaguei com muito medo de interromper a narrativa.
Resposta:
“O lugar fica na beira do rio no município de São Brás, Clerisvaldo, na
região chamada ‘Curtume’, onde se fabricava tijolos muito bons. Somente indo lá
se descobre o lugar, esquecido e quase desértico. Caso vocês forem lá, eu irei
com vocês para protegê-los”.
Dia 17 para dia 18, julho de
2015. Madrugada.
Norma.
Aspecto alegre. Veio me dizer que meu irmão Zé Almir, havia tido uma
espécie de promoção, prêmio ou reconhecimento pelos seus esforços e tinha sido
designado para um lugar melhor do que estava. Muitos amigos festejaram com ele.
Indaguei se mamãe já tinha estado com ele. Ela disse que algumas vezes e
estava muito satisfeita. Continuava em um plano mais elevado, com ela, Norma e
professora Adelcina e outras pessoas que eu conhecia.
Indaguei sobre a demora de comunicação com o canal de Padre Cícero. Ela
me disse que não acreditava que fosse por algum tipo de aborrecimento não. É
que não estava havendo necessidade até que fosse preciso. E que eu não ficasse
preocupado com isso. Indaguei sobre a comunicação que estava sendo diferente.
Ela também me disse que eu não me preocupasse com isso, pois o importante era a
comunicação e não o modo. E que eu também não me preocupasse se era um espírito
quem falava comigo ou a minha consciência, pois o importante era que os
pensamentos da comunicação fossem bons, nos elevassem e fossem bons para nós e
para Deus. E que falava comigo pelo canal de padre Cícero, sem problemas algum.
10.10.2015. Norma. Alegre, feliz, deu-me
uma força grande. Falou sobre Jesus e Maria na minha vida. Sobre todos meus
pedidos que se realizarão. Sobre as melhorias que hão de vir. Sobre a surpresa
que Santo Antônio fará nos meus pedidos e os livros a serem publicados. Sobre a
ronda de Maria em torno de mim. Não pensar em morte. Longa vida e homenagens,
vitórias, reconhecimento. Da negra velha, do velhinho do cajado. Do progresso
que virá para todos. Da fé. De não forçar muito a vontade de falar com “A” ou
“B”. Do padre Cícero que gosta de mim, etc.
Dia 24.10.2015. Maceió. 03.
Madrugada.
Chico Xavier.
“Você é insistente. Continuar com as preces. Os males desaparecerão de
forma gradativa, perdendo as forças”.
“Tanto atendo rico como pobre. Sou mandado para onde Deus quiser me
mandar. Ficará a dúvida em você se sou eu mesmo que estou lhe falando ou se
será ilusão. O tempo lhe dará maior segurança. É início de mediunidade,
especial, suave, ligada diretamente a Jesus. Maior clareza depois”.
Isso foi a respeito de uma consulta feita por mim: Pedra na vesícula,
cisto no rim direito, vírus da hepatite.
Dia 25.10.2015. Maceió. 1.30
da tarde.
Chico Xavier.
“Ainda estou por aqui rondando você. (Havia atrás, uma imagem de Santo
Antônio) Santo Antônio tem novidades para você. Aguarde”.
Dia 11.11.2015. Mais de
meio-dia.
Albertino Pintor, (viveu parte em Santana;
conheci-o)) querendo saber se eu sabia onde ele poderia encontrar Zezinho
Bodega (outro Pintor santanense). Queria falar com ele. Eu disse que não, pois
o mesmo desaparecera de Santana há muito sem dar notícias sequer à família. Ele
me agradeceu e despediu-se.
Dia 13.11.2015. 3 da tarde.
Mamãe.
Disse que agora havia obtido permissão para me ajudar e a família. E
que, juntamente com amigos, iriam ajudar em nossa saúde e situação financeira.
Lembrou que papai dizia que “o homem que não deve é rico”. Esse vento forte
iria passar virando brisa agradável com cheiro de rosas. Ficaria limpo das
doenças. E que eu continuasse rezando a Jesus e a Nossa Senhora e as
meditações. Logo, logo eu iria perceber a diferença.
Dia 21.11.2015.
Mamãe.
Lição de vida. Os obstáculos da vida são para aperfeiçoamento. Não ter
medo de morrer. No outro lado existem as oportunidades de se elevar com estudos
e mais. Certo a minha forma de ser e de honrar os pais. Continuar rezando a
Jesus e a Maria, pois são eles quem têm para dar. Sobre Nossa Senhora jamais se
ouviu dizer que ela tenha negado socorro a um pecador que a evoca.
Sobre minha vida lembrou-me do espírito de negra velha que eu iria viver
até ficar velhinho e ser chamado o velhinho da bengala.
Sobre doenças, se Nossa Senhora não houvesse desterrado iria desterrar.
Continuasse orando pela esposa, que iria se restabelecer e voltar ao
equilíbrio e harmonia do casal. mas não garantia paixões, por problemas de
trauma. Sofre por causa da libido. Tivesse compreensão e tirasse as coisas por
menos. Tinha autorização e autoridade para falar o que estava falando.
Não duvidasse do seu Santo Antônio que bem a recebeu pós-morte. Ele iria
conceder os meus pedidos. Por fim, o abraço que havia pedido.
Dia 6.12.2015. 1 da
madrugada.
Norma.
Alegre, veio comunicar-me que eu não tenho nada de hepatite. Os próximos
médicos irão comprovar. Pede parabéns pelo aniversário. Diz que está com uma
equipe médica de 3 homens e 1 mulher. E que o chefe Dr. Raul me acompanhará na
cirurgia de vesícula.
Que Dilma sairá vitoriosa.
Não soube informar sobre os meus pedidos a santo Antônio.
Dia 7.12. 1 da madrugada.
Norma
Falou que eu não ficasse preocupado com o problema da hepatite. Porque
os exames não iriam dar em nada. Confundiram
com alguns efeitos no sangue e disseram que era hepatite.
O espírito do Dr Raul, especialista no assunto, havia me examinado. Não
há nada, “se não eu não me chamo Norma”.
9.12.2015. 1 da madrugada.
Neide, minha irmã.
Apresentando-se pela primeira vez. Disse que havia recebido alta do
hospital, porém continuava fora seguindo conselhos médicos. Estava na
consciência de pessoa normal, etc.
10.12.2015. 2 da manhã. Zé
Bodinho, primo e ex-vereador da minha terra.
Zé Bodinho
Que havia morrido pelos exageros cometidos por ele mesmo e que era o
único culpado.
Estava procurando evoluir. Deu-me força para continuar minha luta.
Estimulando que vitórias virão.
13.12.2015. 3.30, madrugada.
Jesus.
Cerca de 30 minutos conversando.
Jesus em preto e branco como o quadro tradicional da sala da casa de meu
pai.
Que era meu pai e eu um filho amado. Sobre meus problemas físico eram
testes. Que tudo iria ficar bem. Reconhecia Irene como avó extremada de família
religiosa. Que ele era o Jesus que sempre procurei, meigo e misericordioso e
não o Jesus que expulsou os do templo. Que era o Jesus que eu sempre quis. Que,
como o anjo de guarda me disse: Não tenha medo de nada. Que a minha mãe Maria,
iria colocar a mão na cabeça da esposa para que ela voltasse a situação
anterior, pois foi muito desgosto desde o nascimento do primeiro neto. Que meus
pedidos a Santo Antônio, havia iniciado com a nova caminhada de Sandro que iria
progredir. E que os outros pedidos estavam em andamento, um a um. Seriam
atendidos por Santos Antônio com o seu consentimento. Iria também “ajeitar”
Clerine e que ela se sentiria feliz. Emprego de Clerise e mudança também para o
Ângelo que tomaria nova decisão e mudaria a cabeça.
Que não se preocupasse em conversar com ele que ele está sempre perto.
Na parte literária que eu pensava que estava no fim, mas estava apenas no
começo. Que deu o doce e que dará a água (uma alusão as minhas preces). Precisa
da minha literatura para mim e para muitos. Eu iria me surpreender com a fonte
de publicação dos livros que faltam. E que muito brilho ainda irá acontecer.
Que não se preocupasse com a minha idade, lembrando “o velhinho da bengala”. E
que bengala era figurativo. E ainda iria viver muito. Quanto a “passagem”, não
se preocupasse, pois quando for acontecer ele estará comigo e com a minha
família, que não haverá sofrimento.
Que eu continuasse humilde que ele me daria mais sabedoria, pois os meus
pedidos eram simples e não atentavam com o impossível e ambição de riqueza.
Chamava-me “filho”, “Clerisvaldo” e “Clero”.
Indaguei no fim, pois apenas escutava, se podia lhe fazer uma única
pergunta, pois ele já havia respondido a tudo. E indaguei se era ele mesmo ou
era tudo fruto da minha imaginação. Ele respondeu dizendo que pelos frutos se
conhece a árvore. Falou sobre o seu Natal e que eu fizesse no Natal como faço
que mesmo fosse sozinho, pois ele queria o pão, o peixe e o vinho. Por fim
despediu-se, mas antes falou-me que eu havia criado as filhas com muito amor,
quando queria filho homem. E que os meus dois netos seriam homens de bem, que
darão gosto à família, ao País e a ele, Jesus.
2016
Norma tem vindo várias vezes.
Novembro. Tia Delídia. Demorou
pouco e falou que todos estavam bens. E que a tia Maria ainda continuava com a
impaciência dela. Que não tinha visto ainda o “meu tio” Manoel Anastácio,
casado com ela que estava em outro lugar. Recordou junto a mim pequena vivência
no povoado Pedrão, em Olho d’Água das Flores onde eu passava minhas férias de
criança em sua casa.
Final de novembro (2016).
Tio Antônio José. Perguntando por
meu pai e que ainda não sabia que ele tinha morrido. (Eram irmãos amigos).
Sisson (parente nosso) Queria
falar com alguém daqui, sem assunto específico.
Sisson, voltou para
indagar sobre a política no Brasil e se seu filho Paulo, apelido Bico Fino, estava
metido em confusões. Respondi que não e brinquei dizendo que Paulo estava era
dançando forró por aí. Ele agradeceu e foi embora.
Tio Doroteu.
Pediu que eu rezasse por ele que ele estava meio tonto, confuso ou sem
paciência, como era aqui, e achava que era por algumas coisas erradas que havia
feito na Terra. Tinha vindo até mim guiado por um companheiro, como os outros.
Prometi.
Professor Conrado. Ficara
encarregado de outra vez de falar com o senhor Bartolomeu Barros, ele e outros
da maçonaria. Para que aquele me pedisse desculpas. Veio dizer que havia feito
à parte dele, agradeceu e se despediu “até o dia de juízo”.06.12.2016. (Meia-noite,
aproximadamente)
Helena Braga (mamãe).
Incentivou-me para
continuar as minhas orações que aliviam muito a situação a quem a elas são
dirigidas, no outro mundo; fortificam-nos perante Jesus e Maria. Falou ainda
coisas nossas sobre o futuro de nossa família. Indaguei se já havia visto
papai. Ela respondeu que ainda não, pois ainda não tinha recebido ordens para
ir até onde ele estava e onde ela estava ele não poderia ir por ser um plano
mais elevado. Indaguei sobre dois assuntos delicados sobre nossa família e tive
as respostas como esperava. Uma a respeito de um irmão que se afastou e outra
sobre ela própria, a minha mãe. Despediu-se até outro dia. Perguntei se tinha
alguém mais para falar comigo e ela disse que tinha um senhor de boa aparência
e que não sabia quem era.
06.12.2016. (Meia-noite, aproximadamente) (após reza do
terço). Luís Cheiroso.
O senhor era o Luís, vendedor que fora vendedor de perfume,
por isso apelidado de Luís Cheiroso. Veio até mim trazido por alguém que
dissera onde se encontrava o filho do seu ex-cliente, Manezinho Chagas. Ele se
disse muito satisfeito por falar comigo e conversamos banalidades e por pouco
tempo. Antes de ele falar comigo, conheci que era ele, por vê logo uma pasta
que ele carregava com os perfumes.
26.12.2016. Meia-noite.
Padre Cícero que
fazia tempos, ausente. Conversamos cerca de vinte minutos. Disse que eu tinha
passado em todos os testes. Que iria melhorar minha visão e áudio de
mediunidade, como prometera. Que a pessoa que Irene havia visto saindo do
quarto de Clerine, era mensageiro em inspeção para melhoria. Deu muita lição de
otimismo para 2017. Disse que eu tinha feito bem em ter procurado Frei Damião e
Santa Luzia que eram amigos dele.
27.12.2016.
Frei Damião
18 horas e pouco na varanda do apartamento na rede após o
terço. Frei Damião pela primeira vez. Cumprimenta e agradece a minha devoção e
diz que ele e sua equipe realizarão todos os meus pedidos. E que eu continuasse
rezando por ele para que ele também pudesse ajudar outras pessoas, como eu.
