PADRE BULHÕES Clerisvaldo B. Chagas, 12 de outubro de 2026. Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3486   Estamos voltando...

 


PADRE BULHÕES

Clerisvaldo B. Chagas, 12 de outubro de 2026.

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3486

 

Estamos voltando às nossas crônicas, após ocupação gratificante e de energia densa, escrevendo a vida do padre Bulhões. Aguardando há muito tempo por alguém que o fizesse, resolvi eu mesmo escrever a sua passagem pela nossa terra de Santa Ana. Foi preciso, então, me ausentar de outras atividades  porque a tarefa me impregnou positivamente e eu não pude largar o trabalho que havia iniciado. Em apenas nove dias, concluí o livro sobre o sacerdote, cujo título veio primeiro do que a obra: BATINA PRETA EM SERTÃO SELVAGEM, entretanto, ainda não sei como publicar e se poderemos fazer uma pré-venda entre amigos e seguidores internautas.

O padre Bulhões foi o maior líder religioso e social de Alagoas, entre 1919 e 1952, atuando no município de Santana do Ipanema, na época, com a maior extensão territorial do   estado. Recebeu o filho de Corisco e Dadá para criar e educar   esse bebê o qual ele mesmo deu o nome  de Sílvio Hermano de  Bulhões. O livro é baseado em documentos e em histórias que o povo conta com fonte nos “mais velhos”. O livro documentário BATINA PRETA EM SERTÃO SELVAGEM, procura ser detalhista  e fazer parte da historiografia de Alagoas. E, de Santana do Ipanema, da história dentro da história faltam apenas, dos grandes feito, a do DNOCS e do DNER e que ninguém ainda se propôs a contar.

Pode ser que agora com  o alívio da missão histórica cumprida, os sentidos se voltem para as atividades das crônicas, embora com vontade de desistir. Mas voltando ao livro sobre a trajetória do padre Bulhões, no contexto entra o matador do pai de Lampião e de um irmão Porcino, e que depois passou a ser sacristão do padre Bulhões. Portanto o livro interessa  a vários segmentos da literatura.

  MATANDO A CURIOSIDADE Clerisvaldo B. Chagas, 29 de setembro de 2026 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3486   Matando ...

 

MATANDO A CURIOSIDADE

Clerisvaldo B. Chagas, 29 de setembro de 2026

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3486

 



Matando a curiosidade dos turistas em Maceió, vamos mostrar a origem dos nomes das praias da capital, seis:

Praia do Sobral  - O nome é proveniente de dono de terras naquela área, no século XIX, Comendador Sobral.

Praia da Avenida – O nome completo é Avenida da Paz. Praia da Avenida da Paz, por estar situada naquela avenida assim denominada  como fim do conflito da Primeira Grande Guerra Mundial.

Praia da Pajuçara -  Deriva de um tipo de palmeira, cujo nome tem origem tupi “juçara” evoluindo para Pajuçara.

Praia da Ponta Verde -  Vem  do relevo que avança pelo mar de forma pontiaguda (Geografia)  chamado “ponta”. Verde, pela coloração da água do mar naquela região.

Praia da Jatiúca – Vem de origem tupi que significa “carrapato” ou “carrapateira”, vegetal também chamado de “mamona” que  produz o famoso “óleo de mamona” ou “óleo de carrapato”. Em farmácias: óleo de rícino.

Praia de Cruz das Almas – Vem do Bairro do mesmo nome, onde existe uma cruz em via pública em homenagem as almas.

A evolução administrativa contada em décadas, transformou as praias mais famosas de Maceió, do passado, em quase completamente esquecidas com o surgimento de outras intensamente urbanizadas. Mudou-se, então, o centro praieiro da capital; porém, isso é um fenômeno comum na Geografia urbana do mundo inteiro.

De qualquer maneira, como diziam nossos avós:  “uma coisa puxa outra”, chega a ideia de registrar em livro específico a etimologia de todas as praias do Brasil. Ah! Eu não. Mas a sugestão está lançada para os pesquisadores mais jovens  que querem mostrar serviço.

PRAIA DA JATÚCA.

  ZÉ ROSA – LANÇAMENTO Clerisvaldo B. Chagas, 28 de setembro de 2026 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3484   Felizment...

 

ZÉ ROSA – LANÇAMENTO

Clerisvaldo B. Chagas, 28 de setembro de 2026

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3484

 



Felizmente  chegou o dia do lançamento do livro SANTANA: REINO DO COURO E DA SOLA. O evento aconteceu ao entardecer do sábado passado, no centro da região onde se passa a história, Maniçoba/Bebedouro. Aconteceu, exatamente, em um dos pontos festeiros da região habitacional mais antiga de Santana, defronte a Igrejinha de Zé Rosa, onde recentemente foi construída uma praça pequena e moderna. O citado livro homenageia a família Félix e antigos donos de curtumes e seus empregados, bem como os descendentes da atividade coureira do Sertão. O núcleo antigo da Maniçoba estar situado  em trecho ao longo do rio Ipanema, parte baixa e, a parte  nova de expansão conseguiu chegar até a pista na parte alta por onde passa a BR-316. Ali estão UNEAL, Escola Modelo, Rádio Comunitária e Batalhão de Polícia.

Chegamos a boca da noite e já  havia uma boa plateia aguardando o evento. A praça ficou lotada com a família Félix, com os descendentes dos donos e empregados dos antigos curtumes, que muito contribuíram para Santana virar o reino do couro e da sola. A abertura foi feita através do famoso cantor Dênis Marques que ecoou a sua belíssima voz pelas quebradas dos Bairro Maniçoba/Bebedouro. Após a composição da mesas com historiadores orais da comunidade, houve o testemunho da história de boca em boca. O acontecimento foi organizado e dirigido pelo escritor, jornalista e editor do livro SANTANA: REINO DO COURO E DA SOLA, em 20 edição. O ponto alto foi o carinho do público com o autor que na linguagem atual se diz: “até agora não caiu a ficha”.

A propósito, o trabalho de entrevistas com alunos de oito escolas, sobre o citado livro, já tem data e lugar para a culminância com mais de duzentos componentes. No dia 7 de novembro, o alunado vai mostrar trabalhos sobre o aprendizado do livro sob as vistas do Autor e Editor no espaço de eventos do luxuoso HOTEL PRIVILLEGE e que se situa próximo a BR-316, saída para Maceió – contribuição para a cultura do empresário Cristóvão. Assim, estamos perto de encerrar o ciclo de apresentações do livro. SANTANA: REINO DO COURO E DA SOLA, encontra-se à venda por 35,00, contato com o Autor ou com o Editor.

      DEFRONTE A IGREJINHA DE ZÉ ROSA, CLERISVALDO AUTOGRAFA PARA SEUS LEITORES.