SOBRE MIM

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.
MATANDO A CURIOSIDADE Clerisvaldo B. Chagas, 29 de setembro de 2026 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3486 Matando ...
MATANDO A CURIOSIDADE
Clerisvaldo B. Chagas, 29 de setembro de 2026
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3486
Matando
a curiosidade dos turistas em Maceió, vamos mostrar a origem dos nomes das
praias da capital, seis:
Praia
do Sobral - O nome
é proveniente de dono de terras naquela área, no século XIX, Comendador Sobral.
Praia
da Avenida – O nome completo é Avenida da Paz. Praia da
Avenida da Paz, por estar situada naquela avenida assim denominada como fim do conflito da Primeira Grande
Guerra Mundial.
Praia
da Pajuçara - Deriva
de um tipo de palmeira, cujo nome tem origem tupi “juçara” evoluindo para
Pajuçara.
Praia
da Ponta Verde - Vem do relevo que avança pelo mar de forma pontiaguda
(Geografia) chamado “ponta”. Verde, pela
coloração da água do mar naquela região.
Praia
da Jatiúca – Vem de origem tupi que significa “carrapato” ou
“carrapateira”, vegetal também chamado de “mamona” que produz o famoso “óleo de mamona” ou “óleo de
carrapato”. Em farmácias: óleo de rícino.
Praia
de Cruz das Almas – Vem do Bairro do mesmo nome, onde existe uma
cruz em via pública em homenagem as almas.
A
evolução administrativa contada em décadas, transformou as praias mais famosas
de Maceió, do passado, em quase completamente esquecidas com o surgimento de
outras intensamente urbanizadas. Mudou-se, então, o centro praieiro da capital;
porém, isso é um fenômeno comum na Geografia urbana do mundo inteiro.
De
qualquer maneira, como diziam nossos avós:
“uma coisa puxa outra”, chega a ideia de registrar em livro específico a
etimologia de todas as praias do Brasil. Ah! Eu não. Mas a sugestão está
lançada para os pesquisadores mais jovens
que querem mostrar serviço.
PRAIA
DA JATÚCA.
ZÉ ROSA – LANÇAMENTO Clerisvaldo B. Chagas, 28 de setembro de 2026 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3484 Felizment...
ZÉ
ROSA – LANÇAMENTO
Clerisvaldo B. Chagas, 28 de setembro de
2026
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica:
3484
Felizmente chegou o dia do lançamento do livro SANTANA: REINO
DO COURO E DA SOLA. O evento aconteceu ao entardecer do sábado passado, no
centro da região onde se passa a história, Maniçoba/Bebedouro. Aconteceu,
exatamente, em um dos pontos festeiros da região habitacional mais antiga de
Santana, defronte a Igrejinha de Zé Rosa, onde recentemente foi construída uma
praça pequena e moderna. O citado livro homenageia a família Félix e antigos
donos de curtumes e seus empregados, bem como os descendentes da atividade
coureira do Sertão. O núcleo antigo da Maniçoba estar situado em trecho ao longo do rio Ipanema, parte
baixa e, a parte nova de expansão
conseguiu chegar até a pista na parte alta por onde passa a BR-316. Ali estão
UNEAL, Escola Modelo, Rádio Comunitária e Batalhão de Polícia.
Chegamos
a boca da noite e já havia uma boa
plateia aguardando o evento. A praça ficou lotada com a família Félix, com os
descendentes dos donos e empregados dos antigos curtumes, que muito
contribuíram para Santana virar o reino do couro e da sola. A abertura foi
feita através do famoso cantor Dênis Marques que ecoou a sua belíssima voz
pelas quebradas dos Bairro Maniçoba/Bebedouro. Após a composição da mesas com
historiadores orais da comunidade, houve o testemunho da história de boca em
boca. O acontecimento foi organizado e dirigido pelo escritor, jornalista e
editor do livro SANTANA: REINO DO COURO E DA SOLA, em 20 edição. O
ponto alto foi o carinho do público com o autor que na linguagem atual se diz:
“até agora não caiu a ficha”.
A
propósito, o trabalho de entrevistas com alunos de oito escolas, sobre o citado
livro, já tem data e lugar para a culminância com mais de duzentos componentes.
No dia 7 de novembro, o alunado vai mostrar trabalhos sobre o aprendizado do
livro sob as vistas do Autor e Editor no espaço de eventos do luxuoso HOTEL
PRIVILLEGE e que se situa próximo a BR-316, saída para Maceió – contribuição
para a cultura do empresário Cristóvão. Assim, estamos perto de encerrar o
ciclo de apresentações do livro. SANTANA: REINO DO COURO E DA SOLA, encontra-se
à venda por 35,00, contato com o Autor ou com o Editor.
DEFRONTE A IGREJINHA DE ZÉ ROSA,
CLERISVALDO AUTOGRAFA PARA SEUS LEITORES.
SÃO CRISTÓVÃO II Clerisvaldo B. Chagas, 25 de setembro de 2026 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3483 Entra...
SÃO
CRISTÓVÃO II
Clerisvaldo B. Chagas, 25 de setembro de 2026
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica:
3483
Entramos na terceira semana dessa maratona
cultural de entrevistas nas escolas sobre o livro documentário SANTANA: REINO
DO COURO E DA SOLA. Coube a penúltima entrevista da série de oito
estabelecimentos de ensino, à Escola São Cristóvão II, A citada unidade se
encontra localizada no Bairro Camoxinga em zona do Complexo Educacional e de
Saúde de Santana do Ipanema. Eu já havia lecionado Geografia nesta escola e
posteriormente sido homenageado por ela.
Portanto, à volta ao antigo lugar de trabalho em outra circunstância
gerou bastante perspectiva. Como sempre, acompanhado pelo criador do projeto
“valorizando a Literatura”, editor, jornalista e escritor José Malta Neto, fui
razoável no pensamento: vamos ver no que vai dar...
Como
em todas as escolas do Projeto, visitadas, a recepção foi um dos pontos altos
dessa missão cultural. Fomos nos deparar com uma plateia curiosa e
participativa, além de educada. Tudo foi dito, tudo foi perguntado numa
participação ativa de alunos, professores e direção, onde o Autor sentiu que o
tempero especial da escola foi uma cordilheira de carinho em que os mecanismos
lacrimais foram obstruídos com imensa dificuldade. A empolgação entre corpo
docente, romancista e editor foi tanta que a verdadeira cultura ficou de
joelhos com o encontro. Imaginem também a emoção em
encontrar ex-alunas atuando como mestras
da unidade e dizendo “fui sua aluna na escola X... E nessa overdose de bons
sentimentos em oito escolas, nem o cafezinho com biscoitos e bolo conseguiram apascentar.
Assim,
encerramos com “chave de ouro” a maratona cultural de entrevistas em oito
escolas, duas particulares e seis municipais com profundo amor e alegria pela
missão de evangelizar pela cultura. Os encontros entre o passado e o presente foram
bem costurados pelo romancista Clerisvaldo B. Chagas (Braga), o escritor,
jornalista e editor José Malta Neto e a
juventude de um futuro promissor. Encerradas as entrevistas oficiais do
projeto “Valorizando a Literatura”, estaremos emendando a cultura com o
lançamento do livro SANTANA: REINO DO COURO E DA SOLA, amanhã, sábado, à
tardinha na praça da Maniçoba, defronte a igreja de Zé Rosa com trilha sonora
do cantor Dênis Marques. Vamos?
NA
ESCOLA SÃO CRISTÓVÃO.

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.