Disse que iria trazer Santa Luzia para falar comigo. E que quando eu quisesse
falar com ele, o evocasse. E que em breve estaria vindo de novo. Prometeu
melhora para todos nós a partir dos primeiros dias de janeiro. E que eu iria
alcançar também os pedidos feitos a Nossa Senhora, a Santa Luzia e a Jesus.
04.01.2017. Padre Cícero
Foi chamado por mim e correu para o
trabalho de Clerine que estava ameaçada de demissão pelas fofoqueiras de lá.
Ele se apresentou e disse que iria haver cajadada. Tudo foi resolvido e na
repartição de Clerine, voltou à calma.
23.01.2017.
Mamãe.
Contente. Disse-me
que Jesus havia decretado o progresso financeiro da família e que eu sempre
quis estar junto, nisto.
Data
perdida, provavelmente em agosto de 2017. 8.30. Manhã.
Minha mãe.
Conversou muito e as
frases captadas com muita facilidade. Sobre a minha devoção ao padre Cícero,
que ele gosta muito de mim. Que meu pai era seu devoto, que eu sempre reze por
ele. Sobre o livro que eu estou escrevendo a respeito de Cícero, que eu faça o
que o coração mandar. Que eu sempre estivesse preparado para casos com membros
da família (entendi, mortes) mas ela não disse assim. Que estará com um grupo
de amigos no lançamento do meu livro “230”, no dia 12 de agosto 2017
(lançamento adiado para o dia 17.3.2018). E que tudo terá êxito e boa
repercussão. Parabenizou. Que Irene ficará boa física e emocionalmente e que
voltará a ser a mesma em tudo. Tivesse paciência, mas hoje mas amanhã. Perguntei se eu podia utilizar as cartinhas e
a resposta ficou para depois.
2018
SANTA
LUZIA
Ontem,
19.02.2018.
Santa Luzia
Adormeci e um sujeito
segurou forte nos meus braços. Procurei desvencilhar-me clamando por Nossa
Senhora. Consegui afastá-lo e jogá-lo no chão. Passei a bater em sua face e em
outros com força, mas não vi a face de nenhum.
Acordei e indaguei ao Padre Cícero e ao meu
anjo de guarda o que estava acontecendo. Antes de adormecer novamente, Padre
Cícero chegou e falou comigo, dizendo que era um sujeito desses que não faz
nada e fica perturbando aos encarnados indefesos durante o sono. Mas que eu
ficasse tranquilo, pois estava sendo bem assistido e ele chegara primeiro do
que meu anjo de guarda.
Depois falou que tinha uma pessoa importante
que queria falar comigo. E ao se afastar, a pessoa iniciou o diálogo e eu
indaguei se era homem ou mulher. A pessoa era santa Luzia, que eu andava
reclamando sua presença, ultimamente por ter feito um pedido a ela e ela não
ter me aparecido. Falou muito comigo, inclusive querendo ser minha amiga também
assim como eu era amigo de padre Cícero e que até causava inveja a nossa
amizade, disse ela brincando. Depois
disse que o meu problema do Glaucoma estava estacionado graças a ela. E que
iria trabalhar para melhorar os meus olhos, o tanto até onde fosse possível e
que ficar completamente curado como se nada houvesse existido, era possível se
Jesus resolvesse assim fazer, como milagre. Dependia dele. Fiquei muito
agradecido por ter sido assistido por Santa Luzia, nessa noite, não veio mais
ninguém.
LITERATURA
07.03.2018.
1 da madrugada..
Zelma. Uma pessoa me disse que
uma alma queria falar comigo. Aguardei alguns minutos e uma alma se
identificou, falando que estava encarregada por Jesus de abrir os meus caminhos
para a Literatura. Tudo relativo a isto, como publicações, comunicações,
imprensa, empresariado e tudo o mais. E que não estava encarregada de finanças.
E que essa parte literária estava sendo pedida há muito por mim. Disse que na
nossa concepção ela era feminina, espírito de luz. Deu-me seu nome como
referência para eu me situar evocar, etc. O seu nome seria ZELMA. Disse-me também
que uma comitiva estaria no lançamento do meu livro “230” e que ela ainda não
tinha certeza se iria. Agradeci a ela e a Jesus pela deferência.
10.04.2018.
Tia Carminha.
Cerca de 1h da manhã,
no início de reza ao terço da Mãe de Deus. Senti o rosto de uma pessoa. Uma
senhora que eu a conheci, mas não sabia o nome. Não sei se ainda é viva ou
morta, aproveitei e rezei por ela. Delineou-se então o rosto da minha Tia
Carminha, de Maceió e da minha infância. Veio trazida por Norma (sua filha)
pela primeira vez. Queria apenas me ver e falar com alguém daqui para matar as
saudades. Perguntei pelos primos e a família. Ela me disse que todos estavam
bem, comumente. E o marido, Augusto, estava em estágio mais adiantado, pela sua
bondade. Sobre suas irmãs Lourdes, Teté, disse-me que elas estavam em outros
lugares e ainda não haviam recebido ordens de se visitarem. Agradeceu a mim por
eu ter publicado uma crônica que falava no nome dela que gostava de comprar
leite em pó marca Mococa. E que alguém tinha lido a crônica para ela. Disse que
Norma estava ali ao lado, mas não iria falar comigo desta vez. Agradeceu e se
despediu com “até outro dia”.
SONHO
12.04.2018.
Minha mãe, em sonho. Sonhei
chegando à casa dos meus pais, para almoçar e depois arrebanhar o gado. Na
sala, minha mãe me disse que tinha uma surpresa boa para mim. Indagou-me se eu
queria a felicidade. Respondi que sim, “pois, se felicidade era coisa boa,
quanto mais vindo de mãe”. Ela, então, me disse: “venha cá”. E saímos
da sala para o quarto dela. Disse-me: “Leia”. E eu comecei a lê um texto que
não via papel, mas com a mesma facilidade de leitura de quando existe a
comunicação espiritual. Era um texto que dizia que eu estava recebendo uma
comenda da “Comunidade Católica Superior”, com o aval ou assinatura de Jesus,
por meus serviços prestados às comunidades (sociedade) e à família; pela fé,
pelo coração bom, etc. E que dali em diante, todos os meus pedidos em todas as
áreas, seriam concedidos. E como o texto era longo e lido com facilidade, todo
ele era em torno disso, que é a parte central. E que isso faria a minha felicidade
depois de pedir tanto e ter passado por situações vexatórias. E que se não
acontecesse tudo de uma vez, viria paulatinamente acontecendo. Resumindo, minha
mãe não disse mais nada, ali calada, só aguardando a minha leitura que daria
perto de uma folha de papel. No fim, Jesus assinava ou coisa parecida. Falou
várias vezes em “Deus, Nosso Senhor Jesus”.
Acordei aos poucos, sem mais nada e sem querer
acreditar que aquilo tudo fosse verdade. Ainda estou incrível.
SONHO E
QUASE
16.08.2018. Antes de dormir, senti a presença de alguém e mandei embora. Ao
adormecer me senti numa casa dormindo e alguém assombrando, fazendo coisas que
assustavam, chamei por minha mãe e ela não ouvia, finalmente surgiu ainda
embaçada a pessoa que parecia chateada por eu a ter mandado embora. Eu lhe
disse muitos desaforos antes. Mas a pessoa apareceu, não de forma clara e
entramos um diálogo e ela dizia que ali naquela casa nascera e perdera um filho
querido. Aí eu entendi que a pessoa tinha vindo atrás de alguma ajuda e eu a
mandara embora. Mas disse que ia pedir a Deus e mãe de Deus, por ela e fiz as
minhas orações em seu favor.
NORMA
Norma. Veio me dá uma força. Resumo:
·
Não
podia me avisar e nem sabia do que iria acontecer. Esse tombo de glicose e
hipertensão que estava no meu percurso.
·
Que
ao se perder de vista, não iria acontecer mais.
·
Nossa
Senhora me livrou de muitas coisas e continua comigo. Se
Pergunt a e respostas:
·
Padre
Cícero sempre por perto a qualquer momento virá em visita.
·
Norma
tanto viaja pelo canal do padre Cícero, quanto independente como agora, pois
suas ações são boas e liberadas.
·
Vai
tudo se normalizar.
·
Sobre
o rosto da minha aflita dias antes do tombo, diz que é possível, pois ela é
mais adiantada, mas não pode se expressar, apenas pelo rosto.
·
.Sobre
as cartas, que poderia usá-las sem problemas. Iria conversar com a cigana
Madalena. Em breve me faria outra visita.
APÓS LONGO PERÍODO COM
ESCASSEZ DE COMUNICAÇÃO OU FALTA DE ANOTAÇÕE.
1.3.2021.
Tio Antônio José.
Em torno de 18 horas do
dia 1.3.2021. Rezava o terço quando surgiu uma imagem embaçada parecida com meu
pai e que foi preciso indagar se era ele mesmo ou apenas imaginação. Não era
ele, era meu tio e seu irmão, Antônio José, me esclareceu.
Disse-me que estava apenas matando a saudade da
terra em querer contatar alguém conhecido. Indaguei se estava tudo bem e ele
respondeu: Nem bom e nem ruim, mas tudo era coisa de Deus, Como não era uma
pessoa letrada fazia muito esforço para aprender, para evoluir. Perguntei se já
havia visto meu pai. Respondeu-me: Clero, para falar a verdade, Menezinho está
em outra região, já tive conhecimento, mas ainda não me encontrei com ele. No
tempo que Deus achar conveniente nós nos encontraremos. Disse ainda: E você está
bem? Não se preocupe com sua passagem, você ainda vai viver muitos e muitos
anos e ser feliz. Deus gosta muito de você e família. Olhe, esgotou meu tempo,
estou partindo. Indaguei então, se havia mais alguém para falar comigo, não havia,
só ele mesmo. Despediu-se e se foi. Voltei ao terço da Mãe de Deus.
2.3.2021.
Norma
Na hora do terço, aproximadamente, rezava eu,
quando Norma me apareceu, conversamos banalidades e ela disse que demorou a
aparecer por causa dos compromissos. Despediu-se a saiu.
2023
5.3. 2023.
João Farias.
Rezando o terço, surge a imagem de João Farias,
saudoso contínuo do Banco do Brasil na minha juventude. Saudado e indagado por
mim, ele falou que nada queria “Chaguinha”. Apenas estava de passagem. “Felicidades e boa sorte.
Final
de abril para início de maio, com dias alternados:
·
Nivaldo. Eu estava rezando o terço quando meu falecido cunhado Nivaldo apareceu.
Estava alegre satisfeito e já não era mais o Nivaldo que eu o vi pouco depois
da sua morte, perseguido por algo e apavorado. Veio me visitar e aproveitou
para agradecer pelas minhas orações diárias por ele “que estava ajudando muito
a melhorar sua vida por lá”. E que estava tudo bem, boas amizades e estudos
constantes para evoluir, bom ambiente.
·
Indaguei sobre seu filho adotivo que estava
bebendo muito e ele me respondeu que ele tinha que passar por isso, o Rominho,
mas que a fase passaria e ele seria muito feliz. Agradeceu e partiu.
·
Arnóbio – Eu havia pedido a Deus para que me dissesse ou
enviasse um mensageiro para me consolar e guiar numa situação difícil doméstica
em que estava vivendo há cerca de 3 anos.
Estava rezando o terço
quando pela primeira vez surgiu o primo falecido Arnóbio. Fora o mensageiro
enviado. Disse que logo, logo, questão de dias, as coisas iriam se normalizar.
Indaguei sobre seu pai, ele disse que ainda não tivera contato com ele, mas
sabia onde ele se encontrava e que sobre a família todos estavam bem.
Conversamos mais um pouco o suficiente e ele partiu.
·
Norma. A prima é quem mais me tem visitado. Veio
alegre e confirmou tudo o que Arnóbio me dissera, aconselhando o que Jesus já
me havia aconselhado: Fortaleza e Sabedoria.
Dia 10 de maio de 2023.
LAMPIÃO.
Tentando dormir, muito acabrunhado. Surge a
imagem de Lampião, novinho como a imagem que se vê nos livros, destacando-se os
óculos redondos. Eu não quis acreditar que era ele, mas era. E me disse que
deram oportunidade para que ele viesse fazer algumas visitas na terra e ele
estava passando para falar comigo. Sabendo que eu estava aborrecido por
problema doméstico, disse que eu tivesse calma que ele também de vez em quando
tinha embates com sua Maria.
Que estava sabendo que eu iria para a Bienal
internacional em Maceió, no próximo mês de agosto, para falar sobre “Lampião em
Alagoas”, meu livro, disse: “pode ir Clerisvaldo (pronunciou um (Clê fechado)
diga o que você quiser. Fale bem, fale mal, fale tudo que ninguém vai mexer com
um só fio de cabelo seu. Eu gosto de você, todos gostamos de você”.
Pedi para lhe fazer uma só pergunta e ele
consentiu. Indaguei, então, se o padre Maciel viera com ele. Ele disse que
desta vez não. E que fora trazido por aquele que eu já conhecia (padre Cícero).
