SOBRE MIM

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.
A PAISAGEM NATURAL Clerisvaldo B. Chagas, 10 de junho de 2021 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 2.551 Par quem gosta ...
A
PAISAGEM NATURAL
Clerisvaldo
B. Chagas, 10 de junho de 2021
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.551
Par quem gosta do tema
meio ambiente, Olivier Dolfus fala que “em o espaço geográfico, as paisagens
podem ser classificadas em três Grandes famílias, de acordo com as modalidades
da intervenção humana: a paisagem natural, a paisagem modificada e as paisagens
organizadas. Vamos abrir esse espaço para dissertamos a paisagem natural,
ficando as duas outras para próximas ocasiões. Esse é o momento em que estamos
vivendo os grandes pesadelos do desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Digamos nós quando andamos pela caatinga alagoana, presenciando o grande desmatamento
que não tem mais retorno
A paisagem “natural” ou
“virgem” constitui a expressão visível de um meio que, tanto quanto podemos
saber, não foi submetido, pelo menos em data recente, à ação dos homens. Seus
limites podem ser desde logo vislumbrados. Em nossa época, paisagens naturais
são aquelas que não se inserem no oekumeno em sentido estrito. Trata-se
de regiões inadeguadas, por razões climáticas, às atividades agrícolas ou à
criação de gado: entre elas se incluem os terraços das montanhas muito elevadas
e as regiões geladas das grandes latitudes, os desertos frios ou quentes, por
vezes as extensões florestais ou pantanosas dos domínios tropicais.
Entretanto,
encontram-se salpicadas de instalações destinadas a atividades precisas: bases
científicas e estratégicas nas latitudes elevadas, minas nos desertos ou nas
montanhas. O clima, a dificuldade das comunicações e o isolamento tornam muito
mais onerosa a presença do homem moderno nesses ambientes poucos favoráveis.
Nessa base, trata-se de reduzir o tempo de permanência dos habitantes,
geralmente técnicos e especialistas altamente classificados. A instalação do
homem em pontos situados nesses espaços vazios, pode contribuir para modificar
localmente o meio, sem, entretanto, afetar o caráter geral do conjunto.
Essas são afirmações de
Elian Alabi Lucci. Geografia Geral de Curso Médio. Editora Saraiva.
FOTO NATUREZA (ÂNGELO
RODRIGUES).
NOVAMENTE A AVENIDA Clerisvaldo B. Chagas, 9 de junho de 202 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 2.550 Nem sei o porquê d...
NOVAMENTE
A AVENIDA
Clerisvaldo
B. Chagas, 9 de junho de 202
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.550
Nem sei o porquê de os
políticos gestores colocarem dois nomes na compridez de uma rua. Um trecho com
um, outro trecho com outro nome. Em Santana do Ipanema, temos algumas dessas
fuleragens: Rua Nilo Peçanha com Antônio Tavares, Rua Manoel Medeiros com Nair
Amaral, Avenida Coronel Lucena com Arsênio Moreira. Seria cada trecho um voto a
mais? Isso é prática antiga. Mas vamos ao que interessa. Falamos aqui sobre a
transformação da outrora elitizada Avenida Coronel Lucena. Essa é a Avenida
principal da cidade e vai desde o Centro Comercial até Praça Adelson Isaac de
Miranda (antiga da Bandeira). Dali para a BR-316, imediações da Caixa
Econômica, a mesma Avenida recebe a denominação de Arsênio Moreira. Nem sabemos
se tem ou não tem o “Dr.”.
A transformação desse
corredor de entrada e saída da cidade ficou registrado há pouco, porém, vendo duas
fotos do escritor Fábio Campos aposentadas, sobre edifícios novos que estão
sendo construídos nesse corredor, resolvemos voltar ao tema. Em um deles irá
funcionar mais um banco que está chegando a Santana do Ipanema. É um exemplo do
modernismo que tomou conta de ambos os trechos. Muitas luzes e muitos cristais ornamentando
o que já era destaque, vão agigantando a avenida de dois nomes. O edifício do
novo banco ocupa o lugar onde funcionava o Posto de Combustíveis J. Pinto, ao
lado do Banco do Brasil. Do outro lado da rua, surge uma clínica de alto nível
também com primeiro andar, vidraças e luzes. O terreno era ocupado pela
residência do saudoso médico Dr. Clodolfo Rodrigues.
