DEILDO E SEUS FLAGANTES Clerisvaldo B. Chagas, 38/29 de outubro de 2026. Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3494   Aca...

 

DEILDO E SEUS FLAGANTES

Clerisvaldo B. Chagas, 38/29 de outubro de 2026.

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3494

 



Acabo de receber um exemplar do primeiro livro publicado pelo amigo, médico veterinário, Deildo Estevam Soares. Morando atualmente em Garanhuns, Deildo resolvera escreve um livro contado suas observações humorísticas ao longo de sua profícua profissão na área da veterinária. Inspirado pelas constantes leituras da revista americana “Seleções, Flagrantes da vida real”, intitulou sua obra de inúmeras historietas humorísticas de FLAGANTES DA VIDA REAL, uma homenagem à fonte de suas inspirações.  Não satisfeito com suas proezas, Deildo anexou à sua obra, um prefácio da nossa autoria, “mexeu nos  pauzinhos” e conseguiu publicar o seu prazeroso livro. Não quis uma publicação formal de lançamento, mas o livro está na praça, circulando com êxito entre amigos, ex-colegas e o povão que se diverte com os Flagrantes.

Além do elaborado conteúdo, a capa, tanto a parte da frente quanto a de trás me deixou impressionado, pela beleza e criatividade positiva da arte, regada a IA. É pena no momento está sem a rede amiga, onde se pode lê com tranquilidade e ri sem ser incomodado, para a leitura das presepadas contadas por Deildo Estevam. Vamos aguardar para ver se o novel escritor cria entusiasmo para  continuar a nos deleitar com outas obras frutos da sua caminhada pelos sertões nordestinos  de Meu Deus. Sem dúvida nenhuma vamos repassando de boca em boca o presente virtuoso do amigo. Nos tempos  em que estamos vivendo, é preciso conteúdos semelhantes para nos retirar da sisudez dos dias. 

  CULMINÂNCIA Clerisvaldo B. Chagas, 27 de outubro de 2026 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3493   Aproxima-se o dia a...

 

CULMINÂNCIA

Clerisvaldo B. Chagas, 27 de outubro de 2026

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3493

 



Aproxima-se o dia agendado para a exibição dos resultados da nossas entrevistas em oito escolas do município de Santana do Ipanema.  Os alunos trabalharam, após as entrevistas, sobre o livro  em evidência: SANTANA: REINO DO COURO E DA SOLA. Após retumbante êxito  nas unidades de ensino e no lançamento oficial do livro no Bairro Maniçoba/ Bebedouro, defronte a igrejinha tradicional de Zé Rosa, vamos ao resultado dos trabalhos finais dos alunos que as escolas chamam de Culminância. Sobre o livro trabalhado, os alunos, tudo indica, apresentarão as mais diferentes  modalidades de apresentação do livro  proposto. Cordel, poesia, redação, música, teatro e tudo que irá sair da criatividade própria.

O evento acontecerá no salão de apresentações do luxuoso Hotel Privillege, situado na região Leste de Santana do Ipanema, saída para Maceió. O nosso editor, jornalista e escritor José Malta Neto, calcula em mais de duzentos alunos nesta Culminância. Com o tempo de início acertado para às oito horas do próximo dia 6 de novembro, o Bairro São Vicente e imediações será agitado pela Cultura que promete fazer a diferença. Sim, estaremos prestigiando a iniciativa misturado à estudantada, informalmente. Os dias estão  quentes – um deles chegou aos 39 graus – mas  esperamos que isto não seja motivo para perdermos a fé no porvir dessa potencialidade que  emerge das bancas escolares.

Enquanto isso, vamos trabalhando no novo livro DNOCS – DNER, DOIS  GIGANTES DO BRASIL GIGANTE, EM TERRAS DE SANTA ANA. Em breve, estaremos fundando a Associação dos amigos do Padre Cícero, para construirmos na zona rural e serrana o Horto Santo do padre Cícero, região de Poço Salgado. É fundamental o apoio popular para que os escritores possam contribuir com ações sociais através da Cultura, fonte divina de inspirações utilitárias.

 

  O DIA Clerisvaldo . B. Chagas, 22 de outubro de 2026 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 3492 O dia amanheceu de céu comp...

 

O DIA

Clerisvaldo . B. Chagas, 22 de outubro de 2026

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3492



O dia amanheceu de céu completamente branco, com muita umidade no ar. Quando o Sol começou a furar as nuvens, já passava das oito horas. Alguns pássaros cantavam animados como se estivessem enganados com sinais de chuva. E assim surgiu um coleira na fiação da rua, fazendo a diferença com o chilrear irritante dos pardais. Mas não posso ficar o tempo todo apreciando a natureza e vou prosseguir o trabalho do novo livro DNER – DNOCS, DOIS GIGANTES NO BRASIL GIGANTE em terras de Santa Ana. Aí foguetes cortam o ar, em lugar mais distante. Ficamos sem entender se é novena, se propaganda de comércio ou se é patim de políticos.  

Vou para o computador enfrentar estradas do DNER, caçambas, tratores e barragens do DNOCS, açudes, secas e riachos de bacias. E a vem a mente para incluir os gloriosos momentos do Ipanema Atlético Clube. As recordações vitoriosas do “Canarinho do Sertão nas pautas do homem do DNOCS que , respirava futebol 24 horas por dia. Vou tentando  equilibrar pesquisas de trabalho com o futebol da terra porque tudo está ligado  a repartição pública federal. É um mergulho nos anos 50 que o escritor se perde nas ações do tempo lá fora. E uma gritaria distante que não se pode precisar.

Ficamos na possibilidade de fazer uma visita ao DENIT, substituto do DNER e mais outra visita a Palmeira  dos Índios onde fica a sede do DNOCS, pesquisas para   maior  firmeza, sem abandonar as histórias que o povo conta. Volta-se à porta da rua, passa a moto do leite, berra o carro do ovo, grita a carroça dos churros, um galo ainda canta atrasado nos  quintais dos arredores e a vista percorre rapidamente os montes. Um cafezinho com marca de vergonha, uma vontade danada de comer broa, latidos de cachorro na rua e gritos distantes que não se sabe precisar. É preciso continuar o cotidiano e lá vou eu perscrutar para a crônica intrusa ao livro.