Mandei um abraço para o padre Maciel, autor de livros sobre ele. O capitão
disse que iria dar o abraço mandado bem grande de quebrar os ossos (expressão
da terra). Disse que havia se esgotado o seu tempo e se despediu.
29 de dezembro de 2023.
Sagrado Coração de Jesus
Surge
trazendo minha mãe, conversamos muito. Mamãe diz que continua evoluindo e que
todos da família estão bem e evoluindo.
À noite
Neide
Diz que não é a mesma doente da Terra. Deixou
o hospital como uma pessoa normal. Está estudando e evoluindo. E que ela, Zé
Almir e meu pai, estão em lugares separados mas sempre têm notícias uns dos
outros. Nesse momento chega Zé Almir e diz que estuda e evolui e que bebida é coisa do passado .E que eu tivesse
muita fé em Deus e que Jesus gosta muito de nós. Falou da minha vida e disse
que será longa. E que promete está presenta no lançamento do meu livro “O Boi, a Bota, e a Batina... “ E com certeza
com boa equipe de Nossa Senhora. E até outra ocasião. Disse que veio ele e
Neide, pela equipe do padre Cícero.
NORMA, Dias antes Norma viera, muito eufórica, cheia de felicidades,
comunicando que iria para um lugar mais evoluído.
2024
2024 – Janeiro.
Tadéia
A professora Tadéia Macedo
aparece durante a reza do terço pede
para que se for possível eu a inclua nas minhas orações,
Prometi e
tenho cumprido nas orações do terço de Nossa Senhora.
11.01. 2024.
Maria Néris.
Eu estava colocando colírio. No dia seguinte iria para a Igrejinha das
Tocaias, lançar o livro sobre aquela história e assistir uma missa. Dona Maria
disse que veio trazer uma mensagem de Nosso Senhor Jesus Cristo. E quem a havia
trazido aqui fora a equipe do padre Cícero. Ela disse que eu fosse para as
Tocaias como fora combinado com toda a proteção de Jesus. E que se eu o
convidasse como sempre faço, ele iria se sentir muito bem. E que Maria Iria à
frente como eu já havia pedido. E que os falecidos iriam ficar felizes pela
lembrança deles na história, através de missa.
Indaguei sobre a sua família e ela disse que estava tudo bem com o filhoTonho
Bié, e o marido Antônio Marceneiro.
Lembrei a ela das confecções de camisas que ela fazia para mim e dos
cânticos do Ofício de N. Senhora com sua voz estridente. Ela repetiu o que
outros espíritos já haviam me dito: que Jesus gostava muito da minha família. E
que eu continuasse com s Santíssima Trindade e a Sagrada Família. Que ele,
Jesus, iria continuar fazendo brilhar a minha estrela.
No final, se despediu falando da amizade entre nossas famílias e eu pedia
para que desse um abraço no meu compadre padre Cicero, de estalar os ossos,
como se diz por aqui.
24.01 2024 –
Norma. Terço às 18 horas.
Houvera uma reunião na Prefeitura. O assunto era outra, mas que o meu nome fora abordado, sobreo
lançamento do livro O Boi... Etc. Que iria iria ser através dela e que ela
botara uma pedra em cima depois de prometer.
Elogiara a estrela do autor. Mas não poderia falar comigo pelo papelão
que fizera, colocando a pedra em cima.
Alguém a aconselhou a pedir-me desculpas e falar comigo sobre o livro.
Disse que a prefeita falou que ia pensar como fazer, em casa, mas ainda
não havia dado resposta sobre como participar comigo do lançamento e muito
mais.
Alguém aconselhou que se eu lançasse o livro sem ela a vitória seria só
minha. E que se fosse com ela, a vitória seria dos dois.
E que se a prefeita me convidasse para conversar na prefeitura, colocasse
uma desculpa e a convidasse para a minha casa dizendo que ela seria bem
recebida.
E que aguardasse a decisão da Prefeita.
Mandei um abraço para o padre Cícero e que se ela não o avistasse
mandasse o recado.
27.01. 2024.
Dona Florzinha. À tarde, rezando o terço, último mistério.
- Lamenta problemas em nossa casa entre minha esposa
e eu. Vai orar pelo nosso casamente.
- Vieera falar comigo escolhida pelos outros
espíritos contemplados pela missa das Tocaias, para agradecer. Etc.
29.01 2024.
Maria, cunhada.
Veio falar dos nossso problemas
doméstico. Deu uns conselhos para melhorar o relacionamento, etc. Depois
indaguei e ela respondeu que Rafael estava no mesmo lugar de dona Ana. Que o
meu cunhado Lourival estava em outro local, e ela, Maria, estava num terceiro
lugar mais adiantado. Os outros não podiam ir a ela. Mas ela podia ir aos
outros e que vez em quando os visitava. Todos estavam estudando para evoluir. E
que todos estavam orando a Nosso Senhor pelo nosso casamento. Despedida.
.02.02.2024.
Jesus.
Eu não conseguia dormir,
relaxar para dormir. Uma voz chamou: Clerisvaldo! Indaguei quem era. “É o
Senhor!”, respondeu. Fiz, então, as honras que pude e Nosso Jesus Cristo,
disse: Seu problema,
Clero, é a ansiedade que gira em torno dos lançamentos do seu livro, O
Boi... Etc. Influência muito pouca dos eletrônicos. É cerca de 90 por cento,
ansiedade. Isso vai passar. Foi bom você mandar comprar a camomila, para tomar
um chazinho de vez em quando em situações semelhantes. E mais um pouco e se
afastou. Agradeci.
03.02.2024.
Dona Flora
Professora. À tarde, na cozinha.
Ela apareceu com a mesma feição da terra, aquela feição mas triste de que
alegre, costumeira e calma. Cumprimentou e disse que viera a terra trazida pela
equipe do padre Cícero porque estava com um pouco de saudade daqui. Mas era
somente isso. Falou se eu lembrava da escolinha dela e que eu estudara defronte
no Grupo Escolar Padre Francisco Correia. Agradecia por seu nome com sua
escolinha estarem lá em alguma página. no livro que irei lançar. O Boi, A
Bota... Etc. E que estava bem. Desejava sucesso para a minha vitória e se fosse
possível eu rezasse para ela um padre Nosso e uma ave Maria. Prometi.
Despediu-se.
10. 02. 2024.
Norma e Padre Cícero.
Rezando o terço da tardinha. Norma,
minha prima, pessoa que mais me visita, surgiu tranquila e disse que apenas
estava passando em outra missão e aproveitou para falar comigo. Falou um bocado
sobre meu próximo lançamento de livro: “O Boi, a Bota e a Batina, História
Completa de Santana do Ipanema”. Dizendo que seria uma grande festa e vitória
da minha parte. Que teria coisas tão boas que eu jamais pensaria. Que inúmeros
espíritos estão na expectativa do lançamento e Nosso Senhor estará presente.
Falou sobre meu relacionamento com a minha
mulher, que iria melhorar e nessa conversa me disse que o abraço que eu tinha
mandado para o padre Cícero de “quebrar os ossos”, ela não tinha dado porque
não mais o vira, mas mandara o recado para ele.
De repente ela para a conversa e diz: Adivinhe quem
está chegando por aqui? E eu respondi que já sabia por que estava vendo. Era
mesmo padre Cicero que me falou que eu não me preocupasse com a falta de
romeiros para entrevistar sobre o livro que estava escrevendo dos milagres do
Padre Cícero, Eles iriam aparecer até mesmo na minha casa se oferecendo para
entrevista. Também não se preocupasse com Robson França e Marcello Fausto que
estavam me ajudando mas estavam com algumas manhas. A rede iria para águas mais profundas e
férteis. E que quando demorasse a me aparecer era porque estava atarefado, não
pensasse nada negativo.
11.02. 2024. Carnaval.
Padre Cícero.
Apareceu-me na hora das orações da noitinha. Batina
preta, cajado, aspecto alquebrado, o que me assustou por ele pelo seu aspecto.
Mas ele me falou que não era nada, era apenas uma das formas de se apresentar.
Então, me pediu para ter fidelidade, que eu continuasse sempre a rezar por ele,
como venho fazendo, que ele estava precisando de orações para as suas várias
missões. Prometi. Aí ele repetiu que eu não me preocupasse com nada porque Jesus
gosta muito de mim e da minha família e que tudo estava programado com dia,
datas, etc. e que muita coisa boa ainda iria acontecer nos meus projetos.
Despediu-se para breve.
04.03. 2024.
Papai e mamãe.
Meditando quando surgiu meu pai que nunca tinha
vindo. Falou-me que viera trazido pela equipe do padre Cícero. Que estava numa
colônia lugar ótimo para se viver, cercado de amigos da terra e que estava
satisfeito, estudando para evoluir e em breve estaria num lugar ainda melhor.
Disse que José Almir e Neide estavam bem, normais, e estudando para evolui. A
uma pergunta minha respondeu que Zé Almir e Neidinha estava na mesma colônia
mas em lugares mais distantes e que podiam se visitarem mutuamente. Deu
esperanças de melhora no meu casamento e falou do êxito que será meu lançamento
de livro, O BOI... Despediu-se, falando de tempo limitado.
Quando ele saiu, vi minha mãe e tive a impressão que
ela não estava com meu pai, viera com outra equipe. Quando minha mãe indagou:
“Adivinhe quem me trouxe aqui? ”. Eu respondi: “eu vi com quem foi: Nossa
Senhora”. Ela confirmou.
Falou-me que estava num lugar muito elevado e em que
logo iria para outro mais adiantado ainda. Falou sobre o meu casamento- e o
êxito retumbante do próximo lançamento do livro o BOI... e que estarão presentes
a equipe de Nosso Senhor e uma delegação no lançamento, etc.
09,06.2024.
José Carvalho
Veio para me aconselhar a manter a tranquilidade e a
sabedoria para não subir ou descontrolar a pressão. Sair um pouco da tensão
distrair com outra coisa física, relaxar. Não ficar tenso e nem eufórico,
manter a tranquilidade em tudo. Apesar, disse ele, de ter falecido a pouco
tempo teve essa oportunidade e teste de vir se comunicar.
10.06. 2024.
Maneca. 10 horas da manhã tomando um café com pipoca.
Maneca chegou a disse que viera agradecer pelas
várias vezes em que eu falei sobre o seu café (e bar) nos meus escritos. Disse
que estava numa colônia e nada faltava. Tinha várias pessoas daqui como papai,
Izaías, Antônio Correia e outros. E que estava estudando para progredir e que
em breve estaria em um lugar mais adiantado.
18.06.2024.
Mamãe.
21.30. Eu estava no banheiro me
enxugando. Helena com expressão séria. Pedi para ela falar, mas estava
preocupado com sua expressão que poderia ser notícia ruim.
Não era.
Disse que estava tudo bem e que a expressão era por conta de missão com algumas
companheiras. Passara aproveitando só para me vê. O tempo era curto. Falou que
tudo estava bem e ainda iria melhorar mais ainda para mim e para a família. E
que mais adiante, com mais folga, demoraria mais na conversa. Mandou-me abraço
e beijo e um até logo.
24.06.2024.
Antônio Néris. Noite de São João.
18 horas. Tentando relaxar de uma recente
hipertensão. Surgiu o espírito Antônio Néris, filho da saudosa Maria Néris,
vizinha da nossa casa, na infância. Ele falecido há pouco tempo. Disse-me que
havia sido escolhido pelos seus superiores para a missão de mim dá a resposta
do Sagrado Coração de Jesus a pergunta que lhe havia feito qual era o motivo da
minha pressão ter subido tanto.
Eu tivera a crise hipertensiva às 2 horas da tarde
de hoje. Antônio Néris falou que o motivo era que eu tinha ido limpar o
banheiro com água sanitária. Entre as pessoas que não podem mexer com água
sanitária estava eu. O efeito fora retardado. E a subida de pressão não tinha
nada a ver com música alta de forró que a minha mulher estava passando em casa,
como eu estava pensando. Agradeci e perguntei quem o trouxera aqui e ele me
disse ter sido a equipe do padre Cícero.
Indaguei se havia sido a equipe chefiada pelo homem
de suspensório. Ele indagou como eu sabia. Eu disse que já o conhecia. Indaguei
se ele não se importaria de chamá-lo pelo apelido de infância “Tonho Bié”. Ele
riu e disse que não. Mandei que desse forte abraço nos seus superiores, pela
deferência e na mãe dele dona Maria Néris. Tonho disse que eu pudesse assistir
ao jogo do Brasil que iria passar na TV às 22 horas, sem medo do eletrônico na
pressão. Despediu-se.
16.07.2024
Cícero Carreiro. 23 horas. Rezando o terço.