Assim temos a Sétima
Avenida dos Estados Unidos em Santana. Brincadeira à parte, Entre o Centro
Comercial propriamente dito, temos no corredor, Quatro Bancos, Colégios,
Prefeitura, Biblioteca, posto de gasolina, um sem número de lojas, farmácias,
igrejas, EMATER, Equatorial, laboratórios, praças e prestadoras de serviços
outras que atraem todas as cidades satélites para Santana. As avenidas de nomes
emendados brilham como nunca e, o trânsito intenso carece cada vez mais de
estacionamento.
CLÍNICA E BANCO
ORNAMENTAM A AVENIDA (CRÉDITO: FÁBIO CAMPOS).
VIAJE BEM Clerisvaldo B. Chagas, 8 de junho de 2021 Escritor Símbolo do Sertão Alagoano Crônica: 2.549 A Ordem de Serviço do go...
VIAJE BEM
Clerisvaldo B. Chagas, 8 de junho de 2021
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.549
A Ordem de Serviço do
governador para o início da duplicação do trecho de rodovia Arapiraca – Olho
d’Água das Flores, deslumbra melhores dias para Agreste/Sertão. Na realidade, a
duplicação total será de Maceió ao Alto Sertão de Delmiro Gouveia, extremo
oeste das Alagoas. Para quem não conhece esse trajeto, podemos esmiunçar para
entendermos a grandiosidade da obra.
Chegada à duplicação da
rodovia Maceió – Arapiraca, esta continuará até o município de Delmiro Gouveia,
assim: Arapiraca (Agreste) chegando ao Sertão através de Jaramataia, depois
Major Izidoro (acesso) Batalha, Jacaré dos Homens, Monteirópolis e Olho d’Água
das Flores. Daí pega o entroncamento que leva até São José da Tapera, outros
acessos, até o novo entroncamento em Olho d’Água do Casado daí ao município de
Delmiro Gouveia.
Também do entroncamento
de Olho d’Água das Flores, pode, de um lado, se chegar a Palestina e Pão de
Açúcar (sem duplicação) por outro lado, pode se chegar a mesma Delmiro Gouveia
(sem duplicação) desse entroncamento via Santana do Ipanema, povoado Carié. Do
entroncamento de Olho d’Água do Casado, pode-se chegar até Piranhas (sem
duplicação).
Quanto a Santana do
Ipanema, pouco mudará, em relação à capital. As duas antigas opções
permanecerão válidas. Ida a Maceió via Palmeira dos Índios (a mais utilizada)
ou via Arapiraca, menos utilizada. Pode até ser que a duplicação da segunda,
estimule, mas talvez a tradição permaneça.
Ganharão com a pista
dupla o turismo interiorano, bastante viciado ao litoral, a segurança dos
viajantes, o escoamento da produção sertaneja, a melhora das cidades para o
recebimento de turistas, como exemplos, a construção da orla de Pão de Açúcar e
a inclusão de Santana do Ipanema no roteiro do Cangaço, novos empreendimentos
aplicados na Bacia Leiteira, no Médio e Alto Sertão e no Sertão do São
Francisco, entre outras coisas boas que chegam de repente sem ninguém esperar.
Um bom momento para industrializar às margens do Canal do Sertão, a exemplo de
Petrolina.
A fé continua viva.
A fé não pode morrer.
ARAPIRACA (FOTO: B. CHAGAS).

Sou Clerisvaldo B. Chagas, romancista, cronista, historiador e poeta. Natural de Santana do Ipanema (AL), dediquei minha vida ao ensino, à escrita e à preservação da cultura sertaneja.