SOBRE MIM

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.
CULMINÂNCIA Clerisvaldo B. Chagas, 27 de outubro de 2026 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3493 Aproxima-se o dia a...
CULMINÂNCIA
Clerisvaldo
B. Chagas, 27 de outubro de 2026
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica:
3493
Aproxima-se
o dia agendado para a exibição dos resultados da nossas entrevistas em oito
escolas do município de Santana do Ipanema. Os alunos trabalharam, após as entrevistas,
sobre o livro em evidência: SANTANA:
REINO DO COURO E DA SOLA. Após retumbante êxito nas unidades de ensino e no lançamento oficial
do livro no Bairro Maniçoba/ Bebedouro, defronte a igrejinha tradicional de Zé Rosa,
vamos ao resultado dos trabalhos finais dos alunos que as escolas chamam de
Culminância. Sobre o livro trabalhado, os alunos, tudo indica, apresentarão as
mais diferentes modalidades de
apresentação do livro proposto. Cordel,
poesia, redação, música, teatro e tudo que irá sair da criatividade própria.
O
evento acontecerá no salão de apresentações do luxuoso Hotel Privillege,
situado na região Leste de Santana do Ipanema, saída para Maceió. O nosso editor,
jornalista e escritor José Malta Neto, calcula em mais de duzentos alunos nesta
Culminância. Com o tempo de início acertado para às oito horas do próximo dia 6
de novembro, o Bairro São Vicente e imediações será agitado pela Cultura que
promete fazer a diferença. Sim, estaremos prestigiando a iniciativa misturado à
estudantada, informalmente. Os dias estão quentes – um deles chegou aos 39 graus – mas esperamos que isto não seja motivo para
perdermos a fé no porvir dessa potencialidade que emerge das bancas escolares.
Enquanto
isso, vamos trabalhando no novo livro DNOCS – DNER, DOIS GIGANTES DO BRASIL GIGANTE, EM TERRAS DE
SANTA ANA. Em breve, estaremos fundando a Associação dos amigos do Padre
Cícero, para construirmos na zona rural e serrana o Horto Santo do padre
Cícero, região de Poço Salgado. É fundamental o apoio popular para que os
escritores possam contribuir com ações sociais através da Cultura, fonte divina
de inspirações utilitárias.
O DIA Clerisvaldo . B. Chagas, 22 de outubro de 2026 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3492 O dia amanheceu de céu comp...
O DIA
Clerisvaldo
. B. Chagas, 22 de outubro de 2026
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3492
O dia
amanheceu de céu completamente branco, com muita umidade no ar. Quando o Sol
começou a furar as nuvens, já passava das oito horas. Alguns pássaros cantavam
animados como se estivessem enganados com sinais de chuva. E assim surgiu um
coleira na fiação da rua, fazendo a diferença com o chilrear irritante dos
pardais. Mas não posso ficar o tempo todo apreciando a natureza e vou
prosseguir o trabalho do novo livro DNER – DNOCS, DOIS GIGANTES NO BRASIL
GIGANTE em terras de Santa Ana. Aí foguetes cortam o ar, em lugar mais
distante. Ficamos sem entender se é novena, se propaganda de comércio ou se é
patim de políticos.
Vou
para o computador enfrentar estradas do DNER, caçambas, tratores e barragens do
DNOCS, açudes, secas e riachos de bacias. E a vem a mente para incluir os
gloriosos momentos do Ipanema Atlético Clube. As recordações vitoriosas do
“Canarinho do Sertão nas pautas do homem do DNOCS que , respirava futebol 24
horas por dia. Vou tentando equilibrar pesquisas
de trabalho com o futebol da terra porque tudo está ligado a repartição pública federal. É um mergulho
nos anos 50 que o escritor se perde nas ações do tempo lá fora. E uma gritaria
distante que não se pode precisar.
Ficamos
na possibilidade de fazer uma visita ao DENIT, substituto do DNER e mais outra
visita a Palmeira dos Índios onde fica a
sede do DNOCS, pesquisas para maior firmeza, sem abandonar as histórias que o povo
conta. Volta-se à porta da rua, passa a moto do leite, berra o carro do ovo,
grita a carroça dos churros, um galo ainda canta atrasado nos quintais dos arredores e a vista percorre
rapidamente os montes. Um cafezinho com marca de vergonha, uma vontade danada
de comer broa, latidos de cachorro na rua e gritos distantes que não se sabe
precisar. É preciso continuar o cotidiano e lá vou eu perscrutar para a crônica
intrusa ao livro.
EMPREITADA Clerisvaldo B. Chagas, 20 de outubro de 2026 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3492 Pensei que não iria ...
EMPREITADA
Clerisvaldo B. Chagas, 20 de outubro de
2026
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica:
3492
Pensei
que não iria mais escrever mais livros, até porque tenho 4 mais antigos ainda
inédito, porém, a gente nunca sabe com certeza como será o dia de amanhã. Portanto,
de repente peguei firme na determinação
que chegou e em nove dias, fiz um livro que esperava que os outros fizessem há
muito. Estar entre os cinco agora esperando a oportunidade de publicação.
Trata-se do livro que interessa a todo o estado de Alagoas: BATINA PRETA, EM SERTÃO
SELVAGEM, TRAJETÓRIA DO PADRE em livro documentário que conta a trajetória de
duas grandes repartições públicas federais pelo nosso sertão BULHÕES. E para
enriquecer mais o livro, pude contar com
o prefácio do escritor parceiro literário, Marcello Fausto.
Ora,
sem esperar, novamente fui convocado para escrever sobre outro livro de altíssima
relevância para Santana do Ipanema e
todo o semiárido. Pus a mão no fogo para forjar a obra e os primeiros
resultados já estão bem longe do início. São os escritos que estão se
transformando Na obra DNER – DNOCS, DOIS
GIGANTES DO BRASIL GIGANTE, NA TERRA DE SANTA ANA. Posso afirmar aos meus
amigos e amigas que não é uma tarefa fácil porque, praticamente todos que
fizeram parte direta dessas repartições já partiram. Mesmo assim, não podemos
colocar no lixo o que já foi resgatado para os que vieram após o século XX.
Vamos,
então, rastejando nas pesquisas, seguindo pegadas misteriosas como fazem os
rastejadores do Sertão Brabo. Uma visita
aqui, uma observação ali e a presença de um tal Google que não sabe todo mais
coopera com um bocado de coisa. Aguardemos, pois.

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.