Surgiu Cícero Carreiro na minha mente. Um homem que,
quando eu era menino ele morava na margem direita do rio Ipanema, região ainda
com poucas residências. Era carreiro, gente, boa, educado e bom zelador dos
seus bois. Pediu e meu pai mandara fazer um carro de boi, tamanho máximo e
muito bem feito e entregara a Cícero para carrear, seguido de quatro bois
avermelhados, belos e enormes. Não sei como foi o acordo entre ambos.
Cícero surgiu tranquilo como era em vida, sorriso
leve, fala firme. Indaguei alguma coisa e ele me tratou por Chaguinha.
“Sou eu mesmo, Chaguinha, vim aqui trazido pela
equipe do padre Cícero, somente agradecer a você por já ter feito várias boas
referências a mim, quando com seus familiares. Gosto de seu pai, Seu Manezinho.
Estou aqui numa colônia, na qual estou gostando muito. Apesar de ser um homem
de pouca instrução, estou cheio de oportunidades de evoluir e cercado de
amigos. Antes que você pergunte, meu filho Vicente, ligado à Igreja católica e
que fez a passagem recentemente, ainda não o vi”.
Conversou um pouco mais e se despediu. Quando ele
chegou, senti uma atmosfera mais pesada.
25.07.2024.
Norma. Às 21.30 horas, estava tirando a barba.
Prima me apareceu
feições felizes, incontidas. Falou-me que estava passando para trazer boas
notícias. Que vitórias e mais vitórias virão. Convites para isso e para aquilo
e para o mundo literário.
Que o caso dos
problemas em casa, logo, logo terá passado pois já está no finzinho do que
tinha que passar. Que Nossa Senhora e Nosso Senhor estão cuidando disso.
Que todas as nossas
famílias, a dela, a minha, a de Irene, minha mulher, todas estão felizes,
satisfeitas e evoluindo, umas mais rápidas, outras mais devagar, porém todas
evoluindo, na espiritualidade.
Que minha prece ao
padre Cícero e a Nosso Senhor para me mandarem uma maneira de viajar ao sítio
Sementeira para colher testemunhos de graças alcançadas pelas devotas do padre
Cícero, Quitéria e Terezinha, logo chegarão e irei até lá.
E não fim, que eu não
deixe de rezar e louvar a Nosso Senhor. Em breve estaria de volta.
3.7.2024
Norma. À noite rezando o terço.
Norma aparece, animada
e me diz que não se preocupe com Ivan, porque sua cirurgia irá dar tudo certo.
“Ele pode até não acreditar nas coisas divinas, porém, é cidadão de bem, tem
bom coração e é servidor, querido pela família e por todos. Sua proteção é grande”,
disse ela.
Se eu quiser e puder,
embora não seja preciso, acenda uma vela ao Divino Espírito Santos, a Nosso
Senhor, à Nossa Senhora e ao padre Cícero na hora da sua cirurgia. Mas se não
puder, não precisa.
Voltaria após a
cirurgia.
9.8.2024.
Norma. Durante o dia.
Surgiu como prometera,
após a cirurgia de Ivan, meu irmão, dizendo que tudo fora coroado de êxito e
que estavam presentes na cirurgia do meu irmão, todas as pessoas que eu havia
pedido: Nosso Senhor, Nossa Senhora, Divino Espírito Santo, Anjo de guarda, dele
e, o padre Cícero do Juazeiro. E que ainda estariam com ele no novo
procedimento que ele fará do fígado, dia 23.
19.08.2024.
Norma. Iniciando minhas
orações noturnas.
Surgiu Norma, eufórica,
alegre e disse após alguma dificuldade de comunicação: “Vai acontecer”. Cortada
a comunicação.
─ Vai acontecer o que
Norma?
─ Vai acontecer tudo
que você pediu a Nosso Senhor. Ele resolveu atender a todos os seus pedidos de
uma só vez em todas as áreas: finanças, literatura, relacionamento doméstico,
saúde e tudo o mais. Prepare-se para nova dinâmica e sair do confinamento. Há a
possibilidade de um dos dois santos sugeridos por você, surgir para sua
confissão. Eu estou alegre, feliz e eufórica, como diz você, porque todas as
nossas famílias estão aproveitando as oportunidades que Deus nos estar dando
para estudar e evoluir.
Despediu-se com um até
breve.
22.08.2024.
Norma. Rezando para dormir.
Ao terminar meu
trabalho de acabamento do livro do padre Cícero, pedi a ele que fizesse revisão
e dissesse o que era para tirar e o que era para acrescentar.
O padre Cícero enviou a
mensageira Norma (que sempre me visita) dizendo que o padre Cícero tinha pedido
para ela me dizer que tirasse a cor vermelha da moldura da sua foto da capa do
livro que eu tinha escolhido. Em seu lugar colocasse a cor azul. A tonalidade
que eu achasse mais bonita, mas que fosse azul. Agradeci a deferência, pois
como dissera a ele nas minhas orações: “o livro é do senhor, dê a sua opinião”.
E ele deu.
30.08.2025.
Helena, minha mãe. 23.30. Rezando o terço
duplo a Nosso Senhor.
Deu saudade, veio me
ver. Não veio pelo Canal do padre Cícero, dissera. Estava no mundo muito mais
elevado, mas havia ainda muitos outros. E que estava satisfeita, feliz, vendo a
família estudando e evoluindo. Que eu continuasse rezando, que era o Patriarca
e que Deus através de mim, irradiava luz para toda a família. Quando eu
recebesse Erivaldo, fosse com o coração costumeiramente aberto. Ele tem sofrido
muito, mas não se preocupasse em demasia com ele. E que Ivan iria sofrer uma
transformação grande após sofrer cirurgias e passar a ser devoto de Pe. Cícero
e Jesus, mesmo que não quisesse dizer. Estará Ivan comigo na Pedra. Que Rui e
Ivan têm coração mais severo a respeito de Erivaldo. Ana, Antônia Jeane e Ruth,
mais “maneiro”. Eu, cheio de amor por meu irmão. Que eu e Erivaldo ainda
iríamos viver muito, mesmo depois de um encontro entre os dois.
Quanto a Irene já está
no fim do atoleiro. Os próximos passos serão em estrada boa. Os 3% por cento
que eu achava qua ainda faltava para ela sair é falso. Falta muito menos, quase
nada. Depois serão felizes com eram os dois abençoados por Deus no casamento
15.09.2024
Padre Cícero. 23.30 hs. Rezando o
terço.
Padre Cícero em traje
preto e chapéu preto, só o busto.
“Clero, obrigado por
você ter visitado Quitéria, minha fiel devota. Era dia do aniversário dela”.
“Também sua visita à
Terezinha, para não ficarem fora do livro”.
“Muito bom você
homenagear Terezinha a seu modo, pela falta de memória dela sobre os milagres
já lhes contados e perdidos. Use a foto dela para reforçar a homenagem”.
“Peça para Sandro, que
na volta a Maceió, faça o sinal da cruz ao passar na Pedra. E se puder, suba
até o oratório, mas só se der certo”.
“Quando for na reunião
dos depoentes do livro, me chame para eu coordenar a reunião e facilitar o
trabalho de vocês”.
“Telefone para
Marinalva e se ele não atender o telefone, deixe-a de fora do livro. Se ela
atender, colha os milagres dela”.
“Obrigado por sua
amizade sincera, independente de benefícios. Amizade eterna. Gostaria sim, de
termos vividos na mesma época e tomarmos nossos cafezinhos nas visitas de um ao
outro; o mesmo que você faz ao convidar Nosso Senhor para tomar seu cafezinho da
Palestina! Pensa que eu não sei, sei cabra! Você é mesmo meu compadre. Não se
preocupe se eu demorar a falar com você. Estou sempre perto de um grito seu.
Não venho sempre porque não existe a necessidade”.
O restante foi
despedida até a próxima visita.
28.09.2024.
Minha mãe, Helena Braga
Rezando o terço, 23.30
hs.
Antes vi Nosso Senhor
afastado, como se ele dissesse “eu lhe trago esse presente”.
Estava com saudade.
Veio parabenizar pelo término do livro “Padre Cícero, 100 Milagres
Nordestinos”. Disse que foi muita alegria lá em cima e será muita festa por
aqui com o livro.
Que se orgulha muito de
mim. Da minha inteligência. Que eu puxei a ela na sua intelectualidade que não
pode avançar por falta de tempo, casada e com muitos filhos para dá conta. Eu
complementei o que estava faltando dela. Que também tinha puxado a meu pai,
metade um, metade outro. Que muito amava o marido Manezinho. Ainda não havia se
encontrado com ele, mas sabia que ele estava estudando e evoluindo, um dia se
encontrariam.
Sobre um problema
pessoal falou que eu tivesse mais um pouco de paciência que a minha mulher
estava saindo da fase psicológica difícil e faltava muito pouco tempo para
Jesus lhe anunciar a cura total. Questão de semanas. Não sabia dizer, porém, se
era expiação ou provação.
Indaguei se ela dava
notícias sobre três babás que eu gostava muito: Lia, Zefa e Expedita. Ela disse
que lembrava das três mas não sabia onde elas estavam e que iria procurar saber
e depois me diria ou pediria a outro espírito vir me dizer. Eu disse se ela
encontrasse as três desse um forte abraço que eu estava mandando.
Elogiei muito a aminha mãe, em tudo
Despedimo-nos com abraço.
01.10.2024
Dona
Ana, minha sogra.
Rezando
terço, 23.30 hs. Dona Ana, primeira vez.
Veio
fazer uma visita. Não foi pelo Canal do Padre Cícero.
A
família toda estava bem, estudando e evoluindo.
Não
estavam juntos no mesmo lugar, por enquanto.
Estava
sabendo das desavenças do lar mas eram provações que estavam no fim.
Continuasse
rezando, tivesse fé que ainda vem muitas felicidades para o casal.
Elogios
a mim, por ter sido um homem e ter cuidado de família.
03.10.2024.
Norma. 17.50. Rezando o terço.
Alegre, feliz, veio me visitar falando da
abertura que Nosso Senhor havia feito para mim em todas as áreas, os caminhos
estão abertos.
E que vai haver muitas e muitas alegria ainda
na minha vida e eu irei ser muito elogiado e louvado começando por Santana,
Nordeste Brasil e em vários lugares do mundo. A luz que Nosso Senhor está me
dando irá se espargir pelo país e pelo Globo.
Que a oferta de quanti
para 200 livros que Cida de padre Cícero, de Cajazeiras, havia dito que
garantia, para o livro sobre o padre Cícero fora obra de jesus e do padre
Cícero. E que eu aguardasse por esses dias outra oferta de Cajazeiras,
incentivada por Cida a outro empresário. Talvez antes da eleição chegasse o
comunicado.
Que meu problema
doméstico com a mulher estava no fim e que aconteceu hoje foram os últimos pós
que vão se dissipando no espaço. Continuasse rezando e que o amor iria retornar
com muito mais força de que antes.
Por fim, a meu pedido
disse que também iria saber por onde anda Lia, Zefa e Expedita, minhas
ex-babás.
Eu estava muito alegre por mim a ponto de
querer fazer a mesma dancinha que eu havia visto da vez anterior.
04.10.2024.
Norma. Rezando o terço.
Chego muito alegre e
disse que de fato, estava tão alegre com uma notícia boa para mim que nem quis
esperar muito para vir dizer. É que Cida do padre Cícero, de Cajazeira, PB,
havia falado com um rico empresário do ramo de panificação, não romeiro, mas devoto
do padre Cícero e ele dissera que bancaria todos os livros do padre Cícero que
eu quisesse. A notícia logo chegaria e talvez até antes da eleição.
Pedi para ela saber do
paradeiro ds minhas três babás, Li, Zefa e Expedita. Ela disse que iria
procurar saber.
04.10.2024.
Zefa. Pela tarde. Meditando.
Chega Zefa, minha babá zarolha da infância.
Soube que havia amigos “caçando-a a meu pedido
e resolveu me visitar. Chegou me chamando de “meu menino”, filho de dona Helena
que eu cuidava.
“O menino queria saber
de nós, olhe eu aqui”. Lia mora perto de mim. Expedita a outra sua Babá eu não
a conheci. Estamos numa excelente colônia, Clero, mas já soube que vou logo,
logo, para um lugar muito mais elevado do que esse. Só não sei se é colônia ou
não”.
Ia me respondendo
conforme eu queria saber:
“Toda a sua família
estava estudando para evoluir aproveitando as oportunidades” acenando com a
mão..
Eu disse: pois diga a
Lia, que que venha me dá um bom dia que eu a receberei muito bem e dê um forte
abraço nela.
“Vou dar o abraço que
você mandou”.
Conversamos mais um
pouco e ela disse:
“Estou indo, meu
menino, vim pelo canal do padre Cícero, mas a gente tem tempo marcado para
conversar. Até outro dia, Clero”.
E se afastou.
Vi Nosso Senhor Longe,
como se tivesse dizendo: fui eu quem a trouxe para você. Depois vi passar
rapidamente o padre Cícero.
Desejei muitas bênçãos
para a minha ex-babá, E agradeci aos céus.
05.10.2024.
Padre Cirilo. 17.50 Hs. Rezando terço.
Chegou o padre Cirilo,
sorridente como sempre fora na terra. Viera antes, mas havia som ligado em casa
e pedi para que ele viesse na hora do terço por causa do silêncio, o que facilitaria
a comunicação.
Disse que viera
agradecer minhas citações do seu nome em diversas crônicas publicadas. Lembrei
a ele que ele fora meu professor de Latim no Ginásio Santana e lembrei a ele
uma passagem divertida coma palavra “Puela”. Rimos os dois, mas ele disse que
estava emocionado. Conversamos mais algumas coisas comuns e ele se despediu.
07.10.2024.
Norma. 18 Horas. Rezando o
terço.
Alegre, feliz veio me
dizer que dona Cida do Padre Cícero ainda não mandara uma mensagem, porque
tivera contato com o empresário de panificação, mas faltara os detalhes. Ela
estava adoentada por isso ainda não fora lá falar com ele. E que ela, Norma,
não era mentirosa. Logo a notícia virá.
Ela já sabia da visita
de uma das minhas babás, a zarolha Zefa. Eu disse que Zefa havia dito que a
outra babá, Lia, morava perto dela. Norma disse que iria tentar localizar a
terceira babá: Expedita.
Que fiz muito bem em
rezar um terço especial para a minha mulher. E que tudo iria ficar bem.
Despediu-se.
08.10.2024
Neide. Neide, minha irmã.
Rezando o terço, 18 Horas.
Disse que veio me
visitar. Estava com saudade. E quando da sua passagem ficara internada com
acompanhamento médico por muito tempo até se recuperar do problema da Causa
Mortis e dos efeitos da Meningite que a deixara “tola” na infância. Estava
completamente curada de tudo. Era agora uma pessoa (espírito) normal como outra
qualquer. Sua colônia era muito boa,
estava estudando, descansando e progredindo. Não visitara ainda Zé Almir em
outra colônia e nem papai. Mas isso poderia ser feito no futuro. E que Rutinha,
futuramente iria passar por processo semelhante quando para lá fosse. Que eu
continuasse rezado por ela pois a oração ajuda muito a melhorar e evoluir.
Finalmente, se despediu falando que o tempo de conversar é limitado e
despediu-se me mandando um forte abraço, Mas antes dissera que não conheceu
Expedita e que iria ajudar a Norma a procurá-la.
13.10.2024.
Socorro. Rezando o terço
18.30Hs.
Aparece Socorro
Oliveira, antiga colega como aluna do Ginásio Santana e moradora da Rua Nova.
Irmão de Edvan.
Veio me visitar e
agradecer por uma crônica sobre ela e o noivo, Cícero de Otacílio, que eu ainda
iria fazer. Diante da minha dúvida ela afirmou que era ela mesma Socorro de Seu
Miron e minha ex-colega do Ginásio. Que eu pudesse fazer a crônica que ela autorizava.
Disse que não era a minha mente não, era ela mesma. E que estava acompanhada do
irmão Paulo. Viera pelo canal do padre Cícero. Como eu ainda duvidava, não
dela, mas da minha mente, pedi a ela que quando eu publicasse a crônica ela
viesse no outro dia agradecer, para que eu tivesse certeza. Indagou e eu queria
falar com Paulo naquele momento e eu disse que não, só depois quando ela viesse
agradecer. Despediu-se frustrada e foi embora.
14.10.2024.
Cícero de Otacílio. Rezando o terço. 19
Horas.
Chegou Cícero com uma
presença um pouco grosseira, antes de falar comigo. Era o noivo de Socorro.
Sorridente, simpático, alguma coisa num dente como se fosse um dente de ouro ou
uma coroa.
Cumprimentou se
identificou e disse que soube da crônica que eu iria publicar sobre ele e que
concordava que não era nada demais. Não ofendia ninguém, fora apenas um caso
divertido. Falou que continuava paquerando Socorro, falou sobre o irmão Geraldo
e mais algumas coisas banais e se despediu.
15.10.2024.
Norma.
11.30.
Meditando.
Surgiu
Norma, visivelmente chateada e nervosa porque me dera uma notícia que não se
concretizara. Acha que errara porque me
dera uma notícia para mais adiante e teria se precipitado. Pediu desculpas e
que iria prestar mais atenção no fator tempo de lá e tempo de cá. Eu disse que
ficasse tranquila que isso poderia acontecer com qualquer um.
Quanto a
minha babá de criança que eu queria localizar. Ela disse que achava que
Expedita ainda não havia desencarnado. Deveria estar hoje em torno de 90 anos
na Terra. Descobrira entre Santana e Carneiros uma Expedita que também gostava
de cantar coisas de Guerreiro e Reisado, mas não tinha certeza de que era ela.
Iria pedir a uma pessoa para saber dela se já trabalhara na casa do senhor
Manezinho Chagas, em Santana do Ipanema. Se ela confirmasse, era ela. Então,
nesse caso, me daria o nome do sítio rural onde ela estar morando para que eu
pudesse fazer uma visita, se quisesse. Aguardasse.
16.10.2024.
Norma. Rezando o terço. 17
Horas.
Norma chegou e disse
que viera terminar a missão sobre a minha babá Expedita. Mandara alguém à casa
dela e descobrira que ela trabalhara em Santana do Ipanema na casa de Manezinho
Chagas (meu pai). Portanto, era a minha ex-babá mesmo.
Estava morando no
município de Carneiros no sítio rural chamado Boi Manso. Procurasse saber onde
era. Despediu-se.
17.10.2024.
Albertina Agra. 23 Hs. Rezando o terço.
Albertina Agra aparece
feliz como sempre. Diz que estava com saudade e vem me trazer uma notícia boa.
Pergunta se ainda me lembro da peça teatrall “Irmãos das Almas” e a gente
ri. Diz que o irmão Alberto Agra está
num plano superior ao dela. Mas que o lugar onde ela se encontra é além de uma
colônia. Lugar tão bom que tem pena de sair para um lugar mais evoluído como já
está sabendo. Parabeniza pela inteligência e talento de escritor e diz que
todos os meus caminhos foram abertos por Nosso Senhor Jesus e que vem por aí
tantas vitórias que eu nem imagino, inclusive o sonho de longa metragem na
Globo.
Diz que poderia vindo
de outra maneira, mas veio pelo Canal do Padre Cícero que era mais seguro. Diz
ela que eu adivinhasse quem estava ali com ela. Eu digo que já tinha visto, meu
compadre e amiguinho padre Cícero. Falamos mais um pouco, coisa banais e ela se
despediu dizendo que se tivesse algo importante para me dizer, voltaria. Falou
com a padre Cícero e eu vi, aí indaguei brincando qual foi a conversa da
“fofoca”. Ela disse que estava se prontificando ao padre para qualquer mensagem
que ele quisesse enviar-me através dela. Acenou e partiu.
19.10.2024.
Norma. 22.30 Hs. Rezando as
orações de dormir.
Norma surgiu e foi logo
dizendo que não viera pelo Canal do padre Cícero, mas achava que ele estava por
ali perto. Depois disse que viera apenas dizer que se enganara ou se confudira
com o nome da comunidade e que não era Boi Manso, como dissera. Esta era em
outro lugar, em outro estado. Estava ali para corrigir o verdadeiro nome do
lugar onde Expedita morava. Era no município de Carneiros mesmo, mas o nome
certo do lugar era Lagoa do Rancho, perto de Santa Luzia. Indo de Santana para
lá atravessaria a cidade Carneiros, pois fica mais perto de Senador Rui
Palmeira de que de Santana.
20.10.2024.
Santa Luzia. À
tarde. Meditando.
Chega Santa Luzia. Eu a
reconheço pela imagem em quadros. Por trás, aparece Jesus, mais longe, como
quem diz que foi ele quem trouxe Santa Luzia até aqui.
Santa Luzia pede
desculpas por há muito tempo ter me deixado bruscamente após uma consulta,
Dizendo naquela ocasião que tinha feito o possível pelos meus olhos e o
restante era só com Jesus. Respondia que deixasse isso para lá, eu não havia
ficado com raiva dela, apenas frustrado como o modo como a santa deixara o
paciente. Ela me disse que perfeito só Jesus. E que a minha frustração servira
para que ela procurasse se aperfeiçoar nos seus atendimentos, pensando na
sensibilidade de cada pessoa.
Eu disse a ela que
tinha visto uma anotação minha em que ela disse está com inveja da minha
amizade com o padre Cícero e queria fazer parte também. Eu, então, mandara um
recado para ela através do padre Cícero a quem chamo “Meu compadre e meu
Amiguinho”, que eu aceitava a amizade dela, pois o padre já me dissera que
Luzia era sua amiga.
Pedi também desculpa
por ter falado primeiro que ela. Ela disse que de hoje em diante nós três
seríamos um trio de amizade infinita. Ela, eu e o padre Cícero. E como eu
gostava de chamar o padre Cícero de Meu Compadre e Meu Amiguinho, pudesse
chamá-la também de Comadre Santa Luzia ou comadre Luzia, como quisesse. E
indagou se ela poderia me chamar de Clero, como chamava a minha família. Eu
disse que me sentiria muito bem assim. Ela falou então que agora nós somos
Comadre Luzia e Compadre Clero.
Ao encerrarmos esse
tipo de diálogo, então, entramos em outro. Enquanto isso, Nosso Senhor nada
dizia. Apenas aguardava um pouco longe e como se fosse uma figura desenhada a
lápis, mal comparando.
Comadre Luzia, então me
falou: “Compadre Clero, vá dormir mais cedo hoje, em torno de 22 horas até
23.30. Se usar eletrônicos, use antes de se deitar e alternando em cerca de
meia hora, sempre saindo um pouco para descansar a vista. Hoje, quando você adormecer,
talvez eu traga uma equipe médica para melhorar a sua visão, mas se não
precisar, faço sozinha um procedimento para que você fique de visão limpa, como
era antes em Maceió, como você falou. Mas quero lhe dizer que antes eu não
tinha esse poder, Foi Nosso Senhor quem me concedeu agora para agir nos seus
olhos”.
Conversamos mais um
pouco e ela se despediu. Nosso senhor voltou a aparecer como se tivesse se
despedindo também.
Estou registrando o
nosso diálogo às 22 horas e já vou me preparar para dormir.
21.10.2024
Norma. 11 Horas.
Descansando.
Chega Norma e, eu
indago porque ela está aqui em tão pouco tempo. Caso seja notícia ruim não me
diga e se for boa pode falar.
Ela diz que nem uma coisa nem outra é que veio
avisar que sim, como eu estava pensando, A Lagoa do Rancho que ela falara,
ficava tão perto do município de Carneiros que ela tinha dado com dos
Carneiros. È possível que eu esteja certo. E que o lugar Santa Luzia também
fica vizinho e pode pertencer tanto a um quanto a outro município. “Faça uma
visita na área, chame Ivan, seu irmão. Etc., e 25.10.2024.
Norma. Rezando o terço. 23 horas.
Conversamos banalidades a respeito de mensagens
verdadeiras e lapsos existentes.
25.10.2024
Padre Cícero. Rezando o terço. 24 horas.
Falou que eu não me
preocupasse em demasia como publicar o livro e a respeito da reunião que irá
haver entre algumas pessoas sobre como publicar o livro dos milagres do pe.
Cícero. “As pessoas não têm um compromisso forte como você tem e se dispersam.
Aqui em cima já está tudo encaminhado e evoluindo. Faça como você pensou fazer
com distribuição de livros aos depoentes na minha igreja do Lajeiro Grande com
a missa. Tudo leva a crer que na reunião de vocês vai sair a solução de como
publicar, sem precisar ir se humilhar à prefeitura de Dois Riachos. Sobre a
possibilidade de transformar minha igreja em um Santuário é boa. Sem aquelas
coisas todas do Juazeiro. Um Santuário enxuto, moderno e diferente. Veremos
isso adiante, vamos logo cuidar do livro. Paciência, vai haver a reunião de
vocês.
29.10.2024.
Tonho Bié. Deitado à noite.
Eu havia me sentido mal
e indaguei ao padre Cícero o que era isso. Que pelo menos me mandasse um
mensageiro me dizer. Ele me mandou meu amigo de infância Tonho Bié me dizer que
o problema de saúde fora causado por ansiedade pelo trabalho que eu estava fazendo
sobre cartomancia nova e pessoal. E que eu gostava de tudo certo, bem feito e o
mais rápido possível e isso me levara a um certo descontrole da pressão e
tontura. Isso iria passar.
Antônio Néris (Tonho
Bié), disse se sentir honrado com a incumbência do padre para me trazer a
mensagem e que, aliás, o padre Cícero já havia usado a mãe dele, Maria Néris,
em outra ocasião para me trazer também uma mensagem. Que fora de agradecimento
pela missa dos mortos ligados a Igrejinha das Tocaias.
04.11.2024.
Maria. Minha cunhada. 18 horas. Rezando terço.
Maria apareceu, séria. E eu perguntei o
porquê. Ela respondeu que era pelas
circunstâncias memo. E que viera me visitar a convite da equipe do padre
Cícero. Que estava tudo bem. e estava
progredindo, mas muito devagar. È que ainda restavam muitos resíduos de ligação
com a terra. Mas iria fazer mais esforço para se desligar, assim com uma pessoa
está ligada ao vício do cigarro e querendo deixar. Que a minha mulher já estava
curada do estresse profundo e somente restavam resíduos que iriam se
desmanchando. Que ainda seríamos muitos felizes, talvez mais ainda do que no
passado. Conversamos mais algumas banalidades e eu pedi que ela desse um abraço
por mim no chefe da equipe de padre Cícero, o homem de suspensório e também me desse
um abraço forte. Despedimo-nos com um até breve por parte dela.
08.11.2024.
Norma. 8 horas da manhã.
Disse que apenas para cumprimentar. Conversamos
banalidades, apenas.
09.12.2024.
Norma.
Norma, eufórica.
Indaguei de que se tratava tanta alegria assim. Ela me disse: “Participei de
uma jornada sobre o Sagrado Coração de Jesus e após uma reunião, Clero. Seu
nome foi abordado. Não pense que você é insignificante, não, Clero. Foram
elogiadas a qualidade dos seus escritos, o destino delas, a finalidade e,
disseram que iam lhe ajudar a ser conhecido em todo o Brasil, através de uma
entrevista ou reportagem surpresa para você. E que mais de um romance seu, dos
recentes vão ser apresentados na tela da Globo”.
E que as minhas orações
atingem toda a família sem exceção, encarnados e desencarnados e que eu
continuasse assim. Que Jesus Cristo muito me ama e o amor de Jesus ajuda a
minhas orações para todos os familiares. Eu me emocionei, porque estava rezando
o terço e Nosso Senhor se apresentou do pescoço para cima por várias vezes.
Chorei e norma se despediu dizendo que iria dar um beijo nos meus olhos
lacrimosos.
13.11.2024.
Meu
pai.
Meu
pai, Manezinho
Chagas, rapidamente.
Diante
do meu descontrole de pressão e tontura devido, um um shampoo químico
utilizado. ”Clero, porque você não faz uma consulta com o Dr. Eraldo?”
15.10.2024.
Divino Espírito Santo. Cedo ainda na cama.
Devido a um descontrole
de pressão que muito maltratou. O Divino surgiu, só a voz:
“Clero, vou curar a sua
hipertensão que Nosso Senhor mandou”. Continue tomando um copo d’água de hora
em hora, monitore hoje, sua pressão, de hora em hora. Vou lhe curar ainda hoje.
Depois você arranje um pequeno jarro de plástico ou barros, coloque alguma
coisinha verde ou com flores, e deixe no seu gabinete como homenagem a mim, ou,
então aí na parte central do guarda-roupa onde tem várias Nossas Senhoras”.
14.12.2024
Edite de Xana, 22.15 Rezando o terço.
Surgiu Edite, filha da velha Xana, da minha
infância, que moravam no quartinho de taipa no quintal de José Urbano e
Florzinha, nossos vizinhos. Pobreza extrema, estado precário de saúde. Xana
doente, ela muito amarela, comia barro da parede e eram alimentadas pela
caridade da vizinhança.
A moça Edite veio pelo
canal do padre Cícero, agradecer em nome dela e de Xana porque estávamos
fazendo um romance chamado Areia Grossa que
resgatava personagens da minha infância daquela região e os nomes delas seriam
incluídos.
·
Disse que estavam evoluindo e estudando em um
bom lugar. E que em breve iriam para um lugar melhor. Que Xana, sua mãe, estava
evoluindo mais ligeiro e talvez fosse primeiro para esse outro lugar.
·
Perguntei e ela disse que era filha de Xana.
Que Preta era a irmã dela, Edite. E que Cícero de Preta, amigo que gostava
muito de mim e me chamava de “Quelo”, era filho de Preta e seu sobrinho. Que
moravam separados na Terra por opção de Xana.
·
Disse que Preta e o filho, Cícero de Preta,
estavam evoluindo bem, mas em outro lugar.
·
Indaguei se ainda usava brincos. Ela disse que
não precisava mais e que a mulher na Terra por mais humilde que fosse era
vaidosa. Mas que se precisasse poderia aparecer de brincos.
·
Mandei abraço para o homem de suspensório, que
abre e fecha o canal do padre Cícero. Ela disse que ele estava ao lado dela e
riu com o abraço.
·
Despediu-se dizendo que não voltaria mais a não
ser numa necessidade.
2025
21.01.2025
Norma. Rezando o terço da
tardinha.
Alegre, feliz porque
parte da família dela, evoluiu e iria para outro local melhor. Sobre a Rutinha,
disse que ela iria ficar curada e voltar do hospital para casa. Continuasse
confiando em Jesus e na equipe. E que estava sabendo que amanhã eu iria
conversar com o prefeito a respeito do livro sobre o padre Cícero. Ele iria
ficar impressionado comigo, eu iria ter êxito e o prefeito iria querer
estreitar amizade comigo. Que eu aceitasse que seria uma fase muitos boa e
profícua com a amizade dele. E que Irene estava completamente curada do
estresse profundo e que eu apenas tivesse paciência, sabedoria e habilidade,
pois ela ainda ficara com vergonha de muitas coisas. Que eu fosse conquistando
devagar, sem precipitação e tudo voltaria às boas. Despediu-se.
01.02.2025.
Dona Ana.
Rezando o terço da
tardinha, surge dona Ana, minha sogra e me fala sobre o caso dos problemas da
sua filha, minha esposa e eu. Tudo por causa de um tal estressse profundo que a
acometeu e tudo sobrou unicamente para mim, com 10 anos de desavenças,
discussões violentas dentro de casa. Pediu desculpa e que não era por que ela
queria, mas por causa do tipo de doença e compreendia a minha reação quando não
aguentava mais as agressões verbais. Garantiu que desse problema ela estava
completamente curada, porém a fragilidade em que ficou, deu margem para
contrair outra doença parecida, de intensidade menor. E garantia que quando a
filha chegasse de Arapiraca, onde estava naquele momento, retornaria com mais
de 50% curada e que o padre Cícero era quem estava cuidando para que ela se
recuperasse totalmente. Reconhecia o meu imenso amor por ela e tudo seria
restaurado, ainda dentro deste mês de fevereiro.
E mais que todos da família que estavam por lá
estavam evoluindo uns mais depressa outros mais devagar mais todos evoluindo.
Despedimo-nos, após mais um pouco de conversa.
25.06.2025
Albertina
Ao me deitar, cerca de
23hs e 30 min. Surgiu nitidamente Albertina. Alegre, risonha, feliz. Foi uma
festa sua visita. Ela me cumprimentou, e disse que era uma honra puder
conversar comigo e que tinha vindo trazida, “adivinhe por quem?” Pelo padre
Cícero que ao saber que “eu era mais amigo seu do que ele, me trouxe até você”.
E depois da festa desse encontro ela disse que, entre outras coisas, Alberto,
seu irmão estava em outro lugar e ela em lugar mais adiantado e que estudava
para evoluir mais ainda e que Nilza Marques estava no mesmo lugar que ela,
apenas mais distante um do outro. E que
todos os dois estão gratos pelos elogios que você esses dias, eu iria receber
uma recompensa que você vai lançar o livro sobre o padre Cícero. Encerrou
dizendo que eu fui muito sábio em dizer a Nosso Senhor que nem ligasse por eu
não ter sido o escolhido do concurso de Patrimônio Vivo de Alagoas. E que por
esses dias eu iria receber uma recompensa
muito mais valiosa de que aquela e iria ficar muitíssimo feliz. Iria sentir
claramente que foi a recompensa. Depois, algumas conversas amenas e despedida,
prometendo voltar se tivesse boas novidades para me dizer e que como outros,
disse que eu ainda iria viver muito e tinha muito mel ainda a colher.
13.08.2025
Zé Chagas.
Chegou às 13.30 Zé
Chagas, meu primo e disse:
“Sou eu mesmo Zé Chagas, vim lhe trazer uma
mensagem do padre Cícero. Antes que pergunte, estou em bom lugar depois de
muitas coisas, perto de tio Manezinho, Doroteu e Antônio José (pai e tios)
estou bem, estudando e querendo progredir. Agora vamos ao recado”.
Eu disse. Espere, diga
logo se o recado é bom ou ruim.
Ele sempre como gaiato
que foi:
“Não sei, Clero, você é
que vai saber se é bom ou se é ruim. Da minha parte acho que é bom. Padre
Cícero mandou dizer que não se preocupe em demasia com o lançamento do livro
sobre ele. Já está tudo traçado. A festa de lançamento vai ser melhor ainda do
que você estar esperando”.
“Pode conversar com o
padre da Paróquia de São Cristóvão para ele ceder a igrejinha para o
lançamento, no Lajeiro Grande. Fale com a humildade que você sempre teve. Ele
vai ceder a igrejinha”.
“Quanto os 480,00 que
estar faltando para completar os serviços da gráfica, vamos para o plano A,
fale com Marcello, coordenador do Departamento de Cultura, Gilcélia, diretora,
vereadora Eliane e o vereador Robson França, para arrumar o dinheiro. Vai dar
certo, mas, qualquer coisa, vamos para o plano B. Pedir o dinheiro a Cida do
Pe. Cícero. Compense a ela como você pensou, dando a ela 2 kits dos seus
romances, para ela vender no bazar dela e ficar com o dinheiro”.
“A incumbência que você
me deu para ajudar a Nossa Senhora do Desterro a mandar um comprador para
comprar todos os seus romances de uma vez, é difícil para mim, mas para Nossa
Senhora, nada é difícil. Ela está sabendo do seu pedido para ajudá-la. Estou aguardando
o seu chamado”.
“Você pode sim,
autorizar Cida a mandar imprimir livros para ela vender e tirar o dinheiro
empregado”.
“Você pode mandar imprimir uma terceira edição
para vender e eu ajudarei a você a ganhar dinheiro”.
“Quanto a sua pergunta
sobre quem entregará um exemplar do livro ao bispo do Crato, o bom seria você
mesmo se puder ir com sua família. Não podendo, não mande por políticos e nem
por padres nenhum. Tem duas pessoas para isso. Maria Viúva e Cida do Padre Cícero.
Porém, Cida mora mais perto e tem mais apoio onde ela mora para chegar lá.
Mandaria, então por ela. Não se preocupe com o que o bispo vai achar do seu
livro”.
Aí Zé Chagas, se
despediu dizendo que se tivesse mais outra comunicação viria novamente. Pedi
para ele agradecer o altíssimo privilégio de ser mensageiro do padre Cícero.
18.12.2025.
Zé Urbano.
11 horas. Eu estava
lanchando quando chegou Zé Urbano. Dissera que viera me agradecer por eu ter
colocado a foto dele e a narrativa no livro sobre os milagres do padre Cícero
que publiquei recentemente. A narrativa dele replicada por Glênia, sua filha. Indaguei onde estava dona Florzinha, sua
esposa, ele me falou que ela estava em outro lugar e também, Batinho e Leninho,
seus filhos também estavam em outros lugares. Ele se encontrava só, lutando e
estudando para evoluir. Indaguei e ele disse que não estava preparado para
enviar recado para Glacilda e nem para outras filhas, viera somente me
agradecer. Eu me pus às ordens e ele se despediu e partiu.
05.01.2026
Padre
Cícero
17/18
horas.
Rezando
o terço.
Padre Cícero chega e
começamos a conversar. Dirime várias dúvidas que eu tinha perguntado e
aguardado a sua presença. Pede desculpas, pois os trabalhos lá em cima
aumentaram. Esclarece coisas particulares e depois sobre um parque santo que eu
quero fundar. Vejamos esse diálogo de mais de meia hora, em itens:
1. Minha
aposentadoria de 20 horas, logo sairá no Diário;
2. Ivan
estava curado do câncer. Ir a Pedra em Dois Riachos pagar a minha promessa. Se
possível, leve o Ivan. Eu o quero como meu devoto.
3. Não há
mais bruxaria por parte da Marta Jarrão:
4. Cuida
no outro mundo de meu pai e das minhas irmãs;
5. Esteve
com Clerine desde a entrada no Hospital até voltar para casa;
6. Em
breve a cura do zumbido no ouvidos e da hipertensão. Ele e Jesus.
7. Irei
viver mais de 90 anos, mais do que meu pai. Quando perto da passagem eu vou
querer ir.
8. Que
não estava aborrecido.
9. Eu sou
um dos seus queridos devotos;
SOBRE O PARQUE:
1. Gostou
do lugar do parque, já conhecia o terreno doado pela devota Cida da Camoxinga;
2. A
estátua deve ser com a feição da capa do livro; batina branca, e sem chapéu,
mãos orando aos céus ou abençoando os romeiros;
3. Equipe
de linha de frente: Marcello Fausto, Gilcélia e vereadora Fofa. Robson França
não, muito disperso e com outras prioridades. Mas não descartasse;
4. Iria
encontrar facilidade com o projeto, ele iria ajudar. Eu estava certo, a estátua
não deve ser maior do que a da sede em
Juazeiro; Respeito a sede;
5. O
prefeito depois se engajaria no empreendimento
6. Ao
fundar uma associação administrativa, eu ficasse como presidente honorário,
ideias, opiniões, sem me estressar.
21.01.2026
Irmã Letícia Rezando o terço.
Chegou a irmã Letícia
que fora diretora da Escola Sagrada Família, da qual fui professor. Recepcionei
a ela que me disse:
·
Era uma visita.
·
Não tinha vida pelo canal do padre Cícero (ao
responder minha pergunta).
·
Fez muitos elogios a mim como professor da sua
Entidade escolar.
·
Elogiou muito o padre Cícero e disse que não o
conhecia pessoalmente e iria tentar encontrar-se com ele que queria ser sua
amiga.
·
E pediu para que eu continuasse minha devoção
com ele.
25.01.2026
Norma. Rezando o terço.
Norma chega novamente alegre dizendo que havia
esquecido de dizer que a pessoa que quer fazer essa homenagem a mim é de
iniciativa da ex-prefeita Renilde Bulhões, através da Câmara Municipal. A uma
pergunta minha, ela disse que era por causa da consciência dela que estava
refletindo com a idade sobre as oportunidades não dadas a mim, porque eu não
era puxa-saco deles. Mas agora estava com a consciência doendo e queria
compensar as injustiças, reconhecendo o meu valo para Santana, oficialmente.
Assim redimiria pelo menos em parte suas maldades. Disse que até o dia 31,
sábado, eu iria ficar sabendo. Despediu-se.
Obs. Sua comunicação há um
três dias atrás sobre esse assunto, registrei mais acho que esqueci de salvar.,
15.02.2026.
Padre
Cícero
Fazendo caminhada, manhã. Senti a presença do
padre Cícero que foi ficando forte e eu percebi que ele queria falar
comigo. Parei e me sentei para escutá-lo
melhor.
Ele me disse que eu só saísse de casa durante o
Carnaval se fosse para comprar algumas necessidades, por perto e voltasse para
casa. Seia bom que a família também. Pediu para que o donativo que eu queria
entregar numa casa perto, não entregasse agora no Carnaval. Deixasse para a
Quarta-feira de Cinzas, pela manhã que ele também queria me acompanhar com o
anjo-da-guarda. E elogiou um dos itens da minha promessa de vestir azul durante
um mês e que eu estava cumprindo. E que Ivan logo estaria em Santana e eu fosse
com ele até à pedra do padre Cícero e não esquecesse de dá a ele o livro do
padre Cícero e reforçou que queria Ivan como seu devoto. Despediu-se e disse
que estava tudo encaminhado. Não se preocupasse que Marcello iria entregar os
livros restantes comigo.
03.03.2026
Minha
mãe Helena Braga
Eu
tomando banho. Cerca de 9 horas da manhã.
Pedi
para aguardar que eu trocasse de roupa para conversar no meu quarto.
Helena, expressão normal que eu tanto conhecia. Vou resumir por itens,
mas não pela ordem em que ouvi:
Uma das maiores conversas que eu tive: mais de meia hora.
·
Ela disse que estava em estágio muito avançado,
respondendo, a minha pergunta. Estava mais perto do topo de que para baixo, em
um lugar chamado por apelido de Planeta Azul, mas que não era um planeta. (Eu
já sabia).
·
Ainda respondendo a uma das minhas duas
perguntas: Nunca tinha se encontrado com meu pai que estava em estágio muito
inferior, mas numa boa colônia, onde estava rodeado de amigos e feliz, mas
estudava sempre para evoluir. Todos os dias tinha notícias dele e em breve
estaria indo lhe visitar e lhe dar um abraço.
·
OBS. Nesse momento Nosso Senhor apresentou-se
ao fundo, sem se aproximar mais e como quem diz: “fui eu que a trouxe até
você”.
·
Todos os meus netos brilharão em suas
respectivas profissões, no Brasil e talvez além do Brasil.
·
Que Nosso Senhor vai, através de considerações
a mim, melhorar muito o padrão de vida de Ângelo e Clerise e família.
·
Que não tivesse medo de nada que estava sob
proteção 24 horas por dia junto a minha família. Graças a minha devoção ao
Sagrado Coração de Jesus, ao Imaculado Coração de Maria e ao Divino Espírito
Santo.
·
Que eu iria viver mais do que meu pai.
·
Muitas coisas maravilhosas ainda iriam
acontecer na minha literatura.
·
O livro do padre Cícero iria ter repercussão
nacional, pois eu estava fazendo um complemento do livro “O Patriarca do
Juazeiro”, que mudou a minha vida, e que o meu livro mudará também a vida de
muita gente, inclusive a de Rominho.
·
Que Rominho está cumprindo o seu Karma de vidas
passadas. Expiação pelos seus erros. Mas, após isso, vai ficar normal,
estudioso e trabalhador, também graças ao livro do Padre Cícero.
·
Não precisa mais rezar e pedir todos os dias
pela cura espiritual, física e psicológica de Irene, Ela está curada. Estar
agora vivendo uma espécie de convalescença, após os impactos sofridos. Que eu
tivesse paciência e sabedoria, sem reclamar de nada, que ela estar se
recuperando aos poucos e “tudo vai ser normalizado na vida de vocês. Melhor até
como era antes. Era questões de dias.
·
Sobre Clerine e Sandro, tudo normal.
·
Sobre Erivaldo, Deixase-o em paz. Se ele não se
redimir nesta vida, ira se redimir na outra. Que teve apenas meia razão no que
fez. Foi fraco, mas teve muita fofoca que era atribuída aos pais e não era. Mas
a pessoa das fofocas pagará por elas que foi muito mais culpada do que ele.
·
Elogiou as minhas devoções inclusive dizendo
que eu era agora o patriarca da família e minhas devoções beneficiavam a todos.
·
Finalmente se despediu e disse que voltaria a
conversar se assim precisasse.
OBS.
2. Eu a vi somente no início e no fim. Na conversa, apenas o som no
perispírito.
09.03.2026
Adelson
Isaac de Miranda
06hs
manhã, fazendo caminhada
Sinto uma presença e um nome no ar. Adelson
confirma sua presença. Eu o recebo da melhor maneira, paro a caminhada, me
sento para ouvir e digo logo: “Sua energia está um poco densa”. Ele diz que de
vez em quando tem saudade da Terra. Agradece pelo trabalho sobre ele, enviado
para o Malta e pede que eu agradeça ao Malta. “O livro saiu muito bom, melhor
sairia se eu pudesse ter dito muito mais coisas”. Pedi para lhe fazer uma
pergunta e ele consentiu. Indaguei simplesmente onde ele estava residindo
atualmente. Ele me respondeu: “Estou residindo em um lugar que fica além das
colônias, apelidado pelos de lá de ESTÁGIO DO MUNDO, estudando com afinco para
evoluir cada vez mais”. Então lhe fiz a segunda pergunta, só. Era se havia
alguém de Santana por lá. Ele me respondeu “Sim, Nestor Noia e Edvaldo Aquino,
os únicos que conheço e que moram relativamente perto. Se existem outros
santanenses no lugar, não os conheço, mas pode ser que haja com maior distância
de onde estou”. Disse que estava de partida, o tempo deles eram todos limitados
e que se soubesse de alguma coisa boa que me interessasse, ele traria notícias.
Agradeceu a forma como o recebi, todo o tempo me chamando de Clerí. E que eu
ainda iria sentir o auge de momentos incríveis da minha literatura que vêm a
caminho. E respondendo a mais uma pergunta, disse “que não viera pelo Canal de
Padre Cícero, o que seria uma honra e sim com um grupo de amigos independentes
e que cada qual estava em suas visitas.
21. 03.2026.
Norma e Juriti. 9 horas da manhã.
Tomando banho, após o
terço a Nossa Senhora e caminhada.
Norma chegou para falar
comigo, eu pedi que ela deixasse eu me enxugar, trocar de roupa e me sentar no
sofá para ouvi-la. Assim procedi.
Ela me disse que:
·
Eu
iria ser homenageado pela prefeitura na Câmara de Vereadores. Pedia desculpas
por ter errado quando disse da vez anterior que seria naquela semana. Estava
apenas confirmando a homenagem, mas não se arriscaria a dizer de certeza
quando, poderia se atrapalhar de novo com o tempo e não queria ser chamada de
mentirosa.
·
Que
a grande notícia era que Helena, finalmente recebeu autorização para falar com
Manezinho. Manezinho foi avisado sobre a visita que nunca acontecera e preparou
na Colônia uma recepção a Helena com amigos e amigas. Foi muito emocionante o
reencontro do Casal, muitos beijos, abraços, aplausos e choro de ambos os
lados, naquele amor profundo e eterno entre os dois. (meu pai, minha mãe).
Disse que teve tantos detalhes bonitos no encontro que ela apenas estava
resumindo. Disse que no final do encontro, Deus havia permitido que a própria
Helena desse a notícia ao marido que ele estaria sendo transferido para outro
lugar melhor e acima da colônia, onde ele vivia muito bem. Indaguei o lugar
para onde ele iria e ela me disse que era chamado “Estágio 1”. Evolução.
·
Então, antes de ir embora indaguei que me
desse notícia da Rutinha. Ela me disse que estava quase curada dos seus
problemas da terra, pois passara pela mesma hospitalização de Neide, que estava
completamente normal e evoluindo. Perto de receber alta.
Nisso, vi um cangaceiro
como traçado a lápis. Indaguei a ela se havia algum cangaceiro perto que queria
falar comigo. Ela disse que sim. Quando ela se afastasse ele iria falar comigo.
Ela não, mas o cangaceiro viera pelo Canal do Padre Cícero e estava escoltado
pela equipe do padre. Norma saiu e ele entrou:
·
Indaguei
logo com quem estava falando e ele me respondeu: “Com Juriti”. Eu disse: Aquele
Juriti que veio antes? Ele respondeu: “Sim, o mesmo Juriti”. Eu disse: “mas
agora o senhor está bem-educado, porque da primeira vez foi muito grosseiro.
·
Ele
disse, então, “trago dois recados para o senhor, um de Maria Bonita e outro do
padre Maciel”:
·
Maria
Bonita manda dizer ao senhor que o livro sobre ela em parceria com seu irmão
Ivan, vai causar muito sucesso no Nordeste. E que o senhor não se preocupasse
com o escritor falsário que ela falou da última vez. Ele nada vai dizer contra
o senhor. Pelo contrário, vai ficar de boca aberta diante do livro clássico do
senhor e até poderá lhe dá os parabéns. E que o senhor não se preocupasse com o
tempo que só agora vai publicar o livro. E que aqui o tempo é infinito, não se
preocupasse que ela estava sabendo de tudo, de falta de dinheiro, de
patrocínio, tudo. Estava às ordens do senhor.
·
Quanto
ao padre Frederico Maciel, ele mandou dizer poucas palavras: Que todos aqui
gostam e torcem pelo senhor e que ele mesmo já se tornou seu fã. Eu respondi: é
muita honra, é muita honra. Ele se despediu e foi embora e eu vi se fechar um
portão branco uma e cancela tipo sertaneja.
24.03.2026.
Marina. Auxiliar de cozinha da
minha mãe.
17
horas. Rezando o terço.
Vejo as feições forte
de Marina. Indago se é ela mesma e se quer falar comigo. Ela confirma e eu a
sinto muito nervosa. Ele diz que viera através da equipe do Canal do padre
Cícero e que fora uma oportunidade de me agradecer pelas orações diárias
realizadas por mim incluindo o nome dela. Recorda o trabalho lá em casa e diz
que passou por lugar horroroso, mas que agora está bem e estudando para
evoluir, ao modo dela. Diz que Zé, o seu amásio, está na mesma colônia,
distante, não sendo permitido vê-lo ainda. Diz que minhas orações pela alma
dela fazem muito bem tanto a ela quanto a mim próprio. Eu a agradeço por ela
ter ajudado tanto a minha mãe na cozinha. Ela me pede desculpas por não ter
permitido realizar meus desejos sexuais. Você era muito novo e eu iria me
sentir culpada. Pediu para eu continuar orando por ela e se despediu dizendo
que se precisasse, voltaria. Mas, antes tinha dito que estava nervosa mesmo,
devido o longo tempo em que nós não nos víamos. Disse, antes também que nosso
senhor não gosta de ninguém amigado. Sempre me chamando de Clero.
26.03.2026.
Padre
Cícero.
Preparava-me para dormir, quando surge a
imagem do padre Cícero, batina e chapéu pretos e cajado. Nada diz. Depois se
afasta e eu seu lugar surge o desenho a lápis de um peru. Ora, cabia a mim
interpretar:
Eu havia
feito alguns pedidos ao meu santo padre. Ele se apresentou sem nada falar, mas
saiu e me mostrou o símbolo do peru. Nas minhas cartinhas de Romanceia, entre os outros animais, o peru
representa, que algo está rondando e logo vai chegar. E como eu fizera a ele
vários pedidos, ele me avisava através de um dos símbolos das cartinhas que um
dos meus pedidos já estava rondando e logo, logo iria se materializar. Agradeci
e estou aguardando.
05.04.2026
Padre Cícero
17 horas, após o terço.
Eu estava sentindo certo vazio, sentado
na cadeira de balanço no quarto. Chegou o padre Cícero, só o busto e cor clara,
sem chapéu.
— Está triste por quê?
Respondi:
— É meu amiguinho e
compadre, estou sentindo um certo vazio...
— Tenho notícia boa
para você.
– Estou mesmo
precisando de notícia boa. Pode falar, meu compadre.
Ele me disse que havia
sido chamado por Nossa Senhora e ela lhe dissera que dissesse a mim que
a.
Eu
não precisava mais pedir a ela a venda dos meus romances encaixotados como já
tinha pedido várias vezes.
b.
Que
o padre Cícero não precisava ajudar a ela nessa missão.
c.
Ela
já preparara tudo para a venda dos meus romances e muito mais do que esperava.
A venda dos meus livros teria algo extra e inacreditável para mim. E que eu
iria ser protagonista literário no Brasil inteiro. Apenas, tivesse paciência e
fé. Pois tudo tem o dia, só faltava aguardá-lo.
Ora, eu havia pedido ao
padre Cícero, muito antes, que ele,
junto a Nossa Senhora do Desterro,
mandassem um comprador para os meus livros todos de uma vez.
Padre Cícero havia aparecido dias depois
dizendo que estava aguardando o chamamento de Nossa Senhora. Compreendi a
questão de hierarquia. Pois agora ele viera me comunicar o andamento do meu
pedido. E me disse: “É um verdadeiro
“banquete que Nossa Senhora preparou para você”. Depois complementou: “banquete
literário”.
Agradeci por tudo e que
para mim era muita honra, muita honra, muita honra. O recado da Mãe de Deus
estava dado. Mas, antes dele sair indaguei se podia fazer um pergunta mesmo sendo de outro assunto. Ele consentiu e
eu perguntei sobre a construção do Jardim
Santo. Ele respondeu que tudo
iria dá certo. É que Marcello, estava passando por problema de muito estresse e Giilcélia estava
com problema de doença em casa. Quando essas coisas passassem eles voltariam a
tomar a frente do projeto. Isso respondendo a duas perguntas minhas. E depois
se despediu dizendo que estava sempre por perto se precisasse ,o chamasse nas
minhas orações.
18.04.2026
Norma. Rezando o terço às 17
hora
Norma me apareceu forte, séria, apenas. Fazendo
a verificação de praxe, Recepcionei e disse que poderia falar que estava
escutando. Parei com o terço.
Ela me disse que estava
pedindo desculpas mais uma vez, por ter errado pela segunda vez. A homenagem
que ela disse que eu teria na Câmara de Vereadores, havia um erro, um
mal-entendido, pois o homenageado seria a minha mãe e não eu.
Que no lugar onde ela se encontra, também
existem erros, menos de que na Terra, mas existe. E que achava que o culpado da
falha teria sido ela mesma que confiara em fonte de informação e não procurara
verificar com rigor, para comunicar. Fora levado apenas pela euforia de me
passar uma excelente notícias. Disse que eu podia registrar a minha desculpa
para depois não passar mais uma vez por mentirosa.
Pedi a ela que se a
minha mãe não estivesse sabendo, ela mandasse dizer que agora a rua de escola
que tinha o seu nome, virou “Avenida Prof. Helena Braga das Chagas, no lugar de
Avenida Castelo Branco.
E sem nada mais a
dizer, norma prometeu que qualquer novidade boa para mim ela votaria a me dizer
com muito mais segurança.
20.04.2026.
Padre Cícero
2 horas da madrugada. Sem conseguir
dormir. Veio-me a imagem do padre Cícero, muito forte, sem chapéu no espaço.
Entretanto, tive a sensação de que ele estava sentado na minha cadeira de
balanço do meu quarto. Baixei o som do meu celular, o saudei e pedi para falar.
O padre Cicero disse:
·
Que
ele já comunicara ao padre Frederico Maciel
- como eu havia lhe pedido antes – que
dissesse que o livro de Maria Bonita, finalmente estava na gráfica e em
breve eu o estaria recebendo para lançamento.
Indaguei, então qual
fora sua resposta. Ele me disse:
·
Não
fique vaidoso e continue na sua mesma simplicidade. E o Maciel dissera que não
se preocupasse com o tempo que o livro havia demorado para chegar à gráfica.
Que o tempo de lá era diferente. Que o meu livro iria alcançar retumbante
sucesso no Nordeste e no Brasil. Era como eu dizia, um clássico e não um livro
qualquer. E que ele iria alcançar tanto êxito que até o cinema iria comprar meu
direitos autorais e eu iria ganhar dinheiro ,mesmo sabendo que dinheiro nunca
fora o meu objetivo.
·
E
que onde eu lançasse o livro, estaria presente com Maria.
·
E
em breve falaria comigo. 05.05.2026.
·
Antônio Figueredo.
·
Entre
8 e 9 horas da manhã.
·
Surgiu Antônio Figueredo, Mais presença de que
nitidez. Energia muito leve.
·
Indaguei
se era ele mesmo
·
Sou eu mesmo. Há quanto tempo conversamos! Estou ainda
muito ligado à terra por causa da política. Estou vivendo em uma colônia acima
de Santana, como você perguntou. Não é ruim. Eu poderia estar em pior situação,
pois errei muito na política, embora nunca tivesse sido eleito. Mas, as minha
virtudes individuais não
me deixaram ficar pior. Porém, essa ligação forte com a terra, não me deixa
evoluir. Vou estudar mais e tentar me desligar
Os Bulhões estão prestes a pagar tudo na Justiça e não tem quem os
salve. Vão cair, definitivamente, Nas próximas eleições Santana vai ter um novo prefeito .Não cem por cento,
mas bom administrador. Respondendo a sua pergunta, vim sim, pelo canal do padre
Cicero, graças a consideração que ele tem a você.
·
Trocamos mais algumas palavras e ele se
despediu falando que o tempo estava esgotado, prometendo
voltar se tivesse algo interessante para comunicar.
05.05.2026.
Antônio Figueredo.
Entre 8 e 9 horas da
manhã.
Surgiu Antônio Figueredo, Mais presença de que
nitidez. Energia muito leve.
Indaguei se era ele mesmo
Sou eu mesmo. Há quanto
tempo conversamos! Estou ainda muito ligado à terra por causa da política.
Estou vivendo em uma colônia acima de Santana, como você perguntou. Não é ruim.
Eu poderia estar em pior situação, pois errei muito na política, embora nunca
tivesse sido eleito. Mas, as minha virtudes individuais não me deixaram ficar
pior. Porém, essa ligação forte com a terra, não me deixa evoluir. Vou
estudar mais e tentar me desligar Os
Bulhões estão prestes a pagar tudo na Justiça e não tem quem os salve. Vão
cair, definitivamente, Nas próximas eleições Santana vai ter um novo prefeito .Não cem por cento,
mas bom administrador. Respondendo a sua pergunta, vim sim, pelo canal do padre
Cicero, graças a consideração que ele tem a você.
Trocamos mais algumas palavras e ele se despediu falando
que o tempo estava esgotado, prometendo voltar se tivesse algo
interessante para comunicar.
07.05.2026
Antônio Figueredo.
Rezando o terço. Noite.
Sinto alguém chegando e indago:
“ é você, Tonho?”
“ Sou eu de novo. Olhe
Clerisvaldo, vim pelo Canal do padre Cícero. Dessa vez para lhe fazer um
pedido. Quero que, se possível, você peça ao padre Cícero, para me proteger,
assim como protege sua família, Você o chama de “Compadre” e de “meu amiguinho.
Você pode pedir a ele que também me proteja e me ajude a indicar meus caminhos
porque eu não consigo me desvencilhar da política da Terra. Quero essa ajuda
para isso. E confio que a sua amizade com ele, padre Cícero poderia me incluir
nos seus protegidos. É certo que nunca tive essa devoções e nem fui muito de
igrejas, mas...
“Bem, Tonho, fique certo de que isso eu pedirei ao padre
Cícero, daqui a pouco, quando for fazer as orações de dormir. Porém, veja, eu
posso fazer o pedido, mas a decisão da resposta é dele, somente dele.
Eu lhe agradeço. O
homem do suspensório está rindo.
O homem do suspensório
é meu amigo, é ele que abre e fecha com sua equipe, o canal
de padre Cícero. Diga que eu estou lhe
mandando um abraço. Agora, só peço a você que, se o padre Cícero o
resolver ajudar, me dê notícias depois,
se melhorou para você.
Mais algumas palavras e
Tchau!.
08.05.2026.
Mamãe
e Norma.
4
Hs. Rezando o terço.
Minha mão surge e diz que antecipou sua visita
do Dia das Mães. Pergunta como estou e
repete, como a última vez, que eu não
tenha medo de nada que estou cercado de proteção. E quo a rua que ganhará o seu
nome, onde tem a escola que tinha o seu nome e hoje é Escola, com o nome da
colega Durvalina., ainda é mais honroso
do que a na escola, embora não tenha essa vaidade. Mandou um abraço para os
irmãos encarnados, Jeane, Antônia, Rui e Ivan e disse que ainda iria passar para falar com os filhos
desencarnados Neide, Rutinha e José Almir. Que já havia visitado meu pai, Manezinho,
com uma festa que ele organizou com os amigos para ela. Reforçou pedido de
humildade e fé. Despediu-se. Surgiu
Norma que havia vindo com ela como companhia e eu não tinha notado. Conversamos
tolices. Dessa vez Norma disse que
Helena havia subido mais um grau e ela ainda não pudera evoluir com ela.
Despediu-se.
20.8.2026.
Manezinho (meu pai).
Cerca de 19 horas, tomando café.
Surge a imagem forte de
meu pai. Logo surge a imagem distorcida de Norma. Deduzi que meu pai veio falar
comigo trazido por Norma que é quem sempre vem. Disse que viera para me ver,
trazido por Norma. Entre perguntas e respostas, me disse que:
·
Ainda continuava na Colônia e que era ótima e
ainda não fora promovido.
·
Ainda não tinha visto o irmão Antônio José.
·
Que ainda não tinha visto nenhum dos filhos
desencarnados e que tudo tem seu tempo.
·
Que parabenizava as minhas condições de
escritor famoso.
Fiz ciente a ele que foi graças a ele e minha mãe, que me
botaram para estudar e gastaram comigo. Lembrei das contas que ele me ensinava
a fazer.
E por fim me disse que
·
Eu não me preocupasse com Erivaldo, porque tudo
seria resolvido a contento ou aqui ou lá.
Despediu-se. Norma nada
disse.
18.09.2026.
Hernande Brandão - 5.30. manhã.
Eu
nem havia levantado ainda quando surgiu meu ex-professor e ex-colega de
magistério Hernande Brandão.
Nós nos cumprimentamos e ele indagou se eu poderia
fazer um favor para ele e que se eu não pudesse não tinha problema algum.
Respondi que se fosse do meu alcance, sim.
Então ele me pediu que eu acendesse uma vela branca, para a sua esposa Mary. Oferecesse pela alma dela ao Divino Espírito Santo e a
Nossa Senhora do Desterro. Eu, então, indaguei se era uma vela só ou duas, uma
para cada entidade. Ele confirmou a
correção: duas velas. Prometi.
Indaguei se dava notícias de Silvio Bulhões. Ele me
disse que fora um dos selecionados para recepcioná-lo, na sua chegada à Colônia
após sua passagem. E que ele estava bem e em outro lugar distante do seu.
Ao se despedir, mandei um abraço para o homem do
suspensório chefe da equipe do padre Cícero que abre e fecha o canal de
comunicação, e outro abraço para o padre Cícero. Ele disse que era fácil que
ambos estavam por ali. E então, a despedida final com um “até outra
oportunidade”.
23.09.2026.
Bento Félix
9.30 manhã. Fazendo caminhada.
Surgiu Bento Félix.
Sou eu mesmo, Quelo. Não se preocupe comigo.
Após a morte, os que me receberam me encaminharam para tratamento relativo ao
corpo na terra e a mente. Estou muito bem e evoluindo. Evoluí cerca de quatro
ou cinco vezes, desde o início por aqui. Parabéns pelo êxito do seu livro Couro
e Sola nas escolas e em Santana do Ipanema. Obrigado pela homenagem a família
Félix. Caso eu receba consentimento de meus superiores, para o lançamento,
estarei lá na igrejinha de Zé Rosa. e tentarei levar outros Félix. Até outro oportunidade.

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.